Em agosto comemora-se o Mês da Juventude, quando é celebrado o aniversário de promulgação do Estatuto da Juventude e o Dia Internacional da Juventude.
Essas datas são marcos históricos nas políticas para os jovens do país e do mundo.
Para celebrar a ocasião, a Prefeitura Municipal de Carnaíba, através da Diretoria de Juventude, realizará o Agosto das Juventudes, com atividades voltadas aos jovens do município.
“Devemos lembrar de valorizar os jovens, pois eles são o futuro do planeta. A história já comprovou que os jovens fazem a diferença em superar crises e também são os responsáveis por deixar a sociedade mais importante e expressiva”, afirmou o diretor de Juventude, Erlan Santos.
A Diretoria quer intensificar a importância do ID Jovem, lembrando que a emissão é totalmente gratuita, assim como o agendamento para emissão do RG. Dia 16/08 terá início o curso básico de informática para o público jovem.
“Essas ações são voltadas ao cuidado com nossa juventude, viabilizando seus direitos e potencialidades”, disse Erlan Santos, anunciando que no decorrer do mês trará mais novidades.
Um vídeo com imagens fortes viraliza desde a última quinta-feira em Afogados da Ingazeira, no Pajeú. Nele uma mulher é agredida por pelo menos dois homens mais uma mulher, todos aparentando ser jovens, agridem violentamente uma outra mulher da mesma faixa etária. Utilizam inclusive um pedaço de madeira para a agressão. Não se sabe as […]
Um vídeo com imagens fortes viraliza desde a última quinta-feira em Afogados da Ingazeira, no Pajeú.
Nele uma mulher é agredida por pelo menos dois homens mais uma mulher, todos aparentando ser jovens, agridem violentamente uma outra mulher da mesma faixa etária. Utilizam inclusive um pedaço de madeira para a agressão.
Não se sabe as circunstâncias da “punição”. Presume-se que tenha ligação com grupos ligados a crimes em um bairro da cidade.
Segundo nomes da Polícia Civil ao blog, os vídeos já chegaram ao conhecimento do autoridades, que investigam o caso. “Já conhecemos pelo menos uma pessoa citada nos vídeos”, diz um dos nomes da Polícia.
A Polícia Militar também monitora a partir do seu serviço de inteligência.
A Polícia diz que quem tiver mais informações pode repassar sem ser identificado: WhatsDenúncia, com o número (87) 9-9607-3817.
A Prefeitura de Carnaíba celebrou nas redes sociais o resultado alcançado na alfabetização infantil no município. De acordo com a estimativa do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) do Governo Federal, Carnaíba atingiu o nível máximo, com 91,8% das crianças alfabetizadas, colocando o município na 3ª posição no Estado de Pernambuco entre os 184 […]
A Prefeitura de Carnaíba celebrou nas redes sociais o resultado alcançado na alfabetização infantil no município. De acordo com a estimativa do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB) do Governo Federal, Carnaíba atingiu o nível máximo, com 91,8% das crianças alfabetizadas, colocando o município na 3ª posição no Estado de Pernambuco entre os 184 municípios.
A secretária de Educação, Cecília Patriota, manifestou sua alegria e gratidão pelo esforço coletivo que resultou nesse desempenho. “Estamos muito felizes. Agradecemos o trabalho e dedicação dos professores, coordenadores das escolas e da secretaria, gestores e demais profissionais envolvidos. Esse resultado é consequência de uma política implementada desde 2005, com acompanhamento de cada aluno, formação de professores e um foco bem definido no sucesso de todas as crianças,” declarou Cecília.
Esse compromisso contínuo tem sido crucial para o sucesso da alfabetização no município, refletindo-se nos excelentes resultados obtidos nas avaliações do SAEB. “É mais uma confirmação de que estamos no caminho certo, no sucesso de nossa política de educação e no compromisso e competência de nossos profissionais,” destacou Cecília Patriota.
