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Casarão de 1850 ajuda a contar história de Triunfo

Por Nill Júnior

Por Iedo Ferraz*

Este antigo casarão da se encontra localizado no Sitio Retiro, zona rural do Município de Triunfo .

Trata-se de uma das edificações mais arcaicas da nossa brejeira região triunfense. Aquela casa grande em tijolo aparente foi construída no seculo século XIX em data remota e desconhecida pelo avô de Guido Diniz, atual morador daquela localidade.

Aquele agricultor ficou conhecido pelos moradores locais como ‘’Manoel Florentino Diniz’’, ele foi um antigo senhor dono de engenho de rapadura naquela época.

Os imensos tijolos da construção foram feitos e queimados pelos ex-escravos daquela época. Na edificação da residência também foi utilizada a mão de obra escrava, uma vez que aquelas pessoas sempre trabalharam gratuitamente em serviços pesados, antes da promulgação da Lei Áurea no ano de 1888.

No passado a casa-grande foi o local onde o senhor de engenho e todos os seus familiares moravam.

Perto destas antigas construções dos ex- latifundiários da cana de açúcar ficavam a senzala, local onde os escravos moravam.

Essa construção posteriormente passou para o domínio de Antonio Diniz, que administrou durante muito tempo o engenho e os canaviais da propriedade rural.

Ao longo do tempo seu Filho Guido Diniz adquiriu a moenda de cana e aquele imenso casarão construído nos tempos de outrora.

Para quem não conhece Triunfo, o imóvel citado fica ao lado direito da estrada no sentido cidade sitio Retiro.

Os interessados em conhecer aquela obra rústica deve seguir o percurso do principal ponto turístico triunfense, a Cachoeira dos Pingas’.

O Casarão possivelmente foi edificado no ano de 1850.

*Iedo Ferraz mora em Paulo Afonso-BA onde é servidor do Ministério Público da Bahia, mas é natural de Triunfo

Outras Notícias

Compesa detalha operação para socorrer Alto Pajeú

Segunda etapa da Adutora deve ser entregue pelo DNOCS à Compesa em outubro  A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) informou em nota que já começou a executar um plano emergencial para garantir o abastecimento nas cidades de São José do Egito, Tuparetama, Iguaraci e Ingazeira, localizadas no Sertão do Pajeú. Os municípios deveriam estar recebendo […]

Captação em Rosário. Foto: Compesa
Captação em Rosário. Foto: Compesa

Segunda etapa da Adutora deve ser entregue pelo DNOCS à Compesa em outubro 

A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) informou em nota que já começou a executar um plano emergencial para garantir o abastecimento nas cidades de São José do Egito, Tuparetama, Iguaraci e Ingazeira, localizadas no Sertão do Pajeú.

Os municípios deveriam estar recebendo água através da Adutora do Pajeú desde junho, mas o trecho que faria esse fornecimento ainda não foi concluído pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), do Governo Federal. Agora, a Compesa trabalha para que essas cidades não entrem em colapso total de abastecimento, uma vez que o principal manancial que atende a localidade, a barragem do Rosário, pode ficar completamente seco nos próximos dias.

Atualmente, as quatro cidades passam por um rigoroso rodízio no abastecimento porque a Adutora do Pajeú, que capta água no Rio São Francisco, em Floresta, ainda não conseguiu chegar a São José do Egito e Tuparetama, conforme previa o cronograma inicial da obra, devido a atrasos no repasse dos recursos empenhados para a  execução  pelo DNOCS. Além disso, houve o prolongamento da estiagem, que já é a maior dos últimos 50 anos, deixando os mananciais da região praticamente secos.

Dentre as ações emergenciais adotadas, estão a construção de reservatórios para armazenar água em diversos pontos das quatro cidades, um sistema que levaria água da adutora até a barragem de Rosário e a readequação do rodízio.

A Compesa já começou a instalar os reservatórios nos municípios. São cerca de 100 caixas que irão armazenar a água dos carros-pipa e, a partir delas, distribuí-la para a população. Já o novo sistema vai aproveitar o sistema adutor existente entre a barragem do Rosário, que fica em Iguaraci e tem capacidade para acumular 32 milhões de metros cúbicos, até Tuparetama, invertendo o fluxo da água e, assim, levá-la até Ingazeira e Iguaraci.

Construção da Estação Elevatória do Riacho do Meio. Foto: Marcelo Patriota
Construção da Estação Elevatória do Riacho do Meio. Foto: Marcelo Patriota

Para isso, será necessário construir uma estação elevatória de água, além de energizar o sistema, interligá-lo a outros e ainda adquirir novas bombas. A Compesa já elaborou o projeto, orçado em R$ 500  mil.

