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Caso da Escola Joaquim Mendes gera queixas de outras escolas da rede estadual. “Merenda piorou muito”

Por Nill Júnior

O caso da Escola Joaquim Mendes, em que alunos da rede estadual não foram às aulas por conta da falta de merenda, desencadeou críticas de pais de outros alunos essa manhã na Rádio Pajeú.

Além de pais da própria escola, pais de alunos de escolas de Afogados da Ingazeira também questionaram a qualidade da merenda.

“Na ETE Paulo Freire a merenda escolar não tem atendido de forma adequada às necessidades dos estudantes, o que é muito preocupante em uma escola de tempo integral, onde os alunos passam praticamente o dia todo. A alimentação é um direito básico e essencial para o aprendizado e para a permanência dos jovens na escola. Pedimos providências urgentes para que a merenda seja de fato digna e de qualidade”, disse Andréa Ribeiro.

“Aqui no Monsenhor (EREMAPS) tá do mesmo jeito. Minha filha reclama todos os dias. Não tá nem comendo mas porque a alimentação tá muito ruim”, diz Thayse. “Os filhos da minha cunhada estudam no Cônego João Leite e reclamam muito da merenda”, diz Sandro Silva.

“Minha filha chega reclamando todos os dias. Isso é um absurdo. Os alunos ter que ficar praticamente o dia inteiro na escola sem se alimentar direito. Isso não existe. Tem que haver uma forma de mudar isso aí. Todas as escolas devem aderir à essa paralisação pra ver se a governadora faz alguma coisa”, reclama Juliana Silva, mãe de aluna da EREM Ione de Góes Barros, antigo Colégio Normal.

Pelo apurado até agora, o Governo do Estado suspendeu a terceirizada que fornecia o serviço de merendas nas escolas. A merenda agora está sendo adquirida em compra direta  pelas escolas, com supervisão da Gerência Regional de Educação e não mais pela empresa.

Outras Notícias

Governo propõe salário mínimo R$ 10 menor em 2018, de R$ 969

G1 O Governo baixou em R$ 10, de R$ 979 para R$ 969, a previsão para o salário mínimo em 2018. A redução, se confirmada, deve gerar uma economia de R$ 3 bilhões ao governo no ano que vem (veja mais abaixo neste texto). A mudança foi divulgada pelo Ministério do Planejamento. Atualmente, o salário […]

G1

O Governo baixou em R$ 10, de R$ 979 para R$ 969, a previsão para o salário mínimo em 2018. A redução, se confirmada, deve gerar uma economia de R$ 3 bilhões ao governo no ano que vem (veja mais abaixo neste texto).

A mudança foi divulgada pelo Ministério do Planejamento. Atualmente, o salário mínimo está em R$ 937.

Na terça, o governo propôs elevar o teto para o rombo das contas públicas em 2017 e 2018 para até R$ 159 bilhões e anunciou uma série de medidas para aumentar a arrecadação e reduzir custos, entre elas oadiamento de reajustes a servidores e a criação de um teto salarialpara o serviço público.

De acordo com o governo, as medidas são necessárias porque a arrecadação com impostos e tributos está mais baixa que a prevista, reflexo da recuperação da economia que é mais lenta que a esperada.

Atualmente, cerca de 45 milhões de pessoas no Brasil recebem salário mínimo, entre elas aposentados e pensionistas, cujos benefícios são, ao menos em parte, pagos pelo governo federal, já que a Previdência é deficitária (arrecada menos do que gasta).

Com o salário mínimo menor, portanto, o governo economiza nas despesas com o pagamento desses benefícios.

O reajuste do salário mínimo é feito por meio de uma fórmula que soma a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano ano anterior, calculado pelo IBGE e o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.

No caso de 2018, portanto, será somado o resultado do PIB de 2016, que foi de queda de 3,6%, com o INPC de 2017, que só será conhecido no começo do ano que vem.

Como o PIB teve forte retração em 2016, a correção do mínimo no ano que vem levará em conta somente a variação do INPC de 2017. Entretanto, o governo está prevendo agora que a variação do INPC será menor que a estimada antes. Por isso a correção do do salário mínimo em 2018 também deve ser menor.

Energia nuclear é tema de reunião na OAB

O deputado Alberto Feitosa (SD) foi a sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Pernambuco, na quinta-feira (28), juntamente com o professor e especialista em produção de energia, Carlos Mariz, para conversar com o presidente da instituição, Bruno Baptista, sobre os impactos econômicos, culturais e sociais provenientes da possível instalação de uma Usina […]

O deputado Alberto Feitosa (SD) foi a sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Pernambuco, na quinta-feira (28), juntamente com o professor e especialista em produção de energia, Carlos Mariz, para conversar com o presidente da instituição, Bruno Baptista, sobre os impactos econômicos, culturais e sociais provenientes da possível instalação de uma Usina Nuclear.

De acordo com o presidente da OAB, uma audiência pública será realizada na Instituição para discutir e conhecer mais o tema.

“A nossa ideia é fazer um amplo debate com toda a população envolvida, com os cidadãos pernambucanos. Estamos planejando uma audiência pública, que será conduzida por nossa Comissão de Energia, para que todos tragam suas contribuições, suas ideias, e análises e, ver se é viável ter uma Usina Nuclear aqui no Estado”, afirmou Bruno Baptista.

O deputado Alberto Feitosa agradeceu a oportunidade de esclarecer mais sobre o assunto, principalmente em um momento que mundo e especial os países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, países em desenvolvimento) estão construindo mais de 50 usinas nucleares. A França, por exemplo, possui 58 Usinas Nucleares e acabou de decidir a construção de mais seis.

