Carnaíba confirma primeiro óbito por Covid-19 no Pajeú
Por Nill Júnior
Paciente era idoso e fez cirurgia no mesmo hospital que cuida de casos da doença em Arcoverde. É o primeiro caso do Médio Pajeú.
A Prefeitura de Carnaíba confirmou a pouco que o paciente notificado no dia 11 de abril e que veio a óbito no domingo deu positivo para Covid-19.
Assista ao vídeo. Nele, o prefeito Anchieta Patriota e a equipe da Secretaria de Saúde fazem o anúncio.
O paciente esteve internado no hospital Ruy de Barros na cidade de Arcoverde, motivo que contribuiu para a notificação como caso suspeito. O resultado saiu hoje no fim da manhã.
É o primeiro caso no Médio Pajeú, na área da X Geres e o primeiro óbito registrado na região do Pajeú.
Se avaliou o fato de que há casos confirmados na cidade, associado ao fato de ele apresentar sintomas de COVID-19, segundo boletim médico. O paciente era idoso.
Pelo que o blog apurou, ele ficou internado 46 dias por conta de tratamento com cinco cirurgias no intestino. Foram 39 dias na UTI e sete na clínica masculina. Ele teve alta na última quinta-feira. Na sexta-feira teve complicações respiratórias.
Chegando ao hospital teve diagnóstico de insuficiência respiratória aguda, com pneumonia. Foi transferido, mas faleceu ontem. “Ele saiu de lá bem, não estava com esses sintomas”, disse um familiar.
O prefeito Sandrinho Palmeira anunciou e assinou autorização de um concurso com 83 vagas e uma creche orçada em R$ 5 milhões, com recursos do governo Lula. O blog teve acesso ao Edital. São 83 vagas. Dentre elas, vagas para Agente Administrativo (25), Agente de Trânsito (4), Fiscal de Obras (2), Assistente Social (2), Auditor […]
O prefeito Sandrinho Palmeira anunciou e assinou autorização de um concurso com 83 vagas e uma creche orçada em R$ 5 milhões, com recursos do governo Lula.
O blog teve acesso ao Edital. São 83 vagas. Dentre elas, vagas para Agente Administrativo (25), Agente de Trânsito (4), Fiscal de Obras (2), Assistente Social (2), Auditor Fiscal do Tesouro (1), Engenheiro de Trânsito (1), Psicólogo (1).
Ainda professor dos anos iniciais (37), professores de Ciências, Educação Física, História, Inglês e Geografia (1 cada), Língua Portuguesa (3) e Matemática (2).
As provas acontecerão em Afogados, Arcoverde e Serra Talhada. As inscrições custam entre R$ 100 e R$ 120. As provas serão aplicadas dia 13 de outubro.
A Comissão Especial do certame é presidida por Veratânia Morais Lacerda, com Carlos Marques e Ney Quidute como membros. A realização é do IGEDUC.
Um ofício de “alerta” do conselheiro Carlos Porto, do Tribunal de Contas do Estado (TCE), diz que o Governo do Estado assinou dispensas emergenciais de licitação no valor total de R$ 62 milhões, com hospitais privados para enfrentamento da covid-19, mas, segundo o documento do TCE, não fez a publicidade e transparência das dispensas no […]
Um ofício de “alerta” do conselheiro Carlos Porto, do Tribunal de Contas do Estado (TCE), diz que o Governo do Estado assinou dispensas emergenciais de licitação no valor total de R$ 62 milhões, com hospitais privados para enfrentamento da covid-19, mas, segundo o documento do TCE, não fez a publicidade e transparência das dispensas no prazo legal.
“O secretário Estadual de Saúde assinou em 22 de março uma dispensa emergencial sem licitação com o IMIP para a covid-19, na vultosa quantia de 25 milhões de reais, mas só conferiu publicidade à dispensa em 23 de maio, mais de dois meses depois”, diz trecho do “alerta”, assinado pelo conselheiro Carlos Porto.
São questionadas seis dispensas de licitação, assinadas pelo secretário estadual de Saúde André Longo, com hospitais privados do Estado, para “oferta de leitos de enfermaria” da covid-19. As seis dispensas de licitação foram assinadas entre 22 de março e 30 de abril deste ano, mas só começaram a ser publicadas, três delas, em 23 de maio.
O relator Carlos Porto foi informado da suposta falta de transparência do Governo do Estado por uma petição apresentada pelo Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO).
Após receber a informação do MPCO, Carlos Porto enviou um “alerta de responsabilização” ao secretário André Longo.
A Secretaria Estadual de Saúde não respondeu no primeiro prazo dado pelo relator e pediu prorrogação.
Decorrido o segundo prazo, segundo TCE e MPCO, a Secretaria também não teria respondido os motivos da demora na transparência das dispensas.
“Quanto aos motivos das dispensa 144, 147 e 148 só terem sido publicadas no Diário Oficial em 23/05/2020, informamos que não possuímos elementos para responder tal questionamento”, foi a resposta oficial da Secretaria de Estadual de Saúde, no Memo 101 /2020 – SERS, apresentado após a prorrogação do prazo de resposta pelo TCE.
Após receber o “alerta” de Carlos Porto, cobrando explicações sobre a falta de transparência, a Secretaria ainda publicou mais três dispensas de licitação com hospitais, no Diário Oficial de 27 de maio.
Estas outras três dispensas foram assinadas em abril, no valor total de R$ 19 milhões. Segundo o TCE, não tinham sido publicadas pelo Governo do Estado antes de 27 de maio. O objeto destas três dispensas era o mesmo das anteriores “oferta de leitos de enfermaria” para a covid-19.
Sem a resposta da Secretaria, após conceder dois prazos para explicações, Carlos Porto pediu um parecer ao MPCO, para deliberar sobre as medidas cabíveis no caso.
Carlos Porto registrou, no documento, que já tinha alertado duas vezes antes o secretário André Longo sobre falta de transparência da Saúde do Estado, nos gastos da covid-19.
“O secretário estadual de Saúde foi alertado por esta relatoria duas vezes, da necessidade de imprimir transparência ativa nas contratações emergenciais da covid-19, mas não cumpriu”, disse Carlos Porto, no documento oficial.
Segundo o MPCO, a lei especial da covid-19 (Lei Federal 13.979/2020) exige que todas as dispensas sejam “imediatamente disponibilizadas” para a transparência. Ainda, segundo o art. 26 da Lei Geral de Licitações (Lei Federal 8.666/93), o prazo é de, no máximo, cinco dias.
Em nenhuma das seis dispensas de licitação para a covid-19, segundo TCE e MPCO, foi respeitado sequer o prazo de cinco dias, sendo que, na de maior valor com o IMIP, a divulgação no Diário Oficial só ocorreu mais de dois meses depois da assinatura.
“A correta e tempestiva alimentação da transparência não configura mera burocracia. Sem ela, produzem-se efeitos prejudiciais graves aos órgãos de controle externo, que não podem cumprir seu dever de ofício de analisar estas dispensas assim que são assinadas, bem como ao cidadão, que fica privado de exercer o relevante controle social”, disse a procurador geral do MPCO, Germana Laureano, no requerimento.
TRANSPARÊNCIA DO ESTADO
Na petição para Carlos Porto, sobre a suposta falta de publicidade das dispensas, o MPCO apontou falhas na transparência do Estado de Pernambuco nos gastos da covid-19.
“Respeitosamente, esta é mais uma evidência de que a transparência do Estado de Pernambuco ainda tem muito a evoluir, ainda não tendo alcançado o nível de eficiência que se espera de um aparato estatal composto por pessoal técnico tão qualificado. Não à toa, a respeitável Transparência Internacional colocou a transparência dos gastos da covid-19 de Pernambuco apenas em 14° lugar, considerados os 26 estados e o Distrito Federal. Para um Estado que está classificado em 4° ou 5° lugar nacional em contaminação por covid-19 e número de óbitos, lograr apenas a 14ª posição em transparência, no universo de 27 unidades federativas, trata-se transparência desproporcional e pouco eficiente”, disse o MPCO, no requerimento.
Matéria no JC impresso, de 19 de maio, relatou que o “portal da transparência do governo de Pernambuco só recebeu 14% de todas as informações referentes aos empenhos realizados para o enfrentamento ao coronavírus”.
Na ocasião, a Controladoria Geral do Estado (CGE), em nota oficial, atribuiu a falta de transparência a um “defeito no ar condicionado” da sala onde funcionavam os computadores-servidores.
Também o Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco apontou suposta falta de transparência do Governo do Estado nos gastos com a covid-19. Em duas recomendações, assinadas em conjunto com o MPCO, o órgão cobrou do secretário André Longo maior transparência.
Recentemente, o MPF em Pernambuco pediu uma ação, no Supremo Tribunal Federal (STF), contra lei estadual sobre gastos da covid-19, alegando também a suposta falta de transparência pelas normas da legislação estadual. O procurador geral da República, Augusto Aras, já está analisando o pedido.
O Pleno do TCE-PE julgou na quarta-feira (27/01), Embargos de Declaração movidos por Domingos Sávio da Costa Torres, Prefeito de Tuparetama – contra o Acórdão T.C nº 1651/18 proferido nos autos do Recurso Ordinário TCE-PE nº 1850596-0 que manteve julgamento pela irregularidade das contas do atual gestor relativas ao exercício 2007, quando era prefeito no […]
O Pleno do TCE-PE julgou na quarta-feira (27/01), Embargos de Declaração movidos por Domingos Sávio da Costa Torres, Prefeito de Tuparetama – contra o Acórdão T.C nº 1651/18 proferido nos autos do Recurso Ordinário TCE-PE nº 1850596-0 que manteve julgamento pela irregularidade das contas do atual gestor relativas ao exercício 2007, quando era prefeito no município, quando houve imputação de débito total no valor de R$ 280.288,82, oriundo do desembolso com serviços de limpeza urbana que havia sido executado pela própria Prefeitura.
A história deste processo já se arrasta por longos treze anos, desde a formalização da Prestação de Contas TCE-PE nº 0870120-9, cujo primeiro julgamento realizado em 20 de dezembro de 2011 foi no sentido de considerar irregulares as contas e imputar o débito de R$ 280.288,22 relativo aos serviços de limpeza urbana executados diretamente pela Prefeitura, irregularidade que se somou a outras duas relativas à previdência e à Lei de Licitações.
Na sessão da quarta, 27 de janeiro, o Pleno, à unanimidade, negou provimento dos Embargos, mantendo a decisão anterior, com a irregularidade das contas de 2007 e a imputação do débito de R$ 280.288,82. As informações são do Afogados Online.
Nesta quarta-feira (27), o candidato ao Governo de Pernambuco armando Monteiro (PTB) participou de duas grandes caminhadas em comunidades do Recife. Acompanhado da militância e dos companheiros de chapa Paulo Rubem Santiago (PDT), o candidato a vice, e João Paulo (PT), candidato a senador, Armando visitou o Coque, à tarde, e a Roda de Fogo, […]
Nesta quarta-feira (27), o candidato ao Governo de Pernambuco armando Monteiro (PTB) participou de duas grandes caminhadas em comunidades do Recife. Acompanhado da militância e dos companheiros de chapa Paulo Rubem Santiago (PDT), o candidato a vice, e João Paulo (PT), candidato a senador, Armando visitou o Coque, à tarde, e a Roda de Fogo, à noite.
Armando, Paulo Rubem e João Paulo receberam palavras de incentivo e declarações de apoio. Durante a caminhada foram vistas cenas desoladoras, reflexos de uma cidade e de um Estado que precisam urgentemente de gestão para reverter os problemas cotidianos do povo.
No Coque, por exemplo, a população reclamou da falta de moradias, de merenda escolar de qualidade e de oportunidades de emprego. Já em Roda de Fogo, o que se viu foi a falta de saneamento básico adequado, além de manutenção das ruas e passeios públicos.
“Há muita cobrança (da população) em função das muitas promessas que foram feitas. Há um misto de intolerância com essa coisa, mas, ao mesmo tempo, há sempre uma renovação de esperança e expectativa”, avaliou Armando Monteiro, acrescentando: “Apesar disso, a campanha vai ganhando animação, eu estou muito animado para vencer a eleição”.
Para João Paulo, as caminhadas inauguram o momento de “invadir” as ruas do Recife. “E termos retomado em Roda de Fogo e no Coque é muito significativo. São duas comunidades que quando fui prefeito nós ajudamos muito. Fizemos muitas obras de infraestrutura, creches, escolas, a limpeza das ruas. O que senti é um reconhecimento muito grande quando fui prefeito, um carinho da população e, por outro lado, um reclamo dos desmandos da atual gestão em relação à limpeza, merenda escolar, à falta de material”, avaliou o petista.
Por André Luis Eram quase sete da noite desta terça-feira (21), quando o caminhão do Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco, chegou ao Cine Teatro São José, trazendo o corpo do ex-professor, ex-vereador, ex-prefeito e ex-deputado, Antônio Mariano de Brito. Antes, uma multidão de pessoas já esperava pela chegada do corpo em vários pontos da […]
Eram quase sete da noite desta terça-feira (21), quando o caminhão do Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco, chegou ao Cine Teatro São José, trazendo o corpo do ex-professor, ex-vereador, ex-prefeito e ex-deputado, Antônio Mariano de Brito.
Antes, uma multidão de pessoas já esperava pela chegada do corpo em vários pontos da cidade. Houve concentração de pessoas no Posto Brasilino II, no semáforo da Avenida Artur Padilha, e ao longo da Avenida Rio Branco.
A maior parte preferiu aguardar em frente à Prefeitura de Afogados da Ingazeira, onde também aguardavam na sacada, o prefeito José Patriota, ao lado da primeira dama Madalena Leite, do vice-prefeito Alessandro Palmeira, do vereador e sobrinho de Antônio Mariano, Igor Sá Mariano, demais vereadores do município e secretários.
Ao chegar à frente da Prefeitura, o caminhão dos Bombeiros parou e da sacada do prédio, o maestro Francisco das Chagas tocou o hino de Afogados da Ingazeira e a canção Amigos para Sempre, em homenagem a Antônio Mariano. O momento foi de muita comoção.
Após a homenagem na Prefeitura, o prefeito José Patriota e demais autoridades se juntaram ao cortejo que seguiu em direção ao Cine Teatro São José, onde o corpo de Antônio Mariano será velado até amanhã.
De lá segue, as 10h para o Cemitério Parque da Saudade, onde será sepultado.
Veja mais registros da chegada do corpo de Antônio Mariano à Afogados feitos pelo fotografo Wellington Júnior especialmente para o blog:
Você precisa fazer login para comentar.