Notícias

Coluna do domingão

Por Nill Júnior

Carnaval anti-cultural? Melhor não fazer

Algumas cidades tem alegado dificuldades financeiras, outras tem atendido a órgãos de controle como o TCE, outras não fazem por falta de tradição. A verdade é que o número de cidades que não realizarão festejos de momo foi reduzido.

No caso das cidades que atenderam recomendação do TCE ou de outros órgãos de controle a saída e também um puxão de orelha. Ora, como uma cidade se presta a gastar recursos públicos em festa quando falta pão na mesa dos servidores ou há atrasos com fornecedores? Rei Momo de bucho vazio? De jeito nenhum.

Nessa lista,  São Lourenço da Mata, Camaragibe, São João, Primavera e Belém de São Francisco.

Há cidades que inventaram, mas sem tradição, recuaram das festas de momo. São os casos de Serra Talhada, Flores e Carnaíba, para dar três exemplos. Há as que reclamaram falta de apoio do governo do Estado através das Fundarpe.

Por fim, existem as cidades que inventam de fazer, mas vão na contramão dá tradição do Estado, incluindo na grade bandas de bregadeira, quebradeira, arroxa, forró de plástico, geralmente de na qualidade, menos o que o estado tem de melhor. Essas, poderiam ter enfiado o desejo de fazer carnaval na sacola. É dinheiro público aplicado para agredir nossos ouvidos e deseducar sem pudor algum do mal legado.

Carnavais exemplos no Sertão

Tem dois : Sertânia, por priorizar o frevo na sua programação, com atrações como Maestro Forró, Oara, Ópera, Cristina Amaral e Triunfo, por integrar a grade do carnaval multicultural, além da tradição dos Caretas.

Coluna do meio

O de Afogados da Ingazeira: acerta quando investe no frevo na Praça de Alimentação e se salva com os blocos que priorizam nossa cultura no trio. Mas cedeu à festa privada da Onda, que pensa no custo benefício e não na qualidade.

Pior programação

Disparadamente, Tabira. Por esquecer em que estado está fincada, a programação organizada por Sebastião Dias (cujo nome sempre foi ligado à cultura) e Gracinha Paulino é ruim, muito ruim.

Peitando o PSB

O prefeito Anchieta Patriota esteve em ato do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) de Carnaíba contra  o Governo Michel Temer e a Reforma da Previdência. Anchieta nunca engoliu a postura do partido em apoiar o impeachment de Dilma.

Boa notícia para Patriota

O prefeito de Afogados da Ingazeira vai ser reeleito presidente da AMUPE com os pés nas costas. E mesmo que o prefeito de Itaquitinga, Geovani Oliveira, entrasse no jogo, não conseguiria equilibrar a disputa. Perderia de lavada.

Má notícia para Patriota

A decisão do TCE de acatar denúncia contra Carlos Evandro por ter contratado, com intermediação da Amupe escritório de advocacia por tabela é péssima para o gestor de Afogados. No caso dele ainda pior, pois era prefeito de Afogados e presidente da entidade quando fez a contratação. “A Amupe não tem legitimidade para representar em juízo o ente municipal” , disse o relator Marcos Nóbrega.

Quem te viu quem te vê

Quem acompanha a história política e de vida de Socorro Leandro não entende como , na condição de coordenadora do Bolsa Família em Tabira, se deixou envolver por tantas críticas de prevaricação, que é deixar de cumprir sua missão institucional, no caso, coibindo irregularidades.

Reação descabida

Auxiliares do prefeito de Tavares, Ailton Suassuna, não gostaram da análise sobre prêmio que ele recebeu da UBD em Recife, na sexta-feira. Defenderam a legitimidade da comenda e ameaçaram até processar quem criticasse a ida para recebê-la.

A UBD oferece as condições e vai quem quer. Mas mesmo entre boa parte dos os colegas prefeitos, a premiação caiu em descrédito. E se apertar, basta solicitar informações com base na Lei de Acesso para saber os custos do mimo…

Quebra molas de fato

A situação da PE entre Sertânia e Cruzeiro do Nordeste obrigou muitos motoristas a seguirem pela rodovia Maximiano Campos e pelo distrito de Rio da Barra. Rendeu uma descoberta: lá estão os maiores quebra-molas do mundo, dignos de Guiness. Não há carro que não arraste…

Frase da semana:“Vamos fiscalizar todos, sem distinção”.