“Estive recentemente em Itacuruba e a população foi muito receptiva a possibilidade de instalação de uma Usina Nuclear. Tomei conhecimento, por moradores da região de Itaparica, de uma enquete feita por um blog local (Tony Bahia), na qual a  região mostrou aceitação do tema em mais de 70%. Isso mostra que a negação vem pela falta de conhecimento do tema por algumas pessoas, e dizer não a um investimento de tamanha capacidade de transformação positiva na vida dos cidadãos, principalmente uma população tão sofrida como os sertanejos, é negar a melhoria de vida de milhares de pessoas.

Segundo o Cremepe, a taxa de suicídio de Itacuruba é dez vezes maior que a média Nacional, causado principalmente pelo baixo índice de desenvolvimento humano (IDH) e pouca oportunidade de emprego. Dizer não a Usina é dizer não a vida”, afirmou Feitosa.

Reunião discute Lei Orçamentária e Ano Plurianual em Itapetim

Nesta sexta-feira (10) foi realizada reunião, no auditório da Prefeitura de Itapetim para tratar da Lei Orçamentária e o do ano Plurianual para 2018. O objetivo da reunião foi mostrar para a população como é feito um orçamento e mostrar as receitas, que estão cada dia mais curtas, além de mostrar as metas para o […]

Nesta sexta-feira (10) foi realizada reunião, no auditório da Prefeitura de Itapetim para tratar da Lei Orçamentária e o do ano Plurianual para 2018.

O objetivo da reunião foi mostrar para a população como é feito um orçamento e mostrar as receitas, que estão cada dia mais curtas, além de mostrar as metas para o próximo ano, segundo nota ao blog.

De acordo com Adelmo Moura, na próxima terça-feira (14) haverá uma mobilização dos prefeitos no Recife e no próximo dia 22 em Brasília para tratar sobre a dificuldade de recursos financeiros para as cidades pernambucanas.

Estiveram presentes no encontro, o prefeito Adelmo Moura, Emerson Fernandes, contador da Prefeitura, a secretária de Finanças Aline Karina, o vice-prefeito Junio Moreira, presidentes das associações, presidentes dos sindicatos, além de representantes de setores da sociedade civil.

Grave acidente na PE-320 em Carnaíba, deixa 1 morto e 4 feridos

As fotos são de Luan Pereira Um grave acidente aconteceu por volta das 08h00 da manhã desta sexta-feira 06, na PE-320 entre as cidades de Carnaíba e Afogados da Ingazeira nas proximidades do Sitio Leitão, zona rural de Carnaíba. O blogueiro Cauê Rodrigues, falando a comunicadora Micheli Martins, durante o programa Manhã Total da Rádio […]

As fotos são de Luan Pereira

Um grave acidente aconteceu por volta das 08h00 da manhã desta sexta-feira 06, na PE-320 entre as cidades de Carnaíba e Afogados da Ingazeira nas proximidades do Sitio Leitão, zona rural de Carnaíba.

O blogueiro Cauê Rodrigues, falando a comunicadora Micheli Martins, durante o programa Manhã Total da Rádio Pajeú, disse que a colisão envolveu um veiculo Siena, de cor Vermelha, de placas PFY- 1271 – de São José do Egito, que seguia sentido Afogados/Carnaíba, que teria invadido a contra mão, bateu no veiculo Fiat Uno, de placas  HGG – 8856 – de Arcoverde -PE, que seguia sentido Carnaíba/Afogados. Com o impacto, um dos passageiros foi arremessado para fora do Fiat Uno morrendo no local.

No Veiculo Siena seguiam dois ocupantes que foram socorridos para o Hospital Regional Emília Câmara em Afogados da Ingazeira. No Fiat Uno seguiam três ocupantes, uma das passageiras também foi socorrida em estado grave para o Hospital Emília Câmara, bem como o condutor do veiculo.

Nenhuma das vitimas ainda foram identificadas pela policia militar que está no local junto com o Corpo de Bombeiros.

Juiz nega influência externa no Poder Judiciário

O desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, presidente do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), que confirmou a condenação de Lula a 12 anos e um mês de prisão, afirmou à coluna que não entende haver influências externas sobre o Poder Judiciário “Absolutamente”, diz ele. “Os julgamentos têm sido feitos com transparência. Desde o Império, […]

O desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, presidente do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), que confirmou a condenação de Lula a 12 anos e um mês de prisão, afirmou à coluna que não entende haver influências externas sobre o Poder Judiciário

“Absolutamente”, diz ele. “Os julgamentos têm sido feitos com transparência. Desde o Império, ao contrário de outros países, no Brasil os julgamentos são públicos”, afirmou.

Na sexta (29), ele deu palestra num evento do Instituto dos Advogados de SP.

Já a Justiça de SP negou um recurso em que a marca de brinquedos Mattel pede a anulação da multa de R$ 407 mil aplicada pelo Procon-SP por propaganda abusiva direcionada ao público infantil. A empresa não se pronunciou.

O processo reúne reclamações de consumidores sobre comerciais das bonecas Barbie e Little Mommy Real Baby e uma denúncia feita pelo Instituto Alana em 2009 referente a uma publicidade do brinquedo Max Steel Turbo Mission. Segundo o Procon-SP, neste caso a propaganda podia fazer a criança achar que o boneco se mexe sozinho, o que não ocorre. (Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo)