Na manhã desta quinta-feira (22), o repórter da Rádio Pajeú, Celso Brandão esteve na Compesa para saber sobre o acúmulo de água na barragem de Brotas até o presente momento e foi informado de que houve um ganho significativo na lâmina de água, em percentual o ganho foi de 9,3%. Na medida por metros o ganho parece ser maior visto que a lâmina subiu 1 metro e 64 cm.
Nesta madrugada voltou a chover na região. Em Afogados da Ingazeira foram registrados 12,5 mm. Em Carnaíba a chuva foi mais forte alcançando a marca de 63 mm e em Tabira 43 mm.
Choveu também em comunidades rurais como: Poço de Pedra, Santo Antônio, Várzea Comprida, Escada, Curral Velho dos Ramos, Pé de Ladeira de Quixaba, Barreiros, Alça de Peia, Pereiros e Serrote Verde.
A previsão da meteorologia é de mais chuvas para a região do Pajeú ao longo desta semana.
O conselheiro Rodrigo Novaes, do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), negou o pedido de medida cautelar apresentado pelo Ministério Público de Contas (MPCO) contra a Câmara Municipal de Serra Talhada, mas determinou a abertura de um procedimento interno para apurar as supostas irregularidades no contrato alvo da representação. A ação do MPCO, […]
O conselheiro Rodrigo Novaes, do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), negou o pedido de medida cautelar apresentado pelo Ministério Público de Contas (MPCO) contra a Câmara Municipal de Serra Talhada, mas determinou a abertura de um procedimento interno para apurar as supostas irregularidades no contrato alvo da representação.
A ação do MPCO, assinada pelo procurador Cristiano Pimentel, questionava o Contrato nº 013/2025, firmado por inexigibilidade de licitação com a empresa Geraldo Cristovam Sociedade Individual de Advocacia, no valor de R$ 84 mil, para prestação de serviços de assessoria e consultoria jurídica voltados à revisão do Regimento Interno, do Código de Ética e da Lei Orgânica do Município.
Em sua decisão, publicada no Diário Oficial do TCE-PE nesta terça-feira (11), Novaes afirmou que “os elementos constantes dos autos não são suficientemente robustos para o deferimento da medida cautelar”, frisando a necessidade de aprofundar a análise sobre o caso.
O conselheiro também destacou que, neste momento inicial, “não é possível aferir a correta extensão dos contratos apontados pelo MPCO”, motivo pelo qual optou por não suspender o contrato, mas determinou que a Diretoria de Controle Externo do TCE instaure um procedimento interno para examinar as questões levantadas.
Com isso, o contrato firmado pela Câmara segue em vigor, enquanto o Tribunal realiza nova apuração para verificar se houve ou não irregularidades na contratação.
Da Folha das Cidades A vereadora Célia Galindo, rebateu as declarações do presidente da Câmara, Luciano Pacheco (MDB), que havia afirmado estar sendo alvo de perseguição política por parte do prefeito Zeca Cavalcanti. Durante seu pronunciamento, Célia Galindo adotou um tom firme ao contestar as acusações feitas pelo parlamentar, negando qualquer interferência do chefe do […]
A vereadora Célia Galindo, rebateu as declarações do presidente da Câmara, Luciano Pacheco (MDB), que havia afirmado estar sendo alvo de perseguição política por parte do prefeito Zeca Cavalcanti.
Durante seu pronunciamento, Célia Galindo adotou um tom firme ao contestar as acusações feitas pelo parlamentar, negando qualquer interferência do chefe do Executivo municipal no processo que envolve o pedido de cassação de Pacheco.
“Tudo o que Vossa Excelência falou de Zeca, eu escutei atentamente. Tinha feito um pacto comigo mesma de não responder, até por conta da reunião extraordinária de amanhã (hoje). Mas quero dizer que Zeca não tem nada a ver com essa denúncia. Ele não tem. Pode acreditar”, afirmou a vereadora em plenário.
