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Coluna do Domingão

Por Nill Júnior

Com Geni, vai um estilo de político em extinção

Com a morte de Genivaldo Pereira Leite, o Geni Pereira, esta semana em Serra Talhada, vai se sepultando também um estilo de fazer política que não se encontra com tanta facilidade nos dias de hoje. Pode-se dizer que Geni era de uma espécie política em extinção.

Como característica, a  fala simples, direta, que chegava com facilidade ao sertanejo mais simples e ao mais culto. A formação acadêmica como veterinário fez de Geni um ser mais “rasteiro” no bom sentido do termo.  Era mais próximo de comunidades e com isso, ganhou a fama de líder político simples.

Até a fisionomia ajudava. Fosse visto em qualquer cidade do nordeste sem o rótulo de ex-prefeito de Serra Talhada, seria facilmente confundido com um caboclo da roça, ou forçando a barra, um tradicional comerciante rural.

Geni quebrou barreiras por ter saído de um distrito, Bernardo Vieira, para alçar vôo político, até ser eleito em uma conquista histórica em 2000, batendo o “candidato oficial” de Inocêncio, Carlos Evandro, com larga margem.

Foi justamente aí, a partir da sua eleição, que começou ao mesmo tempo sua conquista e seu calvário. Gerir uma das cidades mais importantes do Nordeste para alguém com o perfil de Geni Pereira virou um grande desafio, principalmente a partir das exigências fiscais, técnicas, jurídicas que o cargo exige. Isso porque na política e no modelo de gestão inaugurado com os anos 2000, excesso de confiança nos auxiliares, até de bondade demais mais atrapalha que ajuda.

Dizem que na política, para ser bom, há de ser ruim também. E Geni, pelo estilo, abriu muito o leque político da gestão, também cometendo por consequência erros técnicos que lhe custaram a inelegibilidade. Chegou a disputar outra eleição, os votos não foram contados e a partir daí, viu sua vida política definhar.

Do que lhe acusaram, faltou escrever uma certeza. Geni não tirou proveito econômico da politica. Morreu sem grande patrimônio, ao contrário, como os demais mortais, sendo tratado pelo SUS, sem regalia alguma.

Em meio a isso, vieram os problemas de saúde. Registre-se, a insuficiência renal crônica, mal que afetou Geni, é uma cruz diária. A diálise ameniza os efeitos colaterais, não o sofrimento. Ainda assim, Geni não passava recibo pra dor e era visto sempre com o mesmo semblante, aquele que o alçou ao auge da carreira política.  Não demonstrava fraqueza. Tanto que nessa fase recente, nada se noticiou sobre seu estado. Como se, para não causar dor nem apreensão a quem o admirava, só se avisasse no último aviso.

De fato, a figura do gestor moderno, na moda e aos moldes das novas exigências para os municípios, estão deixando cada vez mais longe dos gabinetes o político cuja principal característica é falar com todo mundo, atender bem o povo, tratar com carinho diferenciado os mais simples. Uma coisa não podia estar desagregada da outra. São raros os políticos que jogam bem nas duas, como se diz no futebol.

Políticos como Geni vão ficando relegados à história, aos causos e contos,  e aos personagens da TV quando retratam a política no Nordeste. Talvez ainda se encontre um aqui, outro alí, em uma Câmara de Vereadores perdido. E só.

Geni foi um dos últimos personagens dessa safra, que não nascem mais…

Folclorico

Uma das últimas entrevistas de Geni Pereira externou a mágoa que guardava e a certeza que alimentava. “Quem vai pela cabeça dos outros é piolho. Errei ao governar Serra Talhada me orientando pelos outros. Não cometerei o mesmo erro”, disse em 2016.

O bucho de Carlos Evandro

Mesmo dizendo “se cuidar” , não tem bucho que aguente o rojão de Carlos Evandro. Em entrevista esta semana, disse que tem 63 almoços pra ir na casa do povo esse mês. O que vai economizar nos dois meses sem precisar fazer feira, vai compensar com gasto de energia com a esteira.

Quem vai?

Com a autoria identificada de quem prometeu tirar 50% da pena de Lula, caso condenado, o blog buscou alguns candidatos à vaga de “cumpridor de pena barbuda alheia” do que falta. Dentre os candidatos, Sinézio Rodrigues (Serra Talhada), Emídio Vasconcelos (Afogados), Romério Guimarães e Marcelo Patriota (São José do Egito), Carlos Veras (CUT) e Anchieta Alves (Carnaíba). Se Pedro Marcolino, o Pedrinho, se dispôs a cumprir 50%, quem se candidata a tirar os outros 50%?