“Com esses avanços, Carnaíba não apenas reforça sua posição de destaque no cenário educacional de Pernambuco, mas também reafirma seu compromisso com a excelência na alfabetização e o desenvolvimento integral de suas crianças”, destacou a Prefeitura.
A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) reivindicou, em todo o país, o envio de mais recursos do governo federal às prefeituras, que vem através do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Em Pernambuco, a adesão foi massiva, com quase 100% das prefeituras participando, com exceção de Olinda, Recife e Salgueiro, este último impedido por decisão […]
A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) reivindicou, em todo o país, o envio de mais recursos do governo federal às prefeituras, que vem através do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Em Pernambuco, a adesão foi massiva, com quase 100% das prefeituras participando, com exceção de Olinda, Recife e Salgueiro, este último impedido por decisão judicial.
Mesmo os prefeitos que não participaram, se solidarizaram com a manifestação. De acordo com o manifesto da entidade, as cidades têm enfrentado uma redução “brusca e constante” nos últimos meses.
“Hoje, 51% dos municípios estão no vermelho. No mesmo período do ano passado, apenas 7% registraram déficit primário no período. E o futuro é pessimista. A cada dia, Brasília cria novas atribuições sem a fonte para o custeio. Não há mais condições de governabilidade. Esse cenário motivou as prefeituras de ao menos 16 estados a promoverem protestos nesta quarta-feira, 30 de agosto”, relatou o comunicado da CNM.
A Confederação justifica, ainda, que a redução acontece graças a uma série de medidas que estão sendo aprovadas na Câmara, Senado e governo federal sem planejamento orçamentário. Em Pernambuco, 82 dos 184 municípios fecharam o primeiro semestre de 2023 no vermelho, o que representa 45% das prefeituras do estado.
No Estado, apenas Olinda, Recife, Salgueiro e Carnaíba não aderiram à paralisação. As duas primeiras alegaram que o volume de atividades e o público alvo fariam da paralisação um prejuízo à população. Em Salgueiro, a manifestação não aconteceu por ordem jurídica, após uma ação puxada pela oposição. E em Carnaíba, o prefeito Anchieta patriota foi solidário á manifestação, mas evitou parar por alinhamento político com o governo Lula.
Secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira informou que município deve voltar a recomendar o uso de máscaras. Por André Luis O secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira, e presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Pernambuco – COSEMS-PE, Artur Amorim, falou nesta sexta-feira (18), ao programa Rádio Vivo da Rádio Pajeú, […]
Secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira informou que município deve voltar a recomendar o uso de máscaras.
Por André Luis
O secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira, e presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Pernambuco – COSEMS-PE, Artur Amorim, falou nesta sexta-feira (18), ao programa Rádio Vivo da Rádio Pajeú, sobre o aumento no número de casos de covid-19 e os riscos para a população com a circulação de novas linhagens da Variante de Preocupação (VOC) Ômicron, com ênfase nas sublinhagens BQ.1.
Esta semana, a Secretaria de Saúde informou que entre os dias 8 e 14 de novembro foram notificados oito casos novos para Covid-19 no município.
Artur disse que estão acompanhando o ritmo forte empregado pelas variantes e que de fato já se consegue observar no momento o aumento de ocupação de leitos de UTI a nível de Estado.
“Também começamos a perceber o adoecimento da população com a infecção pelo vírus aumentando. Para se ter uma ideia, só ontem aqui em Afogados, a gente já tinha 18 casos em dois dias e provavelmente a gente vai estar discutindo uma possibilidade de aumentar o número de boletins por semana, talvez um na segunda, e outro na sexta”, relatou Artur.
O secretário disse que a situação já era esperada. “Apesar da gente aqui em Afogados ter um número muito bom de vacinados – para você ter ideia a população acima de 12 anos com a terceira a dose já chegou ao percentual de 128%”, revelou, Artur informando que o cenário é o mesmo para outras faixas etárias.