A primeira etapa da Adutora do Pajeú, que vai de Floresta a Afogados da Ingazeira, foi entregue no final de 2013 e atende as cidades de Serra Talhada, Calumbi, Flores, Carnaíba, Afogados, Quixaba e Tabira, além dos povoados de Nazaré e Canaã, no Pajeú, e Santo Antônio II, no Alto Pajeú.

O trecho que vai beneficiar São José do Egito, Tuparetama, Iguaraci e Ingazeira faz parte da segunda etapa e está previsto para ser entregue pelo DNOCS à Compesa, que será responsável pela sua operação, em outubro de 2015. Também deverão ser feitos ramais que vão derivar da primeira etapa a fim de atender as cidades de Carnaubeira da Penha, Santa Cruz da Baixa Verde e Triunfo.

Flores e Carnaíba lideram chuvas do fim de semana no Pajeú

Em Itapetim e Brejinho não choveu Em quase todos os municípios da região do Pajeú choveu no último final de semana. Segundo levantamento do Afogados On Line, com base em dados do IPA, apenas nos municípios de Brejinho e Itapetim não houve registro de chuvas. As cidades onde mais houve chuvas foram Flores (104,2 mm), […]

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Em Itapetim e Brejinho não choveu

Em quase todos os municípios da região do Pajeú choveu no último final de semana. Segundo levantamento do Afogados On Line, com base em dados do IPA, apenas nos municípios de Brejinho e Itapetim não houve registro de chuvas.

As cidades onde mais houve chuvas foram Flores (104,2 mm), Carnaíba (103 mm), Triunfo (93,5 mm), Quixaba (83,2 mm), Santa Cruz da Baixa verde (78 mm) e Tabira (61 mm).

Com chuvas intermediárias estiveram as cidades de Solidão (49,8 mm), Serra Talhada (43,1 mm), Calumbi (41,9 mm), (Ingazeira  40 mm), Tuparetama (24 mm), Afogados da Ingazeira (23 milímetros), Iguaracy (21 mm), Santa Terezinha (11 mm) e São José do Egito (7 mm).

No time das cidades com zero de chuvas, Brejinho e Itapetim, justamente cidades onde há colapso de água.

Reservatórios não pegaram água: Segundo Washington Jordão, chefe do setor de distribuição da Compesa, a má notícia é que, apesar das chuvas, os reservatórios que mais necessitam de água ainda não ganharam volume de água.

A Barragem do Rosário, com menos de 3,5% de sua capacidade, não recebeu nada. Salvaram-se nesta lista as barragens de Solidão e Jabitacá.

 

Do Sertão do Pajeú à Chapada do Apodi: ASA realiza primeira Caravana de Saneamento Rural

Técnicos e técnicas dos dez estados do Semiárido vão percorrer 400 km entre PE e RN Por Kleber Nunes | ASACom Experiências comunitárias de reúso de água estão na rota da primeira Caravana de Saneamento Rural realizada pela Articulação Semiárido Brasileiro (ASA). A jornada de 400 quilômetros começa nesta quarta (4) partindo de Afogados da […]

Técnicos e técnicas dos dez estados do Semiárido vão percorrer 400 km entre PE e RN

Por Kleber Nunes | ASACom

Experiências comunitárias de reúso de água estão na rota da primeira Caravana de Saneamento Rural realizada pela Articulação Semiárido Brasileiro (ASA). A jornada de 400 quilômetros começa nesta quarta (4) partindo de Afogados da Ingazeira, Sertão do Pajeú pernambucano, seguindo até o município de Apodi, no oeste do Rio Grande do Norte.

Com técnicas e modelos variados, as estruturas de saneamento rural têm a função de coletar as chamadas “água cinzas”, provenientes de ralos e pias, e também as “águas fecais” oriundas de fossas para serem tratadas e utilizadas na irrigação.

Os sistemas de reúso favorecem a destinação correta do esgoto contribuindo para a preservação do meio ambiente e a promoção da saúde das famílias agricultoras. Além disso, a água purificada é uma alternativa para a produção de alimentos em uma região onde as chuvas são irregulares e os investimentos, historicamente, insuficientes.

A caravana, coordenada pelo Grupo de Trabalho (GT) de Saneamento Rural da ASA, reunirá técnicos e técnicas dos dez estados do Semiárido para conhecer algumas dessas iniciativas. O objetivo é aprofundar os estudos sobre modelos de gestão dos serviços de saneamento rural, sobretudo, de escala comunitária. Com esses intercâmbios, a articulação espera não apenas reivindicar, mas propor políticas públicas para o reúso da água.

Durante a passagem por Pernambuco e pelo Rio Grande do Norte, os/as participantes terão a oportunidade de avaliar as funcionalidades, eficiência e custos de alguns modelos tecnológicos. Em cada experiência de saneamento rural visitada, o GT irá discutir os avanços e desafios na gestão dos sistemas no que diz respeito às famílias e suas organizações, mas também aos poderes públicos municipal e estadual.

