Destaque, Notícias

Coluna do Domingão: quatro anos para o fim da escala 6×1, quer Centrão

Por Nill Júnior

Quatro anos para o fim da escala 6×1, quer Centrão

O Deputado Federal Augusto Coutinho,  do Republicanos,  disse em entrevista à CBN Caruaru qual é a ideia do Centrão,  do qual ele faz parte,  para o fim da Escala 6×1.

Segundo ele, numa posição que ainda não havia sido publicizada, a proposta é de redução gradual da escala ano a ano. A cada ano,  será retirada uma hora da escala até que, em quatro anos, se chegaria ao modelo de 40 horas semanais.

Coutinho trouxe uma visão de que o empresariado precisa ser considerado na proposta,  e que não aguentaria uma mudança brusca no atual modelo.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse acreditar que a proposta favorável ao fim da jornada de trabalho 6×1 tem condições de ser aprovada ainda neste mês na Casa e seguir para o Senado.

“Eu penso que nós caminhamos para um projeto que possa ter aí uma ampla convergência, quem sabe até uma unanimidade dentro da Câmara”, afirmou em audiência pública na ALPB (Assembleia Legislativa da Paraíba) para discutir o tema.

Mota ainda não havia falado sobre a proposta levantada por Coutinho,  mas disse que o tema será debatido em audiências públicas “com representantes dos trabalhadores e também com o setor produtivo”. Com as oitivas, ele prevê a elaboração de um texto final com teor “mais equilibrado e eficiente”. A princípio,  é a proposta revelada por Coutinho a que ele trata como “equilibrada e eficiente”.

Essa é a crítica que a sociedade faz ao Congresso e ao Centrão: em quatro minutos, reduziram as penas dos que atentaram contra a democracia. Em quatro minutos, de madrugada, aprovaram a PEC da Devastação,  talvez em menos tempo, quiseram fazer passar a PEC da Bandidagem. Mas querem que o trabalhador espere quatro anos para ver vingar a proposta do fim da escala 6×1.

A proposta original reduz a jornada semanal, amplia o tempo de descanso e mantém os salários, colocando o tema em uma nova fase: deixa de ser apenas reivindicação e passa a ser uma mudança concreta em discussão.

Trabalhar seis dias e descansar apenas um ainda é a realidade de muitos brasileiros. Nesse ritmo, sobra pouco tempo para o que também importa: cuidar da saúde, conviver com a família e se alimentar melhor.

É esse o ponto central. A forma como o tempo é organizado impacta diretamente a vida das pessoas.

A escala 6×1 afeta a saúde física e mental, reduz o tempo de convivência e interfere na qualidade da alimentação. Também compromete a segurança de quem trabalha, ao impor jornadas longas e exaustivas. É uma pauta que não pode esperar quatro anos.

Pra lembrar

Deputados federais e senadores no Brasil não seguem a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e não possuem uma carga horária fixa mensal. A rotina presencial na Câmara é geralmente intensiva de terça a quinta-feira, configurando o que muitos críticos chamam de “escala 3×4”, três dias em Brasília, quatro fora. Votações e comissões são frequentemente concentradas nas terças e quartas-feiras.

Vigilância

As intimidações feitas pelos posicionamentos do Bispo Diocesano Dom Limacêdo Antônio,  por suas posições contra o atual Congresso e sua velocidade na defesa dos que atentaram contra a democracia estão sendo monitoradas para evitar que ganhem tom de ameaça. Dom Limacêdo é um dos bispos progressistas mais respeitados no Regional Nordeste 2 da CNBB.

O que o bispo falou

“Eu fico triste (com as críticas de extremistas). Porque se eu estivesse cobrando coisas fora do contexto, fora da normalidade, fora da legalidade, mas o que eu estou falando e defendendo é a democracia. Essa gente tá querendo o quê, é uma ditadura? Eles sabem o que foi?”