Chopp do Pajeú

A região do Pajeú vai ganhar uma das únicas cervejarias artesanais do Estado. Com a marca Alfaia, o empreendimento vem sendo  tocado pelo engenheiro químico Diogo Carvalho. Todo o maquinário vem sendo adquirido junto à Dragon Beer, de Limeira-SP. A sede ficará na Ingazeira, com capacidade de distribuição para toda a região. A capacidade é de 12 mil litros por mês. Será a 13ª em Pernambuco.

Passeata

Familiares de Evandeilson Lima, conhecido por Vando, devem fazer uma manifestação pacífica na próxima segunda pela manhã, com concentração na frente da Igreja Presbiteriana, caso até lá não haja um fato que indique resultado das investigações sobre seu paradeiro. Vando sumiu dia 23 de fevereiro.

Artilharia pesada

Duas movimentações neste sábado tiveram o formato “pau da molesta dos cachorros” na gestão Paulo Câmara e no PSB. O encontro Pernambuco Quer Mudar, puxado por Armando, FBC, Mendonça e João Lira em Caruaru e o encontro do PT em Surubim, em defesa de Marília Arraes. Isso na semana em que o encontro nacional socialista abriu caminho para alianças e Câmara falava em “desafios do futuro” para a legenda.

Ô gado, ô

Segundo Dinca Brandino, o TCE vai abrir a caixa preta da arrecadação na feira do Gado de Tabira, que existe, mas ninguém sabe para onde vai no governo Sebastião Dias. Abriu auditoria também sobre a arrecadação de Feiras e Mercados, com direito a “visita de cortesia” da Inspetoria Regional.

Pode reverter

Afogados da Ingazeira pode ser a última cidade no estado a reverter a decisão do MDA de, com base em dados do IBGE, deixa-la fora do Garantia Safra. A movimentação do prefeito Patriota, junto ao IPA e Movimento Sindical teria feito o Ministério reabrir o sistema para reanálise dos dados que teriam divergências. Tabira e Solidão também estão fora.

Prego batido…

Quem esteve no encontro das oposições ontem em Caruaru tem uma convicção: o bloco terá como candidato o Senador Armando Monteiro. Tem recall da eleição passada, maior número de aliados no interior e é “menos vidraça” que FBC e Cia. Não foram poucos os que passaram essa certeza ao blog.

Frase da semana:

“Dinca fora do governo hoje, tenta ensinar o que é certo. E quando estava dentro, só fazia o errado”.

Flávio Maques, sobre o ex-prefeito

Outras Notícias

Mais uma: Márcia Conrado exonera Marta Cristina da Educação em Serra Talhada

Depois de Cristiano Menezes e Anildomá Williams,  Marta Cristina não é mais Secretária de Educação em Serra Talhada. Marta é mais uma da cota de “duquistas” a deixar a pasta, mas não é filiada ao PT. Ela ocupou a função no governo Luciano Duque e vinha sendo mantida por Márcia. Caiu na reformulação de gestão […]

Depois de Cristiano Menezes e Anildomá Williams,  Marta Cristina não é mais Secretária de Educação em Serra Talhada.

Marta é mais uma da cota de “duquistas” a deixar a pasta, mas não é filiada ao PT.

Ela ocupou a função no governo Luciano Duque e vinha sendo mantida por Márcia.

Caiu na reformulação de gestão anunciada pela prefeita, para alinhar o governo à sua linha de atuação. A pergunta é: quem será o próximo?

Vice nega exoneração de Karina Rodrigues: o vice-prefeito Márcio Oliveira negou a exoneração da ex-primeira dama Karina Rodrigues da pasta de Assistência Social.

Confrontado com a informação em uma rede social , Márcio reagiu com um “não procede”. A esposa de Luciano Duque segue no governo Márcia Conrado.