A líder do governo também fez referência a episódios passados para contextualizar situações semelhantes, ressaltando que denúncias políticas não necessariamente partem de adversários diretos. Segundo ela, o atual caso segue uma linha semelhante, sem relação com o prefeito.
Célia foi enfática ao defender a postura de Zeca Cavalcanti, rebatendo diretamente as críticas feitas por Luciano Pacheco. “Zeca não foi covarde. Nunca perseguiu ninguém ligado a Vossa Excelência. Pelo contrário, esteve ao lado do senhor em momentos importantes, inclusive na campanha”, destacou.
Durante o debate, Luciano Pacheco também mencionou um rompimento político ocorrido após o mês de março, sugerindo que, a partir desse momento, houve mudanças na relação institucional e política entre ele e o prefeito.
A vereadora, por sua vez, ponderou que eventuais mudanças administrativas não podem ser interpretadas automaticamente como perseguição. Ela também revelou preocupação com declarações feitas nos bastidores envolvendo o prefeito e sua família, classificando o cenário como “triste”.
Apesar do embate, Célia Galindo evitou antecipar posicionamentos sobre o desdobramento do processo que será analisado em sessão extraordinária. “Nós seremos juízes amanhã (hoje). Não vou antecipar nada. Só peço a Deus que tudo dê certo”, declarou.
Obrigado, João! A história dos 37 anos de sacerdócio do Monsenhor João Carlos Acioly Paz, que nos deixou na última sexta, tem profunda ligação com o desenvolvimento da região e presença da Igreja no Regional Nordeste II nas últimas décadas. Na educação, foi um dos principais responsáveis pelo nascimento da FAFOPAI, a Faculdade de Formação […]
A história dos 37 anos de sacerdócio do Monsenhor João Carlos Acioly Paz, que nos deixou na última sexta, tem profunda ligação com o desenvolvimento da região e presença da Igreja no Regional Nordeste II nas últimas décadas.
Na educação, foi um dos principais responsáveis pelo nascimento da FAFOPAI, a Faculdade de Formação de Professores. Com o professor João Mariano, bateu as portas de prefeituras da região na busca por apoio para o projeto de uma faculdade no Pajeú. A faculdade não tinha sequer bancas escolares ou cadeiras. O prédio que Dom Francisco imaginou inicialmente para um Seminário foi cedido para a instituição e precisou de adaptações para começar a funcionar. Se hoje a FASP tem a evolução que tem, deve muito àquele movimento, de quem como diretor ou professor de Filosofia acompanhou a vida da instituição até sua recente aposentadoria.
Assumiu a Presidência do Tribunal Eclesiástico do Regional Nordeste II da CNBB. Com o mesmo olhar peregrino, bateu as portas de Bispos e do Arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido. Estabeleceu um modelo de contribuição que garantisse a manutenção do espaço. Transformou sua estrutura física, no mesmo prédio onde fica a sede da CNBB, na Rua Dom Bosco. Modernizou o espaço e organizou os processos como referência em Direito Canônico.
Auxiliou muitas Dioceses no Regional. Prova disso é a quantidade de manifestações de todos os bispos das Dioceses da região. “Lamentável a perda do nosso querido irmão. Apresento meus sentimentos a Dom Egídio Bisol todo o ministério, assim como à família”, disse Dom Saburido.
Quando assumiu a Rádio Pajeú em 2001, a emissora sofria com o fenômeno das FMs. Ainda em Amplitude Modulada, tinha desafios para manter-se. Padre João foi bater a porta do comércio e instituições, prometendo reestruturar a emissora. Dizia ter sido o maior desafio como administrador. A Dom Luis Pepeu, disse que era fundamental um apoio, um empurrão da Diocese para pavimentar sua restruturação. Se a Rádio Pajeú é o que é hoje, deve muito ao Monsenhor João Carlos, que inclusive continuou acompanhando seus passos como Presidente da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios.