Pautas que não andaram

Duas pautas do programa Manhã Total,  da Rádio Pajeú,  ainda não avançaram nos últimos dias. Sandrinho Palmeira,  procurado para comentar a cassação em primeira instância do seu mandato,  contraiu uma pneumonia e está em tratamento. Zé Negão e Edson Henrique,  para falar do apoio anunciado a Marconi Santana,  estão alegando conflito de agenda.

Ronaldo Caiado sentiu

“A suspensão da Lei da Dosimetria, um texto aprovado por ampla maioria no Congresso Nacional, é um ataque à democracia e à separação dos Poderes. É uma decisão deplorável em que o ministro Alexandre de Moraes ultrapassa os limites da relação institucional. Esse ativismo judicial só faz aflorar e aprofundar a radicalização na política e favorece a polarização dos extremos, algo que nunca foi um traço da política brasileira”, disse o pré-candidato à presidência pelo PSD.

Mendonça também

Mendonça Filho questionou a decisão de Moraes: “a Democracia no Brasil está fraturada. A decisão de um ministro do STF, sozinho, passando por cima da deliberação da Câmara e do Senado expõe esse desrespeito à representação e soberania popular. Isso é grave! Democracia se faz com a separação e harmonia entre os poderes”, criticou.

Sem bicho de sete cabeças 

O jurista Gustavo Sampaio analisou a decisão de Alexandre de Moraes de suspender a aplicação da Lei da Dosimetria aprovada pelo Congresso Nacional. Segundo o especialista, a suspensão acontece dentro de um mecanismo já utilizado pela Corte em casos de questionamento sobre a constitucionalidade de leis. Ela apenas evita prejuízo de, caso a lei tenha inconstitucionalidade,  seja aplicada antes da análise da côrte.

Vexame adiado

Segundo Josias de Souza ao UOL,  a lei da Dosimetria aprovada pelo Congresso foi redigida com a caligrafia de ministros do Supremo, entre eles o próprio Alexabdre de Moraes, Gilmar Mendes e Dias Toffoli. Relator da proposta, o deputado Paulinho da Força alardeou ter obtido o aval dos ministros. “Ao retardar a reanálise das penas por tempo indeterminado, Moraes apenas adia um vexame. Na prática, a atenuação das sentenças é um estímulo a novas aventuras antidemocráticas. A participação de ministros supremos na redação de uma lei feita sob medida para beneficiar agressores da democracia potencializa a vergonha”, diz.

Um prum lado 

O pré-candidato a governador de Pernambuco João Campos (PSB) deu sequência a uma série de agendas no Agreste Setentrional com uma visita a Surubim. O sábado (9) começou com uma caminhada pela feira, ocasião em que o ex-prefeito do Recife conversou com comerciantes, frequentadores e toyoteiros. As atividades também foram acompanhadas pelo pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos) e pelo senador e pré-candidato à reeleição Humberto Costa (PT).

Outra pro outro 

A governadora Raquel Lyra entregou, neste sábado (9), em São Vicente Férrer, no Agreste Setentrional, a restauração de dez quilômetros da PE-089, no trecho entre o entroncamento com a PE-074, no distrito de Siriji, e a área urbana do município. Na ocasião, a gestora também entregou quatro novos ônibus escolares ao município, e assinou um convênio com a Prefeitura para a construção de uma escola.

Unido…

O presidente do PT de Pernambuco,  Carlos Veras,  disse que não há “dois PTs em Pernambuco,  ao falar sobre os filiados que defendem a governadora Raquel Lyra. “O partido está unificado em torno da eleição do presidente Lula, em torno da eleição do senador Humberto Costa. O time está montado. Não tem dois times, tem um time do presidente Lula”, afirmou.

…pero no mucho 

Sobre o aliado Flávio Marques,  disse que sua posição (pró Raquel) se justifica porque “Tabira foi uma cidade que sofreu muito, que teve pouco acesso e um olhar muito distante dos governos do estado”. E seguiu: “Hoje tem mais de R$ 60 milhões em obras pelo Governo do Estado”. A declaração foi dada ao blogueiro Júnior Campos.

