Grande volume d’água deve chegar a barragem de Brotas em Afogados.
Vídeo mostra água quase invadindo ponte na Cidade das Tradições.
Por André Luis
A chuva que caiu na região na madrugada deste domingo (22), foi o suficiente para fazer o rio Pajeú pegar uma grande quantidade de água. Relatos de leitores do blog dão conta de que todos os riachos e açudes acima da barragem de Brotas estão transbordando.
Em Tabira segundo o Instituto Agronômico de Pernambuco – IPA, a chuva foi de 70mm. A ponte próxima ao Hospital Municipal Dr. Luiz José da Silva Neto, está com grande volume de água, que estava quase invadindo a via. Veja o vídeo acima.
Acredita-se que ainda neste domingo, o volume de água na barragem de Brotas aumente consideravelmente fazendo com que o manancial verta com mais força e velocidade, o que preocupa moradores ribeirinhos na calha hídrica urbana.
Ainda segundo o IPA, Carnaíba choveu, 33mm. Segundo informações em Afogados da Ingazeira a chuva foi de 14mm.
Trovão – Uma sequencia de trovões longos e barulhentos, fez muita gente acordar assustada na madrugada deste domingo. Os fenômenos aconteceram por volta das 5h da madrugada. Houve registro de falta de energia em vários pontos de Afogados da Ingazeira – acredita-se que causado por algum raio que deve ter caído nas proximidades.
Time do sertão pernambucano ficou duas vezes na frente, cedeu o empate por 2 a 2, mas foi guerreiro nos pênaltis vencendo por 7 a 6 Superesportes Há jogos que antes mesmo da bola rolar já são históricos. Esse era o caso desse Afogados x Atlético-MG, no estádio Vianão, pela segunda fase da […]
Time do sertão pernambucano ficou duas vezes na frente, cedeu o empate por 2 a 2, mas foi guerreiro nos pênaltis vencendo por 7 a 6
Superesportes
Há jogos que antes mesmo da bola rolar já são históricos. Esse era o caso desse Afogados x Atlético-MG, no estádio Vianão, pela segunda fase da Copa do Brasil, valendo uma cota de R$ 1,5 milhões. Porém, as circunstâncias também ajudam a transformar esses jogos em eternos.
E esse também foi o caso desse Afogados x Atlético-MG. Diante de um dos gigantes do futebol brasileiro, a Coruja do Sertão também foi gigante e orgulhou não só a sua torcida, mas como também todo o futebol pernambucano.
Mesmo com um jogador a menos durante boa parte do segundo tempo (o zagueiro Márcio foi expulso aos 22 minutos), o Afogados esteve por duas vezes a frente do placar, foi guerreiro, mas acabou cedendo o empate por 2 a 2 no tempo normal. Nos pênaltis, voltou a mostrar a garra sertaneja. A garra nordestina.
Mesmo após perder as duas primeiras cobranças, o time foi buscar, o goleiro Wallef defendeu duas vezes e no fim o zagueiro Heverton Luiz converteu o pênalti mais importante da história do futebol do interior. Vitória por 7 a 6. Afogados classificado. Com R$ 1,5 milhões na conta.E com uma história linda para contar. Para se orgulhar. Para sempre.
O jogo
O Afogados adotou uma postura digna da partida mais importante da curta história do clube. Respeitando o Atlético-MG, mas sem se acovardar. Com três volantes, a estratégia adotada pelo técnico Pedro Manta era o de tentar bloquear ao máximo os ataques do adversário, mas sempre que tivesse a posse de bola, adotar uma postura vertical, de buscar o ataque e finalizar sempre que possível. E foi isso que a Coruja fez no primeiro tempo.
Dessa forma, os donos da casa chegaram a incomodar o Atlético-MG, principalmente nos 20 minutos iniciais. O problema era que, muitas vezes, a rapidez em tentar concluir as jogadas era confundida com afobação e isso facilitou o trabalho defensivo do Galo. Sem falar, claro, nas limitações técnicas da equipe sertaneja.
Um lance que exemplifica esse contexto ocorreu aos 14 minutos, quando o atacante Diego Ceará encontrou campo livre para avançar, entrar na área, mas finalizar mal, para fora, desperdiçando a melhor oportunidade do primeiro tempo.
