Carro de candidato ao governo de SP é alvo de disparos; ele não foi atingido
Por Nill Júnior
G1 SP
O carro do candidato da Democracia Cristã (DC) ao governo do estado de São Paulo, Major Costa e Silva, foi alvo de disparos na noite desta terça-feira (3) na Estrada Cooperativa, em Ribeirão Pires, na Grande São Paulo. O caso foi registrado na delegacia do município.
A assessoria do candidato informou que dois homens em uma moto se aproximaram do carro onde o Major estava com seu coordenador de campanha, Capitão Munhoz. Da moto, foram efetuados disparos contra o veículo.
De acordo com o boletim de ocorrência do caso, os motociclistas fugiram e ninguém ficou ferido.
Um dos tiros chegou a acertar Capitão Munhoz, mas ele usava colete à prova de balas e reagiu. O candidato Major Costa e Silva não foi atingido. Ainda segundo a assessoria de imprensa do candidato, os tiros também atingiram o pneu do carro, o que fez o veículo capotar e cair em um córrego.
Major Costa e Silva e Capitão Munhoz só conseguiram sair do veículo após atirarem contra o para-brisa. Os dois foram levados para o Hospital Santa Helena, em Santo André. O G1 entrou em contato com o hospital e aguarda retorno. A assessoria do candidato disse que ele e o Capitão Munhoz vão passar a noite no hospital.
O boletim de ocorrência informa que os dois voltavam de um evento político em Mauá, também na Grande São Paulo, quando foram alvo dos disparos. “Os ocupantes do veículo revidaram aos disparos e desviaram o carro para um acostamento. O veículo acabou parando num brejo e está semi afundado”, diz o boletim.
A partir desta segunda-feira (27/5), outras duas vias recebem os serviços de requalificação, envolvendo capinação, desobstrução dos dispositivos de drenagem, recuperação do pavimento e sinalização dentro do programa Caminhos de Pernambuco, do Governo do Estado. Além da BR-232, no trecho entre Recife e Caruaru, que já está em andamento, também há intervenções na PE-15 (Olinda/Paulista) […]
A partir desta segunda-feira (27/5), outras duas vias recebem os serviços de requalificação, envolvendo capinação, desobstrução dos dispositivos de drenagem, recuperação do pavimento e sinalização dentro do programa Caminhos de Pernambuco, do Governo do Estado.
Além da BR-232, no trecho entre Recife e Caruaru, que já está em andamento, também há intervenções na PE-15 (Olinda/Paulista) e na PE-430 (São José do Belmonte, Sertão).
Ao todo, a iniciativa vai investir R$ 505 milhões na recuperação de 5.554,5 quilômetros de rodovias até 2022. A previsão é requalificar, já no primeiro ano de atuação, cerca de dois mil quilômetros. A ação é coordenada pela Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER).
Um dos principais corredores de transporte público da Região Metropolitana do Recife, a PE-15, começou a receber, hoje (27/5), os serviços de recuperação. Diariamente, cerca de 40 mil veículos trafegam pela via, que cruza os municípios de Olinda e Paulista e possui 12,7 quilômetros de extensão. O trabalho no local tem previsão de ser finalizado em dois meses.
O Sertão do Estado, por sua vez, começou a receber as intervenções do Programa a partir da PE-430, em São José do Belmonte. Na sexta-feira (24/5), a equipe do DER deu início ao trabalho de reestruturação da via.
Na PE-430, circulam diariamente cerca de 10 mil veículos. A rodovia é rota para quem se desloca do Sertão Central ao Sertão do Pajeú e também é utilizada para quem vai para o Juazeiro do Norte e para o Crato, municípios cearenses que recebem devotos do Padre Cícero de várias regiões do Brasil durante todo o ano. Também há trabalho em andamento na PE-507, no trecho que vai de Serrita ao distrito de Ipueira.
As ações começaram no dia 20/5 pela BR-232 e conta com 200 profissionais atuando simultaneamente nos 130 km que compreendem o trecho Recife – Caruaru, nos dois sentidos.
Até o dia 17/6, haverá frentes de trabalho em todas as regiões, totalizando 24 equipes. A mobilização envolverá, anualmente, o trabalho de 1248 profissionais, além de um conjunto de 638 máquinas, a exemplo de escavadeiras, patrol, caminhões basculantes, entre outros.
A Lei 13.254/2016 sobre a repatriação de recursos e ativos brasileiros remetidos ao exterior de forma não declarada foi sancionada nesta quinta-feira, 14 de janeiro, com vários vetos importantes. Ela constitui uma das medidas sugeridas para o ajuste fiscal, na busca de receitas para equilibrar as contas públicas. Infelizmente foi vetado o repasse da multa […]
A Lei 13.254/2016 sobre a repatriação de recursos e ativos brasileiros remetidos ao exterior de forma não declarada foi sancionada nesta quinta-feira, 14 de janeiro, com vários vetos importantes. Ela constitui uma das medidas sugeridas para o ajuste fiscal, na busca de receitas para equilibrar as contas públicas. Infelizmente foi vetado o repasse da multa que incidiria no pagamento para os Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e Fundo de Participação dos Estados (FPE). Apenas o arrecadado com o Imposto de Renda (IR) será distribuído entre os entes, ou seja, os Municípios perdem 50% do valor que seria repassado.
O montante que seria arrecadado ainda é um número desconhecido, pois é difícil mensurar o quanto de dinheiro lícito está fora do país. A Confederação Nacional de Municípios (CNM) desenvolveu um estudo com a intenção de compreender de forma prática o que é abordado na lei, quais pontos relevantes foram vetados no texto sancionado e mensurar, em perspectivas otimista e pessimista, o montante que chegaria aos cofres dos entes federados.
O Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária (RERCT) é uma declaração voluntária de recursos, bens ou direitos de origem lícita não declarados ou declarados com omissão, remetidos, mantidos no exterior ou repatriados por pessoas físicas ou jurídicas residentes ou domiciliadas no país.
Origem do dinheiro – A versão inicial do projeto previa alguns crimes que poderiam ser anistiados não havendo condenação em última instância. Falsidade ideológica, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e crimes contra a ordem tributária são exemplos de possíveis anistias. Mesmo não tendo origem lícita, os recursos ainda sim podem ser repatriados.
A lei sancionada também anistia o contrabando ou descaminho. Assim, os recursos oriundos destes crimes passam a ter origem lícita segundo a lei. Entretanto a anistia de tais crimes será possível mesmo se o contribuinte tiver sido condenado em definitivo em ação penal até o início da vigência da lei.
Tributação das divisas – Quanto a tributação dos recursos a serem regularizados o projeto também sofreu alterações. No Projeto de Lei da Câmara (PLC) 186/15, a tributação sobre o montante dos ativos objeto de regularização incidiria com alíquota de Imposto de Renda de apenas 15%. Além disso, sobre o valor do imposto apurado ainda se somaria uma multa de 100%, cuja arrecadação seguiria a mesma destinação do IR. A arrecadação de tal multa, portanto, também seria compartilhada com Estados e Municípios nos moldes do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do Fundo de Participação dos Estados (FPE).
Entretanto, a lei sancionada voltou a ideia proposta no projeto inicialmente enviado pelo executivo e retira dos entes subnacionais o direito a recurso oriundo da multa. A Lei 13.254/16 manteve o percentual do IR a incidir no montante repatriado (15%), mas a multa, de valor igual ao imposto cobrado, que seria partilhada com Estados e Municípios agora pertence integralmente a União. Isso reduz em 50% os ganhos dos entes propostos pelo projeto de lei aprovado pelo Senado.
Repartição – O governo federal estimou que seriam arrecadados de R$ 40 bilhões a R$ 100 bilhões com a repatriação de divisas aprovada pela Lei 13.254/16. É importante frisar que essa estimativa diz respeito ao máximo e mínimo previstos a serem arrecadados, ou seja, 30% do montante efetivamente repatriado.
A CNM estimou possíveis ganhos dos Municípios com base nas informações disponibilizadas pelo governo. Em uma ótica pessimista, onde fossem repatriados R$ 133 bilhões, a arrecadação de IR e multa seria de R$ 40 bilhões. Desse montante, apenas R$ 20 bilhões, referente a arrecadação do IR, seriam partilhados com os entes federados. Assim, os Municípios receberiam R$ 4,9 bilhões que correspondem a 24,5% da arrecadação do imposto. Caso a análise seja feita por um ângulo otimista, os Municípios receberiam R$ 12,3 bilhões. A repatriação, neste caso, seria de R$ 333 bilhões.
Justificativa – É importante ressaltar que os vetos foram justificados em mensagem enviada ao Senado. O Congresso Nacional vai analisar os vetos e estes estão sujeitos a derrubada a partir de 1.º de fevereiro, quando encerra o recesso legislativo.
Para que um veto seja derrubado, são necessários os votos de, no mínimo, 257 deputados e de 41 senadores. Entretanto, como a lei já está em vigor, caso haja alguma repatriação nesse período o montante a ser distribuído será somente o arrecadado pelo imposto de renda.
