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Célia Galindo chama manifestantes de “maloqueiros” e gera críticas de Luciano Pacheco

Por Nill Júnior

 

O ex-vereador Luciano Pacheco, maior desafeto local da vereadora Célia Galindo, presidente da Câmara de Vereadores de Arcoverde, repudiou a fala da legisladora ao radialista Dárcio Rabelo, em que classifica os manifestantes que questionaram sua atuação no caso Israel Rubis de “maloqueiros”.

Ele promete uma manifestação virtual para hoje às 20h. “Vamos dar a resposta a essa senhora durante a transmissão da sessão da câmara, deixando sua mensagem lá de repúdio”,diz em rede social.

Foi em outubro do ano passado. A vereadora Célia Galindo  foi alvo de protestos pela  saída  do delegado Israel Rubis, que será transferido para Vitória de Santo Antão. Os manifestantes lotaram a sessão da Câmara e variavam cada vereador que tentava defender a versão da SDS para a saída do delegado. O maior alvo, a presidente da Câmara, Célia Galindo, suspendeu a sessão alegando que não havia ordem no plenário.

Vereadores  saíram escoltados por policiais. Célia tentou sair quando os manifestantes fossem embora. Em vão. Mais de uma hora depois ainda foi hostilizada na saída da casa.

Célia Galindo  foi apontada como principal responsável por pedir a cabeça do Delegado. Ele coordenou a Operação ‘Herodes’, que prendeu o filho mais velho da vereadora por supostamente integrar uma quadrilha especializada na prática de homicídios na região. O delegado também estaria de olho em supostas irregularidades na Câmara Municipal.

Israel Rubis assumiu a 6ª Delegacia de Polícia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denarc). Com a repercussão, ganhou o direito de ser candidato à prefeitura do município.

Outras Notícias

Lançamento de livro em Tuparetama é cancelado devido a previsão de chuvas

O lançamento do livro ‘Meu Primeiro Jardim de Poesias’, de Pedro Torres Filho, marcado para este domingo (7), na cidade de Tuparetama, foi cancelado devido à previsão de chuvas.  O lançamento estava previsto para acontecer às 17 horas, no recém inaugurado Beco das Artes e contaria com a presença confirmada de renomados artistas, como Maciel […]

O lançamento do livro ‘Meu Primeiro Jardim de Poesias’, de Pedro Torres Filho, marcado para este domingo (7), na cidade de Tuparetama, foi cancelado devido à previsão de chuvas. 

O lançamento estava previsto para acontecer às 17 horas, no recém inaugurado Beco das Artes e contaria com a presença confirmada de renomados artistas, como Maciel Melo, Dedé Monteiro e Ésio Rafael.

Segundo a organização do evento, em breve, será divulgada uma nova data para o lançamento do livro.

Jarbas condena a estratégia do “toma lá, dá cá” de Dilma

Do Blog da Folha A movimentação da presidente Dilma Rousseff, que negocia mudanças na configuração do seu ministério para contemplar o PDMB, em troca da governabilidade, é avaliada pelo deputado federal Jarbas Vasconcelos como um sinal de desespero na busca de saídas para o seu Governo. “Quem está desesperada feito ela está, comete desatinos. E […]

Para Jarbas, a presidente Dilma está cometendo desatinos
Para Jarbas, a presidente Dilma está cometendo desatinos

Do Blog da Folha

A movimentação da presidente Dilma Rousseff, que negocia mudanças na configuração do seu ministério para contemplar o PDMB, em troca da governabilidade, é avaliada pelo deputado federal Jarbas Vasconcelos como um sinal de desespero na busca de saídas para o seu Governo.

“Quem está desesperada feito ela está, comete desatinos. E um desses desatinos é oferecer esses espaços ao PMDB em troca de apoio”, explicou o parlamentar, que condena a prática do “toma lá, dá cá”.

Esse tipo de estratégia, afirma Jarbas, já foi utilizada sem sucesso no passado pelo então presidente Fernando Collor de Mello, que promoveu uma reforma ministerial às pressas, dando mais espaço na época ao então PFL (hoje DEM), na tentativa de cooptar deputados e ganhar respaldo no Congresso e escapar do impeachment.

