Carro pipa perde freio, mata uma pessoa e três feridos são levados para o Hospam
Por Nill Júnior
Foto: WhattsApp
Atualizado às 14h10
Foi confirmado o nome da vítima fatal do acidente causado por um carro pipa desgovernado na Avenida Getúlio Vargas, por volta das 8h30 desta quarta-feira. Joelmir Thomas Vasconcelos Medeiros, 26 anos, não resistiu à força do impacto e morreu no local. O motorista do caminhão que provocou o acidente era Joselânio Gonçalves, 31 anos, de Serra Talhada, segundo informações passadas à Triunfo FM pela polícia Civil. Ele não corre risco de morte.
Ficaram feridos Iali Fany Araújo, 28 anos, Adelson Ferreira, 56 anos e Paulo Vicente Ferreira, 33 anos. Eles não correm risco de morte e estão em observação no Hospam, em Serra Talhada.
O veículo perdeu o controle em uma das ladeiras no sentido centro, na Rua Getúlio Vargas e arrastou motos e um carro. O caminhão da Operação Pipa colidiu com uma F250 prata, um Pálio branco e três mortos. Ele vinha de Serra Talhada.
Em virtude da crise hídrica, Triunfo tem sido abastecida através de carros pipa, custeados pela Operação do Exército. Como há grande quantidade, não há mutos detalhes sobre as condições de todos esses veículos. Ainda há uma informação apurada de que o motorista prestava serviço para Serra Talhada. poderia estar fazendo “bico” na cidade turística. A cidade está em choque com o que aconteceu no centro. A Polícia Civil investiga o caso.
A Speeding Telecom esteve presente na 30ª edição da Futurecom, realizada entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro, em São Paulo. O evento, considerado o maior da América Latina em conectividade e inovação, reuniu cerca de 300 marcas expositoras e mais de 30 mil profissionais do setor em 25 mil m² de […]
A Speeding Telecom esteve presente na 30ª edição da Futurecom, realizada entre os dias 30 de setembro e 2 de outubro, em São Paulo. O evento, considerado o maior da América Latina em conectividade e inovação, reuniu cerca de 300 marcas expositoras e mais de 30 mil profissionais do setor em 25 mil m² de área de exposição.
O CEO da Speeding, Renilson Teotônio, e o diretor-executivo, Elder Bezerra, representaram a empresa no encontro, que também se consolidou como espaço de debate sobre soluções de cibersegurança e transformação digital.
Além da participação no evento, a Speeding anunciou um novo projeto para Afogados da Ingazeira. A iniciativa vai disponibilizar internet gratuita em praças da cidade para clientes da operadora. Segundo Renilson Teotônio, o acesso será feito por meio de login na conta do usuário, permitindo conexão fora de casa.
“Estamos trabalhando para que nossos clientes possam ter acesso à internet também nos espaços públicos da cidade, ampliando as possibilidades de uso e conectividade”, afirmou o CEO.
Estão abertas as inscrições para o 4º Congresso Pernambucano de Municípios, no Centro de Convenções de Olinda. O Congresso a ser realizado pela Amupe, este ano discute a Cidade que Precisamos. São três dias (25,26 e 27) de muitos debates com especialistas nos mais diversos temas e painéis com assuntos e experiências exitosas pertinentes aos […]
Estão abertas as inscrições para o 4º Congresso Pernambucano de Municípios, no Centro de Convenções de Olinda. O Congresso a ser realizado pela Amupe, este ano discute a Cidade que Precisamos. São três dias (25,26 e 27) de muitos debates com especialistas nos mais diversos temas e painéis com assuntos e experiências exitosas pertinentes aos desafios atuais demandados pelas políticas urbanas das cidades. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site www.amupe.org
O Congresso abre no dia 25/07 às 7h30 com o credenciamento dos participantes, a solenidade de abertura será às 10h30, com a presença do Governador Paulo Câmara, o presidente Roberto Montezuma do CAU e demais autoridades. Ainda haverá assinatura do Memorando de Entendimento do Conselho de Arquitetura e Urbanismo-CAU com a ONU/Habitat.
O historiador, comunicador e pré-candidato a deputado federal por Pernambuco, Jones Manoel, do PSOL, cumpre agenda no Sertão pernambucano nesta terça-feira (2), participando de dois debates voltados à discussão da realidade política e social da região. A primeira atividade acontece às 14h, no Centro Acadêmico do Sertão da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em Sertânia. […]
O historiador, comunicador e pré-candidato a deputado federal por Pernambuco, Jones Manoel, do PSOL, cumpre agenda no Sertão pernambucano nesta terça-feira (2), participando de dois debates voltados à discussão da realidade política e social da região.