Já o Atlético-MG, com três zagueiros (Maidana, Igor Rabelo e Gabriel) se mostrou lento na transição ofensiva e com pouca criatividade. Assim, mesmo com maior qualidade e mais posse de bola, a equipe mineira ameaçou basicamente em chutes de fora da área, com pouca penetração na área do Afogados.
Segundo tempo elétrico
No retorno para a etapa final, as duas equipes voltaram sem alterações. E o Atlético-MG, finalmente, conseguiu impor a sua superioridade técnica nos minutos iniciais, com uma marcação mais adiantada e explorando principalmente o lado esquerdo de ataque, com o venezuelano Otero.
Já o Afogados, mais retraído, passou a investir mais em contra-ataque e lances esporádicos. Como em uma cobrança de falta levantada na área, com Diego Ceará cabeceando para fora uma boa chance, aos nove minutos. E em um lance individual, a Coruja fez explodir de alegria o Vianão.
Aos 16 minutos, o meia Candinho, limpou o zagueiro Iago Maidana e mandou um belo chute de fora da área, sem defesa para o goleiro Michael, abrindo o placar. Logo após o gol do Afogados, o técnico Dudamel tirou um dos zagueiros (Maidana) para pôr em campo o meia Savarino.
A alegria sertaneja, no entanto, durou pouco. Aos 20 minutos, após confusão na área, a zaga do Afogados não conseguiu cortar e Gabriel empatou a partida. Logo em seguida, o zagueiro Márcio foi expulso por falta violenta deixando os donos da casa com um jogador a menos. Aos 24, o técnico Pedro Manta sacou Candinho, cansado, para a entrada do volante William Gaúcho.
Com o Afogados com um jogador a menos, sem seu principal articulador e o Atlético-MG com uma postura mais ofensiva, o cenário desenhava os minutos finais de pressão do Galo. Mas não foi exatamente o que aconteceu. Graças a uma nova grande jogada individual da Coruja. Aos 27 minutos, o atacante Philip ganhou a jogada de Guilherme Arana, avançou, entrou na área e chutou cruzado para fazer um golaço. Porém, ainda havia muito tempo a ser jogado.
Novamente atrás do marcador, Dudamel colocou em campo o experiente atacante Ricardo Oliveira. E no seu primeiro toque na bola, o artilheiro empatou mais uma vez para o Atlético-MG, se antecipando ao zagueiro Heverton Luís. A decisão seria nos pênaltis.
Pênaltis
Nos pênaltis, brilhou a estrela do goleiro Wallef que defendeu as c
Ficha do jogo
Afogados 1 (7)
Wallef; Jáder (Rodrigo), Márcio, Heverton Luís e Thalyson; Douglas Bomba, Eduardo Erê, Diego Telles e Candinho (William Gaúcho); Phillip e Diego Ceará. Técnico: Pedro Manta.
Atlético-MG 1 (6)
Michael; Maidana (Savarino), Igor Rabelo e Gabriel; Guga, Jair (Ricardo Oliveira), Allan, Otero e Guilherme Arana; Hyoran e Franco di Santo (Natan). Técnico: Rafael Dudamel.
Local: Estádio Vianão, em Afogados da Ingazeira.
Árbitro: Árbitro: Sávio Pereira Sampaio (DF)
Assistentes: José Reinaldo Nascimento Júnior e Lehi Sousa Silva (ambos do DF)
Gols: Candinho, aos 16 min; Gabriel, aos 20 e Philip, aos 27 min; Ricardo Oliveira, aos 33 min do 2º
Cartões amarelos: Márcio, William Gaúcho, Rodrigo (AF), Gabriel, Alan (A)
Expulsão: Márcio (AF) e Hyoran (AT)
Nos pênaltis: Otero, Ricardo Oliveira, Savarino, Guga, Guilherme Arana, Igor Rabelo (converteram para o Atlético-MG), Allan, Natan. Gabriel (perderam); Thalyson, William Gaúcho, Phillip, Rodrigo, Eduardo Eré, Diego Telles, Heverton Luís (converteram para o Afogados), Diego Ceará, Douglas Bomba, (perderam para o Afogados)
A Secretaria de Saúde de Arcoverde reuniu nos últimos dias 12 e 13 de janeiro a equipe de coordenadores para realizar o balanço das ações de 2015 e planejamento para 2016. Com a criação do Caderno de Metas, o programa de monitoramento mensal foi implantado, em 2015, o que auxiliou na identificação dos acertos e falhas […]
A Secretaria de Saúde de Arcoverde reuniu nos últimos dias 12 e 13 de janeiro a equipe de coordenadores para realizar o balanço das ações de 2015 e planejamento para 2016.
