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Cidade no interior de MG tem todos os vereadores presos por corrupção

Por André Luis
Todos os vereadores são investigados pelo Gaeco (Foto: Divulgação/Câmara Municipal de Centralina)
Todos os vereadores são investigados pelo Gaeco
(Foto: Divulgação/Câmara Municipal de Centralina)

Nove políticos de Centralina são investigados por corrupção.
Partidos políticos foram procurados mas ainda não se manifestaram.

Do G1

Após a prisão de mais cinco vereadores na manhã desta quinta-feira (28) pela Polícia Militar (PM), o Legislativo de Centralina, no Triângulo Mineiro, enfrenta uma situação inédita: todos parlamentares eleitos na Casa estão afastados suspeitos de desvio de dinheiro público. Os políticos são investigados na Operação Viagem Fantasma, desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado de Uberlândia (Gaeco). Além dos vereadores, um ex-servidor da casa foi detido nesta quinta-feira.

Os vereadores retornariam de recesso na próxima segunda-feira (1º). Quatro suplentes já foram nomeados para as vagas deixadas pelos vereadores detidos na primeira fase da operação. Os cargos serão ocupados pela comerciante Izanete Rosa (PSC), o funcionário de uma empresa de materiais de construção Adilson Gargamel (PMN), o ex-vereador William Garcia (PPS), e o funcionário público Sebastião da Luz (PCdoB).

Os quatro tomarão posse na segunda e, caso os cinco vereadores detidos nesta quinta-feira não sejam liberados, outros suplentes serão convocados.

Prisões – Na primeira fase da operação, quatro dos nove vereadores foram detidos. Eurípides Batista Ferreira, o Baianinho (Pros), Hélio Matias (PSL), Carla Rúbia (SDD) e Roneslei do Carmo Soares (PR) foram liberados e renunciaram ao cargo. Eles tiveram os bens bloqueados a fim de garantir ressarcimento ao erário.

Na segunda fase, realizada nesta quinta-feira (28), a Polícia Civil apresentou, na delegacia de Uberlândia, os vereadores Wandriene Ferreira de Moura (PR), Sonia Martins de Medeiros Rosa (PP), Ismael Pereira Peres (PT), Rodrigo Lucas (PT do B) e Cleison Vieira (PDT). Os cinco vereadores foram detidos e encaminhados para o Presídio Professor Jacy de Assis. Um ex-servidor também foi detido. Entre os políticos presos nesta manhã, está uma vereadora que é irmã do atual prefeito de Centralina.

Dentre os crimes nos quais o grupo pode responder estão peculato, associação criminosa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. No último dia 19 de janeiro, foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão e quatro vereadores tiveram a prisão preventiva decretada.

De acordo com as informações da Promotoria, os vereadores fizeram acordo de colaboração premiada, confessaram os crimes e delataram os demais. Posteriormente, o ex-vereador e advogado, conhecido como Marcinho, também foi preso por envolvimento nos crimes.

A partir de agora, todos os documentos serão analisados para conclusão das investigações e envio do inquérito civil ao Judiciário.

G1 procurou também outros representantes na Câmara Municipal, por telefone, mas as ligações não foram atendidas.

A operação – A operação do Gaeco tem o intuito de desmontar um esquema de associação criminosa, peculato e lavagem de dinheiro na cidade de Centralina. Até nesta quinta, os nove vereadores foram presos, além do ex-vereador Marcinho e um ex-servidor da Câmara.

Conforme nota à imprensa, o Gaeco informou que os vereadores foram investigados por “recebimento de diárias de viagens que na realidade nunca aconteceram, bem como o desvio de dinheiro público cometido por alguns vereadores e servidores da Câmara”.

A primeira fase da operação envolveu 40 policiais militares e dez viaturas.  A assessoria de comunicação do Ministério Público disse, por e-mail, que provavelmente o promotor vai atender a imprensa somente depois das investigações. São, ao todo, seis investigações em curso envolvendo desvios de recursos públicos por vereadores e servidores da Câmara Municipal de Centralina.