A primeira atividade acontece às 14h, no Centro Acadêmico do Sertão da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em Sertânia. O tema do encontro será “Coronelismo e municipalismo na Nova República”, abordando a influência das estruturas políticas locais e seus impactos sobre a democracia brasileira.
À noite, às 19h, Jones Manoel participa de um segundo debate no Museu do Cangaço, em Serra Talhada. A discussão terá como tema “O papel do Sertão na Revolução Brasileira”, propondo uma reflexão sobre a contribuição histórica e contemporânea da região para as transformações sociais e políticas do país.
Os debates têm como objetivo estimular a reflexão sobre os desafios enfrentados pelo Sertão, fortalecer a organização popular e discutir alternativas para o desenvolvimento regional e nacional.
A participação é aberta ao público, com foco em estudantes, trabalhadores e demais interessados a acompanharem as discussões, consideradas importantes para ampliar o debate político sobre o futuro do Sertão e do Brasil.
Jones Manoel se define como “historiador, escritor, comunicador popular e comunista”. É tido como uma das vozes mais ativas no combate aos movimentos de extrema direita, conhecido por sua interação nas redes sociais e em podcasts na defesa de seus posicionamentos.
Também têm apontado incoerências dos principais blocos políticos do estado. Diz por exemplo que Raquel Lyra e João Campos tem a mesma filosofia “privatista e entreguista”.
Morreu em Brasília 96 anos em decorrência de insuficiência pulmonar provocada por infecção Antonio Mariano Silvestre, Antonio Dondon. Ele residia com familiares na capital federal após a morte da esposa, Terezinha Silvestre. A informação foi compartilhada em uma conta mantida por familiares do próprio Antonio. Antonio era responsável pela projeção dos filmes no antigo Cine […]
Morreu em Brasília 96 anos em decorrência de insuficiência pulmonar provocada por infecção Antonio Mariano Silvestre, Antonio Dondon. Ele residia com familiares na capital federal após a morte da esposa, Terezinha Silvestre.
A informação foi compartilhada em uma conta mantida por familiares do próprio Antonio.
Antonio era responsável pela projeção dos filmes no antigo Cine Pajeú, hoje São José. “Nos dias de cinema, era certo encontrar o Antonio trabalhando na cabine de projeção do Cine Pajeú, revisando os rolos de filmes a serem apresentados e os que seriam retornados”, lembrou Zezé Moura em artigo.
Também foi marcado por um parque de diversões que montava todos os finais de ano na Praça Arruda Câmara. Muito criativo e autodidata, cuidava ele mesmo da manutenção do parque. O sepultamento ocorreu em Brasília.
IBGE revela que 1,9 milhão saíram da extrema pobreza em 2024 Mais de 8,6 milhões de brasileiros deixaram a linha da pobreza em 2024. Esse desempenho socioeconômico fez a proporção da população na pobreza cair de 27,3% em 2023 para 23,1%. É o menor nível já registrado desde 2012, quando começa a série histórica do […]
IBGE revela que 1,9 milhão saíram da extrema pobreza em 2024
Mais de 8,6 milhões de brasileiros deixaram a linha da pobreza em 2024. Esse desempenho socioeconômico fez a proporção da população na pobreza cair de 27,3% em 2023 para 23,1%. É o menor nível já registrado desde 2012, quando começa a série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em 2024, o Brasil tinha 48,9 milhões de pessoas que viviam com menos de US$ 6,85 por dia, o que equivale a cerca de R$ 694, em valores corrigidos para o ano. Esse é o limite que o Banco Mundial define como linha da pobreza. Em 2023, o contingente na pobreza era de 57,6 milhões de brasileiros.
Os dados fazem parte do levantamento Síntese de Indicadores Sociais, divulgado nesta quarta-feira (3).
Os indicadores mostram o terceiro ano seguido com redução no número e na proporção de pobres, marcando uma recuperação pós-pandemia de covid-19, desencadeada em 2020.