Em parceria com o Estado, prefeito de Itapetim anuncia R$ 2 milhões para recapeamento asfáltico

O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, do PSB, teve agenda em Recife, onde esteve com o Secretário Executivo de Desenvolvimento Urbano e Habitação de Pernambuco, Samuel Andrade. “Na oportunidade assinamos um convênio de mais de R$ 2 milhões para fazer o recapeamento asfáltico várias ruas de Itapetim. “Quero agradecer ao Governador Paulo Câmara, que vai […]

O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, do PSB, teve agenda em Recife, onde esteve com o Secretário Executivo de Desenvolvimento Urbano e Habitação de Pernambuco, Samuel Andrade.

“Na oportunidade assinamos um convênio de mais de R$ 2 milhões para fazer o recapeamento asfáltico várias ruas de Itapetim.

“Quero agradecer ao Governador Paulo Câmara, que vai sair do Governo, mas deixará sua marca com tantas ações e obras realizadas em nosso município. Agradeço ao nosso deputado eleito José Patriota, que também nos ajudou a conseguir esse recurso”, disse em sua rede social.

Paulo prestigia homenagem a Mestre Salustiano

Encerrando a semana que marcou a celebração dos 70 anos de nascimento do Mestre Salustiano, o governador Paulo Câmara e a primeira-dama do Estado, Ana Luiza Câmara, prestigiaram uma homenagem promovida pela família do mestre, na Casa da Rabeca, em Olinda, neste sábado (14). Ao pontuar a importância do artista para a cultura popular, Paulo […]

Paulo recebe a rabeca de Pedro Salú

Encerrando a semana que marcou a celebração dos 70 anos de nascimento do Mestre Salustiano, o governador Paulo Câmara e a primeira-dama do Estado, Ana Luiza Câmara, prestigiaram uma homenagem promovida pela família do mestre, na Casa da Rabeca, em Olinda, neste sábado (14).

Ao pontuar a importância do artista para a cultura popular, Paulo Câmara disse que, como pernambucano, tinha muito orgulho de ter acompanhado a trajetória de Mestre Salustiano. “Ele defendeu a cultura com muito afinco, mostrando a todos nós a importância de valorizar as nossas tradições”, afirmou.

Em nome da família, falou a filha Imaculada Salustiano. Ela destacou o esforço do pai em promover a cultura pernambucana e criar os 15 filhos. “Mestre Salustiano também foi um grande pai. Ele estará sempre vivo em nossos corações”, disse.

Ao término das apresentações, o chefe do Executivo estadual recebeu uma rabeca da família do homenageado, que faleceu em 2008.

Estiveram presentes no ato o vice-governador Raul Henry; o prefeito do Recife, Geraldo Julio; o de Olinda, Renildo Calheiros; secretários e deputados, estaduais e federais. A ex-primeira-dama do Estado, Renata Campos, e seu filho João Campos também prestigiaram o encontro.

Desmatamento: mentira tem perna curta

Por Heitor Scalambrini* Ainda na linha do mentiroso recorrente, e de que a mentira tem perna curta, conforme o dito popular; é também conhecido que o mentiroso contumaz inventa a segunda, depois outra, mais outra, enfim dezenas, centenas, milhares. Mas vindo de Portugal, outro ditado, avisa: “a esperteza, quando é muita, vira bicho e come […]

Por Heitor Scalambrini*

Ainda na linha do mentiroso recorrente, e de que a mentira tem perna curta, conforme o dito popular; é também conhecido que o mentiroso contumaz inventa a segunda, depois outra, mais outra, enfim dezenas, centenas, milhares. Mas vindo de Portugal, outro ditado, avisa: “a esperteza, quando é muita, vira bicho e come o dono”.

Assim tem se comportado o (des)governo atual, um mentiroso contumaz. Pinóquio deu cara (de pau) à mentira e seu personagem-símbolo universalizou. No Brasil de hoje, Bolsonaro é nosso Pinóquio-mor, vindo a seguir seus ministros subservientes, indignos e sem nenhuma altivez.

Talvez pelo fato de dizerem que o brasileiro é “bonzinho”, fala com humor, raramente com raiva, dos grandes mentirosos, inclusive do atual presidente. Suas mentiras não são responsabilizadas pelo tamanho do despautério, pelos prejuízos impostos ao povo, e a nação. Em outras culturas, a mentira é punida com mais rigor, inclusive na memória popular. Mas já que foi citado alguns, provérbios, ditos populares, não devemos esquecer o proverbio mendax et furax (mentiroso e ladrão), que associa quem mente, a quem rouba.