Tem marcas por todas as paróquias que passou. Das capelas que construiu em Afogados à instalação e estruturação da Paróquia de Iguaracy, a reforma da histórica igreja de Flores e a recente estruturação de casa paroquial e ligação à matriz de Tuparetama.
Mas muitos vão lembrar do tempo que João destinava a acompanhar pais e filhos, casais, as palestras do ECC (muitas documentadas de forma a poder gerar um livro), aos conselhos que guiaram essa instituição que ele tanto defendia: a família.
Se sensibilizava quando via alguém precisando de um empurrão para melhorar de vida. É como se enxergasse a própria trajetória de luta para exercer o sacerdócio e vencer na vida, dos sins aos nãos que recebeu. No fim do ano passado, só para dar um exemplo recente, pediu suporte da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios para um profissional que não tinha condições de comprar um equipamento fundamental para desenvolver seu trabalho em Tuparetama. Só sossegou quando o viu com a máquina que lhe permitisse gerar sustento para ele e sua família.
Ocupou o microfone da Rádio Pajeú muitas vezes, a maioria para falar em defesa do povo pobre, com quem mais se identificava. Quando era convidado para alguma solenidade com presença de um governador, aproveitava espaço para pedir pelo povo. Colocou Eduardo Campos e Paulo Câmara em saia justa ao cobrar melhorias para o Hospital Regional Emília Câmara e para as estradas do Pajeú. Também tinha compromisso em reconhecer e parabenizar quando a ação saia do papel. No plano local e regional, não se furtava a criticar. Sandrinho, por exemplo, o ouviu reclamar duramente da situação do trânsito, mas também reconhecer um gesto de apoio para a FASP.
Na dura eleição entre João Ézio e Orisvaldo Inácio, alguns confundiram suas posições como uma declaração de apoio ao nome da Frente Popular. Chegou a ser ameaçado. Foi quando entrou Dom Francisco, que sempre teve uma linda relação de amor paternal, ocupando os microfones da Rádio Pajeú e avisando: “ai de quem tocar um fio de cabelo do João”. Ele guardou a gravação que não conseguia ouvir sem ir às lágrimas. Esse amor também ficou marcado quando, seminarista, sofreu um acidente que afetou a perna já fragilizada pela poliomielite. “Que nada falte para restabelecer a saúde do João”. Acioly retribuiu o carinho acompanhando Dom Francisco até sua morte, naquele 7 de outubro de 2006.
Foi Vigário Geral por dois bispados, sempre construindo uma relação de fidelidade a Dom Luis Pepeu e Dom Egídio Bisol. Mesmo após a saída de dom Pepeu, manteve os laços de amizade. Foi um auxiliar presente em um bispado desafiador, de quem assumira o trono deixado por Dom Francisco. Com Dom Egídio, construiu uma relação muito bonita, pois como sacerdotes eram mais distantes pela geografia, com Dom Egídio passando bom tempo em Serra Talhada, mais afastado do Médio Pajeú onde João atuou a maior parte do tempo. O bispado de Dom Egídio aproximou os dois. João virou um grande conselheiro pastoral e administrativo, sempre zelando pelo bem da Igreja Particular do Pajeú.
Na vida pessoal, também era marcado por gestos que provavam suas qualidades. Se algum favorecido social que o recebia tratasse a doméstica como “a menina lá de casa” ele interrompia, perguntava o nome e repreendia. “A chame pelo nome”, pra dizer que aquela pessoa era tão gente quanto quem a empregara. Em qualquer restaurante, ao receber a conta com os 10% da caixinha embutidos no valor final, chamava o garçon e perguntava: “esses 10% vão pra vocês ou para a casa?” – para saber se aquele valor ajudaria de fato esses profissionais e suas famílias.
