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CCJ aprova recondução de Aras e indicação segue para o Plenário

Por André Luis

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou, nesta terça-feira (24), a recondução de Augusto Aras ao cargo de procurador-geral da República.

Foram 21 votos a favor e 6 contrários. Para confirmar um segundo mandato de dois anos no posto, ele passará agora pela avaliação do Plenário, onde precisará do apoio de pelo menos 41 senadores, ou seja, a maioria absoluta. As informações são da Agência Senado.

Durante a reunião, os senadores demonstraram especial interesse em temas como a postura do Ministério Público em relação ao governo Bolsonaro, a estabilidade política e a proteção à democracia, os desdobramentos da CPI da Pandemia e o inquérito sobre as fake news em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF). A sabatina, conduzida pelo presidente da CCJ, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), se estendeu por seis horas. 

Augusto Aras negou ter se alinhado a Jair Bolsonaro e procurou responder às acusações de quem tem sido omisso ao não adotar providências contra o presidente. Logo no início da reunião, ao responder as primeiras perguntas do relator, senador Eduardo Braga (MD-AM), Aras alegou que tomou uma série de decisões que não foram necessariamente conforme a vontade do governo, mas de acordo com a Constituição. 

O procurador-geral disse que se manifestou a favor da obrigatoriedade das vacinas, pela constitucionalidade do inquérito das fake news, pela instauração de investigação dos atos antidemocráticos e pela permanência de diplomatas venezuelanos no Brasil. 

— Fui contra a privatização total dos serviços postais e a favor da inconstitucionalidade da jornada de 12 horas por 36 mediante acordo. Este PGR discordou em 30% dos pedidos de liminares oriundos do governo federal e em 80% das suas manifestações em matéria de covid e teve 80% de suas manifestações acolhidas pelo Supremo Tribunal Federal — acrescentou. 

Outras Notícias

Serra Talhada adere ao uso de termômetros infravermelhos

Reforçando as medidas adotadas para evitar o avanço do novo coronavírus no município, a Prefeitura de Serra Talhada, através da Secretaria de Saúde,  iniciou o uso de termômetros digitais infravermelhos para medição da temperatura corporal das pessoas, facilitando a identificação de sintomas suspeitos da COVID-19.  A ação de medição da temperatura corporal está sendo realizada nas […]

Reforçando as medidas adotadas para evitar o avanço do novo coronavírus no município, a Prefeitura de Serra Talhada, através da Secretaria de Saúde,  iniciou o uso de termômetros digitais infravermelhos para medição da temperatura corporal das pessoas, facilitando a identificação de sintomas suspeitos da COVID-19. 

A ação de medição da temperatura corporal está sendo realizada nas cinco barreiras sanitárias implantadas nos principais pontos de acesso à cidade, nas unidades de saúde que acompanham casos suspeitos, no monitoramento de passageiros que chegam ao Terminal Rodoviário e durante as visitas da Vigilância Sanitária às pessoas recém-chegadas de outros municípios.

“Nós implantamos diversas medidas para prevenir o avanço do vírus dentro do nosso município, e entre essas medidas está a aquisição de termômetros digitais infravermelhos que já estão sendo usados nas barreiras sanitárias, nas unidades de saúde e pela equipe da Vigilância Sanitária, que faz a fiscalização de passageiros na rodoviária e visita às pessoas que se encontram em monitoramento”, explicou a secretária-executiva de Saúde, Alexsandra Novaes. 

Somente nesta terça-feira (28/04), as barreiras sanitárias abordaram 1.643 pessoas em 743 veículos, identificando 07 pessoas sintomáticas. O município permanece com 08 casos confirmados de coronavírus, 09 casos em investigação, 27 descartados e 01 caso recuperado

 

Vice-prefeito de Serra Talhada tem WhatsApp hackeado

Por André Luis O vice-prefeito de Serra Talhada, Márcio Oliveira, usou as suas redes sociais para informar que o seu WhatsApp foi hackeado. Em agosto de 2021, Márcio foi surpreendido pelo surgimento de mensagens enviadas para algumas lojas do Centro da cidade, e até para alguns amigos, onde seu nome foi utilizado para fazer compras. […]

Por André Luis

O vice-prefeito de Serra Talhada, Márcio Oliveira, usou as suas redes sociais para informar que o seu WhatsApp foi hackeado.