Frase da semana:

“Temos uma relação muito boa com ele e com o Brasil”.

Do presidente Donald Trump,  comentando a reunião com o presidente Lula,  esta semana, em Washington.

Outras Notícias

Ricardo Nunes enfrenta pedido de impeachment após redução de ônibus no segundo turno em SP

A Câmara Municipal de São Paulo inicia, nesta quinta-feira (29), a análise de um pedido de impeachment contra o prefeito Ricardo Nunes (MDB). A primeira reunião da comissão especial está marcada para as 16h30 e discutirá acusações de interferência no segundo turno das eleições presidenciais. A denúncia foi apresentada pelos vereadores Celso Giannazi, Amanda Paschoal […]

A Câmara Municipal de São Paulo inicia, nesta quinta-feira (29), a análise de um pedido de impeachment contra o prefeito Ricardo Nunes (MDB). A primeira reunião da comissão especial está marcada para as 16h30 e discutirá acusações de interferência no segundo turno das eleições presidenciais.

A denúncia foi apresentada pelos vereadores Celso Giannazi, Amanda Paschoal e Silvia da Bancada Feminista, todos do PSol. Eles acusam a administração municipal de descumprir uma determinação da Justiça Eleitoral que exigia a circulação de 100% da frota operacional de ônibus na capital paulista durante a votação.

Segundo a Agência Brasil, apenas cerca de 60% da frota foi mantida em circulação durante grande parte do domingo (25). A situação provocou reclamações de passageiros que enfrentaram dificuldades para chegar aos locais de votação.

A Prefeitura de São Paulo afirma que determinou às concessionárias a disponibilização integral da frota. Segundo a administração municipal, a ordem judicial foi comunicada às empresas no sábado (24), mas o prazo reduzido dificultou a reorganização das operações. A gestão informou ainda que eventuais descumprimentos por parte das concessionárias poderão resultar em sanções contratuais.

O pedido também menciona denúncias de suposto assédio eleitoral contra servidores comissionados da prefeitura, que teriam sido pressionados a participar de atividades da campanha de Flávio Bolsonaro (PL). As acusações ainda dependem de apuração.

A comissão especial é formada por sete vereadores: Hélio Rodrigues (PT), Luana Alves (PSol), Rubinho Nunes (União Brasil), Major Palumbo (PP), Kenji Ito (Podemos), Sandra Santana (MDB) e Sandra Tadeu (PL).

O colegiado terá até dez dias para emitir parecer sobre a admissibilidade da denúncia. Caso o pedido seja considerado admissível, ainda precisará passar por votação no plenário da Câmara para que o processo avance.

A instalação da comissão não significa que o impeachment tenha sido aprovado nem que o prefeito tenha cometido as infrações apontadas.

O caso também motivou manifestações contra Ricardo Nunes. Novos protestos estão previstos para sexta-feira (30), na Praça Roosevelt, e sábado (31), no Largo da Batata, em São Paulo.

Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

Aliado de Flávio Bolsonaro atribui ao ChatGPT erros em carta que o apresentava como presidente eleito

O jornalista e influenciador Paulo Figueiredo atribuiu ao ChatGPT os erros identificados na carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL) após sua chegada aos Estados Unidos. Em publicação na rede social X, nesta quinta-feira (29), ele afirmou que a ferramenta teria inserido um brasão antigo do Brasil e recuperado uma versão anterior do documento, na qual […]

O jornalista e influenciador Paulo Figueiredo atribuiu ao ChatGPT os erros identificados na carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL) após sua chegada aos Estados Unidos. Em publicação na rede social X, nesta quinta-feira (29), ele afirmou que a ferramenta teria inserido um brasão antigo do Brasil e recuperado uma versão anterior do documento, na qual o senador se apresentava como o verdadeiro presidente eleito.