“E vale lembrar que a reprovação do governo de Dilma hoje é maior do que a de Collor quando ele fez esse mesmo movimento de cooptação de deputados”, afirmou.

Defensor da saída da presidente, Jarbas reconhece que com o PMDB dividido, as discussões e o andamento do processo de afastamento fica complicado.

“Defendo a saída dela pela renúncia porque entendo que o impeachment é um processo traumático. Mas, se esse processo acontecer, ele precisa ser conduzido com cautela, cuidado e bem ordenado. Sem nenhum passo em falso. E o PMDB dividido de fato atrapalha o andamento do impeachment”, diz.

A Cobra Vai Subir mantém desfile e anuncia detalhes

Os coordenadores do bloco “A Cobra Vai Subir” divulgaram nesta terça-feira (12), o Abadá 2019 que irá para Avenida na terça-feira de Carnaval em Afogados da Ingazeira. O bloco chegou a informar que não iria para as ruas este ano depois que a prefeitura do município informou que não disponibilizaria mais o trio elétrico. Mas, […]

Os coordenadores do bloco “A Cobra Vai Subir” divulgaram nesta terça-feira (12), o Abadá 2019 que irá para Avenida na terça-feira de Carnaval em Afogados da Ingazeira.

O bloco chegou a informar que não iria para as ruas este ano depois que a prefeitura do município informou que não disponibilizaria mais o trio elétrico. Mas, informou Anchieta Mascena ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, houve um a mobilização de tricolores que defenderam a manutenção.

“Procuramos e fomos procurados por nomes como Alexandre Morais, idealizador do nome e fundador, Wagner Nascimento, Ênio Amorim e outros. Decidimos que vamos tocar o bloco, esse ano com essa dificuldade e ano que vem com mais planejamento prévio”.  O bloco tem onze anos e é considerado o maior bloco de torcida do interior.

O abadá, inspirado em ideia do próprio Alexandre, lembrando uma colmeia com as cores do clube,  será vendido a partir da próxima sexta-feira (15), ao valor de R$ 25, no Ateliê de Edgley Brito e no Bar e Restaurante O Pilão, ao lado da agência do Banco do Brasil.

Camisa foi inspirada em colmeia, idealizada por Alexandre Morais

O formato tem algumas alterações pela ausência de trio. A concentração será a partir das 13h no Bar do Bode Assado, popularmente conhecido como o Bar de Diná e descerá pela Avenida Artur Padilha ao som da Banda de Frevo.

Da Avenida Rio Branco, segue para o palco na Travessa José Bezerra, próximo ao cruzamento de Antonio Vidal com a Senador Paulo Guerra, perto da sede do Motoclube Dragões de Aço.

Haverá show com a  Banda Vizzu. “Mantivemos a mesma atração de anos atrás. É um evento com crianças, famílias. Não costumamos permitir músicas de baixo nível ou duplo sentido. A banda tem um repertório que se encaixa nisso”, diz Anchieta Mascena.

Preso em Custódia mais um envolvido na morte de agricultor em Afogados

Na manhã de hoje (28), policiais civis da 167, coordenados pelo delegado Ubiratan Rocha cumpriram  Mandado de Prisão em desfavor de elemento com iniciais PHS, por homicídio qualificado contra José Góes de Santana,  conhecido por Zezito Amaral. Ele foi assassinado no dia 02 de maio com requintes de crueldade, em sua residência, na zona rural de […]

Na manhã de hoje (28), policiais civis da 167, coordenados pelo delegado Ubiratan Rocha cumpriram  Mandado de Prisão em desfavor de elemento com iniciais PHS, por homicídio qualificado contra José Góes de Santana,  conhecido por Zezito Amaral.

Ele foi assassinado no dia 02 de maio com requintes de crueldade, em sua residência, na zona rural de Afogados da Ingazeira.

Iniciadas as investigações de imediato, diligências foram concretizadas e em quatro dias foi dado um norte investigativo às operações.

Após prender dois indivíduos, este é o terceiro, o qual atuou como particípe da empreitada. Ele residia em Custódia,  no Moxotó.

