“Clima ainda é de medo e lockdown pela violência”, diz jornalista do RN à Rádio Pajeú
Apesar das informações de que a Força Nacional de Segurança chegou ao Rio Grande do Norte e que os atentados caíram, a sensação é de insegurança no Rio Grande do Norte.
Em meio à população, o medo cria uma sensação de que vivem um lockdown.
A jornalista Daniele Lisboa relatou ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que há impactos no turismo e no cotidiano das pessoas. “Nosso carro chefe, o turismo, está impactado. Toda atividade econômica. Mas há relatos de cancelamento de pacotes de viagem”.
Pra quem reside em Natal, por exemplo, ela diz que a situação é de caos. “Os ônibus foram recolhidos por conta dos ataques, voltaram a circular, foram recolhidos novamente. Só hoje a frota começou a circular com 70% . As aulas estão suspensas. A cidade está bem mais vazia, atividades de saúde suspensas. Uma situação muito triste. É como se fosse um lockdown com as pessoas temerosas em sair de casa. Isso porque tem assaltos, arrastões, pessoas a mando do crime determinando que pessoas fiquem em casa, comércio fechado ou fechando mais cedo. A rotina da população está muito diferente.
Mesmo com o governo e o Gabinete de Crise com Governo do Estado, MP e Judiciário falando em redução dos ataques em 75% a 80%, a população segue assustada.
Apesar disso, ela tem confiança de que até quinta-feira as coisas fiquem maus tranquilas e a população vá retomando sua vida mais próxima à normalidade.
Nas últimas horas, um caminhão parcialmente carregado de bebidas foi queimado na tarde desta terça-feira (21), em mais um ataque criminoso registrado no Rio Grande do Norte. O atentado ocorreu no bairro Morada da Fé, em Macaíba, município da Grande Natal.
Ainda um artefato explosivo mobilizou o Esquadrão Antibomba da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, na manhã desta terça-feira (21). A PM conseguiu desativar o artefato minutos após ser acionada. A ocorrência foi na Vila de Ponta Negra, zona Sul de Natal.



O governador Paulo Câmara disse, nesta quarta-feira (26), em entrevista à Imprensa, que acredita que as chamadas reformas institucionais são necessárias, mas alertou para propostas que possam prejudicar quem mais precisa do serviço público.


Amigo Nill Júnior,
















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