Parecia se realizar mais celebrando em capelas com povo das comunidades, principalmente rurais, por distantes que fossem. Por isso também, fazia suas homilias com uma linguagem simples, direta, para que todos compreendessem. Na última que fez na Catedral, disse que mentira e falta de amor nos distanciam de Deus. Chamou atenção para intriga, indiferença, que afastavam as famílias. “Não adianta dizer Feliz Natal, Feliz Ano Novo, se meu coração continua rancoroso, se continuo intrigado com vizinhos, com o irmão, com a esposa, com o marido, filhos que não tomam bênção aos pais. Sem esses valores, a exploração continua, a injustiça continua. E o tempo é de mudança, que não vem de fora. Está dentro de cada um de nós. Senão, de que adianta a oração?” Mais direto, impossível.
Usava as amizades de ponte para o bem. Foi assim no acidente que quase mata os então seminaristas José Cícero e Mairton Marques em uma rodovia da Paraíba. Mais recentemente, em novembro de 2019, quando cinco seminaristas se envolveram em um grave acidente na PE 283. O seminarista Lucas Emanoel foi salvo no Hospital da Restauração por uma equipe médica que contava com o amigo Guilherme Cerqueira. João acompanhou cada etapa daquele processo. Da mesma forma, acudiu pessoas que nem conhecia. Em 2015, nem as grandes autoridades de Itapetim resolveram o drama de Clécio Dâmocles, que precisava de uma cirurgia com um grave problema na perna direita. João se sensibilizou e conseguiu a cirurgia do itapetinense. Coincidentemente, ele partiu há um ano, por complicações da Covid-19.
Esse é um pedaço do Monsenhor que a missão jornalística e o testemunhar da história me levam a escrever. Mas existe um outro João que ajudou a me moldar como ser humano. Esse foi de uma generosidade que de fato só pode ser comparada a uma relação de pai e filho pela forma como me abrigou e acolheu desde o pedido do então seminarista Luis Marques Ferreira, hoje sacerdote: “olha João, esse menino tem futuro. O que puder fazer por ele, faça”. Ali, com 16 anos, começando a enxergar o rádio como caminho, não teria ido tão longe se não fosse aquele braço amigo, fraterno, paterno. Tendo perdido o meu pai dois anos antes, vi em João o trilho que guiou minha trajetória. Trinta anos depois, me orgulhava em vê-lo dizer que eu era como um filho e que era feliz por me ver Gerente Administrativo da Rádio Pajeú, presidente da ASSERPE, mas principalmente um pai de família dedicado à esposa e filhos, à minha irmã enquanto esteve conosco, minha mãe e amigos.
Testemunhei seu amor pela família, da preocupação com a mãe Cordeira e o pai Pedro aos irmãos e sobrinhos. O vi chorar nas mortes do cunhado Beto, dos irmãos Paulo e Tadeu, do sobrinho Albani. Mas também se encher em plenitude quando chegava agosto e recebia a mãe e família na casa de Jabitacá, pela reforma da casa do Sítio Tapuio, onde nasceu, preservando suas origens, pela recente nomeação para Tuparetama, onde estava realizado chegando à terra onde estudou criança e fez diversas amizades.
Na doença, por dois anos acreditou na cura, mas sempre destacando que a vontade de Deus prevalecesse. Na semana em que foi chamado por Deus, não se queixou em nenhum momento. Seja no Hospital Esperança, na Ecoclínica ou na casa da irmã, agradecia a cada gesto e esforço para fazê-lo confortável, mesmo debilitado. Confidenciou ser grato a Deus pela família, às irmãs Neuza, Edleuza, Maria José, ao irmão Reginaldo e todos os sobrinhos, pelo acolhimento humano e fraterno que recebeu. Recebeu o Cristo na comunhão um dia antes de ser chamado. Pouco antes de falecer, mesmo com dificuldade de se expressar, deixou claro ter cumprido seu propósito na terra. Era chegada sua hora.