Com a criação do Caderno de Metas, o programa de monitoramento mensal foi implantado, em 2015, o que auxiliou na identificação dos acertos e falhas e, consequentemente, na intervenção imediata.
Por meio desse sistema, a Saúde comemora a melhoria nos índices em várias áreas. A realização de exames de mamografias teve um crescimento expressivo. Em 2013, foram feitos 1217 e, em 2015, foram 3663. No Centro de Fisioterapia, aumentou em mais de dois mil atendimentos, fechando o ano com a realização de 29 mil consultas.
O Centro de Especialidades Odontológicas- CEO dobrou os atendimentos e o Centro do Idoso triplicou, saiu de quatro mil, em 2014, para 12 mil atendimentos em 2105.
“Os desafios dessa pasta ainda são muitos, mas o que podemos ver é que a saúde de Arcoverde deu um salto em 2015 e com o planejamento poderemos melhorar ainda mais em 2016”, avaliou a prefeita. Madalena Britto, que esteve presente na reunião e agradeceu o empenho de cada um dos coordenadores, que ajudou a alavancar os indicadores.
De acordo com a secretária de Saúde, Andréia Britto, precisa ser destacado ainda o trabalho dos profissionais de saúde que estão em contato direto com os pacientes. “Depois do acompanhamento mês a mês, o resultado é muito positivo. O que prova também que não somos apenas um grupo de trabalho, somos uma equipe responsável e comprometida com o objetivo maior de proporcionar ainda mais saúde a população de Arcoverde.”, pontuou Andréia.
No próximo dia 20 de janeiro, a Secretaria de Saúde realiza outra reunião, dessa vez, com todos os profissionais da Atenção Básica. “Precisamos enfatizar que a nossa missão maior é cuidar das pessoas”, finalizou a prefeita.
Corporativismo mata Mesmo com a ineficácia de medicamentos usados no chamado ‘tratamento precoce’ contra a Covid-19, o Conselho Federal de Medicina não vai rever o aval dado aos médicos para a utilização dos fármacos. O parecer de abril do ano passado dá autonomia aos médicos brasileiros para prescreverem os remédios. Os ‘kits covids incluem cloroquina, […]
Mesmo com a ineficácia de medicamentos usados no chamado ‘tratamento precoce’ contra a Covid-19, o Conselho Federal de Medicina não vai rever o aval dado aos médicos para a utilização dos fármacos.
O parecer de abril do ano passado dá autonomia aos médicos brasileiros para prescreverem os remédios. Os ‘kits covids incluem cloroquina, azitromicina e ivermectina.
O uso desse tipo de tratamento foi desaconselhado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Para variar, o corporativismo do CRM e dos conselhos estaduais só pioram o cenário de uma pandemia descontrolada e ajudam a matar.
Essa semana, cinco pacientes morreram, incluindo um bebê prematuro, depois que a médica Michelle Chechter ministrar nebulização de cloroquina na maternidade Instituto da Mulher Dona Lindu, de Manaus. E não vai acontecer nada com a profissional, muito menos com os outros que pregam ou usam o tratamento. No máximo perder um dos vínculos, nada que atrapalhe seu padrão de vida. Vivêssemos em um país que tratasse a questão com seriedade, já teriam perdido seus registros e estariam impedidos de clinicar. Em casos tão graves, deveriam responder criminalmente.
Lá no ano passado, o periódico científico The Lancet publicou divulgou estudo que acompanhou 100 mil pacientes em todo o mundo e que apontou não apenas a ineficácia da cloroquina para combater a Covid-19, mas também o risco de ataque cardíaco nos pacientes, com aumento da mortalidade. A Organização Mundial de Saúde decidiu suspender os testes com o remédio e não mais o recomenda.
Mas no Brasil a guerra política e ideológica nos coloca até entre os que defendem (que seriam de direita) e o questionam (esquerda). Salvar vidas não deveria ter rótulo ideológico. Mas Bolsonaro já disse que “quem é de direita usa cloroquina e quem é de esquerda, tubaína”. Viramos chacota na boca do primeiro-ministro francês, Jean Castex, ao anunciar que o governo iria suspender os voos entre os dois países pelo uso do medicamento. É só mais um componente que nos coloca na liderança do número de mortes no mundo atualmente.