Programação

A Caravana de Saneamento Rural começa na manhã desta quarta (4) com a acolhida dos participantes para os informes gerais sobre o evento. Na tarde, em Afogados da Ingazeira, o grupo segue para conhecer uma experiência de gestão de sistema de esgotamento e reúso de água em um campo de futebol.

Na quinta (5), será a vez de conhecer uma comunidade protagonista de gestão comunitária do abastecimento de água e visitar o conselho do Sistema Integrado de Saneamento Rural (Sisar) da região.

No terceiro e último dia da programação, a caravana desembarca em Apodi para conhecer de perto a experiência do Assentamento Milagres. O evento será concluído com a plenária sobre a visita no território potiguar.

Serviço

1ª Caravana de Saneamento Rural – Sertão do Pajeú e Chapada do Apodi

Período: de 4 a 6 de setembro

Partida: Afogados da Ingazeira (PE)

Chegada: Apodi (RN)

Moto-taxistas terão mês de maio para se regularizar. Cerco vai ser fechado a partir de 1° de junho

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira garantiu que vai apertar o cerco na fiscalização dos moto-taxistas que atuam de forma irregular no município a partir do dia 1º de Junho. Os 175 profissionais inscritos na Prefeitura terão o mês de Maio para se regularizar. “Eles terão um prazo para pagar o alvará municipal de concessão […]

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A Prefeitura de Afogados da Ingazeira garantiu que vai apertar o cerco na fiscalização dos moto-taxistas que atuam de forma irregular no município a partir do dia 1º de Junho. Os 175 profissionais inscritos na Prefeitura terão o mês de Maio para se regularizar.

“Eles terão um prazo para pagar o alvará municipal de concessão do serviço. O alvará poderá ser pago de 08 a 20 de Maio, sem multa. Após esse período e até o dia 30 o alvará também poderá ser pago, só que com multa por atraso,” informou o Secretário Municipal de Finanças, Ney Quidute.

A medida foi anunciada em encontro realizado na manhã desta terça (28), entre representantes da Prefeitura, Polícia Militar e moto-taxistas, na sede da Secretaria de Administração. Enquanto a categoria se regulariza, a PM se comprometeu em fiscalizar os condutores, sobretudo os que sequer possuem carteira de habilitação, conforme denúncias que chegaram às emissoras de rádio e à associação dos moto-taxistas de Afogados da Ingazeira.

A partir do dia 1º de Junho, servidores da Prefeitura e PM estarão nas ruas para coibir a prática irregular do transporte de passageiros através de motos por condutores não regularizados junto à Prefeitura.

“Essa é uma iniciativa boa para a categoria e boa para os usuários do serviço, pois vai dar mais segurança e garantir um serviço de melhor qualidade,” destacou o Secretário de Finanças, Ney Quidute. Além dele e de diversos moto-taxistas, a reunião contou com a participação do Capitão Vieira (PM); do Comandante da Guarda Municipal, Tenente Matias; do assessor da Prefeitura, Heleno Mariano; e do Presidente e Vice da Associação de moto-taxistas, Mário Martins e Jaildo Santana, respectivamente.

Reforma ministerial dá ‘mais equilíbrio’ à coalizão de governo, diz Dilma

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (5), em discurso durante cerimônia de posse de novos ministros, que a nova composição do governo dará “mais equilíbrio” à coalizão de partidos que a elegeu. Na última sexta-feira, Dilma anunciou uma reforma que reduziu de 39 para 31 o número de ministérios, aumentou o poder do PMDB […]

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A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (5), em discurso durante cerimônia de posse de novos ministros, que a nova composição do governo dará “mais equilíbrio” à coalizão de partidos que a elegeu.

Na última sexta-feira, Dilma anunciou uma reforma que reduziu de 39 para 31 o número de ministérios, aumentou o poder do PMDB (passou de seis para sete ministérios, incluindo o da Saúde) e diminuiu o do PT (de 13 para 9 pastas).

“Queremos garantir mais equilibrio à coalizão que me elegeu e deve governar comigo”, afirmou Dilma na cerimônia.

O principal objetivo da reforma foi assegurar a governabilidade, com a formação de uma nova base de apoio partidário no Congresso, a fim de o governo obter maioria parlamentar, evitar as derrotas que vinha sofrendo e conseguir a aprovação das matérias de seu interesse na Câmara e no Senado.

Em seu discurso, a presidente orientou os novos ministros a fazerem mais com “menos recursos”.

“A principal orientação é: trabalhem ainda mais, com mais foco, com mais eficiência, buscando fazer mais com menos recursos”, afirmou. “Trabalhem juntos em cooperação, unidos para o Brasil voltar a crescer logo preservando direitos e fazendo o nosso reequilíbrio fiscal”, completou.