Em agosto de 2021, Márcio foi surpreendido pelo surgimento de mensagens enviadas para algumas lojas do Centro da cidade, e até para alguns amigos, onde seu nome foi utilizado para fazer compras.

Em um dos golpes, os bandidos chegaram a lucrar cerca de R$ 2 mil. Numa das operações, a bandidagem chegou a enviar mensagens para a loja, via WhatSapp, perguntando o valor de um determinado produto, fazendo a compra online, informando que depois o dinheiro seria repassado via pix. Desta vez é diferente, visto que em agosto o número utilizado não era o do vice-prefeito.

Márcio alerta para que caso alguém entre em contato pedindo transferência ou depósito de valores, que não façam.

Outros políticos da região já passaram por situação semelhante, como o ex-vereador e ex-candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira,  Zé Negão; o presidente da Amupe, José Patriota; o prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira, o prefeito de Belmonte, Romonilson Mariano, o deputado Rogério Leão, e até o Ministério Público teve que alertar sobre golpistas que estavam se passando por promotores de Justiça, pedindo dinheiro através de transferências por PIX.

SEE diz que acidente com ônibus escolar em Serra Talhada foi devido a condições da estrada

Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco (SEE), enviou uma nota ao blog nesta quinta-feira (29), informando que uma equipe técnica da empresa terceirizada responsável pelo veículo que se acidentou na zona rural de Serra Talhada na última segunda-feira (26), junto com agentes da Gerência Regional de Educação (GRE) Sertão do Alto Pajeú, inspecionaram o […]

Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco (SEE), enviou uma nota ao blog nesta quinta-feira (29), informando que uma equipe técnica da empresa terceirizada responsável pelo veículo que se acidentou na zona rural de Serra Talhada na última segunda-feira (26), junto com agentes da Gerência Regional de Educação (GRE) Sertão do Alto Pajeú, inspecionaram o local e constataram que o acidente aconteceu devido às condições da estrada. Leia abaixo a íntegra da nota:

A Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco (SEE) informa que, na manhã desta segunda-feira (26), um ônibus escolar que transportava estudantes da Rede Estadual tombou na zona rural de Serra Talhada, Sertão do estado, deixando seis estudantes levemente feridos. Os alunos foram prontamente encaminhados a unidades de saúde do município e o caso está sendo acompanhado pela pasta.

Uma equipe técnica da empresa terceirizada responsável pelo veículo e agentes da Gerência Regional de Educação (GRE) Sertão do Alto Pajeú inspecionaram o local e constataram que o acidente aconteceu devido às condições da estrada, que se encontra escorregadia por conta das chuvas na região. 

Tanto o veículo quanto o motorista estão devidamente regularizados. A pasta reforça que todos os veículos da frota passam por inspeções periódicas, conforme a normativa técnica do transporte escolar do estado.

Ministro diz que governo vai para ‘embate político’ no Congresso

Do G1 Após reunião da presidente Dilma Rousseff com os ministros que integram a coordenação política nesta segunda-feira (27), o ministro Eliseu Padilha (Aviação Civil) afirmou que o governo vai para o “embate político” nas votações no Congresso Nacional. Padilha foi questionado sobre as chamadas ‘pautas-bomba’ que o governo pode ter de enfrentar no segundo […]

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Do G1

Após reunião da presidente Dilma Rousseff com os ministros que integram a coordenação política nesta segunda-feira (27), o ministro Eliseu Padilha (Aviação Civil) afirmou que o governo vai para o “embate político” nas votações no Congresso Nacional.

Padilha foi questionado sobre as chamadas ‘pautas-bomba’ que o governo pode ter de enfrentar no segundo semestre, que são temas delicados para o Planalto, como o projeto que muda a correção dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), passando de 3% para cerca de 6%. O governo alega que o projeto afetará programas habitacionais, como o Minha Casa Minha Vida, e obras de saneamento básico, financiadas com recursos do fundo.

O governo também vai enfrentar a votação do projeto que reduz as desonerações na folha de pagamento, que é defendido pelo Planalto, mas já teve a análise adiada no plenário da Câmara por falta de acordo. Além disso, há debates polêmicos na pauta do Congresso, como redução da maioridade penal e o financiamento privado de campanha.

“Temos que agir agora para que tenhamos condições, politicamente, de fazer com que a base, que é numericamente muito vantajosa, se posicione de forma majoritária nessas votações. Vamos para o embate político”, afirmou.

Em seguida, Padilha argumentou que algumas “pautas-bomba” podem ter efeitos a serem “consumados por muito tempo”, e não só no mandato da presidente Dilma Rousseff.

“Queremos mostrar que a pauta-bomba não destrói o governo. Ela destrói é a expectativa positiva de todos os brasileiros”, disse.

Padilha concedeu entrevista junto com os ministros Nelson Barbosa (Planejamento) eGilberto Kassab (Cidades), depois da reunião da coordenação política, na qual a presidente se reuniu com 11 ministros, com o vice-presidente, Michel Temer, e com o líder do governo no Congresso, senador José Pimentel (PT-CE).

Segundo Padilha, durante a reunião, os ministros analisaram “o que virá” no início do segundo semestre no Congresso Nacional e assistiram a uma apresentação do ministro Nelson Barbosa sobre a revisão da programação fiscal do governo.

Na semana passada, o governo anunciou a redução da meta fiscal para 2015, além de anunciar um novo corte no Orçamento.

“Apesar de o resultado primário deste ano ficar abaixo do que inicialmente prevíamos, ainda assim é trajetória de elevação do primário”, afirmou Nelson Barbosa. Segundo ele, a meta estabelecida contempla, de um lado, responsabilidade fiscal e responsabilidade social, já que  é compatível com os principais programas do governo federal.

Barbosa afirmou que o Executivo defenderá a revisão da meta fiscal no Congresso Nacional e disse que ela é compatível com a retomada do crescimento. Afirmou, ainda, que há pautas “boas” de recuperação econômica e que ela não depende só do Executivo.

“Cabe ao Executivo propor e executar as leis, mas cabe também ao Legislativo e Judiciário participar desse processo”, disse.

“O Brasil está passando por momento de dificuldade? Sim, mas o estado brasileiro tem todos os instrumentos necessários para superar essas dificuldades”, defendeu. “Tenho certeza que as instituições brasileiras, a classe política brasileira, é capaz de enfrentar desafios que encontramos hoje.”

Raquel Lyra brinca com ex-número 1 da comunicação de Paulo Câmara. “Contribuiu ou atrapalhou?”

A governadora Raquel Lyra publicou um vídeo da visita que fez à sede da TV Tribuna, em Recife, ao lado do Superintendente da emissora, Alexandre Gabriel. Ela gravou programas e foi recebida com parte de sua equipe. No vídeo, Alexandre comemora o crescimento da emissora e chega a falar num aumento de 25%. O vídeo […]

A governadora Raquel Lyra publicou um vídeo da visita que fez à sede da TV Tribuna, em Recife, ao lado do Superintendente da emissora, Alexandre Gabriel. Ela gravou programas e foi recebida com parte de sua equipe.

No vídeo, Alexandre comemora o crescimento da emissora e chega a falar num aumento de 25%. O vídeo não deixa claro se no faturamento ou audiência. A governadora brinca: “você contribuiu ou atrapalhou?” De fato, a chegada de Gabriel é dada como fator determinante para o novo momento do veículo.

Detalhe: Alexandre Gabriel foi o número um da comunicação institucional do governo Paulo Câmara, que não conseguiu repetir ou se aproximar dos índices de popularidade das gestões Eduardo Campos, a ponto de não fazer seu sucessor, Danilo Cabral. Ganhou Raquel Lyra…

Gabriel,  entretanto,  para muitos,  não teve contribuição nessa realidade. Ao contrário,  tinha excelente relação com o veículos. O governo que não engrenou, mesmo quando deveria.