O mandado foi deferido pela Vara Criminal de Afogados da Ingazeira/PE, após descrição das investigações relacionadas ao homicídio e representação desta autoridade policial.

Participaram da ação os policiais Paulo Maychrovicz , Inário Rafael , Isabela Guedes, Antônio Gleydson (Toninho), Marcos Capoeira, Franklyn Gonçalves Diego e  Lisarb Silva.

A pedido de Humberto, Senado comemora 200 anos da Revolução Pernambucana

Duzentos anos depois da única revolta vitoriosa ocorrida contra determinações impostas pela Corte Portuguesa ao povo brasileiro no período colonial, o Senado fez, nesta segunda-feira (8), homenagem à Revolução Pernambucana de 1817, também conhecida como Revolução dos Padres. A sessão solene, que contou com o apoio do presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e com […]

Duzentos anos depois da única revolta vitoriosa ocorrida contra determinações impostas pela Corte Portuguesa ao povo brasileiro no período colonial, o Senado fez, nesta segunda-feira (8), homenagem à Revolução Pernambucana de 1817, também conhecida como Revolução dos Padres.

A sessão solene, que contou com o apoio do presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e com a participação de parlamentares pernambucanos como o senador Cristovam Buarque (PPS-DF) e a deputada federal Creuza Pereira (PSB), escritores, jornalistas e historiadores, foi proposta pelo líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE).

O ato, realizado no plenário do Senado por mais de 2h30min, foi aberto com a execução do hino nacional e de Pernambuco. Inicialmente, Humberto ressaltou a importância do debate na sociedade sobre atos históricos grandiosos e declarou que a herança de 1817 legou ao Estado o seu atual espírito insurgente, democrático e de combate às injustiças.

“É uma oportunidade de grande significado para tomarmos lições do passado, entendermos melhor o nosso presente e termos mais base para projetar com altivez o nosso futuro. Estamos falando de um feito grandioso que marcou para sempre Pernambuco e o Brasil”, afirmou.

Segundo o parlamentar, o movimento foi feito sob ideais iluministas e libertários, sendo liderado por maçons, senhores de engenho, militares, artesãos, juízes e, sobretudo, pelo povo. Ficou conhecido também pela Revolução dos Padres pelo forte apoio dado pelo Seminário de Olinda.

Ele fez questão de registrar que, desde sempre, partiu de Pernambuco movimentos históricos e reações firmes a todo o tipo de tirania e de malfeito: das revoluções coloniais até vários outros períodos históricos marcados por perseguição, tortura e assassinatos por conta da luta travada pelo que é certo e pelo que é direito. A ditadura (1964-1985) foi um exemplo citado.

“Longe de ser um simples movimento nativista, a Revolução Pernambucana foi um ato histórico da maior relevância. Afrontou a Coroa Portuguesa e, por um período, derrotou-a. Historiadores estão aí para analisar a questão, mas foi um movimento que, pelos seus motivos, ajudaria a desaguar na Independência do Brasil, que viria a chegar cinco anos mais tarde, em setembro em 1822”, ressaltou.

O senador lembrou que a revolução pernambucana foi a única revolta anticolonial que logrou êxito no Brasil, a única que venceu, mesmo que temporariamente e por apenas 75 dias, “quando a força desproporcional da Coroa suplantou o movimento”.

“Nesse curto tempo de Governo Provisório, foram reduzidos os impostos, foram postos em liberdade presos políticos, foram valorizados os soldados da Capitania, ações que renderam forte empatia popular. É a Revolução de 1817 um marco não só para a História do nosso Estado, mas para o sentimento de valorização que constitui uma verdadeira marca do seu povo”, disse.

O líder da Oposição observou, ainda, que a revolução foi liderada pelos comerciantes Domingos José Martins e Antônio Gonçalves da Cruz, o Cruz Cabugá, pelos padres Roma e João Ribeiro, além da lendária figura de Frei Caneca.

“É importante destacar que foi a única revolução emancipacionista que saiu da conspiração para a vitória, sendo vista com simpatia e respeito por governos estrangeiros”, disse.