Outras Notícias

Em virtude da chuvas, show de Léo Magalhães em Afogados é cancelado

O show com o cantor Léo Magalhães, que comemoraria um ano da Chácara Vitoriah em Afogados da Ingazeira foi cancelado em virtude das chuvas que caem em Afogados da Ingazeira e toda a região. Segundo a organização, uma nova data será marcada para o evento. A capacidade da casa era de 4 mil pessoas para […]

O show com o cantor Léo Magalhães, que comemoraria um ano da Chácara Vitoriah em Afogados da Ingazeira foi cancelado em virtude das chuvas que caem em Afogados da Ingazeira e toda a região.

Segundo a organização, uma nova data será marcada para o evento. A capacidade da casa era de 4 mil pessoas para o encontro, que ainda teria o DJ W.Rocha e Odair dos Teclados.

A organização informou que quem adquiriu ingressos antecipados vai poder guardar para a nova data.

Desde o início da noite, chove vem em toda a região do Pajeú. A chuva, contante e permanente, alterna momentos de maior e menor intensidade. Como o espaço é aberto, inviabiliza a realização do show.

Veja comunicado da organização:

Devido ao respeito que temos por todos que adquiriram os ingressos para o show de Léo Magalhães, informamos que o evento de hoje será adiado por motivos climáticos.

Pedimos desculpas e esperamos a compreensão de todos. Aos que compraram os ingressos, guardem, pois os mesmos valerão para o show que será remarcado em breve para que o artista Léo Magalhães retorne a nossa cidade.

Certamente tal fato não diminuirá nossa dedicação em continuar a proporcionar diversão e alegria a todos e não mediremos esforços para continuarmos produzindo grandes festas com grandes atrações.

Atenciosamente,

Erik e Lívia –  Proprietários da Chácara Vitoriah

História de sucesso: projeto SURYA já tem 15 lojas espalhadas pelo Nordeste

Projeto nasceu da iniciativa de oito empreendedores de uma mesma família e projeta crescimento ainda maior em 2018  Fotos de Wellington Júnior A SURYA inaugurou seu novo espaço nesta terça (7) na Avenida Rio Branco, em Afogados da Ingazeira. A loja é uma das 15 da rede, criada por um grupo que conta com seis […]

Projeto nasceu da iniciativa de oito empreendedores de uma mesma família e projeta crescimento ainda maior em 2018 

Fotos de Wellington Júnior

A SURYA inaugurou seu novo espaço nesta terça (7) na Avenida Rio Branco, em Afogados da Ingazeira. A loja é uma das 15 da rede, criada por um grupo que conta com seis irmãos e dois sobrinhos.  Além de Afogados, cidades como Patos, Serra Talhada, Tabira, Custódia, Pombal, Salgueiro e Arcoverde contam com lojas da rede, com previsão de expansão em 2018.

Quem recebeu o blog para falar do projeto foi Giselle Galvão, que por residir na cidade se empenhou na ampliação do espaço em Afogados, adaptando-o à filosofia da marca. Ante o espaço era mais limitado e dificultava o acesso e circulação dos clientes.

“Antes éramos só moda feminina. Hoje trabalhamos também com moda masculina e infantil. Tivemos que mudar por conta do espaço para circulação dos clientes. Fim de ano por exemplo, não podia atender adequadamente. E é proposta nossa atender com espaço agradável”, conta, feliz com o novo espaço de quase 250 metros quadrados.

A SURYA tem fornecedores que produzem exclusivamente para a rede. Ampliou o número de funcionários com o novo  espaço, mas manteve as marcas da rede, a partir da fachada e caixa com design próprio. “Nossa irmã Rafaela cuidou da fachada das lojas, dando identidade visual, assim como no caixa, também padronizado”, explica.

A inauguração em Afogados, assim como aconteceu em Tabira teve como atração convidada a Youtuber GKay, de apenas 24 anos. GKay é na verdade a paraibana Gessica Kayane Rocha de Vasconcelos, que vem conquistando o público da internet com vídeos engraçados na rede.

Yotuber GKay e Giselle Galvão: inauguração prestigiada

Com quase 430 mil inscritos no YouTube, faz sucesso com os jovens. “Essa foi uma ideia da minha irmã Maria Tereza, que quis inovar, trazer uma coisa diferente”, diz Gizelle. A produção de som e iluminação foi de WN Empreendimentos, outra prata da casa.

Veja mais fotos na Fanpage do Blog, clicando aqui.