Kátia Gonçalves – Comunicadora Popular do Cecor “O saber a gente aprende com os mestres e os livros. A sabedoria, se aprende é com a vida e com os humildes”, assim escreveu a poetisa brasileira, Cora Coralina. É nessa soma de saber e aprender que as mulheres rurais estão rompendo barreiras, quebrando o machismo e […]
“O saber a gente aprende com os mestres e os livros. A sabedoria, se aprende é com a vida e com os humildes”, assim escreveu a poetisa brasileira, Cora Coralina. É nessa soma de saber e aprender que as mulheres rurais estão rompendo barreiras, quebrando o machismo e conquistando os direitos.
No Assentamento Barra do Exu, em Serra Talhada/PE, as agricultoras trocaram os afazeres domésticos por aprender a confeccionar peças artesanais com emborrachados. De acordo com a jovem Luziane Iara, quando uma mulher busca conhecimento, ela amplia novas redes de possibilidades e libertação. “Participar de cursos nos inclui em processos de sustentabilidade, estimulando nossa autonomia e empoderamento”, explicou Iara.
Durante 8 horas de curso, as participantes aprenderam a transformar folhas de emborrachados em flores, arranjos e cestas decorativas. De acordo com Andréa Oliveira, técnica do Centro de Educação Comunitária Rural (Cecor), um dos objetivos do projeto Chamada de ATER – Assistência Técnica e Extensão Rural é oferecer alternativas que gerem renda no campo, qualifiquem as famílias agricultoras e diversifiquem a produção agroecológica. A atividade aconteceu na última quarta-feira (6), na casa da senhora Maria Ioneida Ferreira Lima.
Do Diário de Pernambuco O presidente do PDT, Carlos Lupi, manteve a palavra e anunciou ontem que o partido irá apoiar a candidatura do senador Armando Monteiro Neto (PTB) ao governo de Pernambuco. “Tendo em vista a resolução nacional que prioriza que os palanques estaduais devem seguir o nacional, vamos ficar com senador Armando”, declarou. […]
O presidente do PDT, Carlos Lupi, manteve a palavra e anunciou ontem que o partido irá apoiar a candidatura do senador Armando Monteiro Neto (PTB) ao governo de Pernambuco.
“Tendo em vista a resolução nacional que prioriza que os palanques estaduais devem seguir o nacional, vamos ficar com senador Armando”, declarou. Assim, a prioridade é pelos candidatos da base da presidente Dilma Rousseff (PT), o que seria o caso do petebista, que tem coligação com o PT no estado. Pesou, ainda, a vaga de vice na chapa. “O PTB nos ofertou a vice, que é muito importante para reestrutura o partido no estado”, completou.
Para facilitar as negociações, Lupi assumiu a presidência estadual da sigla, em lugar do prefeito de Caruaru, José Queiroz, que passou os últimos meses tentando levar o partido para o palanque do PSB.
Imagem de Lula : O PT de Pernambuco decidiu consultar o departamento jurídico do partido para saber se Armando Monteiro Neto (PTB) poderá usar a imagem do ex-presidente Lula durante a campanha. A decisão vem após o PTB nacional desistir de apoiar Dilma, migrando para o palanque de Aécio Neves (PSDB). “Surgiram algumas dúvidas internamente e nós decidimos fazer esse questionamento. A resposta deve vir quarta-feira”, anunciou a presidente petista no Estado, Teresa Leitão.
Ministro Alexandre de Moraes autorizou a progressão de regime após o ex-parlamentar cumprir 25% da pena, pagar multa e ter bom comportamento na prisão. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta segunda-feira (7) a progressão de pena do ex-deputado Daniel Silveira, que deverá seguir para o regime semiaberto. Em sua […]
Ministro Alexandre de Moraes autorizou a progressão de regime após o ex-parlamentar cumprir 25% da pena, pagar multa e ter bom comportamento na prisão.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta segunda-feira (7) a progressão de pena do ex-deputado Daniel Silveira, que deverá seguir para o regime semiaberto.
Em sua decisão, o relator destacou que o ex-parlamentar cumpriu requisitos objetivos para a progressão, como o cumprimento de 25% da pena, incluindo 140 dias de redução em razão de carga horária de estudos e trabalho e o pagamento integral de multa de R$ 271 mil. Além disso, foi comprovado bom comportamento carcerário, e o exame criminológico foi favorável à progressão, reconhecendo, ainda, a aptidão e a capacidade para o trabalho. Nos autos, a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou favoravelmente ao benefício.
O ministro Alexandre de Moraes determinou à Secretaria Estadual de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro que adote as medidas cabíveis para transferir Daniel Silveira para uma colônia agrícola, industrial ou estabelecimento similar para o cumprimento do regime semiaberto.
Daniel Silveira foi condenado em abril de 2022 a oito anos e nove meses em regime inicial fechado pelos crimes de ameaça ao Estado Democrático de Direito e coação no curso do processo.
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