Alessandro Palmeira, prometendo manter o rigor contra bares e restaurantes que ocupam toda a calçada, interferindo no ir e vir da população.

Outras Notícias

Prefeitura de Afogados e imobiliária Rocha firmam parceria para arborização

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira e a imobiliária Rocha, com atuação no município, firmaram uma parceria para levar arborização para as áreas públicas dos loteamentos da referida imobiliária.  Foram doadas pela empresa, ao município, 500 mudas de árvores frutíferas, bem como de Ipê (roxo e amarelo), pata de vaca e catingueira.  As mudas foram […]

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira e a imobiliária Rocha, com atuação no município, firmaram uma parceria para levar arborização para as áreas públicas dos loteamentos da referida imobiliária. 

Foram doadas pela empresa, ao município, 500 mudas de árvores frutíferas, bem como de Ipê (roxo e amarelo), pata de vaca e catingueira. 

As mudas foram acondicionadas na sementeira municipal, onde são cultivadas diversas espécies de plantas fitoterápicas, utilizadas pela secretaria municipal de saúde no projeto farmácia viva, inaugurado no final do ano passado pelo ex-prefeito José Patriota. O projeto é único no sertão do Pajeú. 

A prefeitura coordena todo o processo, desde o plantio, passando pela transformação dos princípios ativos das plantas em laboratório, a transformação em medicamentos, até a chegada dos produtos às prateleiras da farmácia viva, que fica situado na rua barão de Lucena. 

“Esse é um projeto pioneiro na região e que muito nos orgulha. E agora temos a felicidade de recebermos mais quinhentas mudas, doação da imobiliária Rocha, para utilizarmos na arborização das áreas públicas dos loteamentos, garantindo mais espaços verdes em nossa cidade,” destacou o Prefeito de Afogados, Alessandro Palmeira.

Após reunião, Meirelles diz que Temer tem visão ‘correta’ da economia

Após reunião com o vice-presidente Michel Temer, o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles afirmou neste sábado (23) que foi chamado no Palácio do Jaburu para fazer uma avaliação do cenário econômico do país. Ele disse que não houve conversa sobre cargos num eventual governo Temer, mas se disse disposto a “aconselhar” o vice e destacou […]

Do G1
Do G1

Após reunião com o vice-presidente Michel Temer, o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles afirmou neste sábado (23) que foi chamado no Palácio do Jaburu para fazer uma avaliação do cenário econômico do país. Ele disse que não houve conversa sobre cargos num eventual governo Temer, mas se disse disposto a “aconselhar” o vice e destacou que ele tem uma visão “correta” da economia.

“Certamente, como sempre estou disposto a aconselhar, dar minha opinião. Pelas perguntas que ele fez, está com visão correta e adequada. O que é muito positivo”, afirmou. Perguntado se estaria disposto a assumir o Ministério da Fazenda, caso o impeachment da presidente Dilma Russeff seja aprovado, o ex-presidente do BC frisou que não fala sobre “hipóteses”. “Eu não trabalho sobre hipóteses, trabalho sobre coisas concretas. Não tratamos sobre esse tipo de coisa”, afirmou.

Segundo Meirelles, Temer está “interessado num diagnóstico da economia brasileira”. “Como ele tem conversado com outros administradores e economistas, dei a ele minha visão. O que acontecerá, o que devia ser feito, o que pode ser feito. Ele não se manifestou sobre esses diversos assuntos, porque está aguardando o pronunciamento do Senado. E a partir daí, aí sim, acredito que irá se manifestar”, disse.

O ex-presidente do Banco Central também opinou sobre as medidas emergenciais para debelar a crise econômica do país. Para ele, a prioridade deve ser demonstrar, de forma clara, a intenção do país em reduzir a dívida pública. “Adotar medidas que sinalizem que a trajetória de crescimento da dívida pública vai ser revertida e, a partir daí, com aumento da confiança, os investimentos possam aumentar”, afirmou.

“Os mercados tenderão a reagir a medidas concretas, medidas que sinalizem a sustentabilidade do Estado brasileiro a longo prazo, e a uma séria de medidas pró-investimento, dentro de experiências que o Brasil teve e já tem e de experiências de outros países”, completou.

O presidente interino do PMDB, senador Romero Jucá (PMDB-RR), disse que Temer está conversando com vários economistas para poder dar uma resposta “rápida” ao país, caso assuma a Presidência. Ele destacou, porém, que não foram feitos convites para cargos ou ministérios.

“Se o senado decidir pelo afastamento, o vice-presidente precisa estar pronto para responder rapidamente ao país. Essas conversas estão acontecendo, mas sempre respeitando o que decidirá o Senado. Não há nenhum ministro convidado”, disse.

Perguntado se Meirelles era um nome possível para o Ministério da Fazenda, Jucá desconversou. “Existem várias possibilidades. Tem muitos economistas bons no país. Não tem definição”, disse.

Vereador defende aumento de parlamentares em Arcoverde

Além da votação das contas de 2017 da prefeita Madalena Britto (PSB), a última sessão da Câmara de Vereadores de Arcoverde foi marcada pela proposta que vai de encontro com a vontade popular: o aumento no número de vagas de vereadores na Casa James Pacheco. A proposta surgiu do vereador Wevertton Siqueira – Siqueirinha (PSB) […]

Além da votação das contas de 2017 da prefeita Madalena Britto (PSB), a última sessão da Câmara de Vereadores de Arcoverde foi marcada pela proposta que vai de encontro com a vontade popular: o aumento no número de vagas de vereadores na Casa James Pacheco. A proposta surgiu do vereador Wevertton Siqueira – Siqueirinha (PSB) que se prontificou a apresentar requerimento pedindo o aumento das vagas.

A defesa do aumento das vagas de vereadores em Arcoverde foi feita pelo parlamentar durante sua fala sobre o encontro promovido pela Assembleia Legislativa realizado na semana passada na cidade.

Ao falar sobre o tema do aumento de vagas para vereadores, o vereador Siqueirinha disse que a cidade comporta até 15 vereadores, ao invés dos 10 atuais. Sua proposta de aumento das vagas se baseou no temor do alto índice do coeficiente eleitoral que em 2020 deverá ser de 3.700 a 3.900 votos para eleger um vereador com as atuais 10 vagas.

Na sua justificativa disse que com “o coeficiente alto, com o número reduzido de vereadores (10) vai ficar uma eleição muita acirrada e aumentando o número de vagas de vereadores aumenta também a representatividade e a qualidade da eleição muda muito”. Ele pediu ainda que a presidência da Câmara, comandada por outra socialista, a vereadora Célia Galindo (PSB), solicitasse a assessoria jurídica um parecer sobre o assunto.

A vereadora já havia dito que não haveria mais tempo para que o aumento de vagas valesse para as eleições de 2020 e que, mais de 72% da população já havia se pronunciado contra esse aumento de vagas. Apesar disso, afirmou que solicitará a assessoria jurídica um parecer sobre o pedido do vereador Siqueirinha que deseja aumentar o número de vereadores de Arcoverde. A presidente sugeriu até uma pesquisa para saber a opinião da população se aprova ou não o aumento de 10 para 13 ou 15 vereadores em Arcoverde.

Hoje cada vereador tem um vencimento de R$ 10.120,00 que, somados, custam mensalmente R$ 101.200,00 só de vencimentos, sem falar nos encargos sociais. Somam-se aos salários dos vereadores, os vencimentos de 83 servidores efetivos e comissionados, incluindo aí os assessores dos parlamentares. Caso aumento para 15 vereadores, como permite a lei, a população de Arcoverde terá que desembolar mensalmente R$ 151.800,00 somente para pagar os parlamentares; isso mantendo-se esse salário atual (R$ 10.120,00).

Alepe amplia ações de combate à desertificação após estudo feito pelo TCE-PE

Como consequência de um levantamento realizado pelos Tribunais de Contas de Pernambuco, Sergipe, Ceará, Rio Grande do Norte, e supervisionado pelo TCE da Paraíba, a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) criou uma Comissão Parlamentar Especial (CPE) para ampliar as ações de enfrentamento e combate à desertificação do semiárido pernambucano. A iniciativa foi proposta pelo deputado […]

Como consequência de um levantamento realizado pelos Tribunais de Contas de Pernambuco, Sergipe, Ceará, Rio Grande do Norte, e supervisionado pelo TCE da Paraíba, a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) criou uma Comissão Parlamentar Especial (CPE) para ampliar as ações de enfrentamento e combate à desertificação do semiárido pernambucano. A iniciativa foi proposta pelo deputado Diogo Moraes.