E o barco da ignorância segue matando. Enquanto os bons médicos, aparentemente a maioria, estão no limite da exaustão salvando vidas, o protecionismo dos conselhos deixam os menos preparados e afetados pela ideologia recorrendo a tratamentos não recomendados pela ciência como no caso de Manaus. E vão usar o lava mãos do CFM para continuar assim.
Certa vez, um médico do Sertão foi acusado de reiteradas vezes prescrever medicamentos para seus pacientes com uma grafia tão ruim que a Rádio Pajeú resolveu denunciá-lo ao CRM. Tudo provado, documentado, atestado. Pacientes atendidos por ele chegaram a tomar a medicação errada porque o farmacêutico confundiu, tão ruim era a letra. O Conselho criou caminhos para, ao contrário do que a ética indicava, não puní-lo.
Primeiro, afirmando que a denúncia não deveria partir do veículo de comunicação e sim de pessoa física. Pois o jornalista que escreve esta Coluna fez pessoalmente a denúncia, com áudios de pessoas lesadas, prints e registros das receitas. Depois de dois anos, saiu a resposta. O CRM não determinou, apenas recomendou a melhoria da grafia. E arquivou a denúncia.
Por fim, aos médicos que buscam salvar vidas alinhados à ciência, nosso muito obrigado. Assim como tudo hoje em questão, a história saberá reconhecer e julgar.
No bolso de quem
O vice-prefeito de São José do Egito, Eclérinston Ramos, reclamou da relação de gastos entre a suaccidade e Afogados da Ingazeira. “Se um paciente tiver Covid em Afogados, vai pro Hospital Regional. Aqui, os custos são assumidos pela prefeitura”. Ele diz que o município discute maior suporte do estado.
Sem EPIs
Um leitor da Coluna denuncia que a usina de asfalto de Tabira depois de três meses parada, finalmente começou a tapar buracos em frente ao hospital. Mas flagrou equipes de short, sandálias, roupas inadequadas, sem luvas ou EPI. Uma vergonha.
Não adianta
O Deputado Sebastião Oliveira disse que não adianta querer peitar a imprensa, diante do fato de que sua absolvição na PF e TCU no caso da BR 101 não teve o mesmo destaque do início das investigações nos grandes veículos. “É uma luta inglória”, disse.
Amigos para sempre
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, disse que o episódio do “entra não entra” na adoção de medidas mais duras com Márcia Conrado, de Serra Talhada, foi superado. “Temos temas importantes a tratar pela região “. Disse já ter dialogado com a gestora depois do imbróglio. Melhor assim.
E agora?
A se levar em conta os primeiros dados, as medidas restritivas por cinco dias nos treze municípios de Pajeú e Moxotó reduziram o número de casos de Covid-19. Os dados mais detalhados devem ser divulgados esta semana. Vai ter político principalmente entre quem não aderiu torcendo o nariz pra comentar.
Próximas furadas
Dos prefeitos ainda não vacinados no Pajeú, devem levar a primeira agulhada por ordem Sávio Torres (64 anos), Djalma da Padaria (61 anos), Luciano Bonfim (58 anos) Zeinha Torres, Irlando Parabólicas e Marconi Santana (54 anos), Adelmo Moura e Delson Lustosa (53 anos). Joelson (50 anos), Sandrinho Palmeira (42 anos) e Márcia Conrado (35 anos) estão no rabo da gata.
Memória
O ex-prefeito Luciano Duque fez uma homenagem ao pai de Márcia Conrado, Isivaldo Conrado, na sua rede social. Lembrou que ainda como vice conversava com o então vereador sobre política. “Pude ver esse mesmo retrato sob seu olhar orgulhoso”, mostrando foto da gestora ainda mais jovem. Isivaldo foi covardemente assassinado em 09 de maio de 2011, há quase dez anos. A mãe de Márcia e viúva de Isivaldo, Alice Conrado, é vereadora.
Frase da semana: “é uma batalha política, mas também pessoal, para limpar o nome da minha família”.
Do ex-presidente Lula em encontro após o STF decidir por anular suas condenações na Lava Jato. Para uns, sincero, para outros, ator vitimizado.