Segundo Figueiredo, Eduardo Bolsonaro ficou responsável pela preparação do material e solicitou à inteligência artificial que acrescentasse o brasão da República. O arquivo, entretanto, apareceu com um símbolo antigo, que utilizava a inscrição “Estados Unidos do Brazil”, com a grafia anterior à reforma ortográfica.

O segundo problema, conforme a explicação apresentada, ocorreu na geração do documento. A ferramenta teria recuperado uma versão preliminar do texto, que continha a expressão “verdadeiro presidente eleito”, posteriormente retirada.

Figueiredo afirmou que a carta passou por diferentes versões e recebeu contribuições de mais de uma pessoa antes de ser divulgada. Ele também relatou que pediu autorização para encaminhar o material à imprensa e recebeu sinal positivo da equipe.

Após a repercussão, os responsáveis pelo documento realizaram duas correções. Primeiro, substituíram o brasão. Depois, alteraram o texto para apresentar Flávio como “verdadeiro líder”, expressão que, segundo Figueiredo, representaria melhor a condição jurídica e a posição política pretendida pelo senador.

O aliado argumentou que a escolha da nova expressão também buscava reafirmar a liderança de Flávio dentro do grupo político. Ele classificou como exageradas as especulações sobre as mudanças e minimizou os erros encontrados nas primeiras versões.

Apesar das correções, Figueiredo reiterou que Flávio Bolsonaro não reconhece o resultado das eleições presidenciais e pretende continuar contestando a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Fonte: Correio Braziliense
Foto: Reprodução

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr

Aliado de Flávio, Trump diz que eleição no Brasil foi uma “desgraça”, mas diz que vai conversar com Lula

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (29) que pretende conversar com Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas voltou a questionar as eleições presidenciais brasileiras. Durante uma conversa com jornalistas, o republicano classificou a votação como uma “desgraça”. O candidato de Trump era Flávio Bolsonaro. A declaração ocorreu quando Trump foi […]

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (29) que pretende conversar com Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas voltou a questionar as eleições presidenciais brasileiras. Durante uma conversa com jornalistas, o republicano classificou a votação como uma “desgraça”. O candidato de Trump era Flávio Bolsonaro.

A declaração ocorreu quando Trump foi questionado se pretendia telefonar para Lula e parabenizá-lo pela reeleição. O presidente norte-americano confirmou a intenção de conversar com o brasileiro, mas aproveitou a resposta para criticar o processo eleitoral.

“Eu vou falar com ele. Eu acho que a eleição foi uma desgraça no Brasil”, afirmou.

Em seguida, um jornalista perguntou quem Trump considerava o vencedor legítimo da disputa presidencial. O republicano não respondeu diretamente e voltou a manifestar sua insatisfação com a eleição.

“Não quero comentar agora, mas achei que a eleição foi uma grande desgraça para a população do Brasil”, declarou.

Trump também afirmou que acompanhou a votação brasileira e alegou ter recebido um pedido do próprio Lula para não tomar partido na disputa. Segundo ele, a solicitação teria sido respeitada.

O presidente americano utilizou ainda a reação negativa do mercado financeiro brasileiro após a reeleição de Lula como argumento para suas críticas. Ele mencionou a queda da Bolsa de Valores, classificando o movimento como um sinal de insatisfação com o resultado eleitoral.

Apesar das declarações, Trump não apresentou provas de irregularidades na votação e tampouco indicou quem considera o legítimo vencedor das eleições. Também não informou quando pretende conversar com Lula.

Até o momento das declarações, a Casa Branca não havia divulgado uma manifestação formal de reconhecimento ou felicitação ao presidente brasileiro pela reeleição.

Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo com as declarações de Donald Trump aos jornalistas.