A auditoria coordenada regional foi apresentada pelo conselheiro Carlos Neves, relator do processo no TCE-PE, em reunião com representantes da Sudene e do Banco do Nordeste, no último dia 15 de fevereiro. O trabalho apontou o crescimento do processo de desertificação no Nordeste, e a deficiência nas políticas públicas adotadas pelos municípios, e pela União, para solucionar o problema.

“A desertificação é um fato muito visível para os nordestinos, mas que aparenta ser invisível para o restante do Brasil. Daí veio a necessidade da gente ir até estas entidades regionais e nacionais, para além dos estados”, disse Neves na ocasião. 

“A adoção de medidas preventivas e de mitigação é essencial para garantir a sustentabilidade e resiliência da região frente aos desafios do clima e do desenvolvimento”, destacou o deputado Diogo Moraes, ao justificar a abertura da Comissão Parlamentar. 

Durante os 120 dias de sua vigência, a Comissão, formada por 10 deputados (titulares e suplentes), fará reuniões periódicas e visitas aos locais mais afetados para encontrar soluções que minimizem os efeitos da degradação ao meio ambiente e à vida das pessoas.

Para Paulo Cavalcanti, gerente de fiscalização de saneamento, meio ambiente e energia do TCE-PE, “a ausência de governança na integração nas esferas federal, estadual e municipal prejudica o combate à desertificação, fazendo com que os recursos não sejam aplicados de forma efetiva”.

O semiárido brasileiro é uma região que abrange parte dos estados do Nordeste, como o sertão da Bahia, o Agreste de Pernambuco, o Cariri paraibano, dentre outros.

Conheça aqui os resultados da fiscalização regional.

Governador lança programa PE no Campus

Programa garantirá bolsa aos mil estudantes  com maiores notas no ENEM e no SSA para o ingresso nas universidades públicas O governador Paulo Câmara lançou, nesta segunda-feira (30.10), durante solenidade na Escola de Referência em Ensino Médio Ginásio Pernambucano (unidade Cruz Cabugá), o Programa de Acesso ao Ensino Superior – PE no Campus, que incentiva […]

Programa garantirá bolsa aos mil estudantes  com maiores notas no ENEM e no SSA para o ingresso nas universidades públicas

O governador Paulo Câmara lançou, nesta segunda-feira (30.10), durante solenidade na Escola de Referência em Ensino Médio Ginásio Pernambucano (unidade Cruz Cabugá), o Programa de Acesso ao Ensino Superior – PE no Campus, que incentiva os estudantes da Rede Estadual de Ensino a ingressarem em universidades públicas.

A iniciativa seguirá duas linhas de atuação: suporte aos alunos no acesso ao Ensino Superior e de apoio financeiro, pelo qual mil estudantes de baixa renda com as maiores notas no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) ou no exame do Sistema Seriado de Avaliação (SSA) receberão uma bolsa para quando ingressarem em instituições públicas.

“O programa é para que os estudantes possam concluir o Ensino Médio e terem a garantia de apoio para cursar o Ensino Superior com tranquilidade, se formar e ganhar o mundo. A partir de agora, vamos ter mais inscritos no Enem e mais alunos nas universidades públicas. Queremos, cada vez mais, fortalecer a educação pública de Pernambuco para que ela possa transformar a vida dos jovens estudantes, que são o futuro de Pernambuco”, afirmou o governador Paulo Câmara.

O secretário de Educação, Fred Amâncio, esclareceu que o PE no Campus irá motivar os e apoiar os estudantes na preparação para o Enem e para o SSA durante todo o ano letivo, ajudando-os desde o processo de inscrição até a efetivação. “Além disso, os mil alunos com melhores notas nos dois processos seletivos terão apoio financeiro nos dois primeiros anos da universidade, sendo R$ 950 para o primeiro e R$ 400 para o segundo. Percebemos que se o estudante consegue se estruturar no primeiro ano, no segundo, ele terá mais oportunidades para se manter”, explicou Fred.

Para ter direito ao apoio financeiro ofertado pelo Governo do Estado, o gestor da pasta frisou que são necessários alguns pré-requisitos. “O aluno tem que ser egressos da Rede Estadual de Ensino, ter concluído o Ensino Médio há não mais do que cinco anos, vir de família que seja atendida pelo Bolsa Família ou com renda familiar inferior a dois salários mínimos e que tenham domicilio em cidades distantes mais de 50km da universidade”, elencou.