Confira o comportamento da pobreza no país:
2012: 68,4 milhões
2019: 67,5 milhões (último ano antes da pandemia)
2020: 64,7 milhões
2021: 77 milhões
2022: 66,4 milhões
2023: 57,6 milhões
2024: 48,9 milhões
Em 2012, a proporção de pessoas abaixo da linha de pobreza era de 34,7%. Em 2019 chegou a 32,6%. No primeiro ano da pandemia (2020) foi reduzida a 31,1% e chegou ao ponto mais alto da série em 2021, com 36,8%. Desde então, apresentou anos de queda, indo de 31,6% em 2022, para 23,1% no ano passado.
Trabalho e transferência de renda
O pesquisador do IBGE André Geraldo de Moraes Simões, responsável pelo estudo, explica que em 2020, ano de eclosão da pandemia, a pobreza chegou a ser reduzida por causa dos programas assistenciais emergenciais, como o Auxílio Emergencial, pago pelo governo federal.
“Esses benefícios voltaram em abril de 2021, mas com valores menores e restrição de acesso pelo público, e o mercado de trabalho ainda estava fragilizado, então a pobreza subiu”, afirma.
Simões acrescenta que, a partir de 2022, o mercado de trabalho voltou a aquecer, acompanhado por programas assistências com valores maiores, fatores que permitiram o avanço socioeconômico.
“Tanto o mercado de trabalho aquecido, quanto os benefícios de transferência de renda, principalmente o Bolsa Família e o Auxílio Brasil, que ganharam maiores valores e ampliaram o grupo da população que recebia”, assinala.
No segundo semestre de 2022, o programa Auxílio Brasil passou a pagar R$ 600. Em 2023, o programa foi rebatizado de Bolsa Família.
Extrema pobreza
No último ano, o Brasil vivenciou também redução da extrema pobreza, pessoas que viviam com renda de até US$ 2,15 por dia, cerca de R$ 218 mensais em valores corrigidos para o ano passado.
De 2023 para 2024, esse contingente passou de 9,3 milhões para 7,4 milhões, ou seja, 1,9 milhões de pessoas deixaram a condição. Essa evolução fez com que a proporção da população na extrema pobreza recuasse de 4,4% para 3,5%, a menor já registrada.
Em 2012, quando começou a série histórica, eram 6,6%. Em 2021, o patamar alcançou 9% (18,9 milhões de pessoas).
Desigualdade regional
Os números do IBGE deixam clara a desigualdade regional. Tanto a pobreza quanto a extrema pobreza no Norte e Nordeste superam a taxa nacional.
Pobreza
Nordeste: 39,4%
Norte: 35,9%
Brasil: 23,1%
Sudeste: 15,6%
Centro-Oeste: 15,4%
Sul: 11,2%
Extrema pobreza
Nordeste: 6,5%
Norte: 4,6%
Brasil: 3,5%
Sudeste: 2,3%
Centro-Oeste: 1,6%
Sul: 1,5%
“São as regiões mais vulneráveis do país, isso acaba se refletindo também no mercado de trabalho”, diz André Simões.
Outra desigualdade demonstrada é a racial. Na população branca, 15,1% eram pobres, enquanto 2,2% estavam na extrema pobreza.
Entre os pretos, a pobreza chegava a 25,8%, e a extrema pobreza a 3,9%. Na população parda, as parcelas eram 29,8% e 4,5%, respectivamente.
Menor Gini desde 2012
A Síntese de Indicadores Sociais atualizou o chamado Índice de Gini, que avalia a desigualdade de renda. O índice vai de 0 a 1 – quanto maior, pior a desigualdade.
Em 2024, o Índice de Gini atingiu 0,504, o menor valor da série iniciada em 2012. Em 2023, era 0,517.
Para medir o impacto de programas sociais na redução da desigualdade, o IBGE apresentou um cálculo do Gini caso não houvesse essa política assistencial.
O estudo constatou que o indicador seria 0,542 se não existissem programas de transferência de renda, como Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada (BPC – um salário mínimo por mês ao idoso com idade igual ou superior a 65 anos ou à pessoa com deficiência de qualquer idade).
Outro exercício hipotético realizado pelos pesquisadores foi sobre a condição de pessoas com 60 anos ou mais se não houvesse benefícios previdenciários
A extrema pobreza entre os idosos passaria de 1,9% para 35,4%, projeta o instituto. Já a pobreza subiria de 8,3% para 52,3%.
O levantamento mostra também que a pobreza foi maior entre os trabalhadores informais. Entre os ocupados sem carteira assinada, era um em cada cinco (20,4%). Entre os empregados com carteira assinada, a proporção era de 6,7%.
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