O Seminário Cariri Cangaço, nascido de um grupo de estudiosos e pesquisadores, evento que já percorreu várias cidades do Nordeste por onde o movimento foi registrado chegará a Nazaré do Pico, município de Floresta, em meio às comemorações dos seus 100 anos. A programação começa nesta quinta (11), em Floresta, a partir das 19h, quando […]
O Seminário Cariri Cangaço, nascido de um grupo de estudiosos e pesquisadores, evento que já percorreu várias cidades do Nordeste por onde o movimento foi registrado chegará a Nazaré do Pico, município de Floresta, em meio às comemorações dos seus 100 anos.
A programação começa nesta quinta (11), em Floresta, a partir das 19h, quando haverá a solenidade de abertura, na Praça do Batalhão, centro histórico de Floresta.Haverá apresentação do projeto por Geraldo Ferraz e Juliana Pereira, saudação do prefeito Ricardo Ferraz, entrega de diploma ao município, títulos “Amigo do Cariri Cangaço”, posse de novos conselheiros e debate sobre A Importância e o Legado do Batalhão, referência ao grupo de mais de 100 filhos de Nazaré e arredores que se se dedicaram a perseguir Lampião.
Na sexta pela manhã, saída para Fazenda Favela com visita guiada e conferência “O Fogo da Favela”, com Marcos de Carmelita e Cristiano Ferraz. A tarde, lançamento dos cordéis Cariri Cangaço e visita ao patrimônio hstórtico de Floresta.
À noite, na Câmara Municipal de Floresta, Sessão Solene de Concessão do Título de Cidadão a Manoel Severo Gurgel Barbosa. Serão lançados “Lampião em 1926″, de Luiz Ruben Bonfim, “Dos Mitologemas na Imortalidade do Passado Lampiônico”, de Verluce Ferraz e “Lampião na Historiografia de Sergipe”, de Archimedes Marques. O debate terá como tema “Missa do Vaqueiro: Uma História de Fé, Amor e Tradição”, com Helena Câncio, Presidente da Fundação Padre João Câncio.
No sábado, 8h30, saída para Nazaré do Pico, onde haverá dentre as atividades visita a propriedade Poço do Negro, local da segunda morada de Virgulino Ferreira. Na Rodada de conversa, Pedro Ferreira, Manoel Isidoro e pesquisadores debatem a passagem do grupo de Lampião pelo local.
Haverá ainda homenagens póstumas aos Nazarenos Mortos por Lampião, Hildebrando Nogueira, o Netinho Flor e Tadeu Menezes, policial militar.
A tarde, Roteiro no Rastro da História Nazarena, com visita às Residências dos Nazarenos e Monumentos da Vila. Haverá encontro na Igreja e Cortejo ao Cemitério Local, além de homenagem do Cariri Cangaço aos Nazarenos mortos e Sepultados no Campo de Batalha. Ao final, uma homenagem do Cariri Cangaço à família de João Gomes de Lira, um dos combatentes que lutou contra o grupo de Lampião e escreveu um livro sobre a história, “Lampião: Memórias de um Soldado de Volante”.
O Pleno do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou o recurso do ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Totonho Valadares, sobre diárias pagas a ex-secretários durante sua gestão em 2011. O Pleno manteve as irregularidades e não aceitou o recurso impetrado pelo ex-prefeito. A Segunda Câmara do Tribunal já havia julgado irregular em agosto a […]
O Pleno do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) julgou o recurso do ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Totonho Valadares, sobre diárias pagas a ex-secretários durante sua gestão em 2011. O Pleno manteve as irregularidades e não aceitou o recurso impetrado pelo ex-prefeito.
A Segunda Câmara do Tribunal já havia julgado irregular em agosto a concessão de diárias para secretarias na gestão do ex-prefeito.
Na pauta, o pagamento a secretários como Daniel e Paulo Valadares (filho e irmão de Totonho), mais Gilvan Menelau e Carlos Rabelo. A relatora havia sido a Conselheira Tereza Duere. Os valores de diárias pagas chegava a R$ 100 mil. A oposição chegou a explorar o episódio.
À época, Totonho argumentou que sua defesa havia derrubado a interpretação de irregularidade nas diárias de Daniel e Paulo. Também que esse exercício teve as contas julgadas regulares pelo TCE. Mas o conjunto de conselheiros manteve a decisão pela rejeição do pagamento de diárias.
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