Deputados cobram ações do Governo para reduzir desemprego

A necessidade de políticas para elevar a empregabilidade no Estado foi analisada, nesta segunda (22), no Plenário da Alepe. A Reunião também foi palco de debates sobre a área de segurança pública e da aprovação do Estatuto pernambucano da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa. Durante o Grande Expediente, o deputado Sileno Guedes […]

A necessidade de políticas para elevar a empregabilidade no Estado foi analisada, nesta segunda (22), no Plenário da Alepe. A Reunião também foi palco de debates sobre a área de segurança pública e da aprovação do Estatuto pernambucano da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa.

Durante o Grande Expediente, o deputado Sileno Guedes (PSB) registrou a notícia de que Pernambuco apresentou a segunda maior taxa de desemprego do Brasil, de 14,1%. O percentual, referente ao primeiro trimestre de 2023, foi divulgado na semana passada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).

A necessidade de políticas públicas para elevar a empregabilidade no Estado foi analisada, nesta segunda, no plenário da Assembleia Legislativa. Sileno Guedes, do PSB, registrou a notícia de que Pernambuco apresentou a segunda maior taxa de desemprego do Brasil, de 14,1%. O percentual, referente ao primeiro trimestre de 2023, foi divulgado na semana passada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, PNAD, do IBGE.

De acordo com Sileno, o Estado precisa atuar como indutor da geração de emprego e renda, principalmente em tempos de crise. O parlamentar apontou a “inércia” do Governo em relação a políticas públicas para impulsionar novos empreendimentos:  “No passado, na década de 80, aqui em Pernambuco, por exemplo, na entressafra da cana-de-açúcar, onde os índices de empregabilidade caíam, obviamente, foi criado o programa Chapéu de Palha, pelo então governador Miguel Arraes, justamente para atender uma parte significativa da população, sobretudo da Zona da Mata, que via seu emprego desaparecer por conta da entressafra”.

Em apartes, deputados oposicionistas falaram em omissão do Governo. João Paulo Costa, do PCdoB, voltou a defender a retomada do programa Emprego PE, com a finalidade de estimular a abertura de novos postos de trabalho. Waldemar Borges, do PSB, analisou que a interrupção de contratos e a paralisação de obras na atual gestão agravaram o quadro de desemprego no Estado. A líder da Oposição na Casa, Dani Portela, do PSOL, afirmou que o Governo acumula promessas não cumpridas, e não valoriza o diálogo:

“Se prometeu atuar na segurança, chegou primeiro o pedido do dinheiro, já tem o dinheiro, um milhão… duzentos milhões de dólares pra o Juntos pela Segurança, um programa que sequer saiu do papel, que sequer foi lançado, qual o programa pra emprego, qual o programa pra segurança, qual o programa que se tem pra educação, qual o diálogo, acho que essa palavra…qual o diálogo que a governadora do estado tem feito com as inúmeras categorias?”

Em resposta, o líder do Governo, Izaías Régis, do PSDB, isentou a gestão atual de responsabilidade pelo resultado negativo de Pernambuco na pesquisa nacional sobre desemprego. E citou a redução do orçamento estadual como um desafio a ser enfrentado.

“Eu tenho a consciência absoluta de que nós vamos ter  um Governo que vai dar resultado. Evidente que, se tá atrasado, vamos cobrar se tá atrasado. Mas a situação não está boa do estado. Eu tenho acompanhado, tenho conversado com a governadora, a governadora não está bem no estado. O orçamento do estado diminuiu o valor do PIB do ano passado pra esse ano, está 600 milhões a menos do que no ano passado”, disse Izaias.

Renato Antunes, do PL,  criticou a carga tributária estadual e defendeu iniciativas para melhorar o ambiente de negócios em Pernambuco. Segundo o deputado, em apenas cinco meses, a gestão não conseguiria reverter os efeitos de medidas fiscais do governo passado, como a criação do Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal, FEEF. O mecanismo financeiro é composto por transferências feitas por empresas contempladas por benefícios fiscais.

A Coruja caiu…

A derrota do Petrolina para o Jaguar por 2×1 nos Aflitos rebaixou matematicamente o Afogados Futebol Clube. A equipe vai voltar a disputar a Série A2 para tentar voltar à elite do futebol pernambucano. E merecidamente. Em oito jogos, foram cinco empates e três derrotas. A equipe só não foi pior que o próprio Petrolina, […]

A derrota do Petrolina para o Jaguar por 2×1 nos Aflitos rebaixou matematicamente o Afogados Futebol Clube.