Vídeo: Reprodução/Metrópoles

 

Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem publicam fotos com Flávio nos EUA após saída do Brasil

Os ex-deputados divulgaram imagens ao lado de Flávio Bolsonaro após a chegada do senador aos Estados Unidos. Eduardo e Ramagem vivem no país desde 2025 e têm ordens de prisão expedidas pelo STF. Os ex-deputados federais Eduardo Bolsonaro (PL) e Alexandre Ramagem (PL) publicaram, na noite dessa quarta-feira (28), fotografias ao lado do senador Flávio […]

Os ex-deputados divulgaram imagens ao lado de Flávio Bolsonaro após a chegada do senador aos Estados Unidos. Eduardo e Ramagem vivem no país desde 2025 e têm ordens de prisão expedidas pelo STF.

Os ex-deputados federais Eduardo Bolsonaro (PL) e Alexandre Ramagem (PL) publicaram, na noite dessa quarta-feira (28), fotografias ao lado do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que chegou a Miami acompanhado da família após deixar o Brasil descumprindo uma determinação judicial.

As imagens foram divulgadas nas redes sociais dos dois aliados. Eduardo afirmou que a fotografia foi registrada após reencontrar o irmão e comentou as circunstâncias da viagem.

“Ontem foi um dia longo, talvez o mais longo da minha vida. Mas prevalecemos. Mesmo aqui de fora não desistiremos do Brasil”, escreveu.

Alexandre Ramagem também publicou uma fotografia com Flávio, acompanhada de uma mensagem em defesa da atuação política do senador a partir do território norte-americano.

“Livre da perseguição para ser a voz do Brasil por liberdade, segurança e prosperidade”, afirmou o ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Eduardo Bolsonaro e Ramagem permanecem nos Estados Unidos desde 2025. Ambos tiveram a prisão determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), embora respondam a processos distintos.

Eduardo foi condenado por coação no curso do processo, em razão de sua atuação junto a autoridades norte-americanas para pressionar instituições brasileiras durante o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. No início de outubro, o ministro Alexandre de Moraes determinou o cumprimento de sua pena.

Ramagem, por sua vez, foi condenado por participação na tentativa de golpe de Estado e deixou o Brasil mesmo estando proibido judicialmente de sair do país. Sua prisão preventiva foi decretada em novembro de 2025.

O encontro ocorre após Flávio Bolsonaro deixar o território brasileiro, apesar de uma ordem judicial que determinava a entrega de seus passaportes e proibia sua saída do país.

Derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, Flávio divulgou uma carta na qual questionou o resultado sem apresentar provas de fraude e afirmou que pretende liderar a oposição brasileira a partir dos Estados Unidos.

Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Reprodução/Redes sociais

Acompanhe o Blog do Nill Júnior também no Instagram e veja essa e outras notícias: @nill_jr⁠

Direita já escolheu Tarcísio de Freitas para substituir Flávio Bolsonaro

No meu comentário das 12h desta quinta-feira (29),  faço uma analise sobre o impacto da carta de Flávio Bolsonaro e como a direita brasileira tem se movimentado para escolher um novo líder. Destaco que a publicação da carta especulada até como tendo sido feita com ajuda de inteligência artificial tornou-se uma “aberração política” sem respaldo […]

No meu comentário das 12h desta quinta-feira (29),  faço uma analise sobre o impacto da carta de Flávio Bolsonaro e como a direita brasileira tem se movimentado para escolher um novo líder.

Destaco que a publicação da carta especulada até como tendo sido feita com ajuda de inteligência artificial tornou-se uma “aberração política” sem respaldo no próprio campo conservador. Ao se autoproclamar presidente dos “Estados Unidos do Brasil”, Flávio criou uma situação sem base na realidade, além de gerar problemas para a imagem de Donald Trump nos EUA.

A movimentação atual sinaliza que o cenário político da direita não gira mais exclusivamente em torno da família Bolsonaro, marcando o início de um novo ciclo de liderança.

Acompanhe o comentário completo clicando no link abaixo: