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Coluna do Domingão

Por Nill Júnior

Segundo turno entre Lula e Bolsonaro: a eleição do fim do mundo

A se levar em conta os últimos levantamentos de Datafolha e IPEC, a maior tendência é mesmo de um segundo turno entre Lula e Bolsonaro,  no que já pode ser chamada de “a eleição do fim do mundo”.

Claro, tecnicamente ainda há alguma possibilidade, porém mais remota, de fim do pleito em um turno.  Mas para isso, o chamado voto útil em Lula teria que ganhar muita força entre eleitores de Ciro Gomes e Simone Tebet.  Mas não é o que parece acontecer.

Ontem, um dos mais fiéis apoiadores de Ciro Gomes no meio artístico, o roqueiro Tico Santa Cruz, da banda Detonautas, fez uma série de postagens no Twitter indicando que vai declarar voto útil em Lula para presidente. Isso acontecerá se o candidato do PDT ao Planalto não tiver melhora significativa de posição nas próximas pesquisas de intenção de voto. Ele criticou a mira de Ciro no voto anti petista. Mas é hoje algo incipiente para indicar uma direção sólida.

Assim, o desenho mais provável é do embate entre atual e ex-presidente.  A primeira constatação é de que a rejeição,  e não a intenção de voto, vai definir essa eleição.  Os dois tem uma rejeição muito alta, com Bolsonaro chegando a uma patamar ainda pior, com 51% contra 39% do petista.

A segunda é de um processo dos mais tensos e perigosos desde a redemocratização. Tem gente se matando por esse embate Brasil afora.  E aí há uma constatação estatística: o estímulo bolsonarista,  ao falar em “aniquilar o oponente”, a militarização de setores pró Bolsonaro e o nível a que chegou a discussão estão fazendo de militantes petistas o maior alvo da violência,  como no recente caso do Mato Grosso.  Nunca foi tão importante a maior atuação do estado na prevenção de mais mortes. Não há santidade no lulopetismo, mas essa carapulça cai na cabeça da parcela mais radical dos bolsonaristas.

E como chegarão Lula e Bolsonaro nas pesquisas para o segundo turno? Se hoje o petista tem uma vantagem nas simulações de 53%x39%, o mesmo não pode ser dito de quando o processo começar pra valer.

Alguns analistas dão como certo que essa diferença entre eles deve cair ainda mais. Quanto menor a diferença,  maior a polarização e o calor dos debates, geralmente com tendência a cair de nível. Assim,  vai se desenhando uma das eleições mais radicalizadas da história,  com sequelas e cicatrizes para as próximas gerações.  Vai ser sangue ou ranger de dentes? Como for, já ganhou um título de batismo: é a eleição do fim do mundo.

Jogo dos dois erros 

Em uma conversa informal com blogueiros, Gilson Machado admite dois erros de Bolsonaro.  Um, o decreto que acabava com a profissão de corretor de imóveis.  O segundo, a retirada  do luto por Frei Damião.  “Não se desomenageia um falecido, ainda mais com a importância de Frei Damião “.

Sem meme

O que mais incomodou Teresa Leitão no pós debate com candidatos ao Senado foi a percepção de que tinha suas reações a falas de Gilson Machado filmadas pela equipe do candidato sanfoneiro. “Se usarem pra fazer meme vou judicializar”.

Exemplo

Foi encantadora a apresentação da Orquestra Criança Cidadã em Afogados da Ingazeira,  dentro dos 40 anos do Maria do Carmo Diagnósticos.  A história da orquestra inspira a ser uma semente que pode germinar se houver vontade de transformar a vida de crianças carentes também no Sertão.  Música transforma.

Trégua

Com a entrevista ao Farol de Notícias afirmando que sua prioridade era ajudar a eleger Luciano Duque, a prefeita Márcia Conrado gera uma trégua pelo menos até o pós eleição, depois de farpas trocadas entre aliados de um e da outra.

“Vá pedir ao Lula”

O vídeo de um bolsonarista negando alimento a uma mulher em situação se vulnerabilidade só porque disse votar em Lula é a nova polêmica compartilhada por esquerdistas nas redes sociais.

https://twitter.com/J_LIVRES/status/1568692884966354950?t=kVkMCtdQrtIM7ePdlemfNA&s=19

Haja conta

Aliados da trinca de candidatos a estaduais do Pajeú,  José Patriota,  Luciano Duque e Paulo Jucá já gastaram o que tem de tinta e bateria para calculadora de tanta conta para saber qual dos três chegará à vaga na ALEPE.  Os três continuam demonstrando muita confiança.  Agora é esperar a abertura das urnas.

Virada

Para quem dizia que Evângela Vieira seria candidata a “Deputada Municipal”,  ela está virada: já bateu por Sertânia,  Quixaba,  Carnaíba,  Arcoverde e claro, Afogados da Ingazeira.  De tanto pedir voto, até a voz tá querendo falhar. Já sobre 2024, não são poucos que a colocam como principal nome da oposição para enfrentar Sandrinho e cia.

Procura-se

Solicita-se a quem interessar possa, uma declaração recente,  gravada e documentada, do prefeito Luciano Bonfim,  de Triunfo, dizendo se vota em Danilo Cabral ou em Marília Arraes.  No ato com Waldemar Oliveira e José Patriota, neste sábado,  foi impossível identificar.

Precisa decolar

Faz algumas semanas que aliados de Danilo Cabral dizem que “na próxima semana” ele vai reagir nas pesquisas. Era certo imaginar que o voto de estrutura e Lula no guia impulsionariam sua campanha. Ele precisa reagir se ainda quiser sonhar com o segundo turno.  Aliás,  passou da hora.

Onde é isso?

Ouvintes da Rádio Gazeta FM provocados pelo Debate do Sábado,  dizem não enxergar onde está a deflação medida pelo IBGE. “Isso é coisa que eles inventaram pra lá.  Só vejo é carestia “, desabafou uma ouvinte.

Bala trocada

Em Ingazeira,  a vereadora Deorlanda Carvalho decidiu deixar o candidato do prefeito Luciano Torres, José Patriota,  para apoiar Diogo Moraes.  E em Iguaracy,  o vereador Fábio Torres decidiu não seguir o candidato do prefeito Zeinha Torres,  Waldemar Borges. Apoia José Patriota.

 

Frase da semana:

“Imbroxável, Imbroxável, Imbroxável, Imbroxável!”

Do presidente Jair Bolsonaro aproveitando um desfile de 7 de setembro,  para dizer que é imbroxável…

Outras Notícias

Waldemar Borges participa de reunião com Câmara e Secretariado

O líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Waldemar Borges, participou, na tarde desta sexta-feira (27.02), da primeira reunião que o governador Paulo Câmara comandou com todo o secretariado, após a posse.  O governador  tratou com os auxiliares do Plano Plurianual (PPA) e do início das reuniões do Programa Todos por Pernambuco, que será retomado no […]

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O líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Waldemar Borges, participou, na tarde desta sexta-feira (27.02), da primeira reunião que o governador Paulo Câmara comandou com todo o secretariado, após a posse.  O governador  tratou com os auxiliares do Plano Plurianual (PPA) e do início das reuniões do Programa Todos por Pernambuco, que será retomado no próximo dia 13 de março.

O governador acredita que o atual cenário de crise nacional não será permanente, mas perdurará por pelo menos dois anos, conforme anunciado pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy. “Todos os Estados devem fazer a sua parte. Adequando o planejamento para essa realidade nacional, com absoluto controle das contas públicas, mas sem deixar de lado os investimentos necessários para que a gente continue crescendo”.

Negócios do vento: nova fronteira de desmatamento do semiárido

Por Heitor Scalambrini Costa O Brasil é o segundo país com a maior cobertura vegetal do mundo (o primeiro é a Rússia), e está entre os cinco países que mais emitem gases de efeito estufa. O desmatamento está reduzindo de forma significativa a cobertura vegetal em todos os biomas do território nacional, o que acentua […]

Por Heitor Scalambrini Costa

O Brasil é o segundo país com a maior cobertura vegetal do mundo (o primeiro é a Rússia), e está entre os cinco países que mais emitem gases de efeito estufa. O desmatamento está reduzindo de forma significativa a cobertura vegetal em todos os biomas do território nacional, o que acentua o risco de eventos climáticos extremos. Estima-se em torno de 20 mil quilômetros quadrados de vegetação nativa desmatada por ano, em consequência de derrubadas e incêndios, na grande maioria ilegais. O que torna o desmatamento no país a principal causa das emissões de gases de efeito estufa.

O desmatamento ocorre principalmente na agropecuária. Contudo, a construção de estradas, hidrelétricas, mineração, produção de energia, e o processo intensivo de urbanização, têm contribuído significativamente para a redução das matas. Esse processo acarreta vários fatores negativos ao meio ambiente (e as pessoas, certamente), entre eles se destacam: emissão de gás carbônico na atmosfera, alterações climáticas, perda da biodiversidade, empobrecimento do solo, erosão, desertificação, entre outros.

O que tem chamado atenção nos últimos 10 anos, é o aumento da contribuição ao desmatamento, pelos “negócios do vento” (e se inicia também nesta trágica trajetória, as mega usinas solares fotovoltaicas).  Grandes complexos eólicos têm se instalado no Nordeste, em áreas do interior (mas também em áreas litorâneas), onde predomina a vegetação do tipo caatinga, único bioma 100% brasileiro, ocupando cerca de 10% do território nacional e 70% da região Nordeste. 

Conforme cálculos do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (INPE), a Caatinga teve sua vegetação reduzida pela metade devido ao desmatamento. São aproximadamente 500 mil hectares devastados por ano, principalmente para produzir energia, criação de animais, entre outras atividades. E agora, os complexos eólicos, com a instalação desenfreada, sem regulamentação, e com a conivência de órgãos públicos que deveriam cuidar deste bioma.

Hoje, através de estudos técnicos-científicos, é possível identificar inúmeros impactos causados pela modalidade de produzir energia elétrica em larga escala, através do conceito de produção “centralizada”, cujos beneficiários são aqueles que literalmente exploram este bem natural, os ventos. Na concepção capitalista prevalece o lucro em primeiro lugar, sem a preocupação com a preservação e proteção da natureza, deixando como herança os malefícios provocados, não só para as populações locais, mas para todo o planeta.

O que chama a atenção é o discurso e ações contraditórias e ambíguas dos governos estaduais nordestinos em relação à emergência climática em curso (a responsabilidade do atual desgoverno federal nem se fala, já que é anti-ambiental, ecocida). Ao mesmo tempo que discursam em prol da descarbonização, promovendo a expansão das fontes renováveis em seus territórios, estes governos se curvam às exigências dos grandes empreendimentos. Flexibilizam a legislação ambiental, omitem na fiscalização, permitindo assim que os complexos eólicos sacrifiquem áreas de preservação, as serras, os brejos de altitude, os fundos e fechos de pasto, territórios onde vivem as populações originárias (índios, quilombolas), e a própria agricultura familiar com a neo-expropriação (http://cersa.org.br/destaque/negocios-do-vento-arrendamento-ou-expropriacao-de-terra/) de terras para a instalação dos equipamentos desta atividade econômica, excludente, concentradora de renda e predatória. 

A contribuição ao desmatamento da Caatinga pelos “negócios do vento”, com um modelo de negócio sem compromisso com a vida das pessoas e com a natureza, deve ser motivo de uma ampla discussão na sociedade. 

O enfrentamento da crise climática exige mais fontes renováveis de energia (sol, vento, água, biomassa) para uma matriz energética sustentável, justa e inclusiva. Mas a opção adotada, levando em conta mega projetos eólicos, é contrário ao que a ciência propaga, sobre a gravíssima situação que se encontra o planeta Terra, devido às escolhas humanas erradas, em relação à produção e consumo.

A insanidade dos tomadores de decisão na área de energia tem que ser combatida e contida, com informação, transparência e participação, com a democratização no processo de escolhas das políticas energéticas. E não pela ação dos lobistas que “capturam” os órgãos públicos para seus fins, sem se importar com a população e a natureza. 

Aconselho o livro “Cárcere dos ventos” https://www.salveasserras.org/o-carcere-dos-ventos-destruicao-das-serras-pelos-complexos-eolicos/ 

Heitor Slambrini é professor associado da Universidade Federal de Pernambuco (aposentado)

Lupi se antecipa e diz que Túlio sai candidato no Recife

Em entrevista gravada para o jornalista Magno Martins no programa Frente a Frente, há pouco, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, falou sobre a suspensão das atividades parlamentares dos oito deputados que votaram a favor da reforma da Previdência. Disse que, apesar da deputada Tábata Amaral (SP) ter comunicado previamente sobre o seu voto […]

Em entrevista gravada para o jornalista Magno Martins no programa Frente a Frente, há pouco, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, falou sobre a suspensão das atividades parlamentares dos oito deputados que votaram a favor da reforma da Previdência.

Disse que, apesar da deputada Tábata Amaral (SP) ter comunicado previamente sobre o seu voto favorável, sofrerá a mesma punição que caberá aos demais rebeldes.

Sobre as eleições para prefeito do Recife, Lupi antecipou que o deputado federal Túlio Gadelha, visto de forma enviesada pela executiva estadual, será candidato com o apoio de todo o partido. “Túlio é o nosso candidato e não vejo má vontade da parte dos companheiros de Pernambuco, inclusive Wolney e José Queiroz”, afirmou.

A entrevista vai ao ar às 18 horas pela Rede Nordeste de Rádio, tendo como cabeça de rede a Rádio Folha 96,7. Você pode ouvir na Rádio Pajeú FM 104,9 ou pelos aplicativos.

Renan diz que Senado vai retomar texto original da Lei das Estatais

Câmara alterou vários pontos de proposta aprovada pelo Senado. Projeto volta para análise de senadores antes de ir a promulgação. Do G1 O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse nesta quarta-feira (15) que os senadores vão “certamente” restabelecer o texto aprovado pela Casa – mas modificado pela Câmara dos Deputados –  que cria a […]

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Câmara alterou vários pontos de proposta aprovada pelo Senado.
Projeto volta para análise de senadores antes de ir a promulgação.

Do G1

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse nesta quarta-feira (15) que os senadores vão “certamente” restabelecer o texto aprovado pela Casa – mas modificado pela Câmara dos Deputados –  que cria a Lei de Responsabilidade das Estatais.

Como o projeto tem origem no Senado, cabe aos senadores darem a redação final da proposta, podendo desfazer as modificações aprovadas pela Câmara. Depois de ser aprovado em definitivo pelo Senado, o projeto vai à sanção presidencial.

Na madrugada desta quarta-feira (15), o plenário da Câmara aprovou uma versão mais flexível do projeto que estabelece regras para a gestão de empresas estatais, como Petrobras e Banco do Brasil. O texto já havia sido aprovado pelo Senado, mas foi alterado pelo relator da matéria na Câmara, deputado Arthur Maia (PPS-BA).

Entre as mudanças aprovadas pelos deputados, está a retirada da carência de três anos para a nomeação de gestores que eram filiados a partidos políticos ou que exerciam atividade sindical. Além disso, foi diminuído o percentual mínimo de integrantes “independentes” nos conselhos de administração das empresas.

São classificados como “independentes” gestores que não possuam vinculação prévia com a empresa pública e também não sejam parentes de até terceiro grau de detentores de cargos de chefia no Executivo Nacional ou local.

“O Senado, quando aprovou esse projeto, ele quis dar uma resposta, botar o dedo na ferida, dar um rumo para impedir aquelas coisas que estavam acontecendo [ingerências nas estatais]. A tendência do Senado é repor tudo que a Câmara rejeitou para que tenhamos critérios indiscutíveis com relação ao preenchimento dos cargos das estatais […] Nós vamos restabelecer certamente aquilo que o Senado aprovou”, disse Renan Calheiros.

No dia 6 de junho, o presidente Michel Temer anunciou a paralisação de todas as indicações para o comando de estatais até a aprovação do texto. A Lei de Responsabilidade das Estatais foi criada nos mesmos moldes da Lei de Responsabilidade Fiscal e tem como objetivo dar maior transparência às contas das estatais.

Pela proposta, empresas deverão elaborar uma série de relatórios – de execução do orçamento, riscos, execução de projetos, ambientais – e disponibilizá-los à consulta pública.

Anualmente, a estatal terá que divulgar, a acionistas e à sociedade, carta que contenha dados financeiros das atividades da empresa.

O texto prevê a criação de um comitê de avaliação dos administradores da estatal, que será liderado por um membro independente – sem histórico de vínculo com a estatal – do conselho de administração da empresa.

O projeto estabelece ainda que, num prazo de dez anos, as empresa estatais federais deverão manter, pelo menos, 25% de suas ações em circulação no mercado. O texto original exigia que estatais municipais e estaduais também lançassem ações na bolsa de valores. Atualmente não há percentual mínimo.

Conselhos de administração – Outro ponto importante da proposta é o que trata da composição dos conselhos de administração das estatais. Segundo o texto aprovado pelos deputados, 20% dos membros desses conselhos devem ser independentes, ou seja, não podem ter vínculo com a estatal nem ter parentesco com detentores de cargos no chefia no Executivo, como presidente da República, ministros ou secretários de estados e municípios.

A proposta aprovada pelo Senado previa que o percentual deveria ser de 25%. Além disso, os membros independentes não podem ter sido empregados da empresa – em um prazo de três anos antes da nomeação para o conselho – nem ser fornecedores ou prestadores de serviço da estatal.

O texto também estabelece requisitos mínimos para a nomeação dos demais membros dos conselhos de administração. Entre as exigências, o membro deverá ter pelo menos dez anos de experiência na área de atuação da empresa estatal ou ter experiência mínima de quatro anos em cargos de chefia, além de ter formação acadêmica compatível com o cargo.

Afogados da Ingazeira está pronta para vacinar, garante Artur Amorim

O secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira, Artur Amorim, afirmou que o município está com toda logística montada para a vacinação da Covid-19. “Se a vacina chegar este mês, imediatamente já conseguimos vacinar”, afirmou ao comunicador Anchieta Santos durante o programa institucional desta terça-feira (12), na Rádio Pajeú FM.  Artur disse que ainda não é […]

O secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira, Artur Amorim, afirmou que o município está com toda logística montada para a vacinação da Covid-19.

“Se a vacina chegar este mês, imediatamente já conseguimos vacinar”, afirmou ao comunicador Anchieta Santos durante o programa institucional desta terça-feira (12), na Rádio Pajeú FM. 

Artur disse que ainda não é possível dizer quando será o início da vacinação, mas ele espera que a vacina possa ser adquirida e distribuída pelo Ministério da Saúde ainda em janeiro. 

Ressaltando que Afogados da Ingazeira vem atingindo todas as metas de cobertura na vacinação em campanhas anteriores, o Secretário garantiu que na luta contra o novo coronavirus, não será diferente.