É essa história que nos dá força e obrigação de testemunhar quem foi João Carlos Acioly Paz. E agradecer a Deus pela presença desse anjo guia na vida de tantas pessoas. Somos marcados nessa passagem pelo que deixamos nos outros como legado. João deixou um pouco dele em cada um de nós. É isso que perpetua sua existência. João, mesmo morto, permanece vivo. Não há quem tenha convivido com ele para não guardar suas lições, valores, história, comprometimento com as causas que ele defendia.
Uma das músicas que ele gostava de ouvir era “A Lista”, de Osvaldo Montenegro. “Faça uma lista de grandes amigos/Quem você mais via há dez anos atrás/Quantos você ainda vê todo dia/Quantos você já não encontra mais”. Quando voltar ao ouvir a pergunta sobre “quem já não encontro mais” não vou colocar o João nessa lista. Ele está comigo, a cada novo passo, vitória, conquista, desafios, presente, como sempre foi. Sua bênção, João! Obrigado por tudo!
O levantamento feito pelo Instituto Múltipla para o blog dia 27 de setembro mostra indefinição de 24% do eleitorado sertaniense. A partir daí Magali do Hospital tem 7,14%. Rita, 4,28%. Washington Passos, 4%. Rocha, 3,71 %. Com 3,42%, Damião Silva, Vando do Caroá, Vino Veras e os que não sabem ou não opinaram. Com 3,14%, […]
O levantamento feito pelo Instituto Múltipla para o blog dia 27 de setembro mostra indefinição de 24% do eleitorado sertaniense. A partir daí Magali do Hospital tem 7,14%. Rita, 4,28%. Washington Passos, 4%. Rocha, 3,71 %. Com 3,42%, Damião Silva, Vando do Caroá, Vino Veras e os que não sabem ou não opinaram.
Com 3,14%, Zuza do Padre e outros. Com 2,85%, Mundico e Zé Francisco Enfermeiro. Com 2,28%, Fabiano do Ônibus e Dr Orestes. Com 2%, Fiapo e Geraldo Rodrigues. Com 1,71%, Sandro Capitão, Junhão Lins, Galba Siqueira e Elpídio Muniz. Com 1,42% Zequinha dos Correios e branco/nulo. Com 1,14%, Rielson de Algodões e Dola.
Com 0,85%, Tadeu Queiroz, Isabela da Saúde, Professor Ivan e Trecão. Com 0,57%, Fátima da Casa de Apoio, Genilson da Oficina, Dos Anjos, Erisnaldo Dantas, Osvaldo Souza, Denilson e Clébio da Água Mineral. Com 0,28% Farias do Caldo de Cana, Janilton Ferreira, Vandame, Gildão, Mano Gregório, Manoel Firmino de Almeida, Marquinhos Agende de Saúde, Aninha de Jurandir, Ângelo Reis de Moderna, Cosme do Posto e Professora Adenilda.
Importante registrar que o cenário para vereador é incerto com base na margem de erro, não sendo provável cravar resultados em quadro tão heterogêneo.
A pesquisa foi registrada sob o número PE-06435/2016. A margem de erro é menor que a anterior: 5,3% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. Foram 350 entrevistas, número maior que no levantamento anterior.