O desmatamento na região Amazônica não é uma prática atual. O bioma, que ocupa cerca de 49,29% (4.196.943 milhões de km2) do território brasileiro está presente nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Roraima, Rondônia, Mato Grosso, Maranhão e Tocantins; sofre com a retirada da cobertura vegetal a partir da década de 1970.

A história recente mostra que sabemos como fazer para diminuir o desmatamento, como controlá-lo. No ano de 2004, o governo federal criou o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal-PPCDAm, visando reduzir o desmatamento na Amazônia, e buscar maneiras de desenvolver a região. Nesse período, foi criado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais-INPE, o DETER, sistema expedito de alerta para suporte à fiscalização, utilizando imagens de satélite, que detectam em tempo real o desmatamento. A partir de então houve uma significativa redução das taxas de desmatamento.

Essa redução perdurou entre os anos de 2008 a 2015, ficando entre 7.989km2 e 6.207km2. Para registro, o ano de 2012 foi o de menor índice de desmatamento desde 1988. Foram desmatados cerca de 4.571 km2, de acordo com o Projeto de Monitoramento do Desmatamento da Amazônia Legal por Satélite-PRODES, desenvolvido em 1988 para monitorar o desmatamento do bioma. A criação de diversas unidades de conservação também contribuiu para esta importante redução no desmatamento nesse período.

A partir de 2016, as taxas de desmatamento voltaram a aumentar. Nesse ano foram desmatados cerca de 6.947km2, aumentando para 7.900km2 entre os anos de 2017 e 2018, um aumento de 13,7% de áreas devastadas.

Em 10 de janeiro de 2019, com a posse do atual (des)governo, apoiando e incentivando a mineração ilegal na região, a exploração agropecuária extensiva, e com um discurso de que as fiscalizações provocam impacto negativo nas atividades do campo; foram tomadas medidas efetivas para reduzir os poderes dos órgãos de controle e fiscalização, como o ICMBio, IBAMA, Policia Federal. O que ocorreu com o IBAMA mostra o desmonte em curso destes órgãos, sua anulação, diante de suas funções/obrigações institucionais.

O Decreto 9.760/2019, instituiu no IBAMA o Núcleo de Conciliação Ambiental, cujo papel é o de analisar, mudar o valor ou anular a multa aplicada pelo órgão. As ações do (des)governo e o aumento do desmatamento, estão intrinsecamente interligadas, os dados demonstram. De acordo com o IBAMA, em 2019 foram aplicadas menos multas a infratores ambientais do que em 2018. A redução da fiscalização foi acompanhada pelo aumento do desmatamento e das queimadas, que estão associadas não só às questões naturais, mas também às atividades humanas, como a manutenção das terras cultiváveis ou expansão das pastagens.

Esta breve retrospectiva, nos leva ao que disse o atual ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, substituto de Ricardo Salles (o governo trocou “seis por meia dúzia”), e que ocupava o cargo, antes de ser nomeado ministro, de Secretário da Amazônia e Serviços Ambientais, além de ter sido conselheiro por mais de 20 anos da Sociedade Rural Brasileira (SRB). Na Cúpula do Clima em Glasgow anunciou de que o Brasil está empenhado em eliminar completamente o desmatamento ilegal até 2028, e reduzir as emissões de gases de efeito estufa até 2030 em 50%.

Assim, seguindo o caminho do Pinóquio-mor, contou ao mundo a mentira da hora, a mais recente, aquela que trata sobre o desmatamento da Amazônia, hoje a principal causa das emissões de gases de efeito estufa pelo país, em particular o dióxido de carbono (CO2). A de que o (des)governo que faz parte está empenhado em eliminar o desmatamento daqui a 7 anos. Mentira deslavada diante dos dados divulgados, que mostra o sentido contrário do que afirmou e se comprometeu em Glasgow.  Desde 2019, era Bolsonaro, a Amazônia perdeu cerca de 10.000 km2 de floresta por ano.

 O presidente, e seus ministros da área, mesmo sabendo bem antes do início da Cúpula do Clima em Glasgow, que a taxa de desmatamento na Amazônia havia disparado, com números alarmantes, preferiu reter as informações, como parte de uma estratégia “infantil” ou “senil”, de tentar reconstruir uma credibilidade ambiental diante da comunidade internacional, evitando críticas pela nefasta gestão na área socioambiental.