A equipe vai voltar a disputar a Série A2 para tentar voltar à elite do futebol pernambucano.

E merecidamente. Em oito jogos, foram cinco empates e três derrotas. A equipe só não foi pior que o próprio Petrolina, lanterna da competição. Outro pendurado pelo pincel é o Central de Caruaru, que perdeu ontem para o Santa Cruz.

Sábado, 16h30, a equipe joga contra o Jaguar só pra cobrir tabela, no “jogo da tristeza”.

Do Sertão, só o Decisão Sertânia fez seu papel, com chances de ir à fase final da competição.

Em definição curta e objetiva, que lapa de time ruim…

Valdemir Filho rebate Djalma Nogueira: falta de zelo e de responsabilidade com a coisa pública

Por André Luis Exclusivo O presidente da Câmara de Vereadores de Tabira, Valdemir Filho, enviou nota ao blog rebatendo a justificativa do ex-presidente Djalma Nogueira, sobre o pagamento dos ex-servidores comissionados que estão cobrando uma dívida no valor de R$ 37.119,12 referente ao 1/3 de férias e aos dias de férias não gozados de 13 […]

Por André Luis

Exclusivo

O presidente da Câmara de Vereadores de Tabira, Valdemir Filho, enviou nota ao blog rebatendo a justificativa do ex-presidente Djalma Nogueira, sobre o pagamento dos ex-servidores comissionados que estão cobrando uma dívida no valor de R$ 37.119,12 referente ao 1/3 de férias e aos dias de férias não gozados de 13 servidores comissionados.

Djalma reconheceu a dívida, mas justificou que não pagou por ter sido impedido pela legislação.

O atual presidente voltou a afirmar na nota que não reconhece a dívida contraída pelo ex-gestor e afirma que “caso os ex-servidores entendam que possuem algum direito pelo serviço prestado ao Poder Legislativo durante a gestão passada, eles deverão apresentar requerimento e o jurídico da casa irá se manifestar, através de um parecer, para somente depois este Presidente tomar a decisão”. 

A nota ainda diz que a alegação de Djalma de não ter feito o pagamento em virtude da mudança na legislação, não procede. Leia abaixo a íntegra da nota:

Gostaria de pontuar as considerações feitas pelo ex-presidente desta Casa, vereador Djalma, ao Blog de Nil Júnior. 

Pois bem, primeiramente, é de bom grado dizer que, em momento algum reconheci dívida contraída pelo ex-gestor deste Poder relativamente aos ex-servidores desta casa. 

Neste diapasão, é de bom alvitre ressaltar que caso os ex-servidores entendam que possuem algum direito pelo serviço prestado ao Poder Legislativo durante a gestão passada, eles deverão apresentar requerimento e o jurídico da casa irá se manifestar, através de um parecer, para somente depois este Presidente tomar a decisão. 

No tocante ao não pagamento dos supostos direitos dos ex-servidores, sob a alegação de que não foi realizado em virtude da mudança na legislação, não procede. 

O ex-presidente quer subestimar a inteligência das pessoas e para se furtar de suas obrigações, divulga para a população informações inverídicas. 

Na verdade a legislação anterior exigia o pagamento das contribuições dos servidores através de GPS, porém, desde outubro do ano passado passou a exigir o pagamento através do Darf previdenciário, que é justamente o e-social. 

Portanto, no sistema do e-social informa-se os reflexos da folha de pagamento, ou seja, os encargos sociais, calculando-se as contribuições previdenciárias, ao passo que deixa todos os órgãos governamentais informados, a exemplo da Receita federal, INSS e caixa econômica. 

Portanto, o sistema do e-social não possui qualquer relação com o pagamento dos servidores, que é realizado fora do sistema do e-social. 

Portanto, a justificativa dada pelo ex-presidente é totalmente desprovida de fundamentação jurídica, sem contar que revela a falta de zelo e de responsabilidade com a coisa pública, pois administrar requer planejamento, coisa que o ex-gestor desta casa nunca fez. Mostrando-se desorganizado diante de uma gestão de descontrole financeiro.

Valdemir Filho – Presidente da Câmara Municipal de Tabira