Bairros pesquisados: Alto da Conceição, Nova Sertânia, Jardim COCANE, Pedra Grande, Ferro Novo, Ferro Velho, Alto do Cemitério, Alto da Cerâmica, Alto do Rio Branco, Odilon Pierre, Mário Melo Nova, Alto do Céu e Vila da Caixa
Localidades rurais: Cerece de Cima, São José, Amarra Canela, Cerece de Baixo, Fazendinha, Várzea Limpa, lagoa do Peixe, Caldeirão do Boi, Caroá, Boqueirão, Caboclo, Caititu, Lagoa da Onça, Malhada, Fazenda Cachoeirinha, São Francisco, Povoado Pernambuquinho, Baixa do Meio, Cacimba de Baixo, Campos, Imbé, Cipó, Macambira, Barra, Bom Nome, Lagoa do Mato, Malhadinha, Pitomba, Açude da Barra, Caldeirão, Poço de Pedra, Carnaúba, Caianas, Fazenda Cacimbinha, Cacimba da Mata, Maxixe, Riacho dos Porcos, Estrada para jacu, Queimada Nova, Cachoeira do Guilherme, Povoado Albuquerque Né, Fazenda Santa Maria, Baixa Grande, Casa Velha, Jacuzinho, Assentamento Capim, Jacu, Caatinga, Severo, Santa Luzia, Lambedor, Brejinho, Baixa do Cavalo, Tiu, Santana, Piranha, Povoado Cruzeiro do Nordeste, Povoado Algodões, Povoado Umburanas, Empoeira do Meio, Povoado Moderna, Piutá, Serrinha, Povoado Henrique Dias, POÇO Salgado, Maniçoba, Tigre dos Batistas, Pinheiro de Baixo, Pinheiro de Cima, Tigre dos Bravos e Riacho da Roça, Cachoeira, Bela Vista, Masinha, Povoado Caroalina, Clemêncio, Riacho da Onça, Açude Velho, Povoado Várzea Velha, Pedra Da Cobra, Barra da Serra, Calumbi, Jatobá 2, Favela, São Bento, Jardim, Baraúna, Tapagem, Pitombeira, Passagem, Badé, Frade, Viana, Empoeirinha, Salgadinho, Povoado Valdemar Siqueira, Brabo Novo, Salgado, Barro Vermelho, Pinhões, São Gonçalo, Maia, Cacimbinha, Xique – Xique, Distrito Rio da Barra, Serrotes, Riacho do Caroá, Riacho do Feliciano, Caroá de Baixo, Caroá e Caroá de Cima.
A deputada estadual Priscila Krause (DEM) comemorou por meio de suas redes sociais, nesta terça-feira (27), a aprovação, na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal, do projeto de lei que cria a Universidade Federal do Agreste (UFAPE), em Garanhuns, a partir da estrutura já existente no campus local da Universidade Federal Rural […]
A deputada estadual Priscila Krause (DEM) comemorou por meio de suas redes sociais, nesta terça-feira (27), a aprovação, na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal, do projeto de lei que cria a Universidade Federal do Agreste (UFAPE), em Garanhuns, a partir da estrutura já existente no campus local da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).
Os termos da criação da nova instituição de educação superior, incluindo os respectivos cargos e funções, foram sugeridos pelo Ministério da Educação, comandado pelo ministro pernambucano Mendonça Filho, e incluídos no substitutivo apresentado na Comissão pelo senador Armando Monteiro Neto (PTB).
A deputada estadual participa há meses de mobilizações em torno do tema, decisivo para o desenvolvimento do Agreste Meridional. Ela, que se reuniu com o diretor da Unidade Acadêmica de Garanhuns (UAG), Airon Melo, para tratar do assunto, parabenizou o ministro Mendonça Filho e o senador Armando Monteiro pelo passo decisivo, também lembrando dos trabalhos já prestados em torno dessa pauta pelo ex-deputado federal Carlos Batata.
“A vitória de hoje é um passo a mais para concretizarmos o merecido sonho de Garanhuns ser a sede de uma universidade federal, passo decisivo para o desenvolvimento da região. Tenho certeza que assim que o Congresso deliberar sobre o assunto e o presidente sancionar, daremos os passos para viabilizar a infraestrutura da Universidade”, registrou a parlamentar. A previsão de custo para instalação da unidade é de R$ 121 milhões e a escolha de Garanhuns se deu pela infraestrutura já existente, o corpo docente à disposição da Rural e a relevância socioeconômica e cultural do município.
O projeto aprovado na Comissão de Educação (projeto de lei da Câmara nº 6, de 2018) tratava-se inicialmente da criação da Universidade Federal do Delta do Paranaíba, no Piauí. Com o substitutivo apresentado pela relatoria, foi incluída a implantação da UFAPE.
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