Tudo deu errado, conforme esperado. Após os dados de desmatamento vir à tona, todos, sem exceção, órgãos da imprensa mundial estamparam reportagens sobre a sonegação de informações, e o disparo do desmatamento nos últimos três anos, que coincidem com a posse do atual presidente.

Não se pode deixar de mencionar o papel, além do ministro Leite, do astronauta e anti-ministro de Ciência, Tecnologia e Inovações. Marcos Pontes, que havia recebido em seu gabinete o relatório do INPE, 15 dias antes da reunião de Glasgow com informações sobre os catastróficos números do desmatamento, se calou. Questionado em entrevista recente, aquele que é ministro sem nunca ter sido, alegou que nada sabia, que não conhecia o relatório do INPE pois estava de férias. Figura nefasta, alçado a ministro de Estado, e cuja contribuição é inequívoca para que a ciência se torne refém da política.

A participação desta tríade no episódio da tentativa de enganar, mentir e omitir dados alarmantes, que apontou o recorde de desmatamento na Amazônia, antes da COP26, foi um deboche mundial à inteligência alheia. Como ser levado a sério, se a determinação foi e é de enfraquecer os órgãos ambientais cortando o financiamento e pessoal? Como ser levado a sério se para fins de propaganda enviou militares e policiais despreparados, gastando centenas de milhões de reais para proteger a floresta Amazônica, sem que efetivamente o objetivo maior fosse atingido (mais um vexame para as forças armadas)? E como fica, a credibilidade, com a declaração do Presidente, de que a floresta tropical não pega fogo por ser úmida? Então quem vai investir num país cujos governantes se omitem, e mesmo compactuam diante de ações criminosas, e por essa razão, o desmatamento bate recordes?

A mentira tem perna curta, e este atual (des)governo foi uma grande mentira contada a população brasileira. Uma “fake news” que se revelou um desastre. Está chegando a hora de desbolsonarizar a máquina pública e suas ideias retrógradas e perniciosas, que tem conduzido o país a se tornar um pária no concerto das nações. Já vai tarde, para o limbo da história, e para o bem do país.

*Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco

Rádio Pajeú prepara super cobertura das Eleições 2022

A Rádio Pajeú tem se preparado para definir os últimos detalhes da cobertura deste primeiro turno das eleições, com a participação da equipe e Gerência. O encontro definitivo da preparação ocorre nesta sexta. Em linhas gerais a ideia é manter o reconhecido modelo de cobertura da emissora. A grande lacuna será a ausência do comunicador […]

A Rádio Pajeú tem se preparado para definir os últimos detalhes da cobertura deste primeiro turno das eleições, com a participação da equipe e Gerência.

O encontro definitivo da preparação ocorre nesta sexta. Em linhas gerais a ideia é manter o reconhecido modelo de cobertura da emissora.

A grande lacuna será a ausência do comunicador Anchieta Santos,  falecido há um ano, que abria a programação.  Com isso, a ideia foi repetir na grade a programação tradicional de segunda a sexta, com os programas Manhã Total e A Tarde é Sua especiais das eleições.  Entre eles, o Eleições 2022, sempre informando e prestando serviço.

Durante o dia, a Pajeú presta serviço com informações sobre os locais de votação, transporte de eleitores, avalia como anda a votação nas sessões eleitorais, traz a movimentação no Pajeú, em Pernambuco e no Brasil.

Haverá também flashes de várias cidades, as orientações da Justiça Eleitoral, linha direta com o TRE-PE, mais representantes de PM, Comissão de transporte e outras autoridades. Detalhes de como anda o voto biométrico e a participação dos ouvintes. Ao todo,  mais de trinta profissionais estarão envolvidos na cobertura.

A partir das cinco da tarde, entra no ar a Central de Apuração, com informações da votação em Pernambuco e no Brasil.  A cobertura só será concluída com o fechamento dos eleitos para ALEPE,  Câmara,  Senado e com a definição para Presidência da República e Governo do Estado.  Será a hora de saber se haverá segundo turno da disputa nacional e quem estará nele no pleito estadual.

O blog participa conjuntamente na cobertura e também trará todas as informações em tempo real.

Acompanhe a Rádio Pajeú sintonizando FM 99,3, pelo Portal Pajeú Radioweb (www.radiopajeu.com.br), ou pelos aplicativos para smarthfone no Google Play (para celulares Android) e no Tunein Rádio (para Iphone). Você também participa da programação pelo Whatsapp através do (87) 9-9956-1213.