Ele chamou a atenção sobre o fato de Afogados da Ingazeira não ser uma bolha e que como uma cidade pólo recebe pessoas de vários outros municípios que “não fizeram uma campanha de vacinação tão robusta como aqui, então de fato a gente se expõe ao vírus e essas sublinhagens que vão aparecendo dele”.
Ainda segundo Artur: Isso implica justamente que essas novas variantes em si têm uma possibilidade de escape imunológico muito forte – as vacinas que foram aplicadas até o momento antes dessas variantes surgirem elas tinham uma acurácia boa com relação à proteção da população – infelizmente vão surgindo novas variantes e pessoas que não tomaram vacina adoecem e tem contato com pessoas que tomaram então isso vira um nicho imunológico fortalecendo o vírus e favorecendo um ambiente para apresentar essas novas variantes que vem causando adoecimento”, completou.
Artur disse haver uma preocupação com a população acima de 80 anos, que já tomaram as quatro doses.
“Aí eu fico muito triste, às vezes que a gente vê algumas pessoas que voltam a adoecer da covid-19 acima de 80 acima de 60 anos e que a gente ainda encontra, são pouquíssimos, mas a gente encontra pessoas que tomaram só duas doses do esquema e isso é ruim porque na verdade essas novas variantes estão atingindo mais nesse público específico e no público juvenil e mais infantil”, informou Artur.
Máscaras – O secretário de Saúde informou que já teve uma reunião com prefeito Sandrinho Palmeira e está sendo discutidas algumas medidas especificas para combater a nova onda da Covid-19 entre elas a volta da recomendação do uso da máscara. “Mas a gente não vai obrigar nesse primeiro momento. Vamos recomendar o uso de máscara em ambientes fechados”, informou.
Arutr também informou que uma resolução deve estar saindo na próxima segunda-feira (21). “Caso seja necessário no momento posterior a depender do comportamento do vírus em sí, possa ser sim que a gente volte com a obrigação do uso das máscaras. Mas isso tudo depende de análise epidemiológica. Trabalhamos pautados na ciência e em cima de dados epidemiológicos”, destacou Artur.
Do JC Online O Brasil registrará o maior salto na taxa de desemprego entre as grandes economias do mundo em 2016 e, durante o ano, 700 mil brasileiros devem perder seus trabalhos. Os dados foram publicados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), que, em seu informe anual, aponta para o aumento do desemprego no País […]
Além da crise interna, a exposição do Brasil ao mercado chinês também não ajudará
Do JC Online
O Brasil registrará o maior salto na taxa de desemprego entre as grandes economias do mundo em 2016 e, durante o ano, 700 mil brasileiros devem perder seus trabalhos. Os dados foram publicados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), que, em seu informe anual, aponta para o aumento do desemprego no País para 7,7% e alerta que a crise econômica levará a uma “queda severa” no mercado de trabalho.
O Brasil será responsável por um a cada três novos desempregados em 2016 no mundo. No total, 2,3 milhões de postos de trabalho serão destruídos no mundo. Desses, 700 mil no Brasil. O mercado brasileiro ainda responderá por mais de um terço de todo o desemprego latino-americano.
Em comparação a 2014, serão 1,2 milhão de novos desempregados no Brasil. “Essa é a maior elevação do desemprego entre as grandes economias”, alertou ao jornal “O Estado de S. Paulo” o diretor do Departamento de Pesquisas da OIT, Raymond Torres. Segundo a OIT, o Brasil “entra numa recessão severa” e nem mesmo as políticas sociais e de promoção de empregos implementadas nos últimos anos serão suficientes para frear o desemprego.
A taxa de desemprego passou de 6,8% em 2014 para 7,2% em 2015 e deve atingir 7,7% ao final de 2016. Para a OIT, essa é uma “alta significativa”. Em números absolutos, a alta é de 7,7 milhões de desempregados no ano passado para 8,4 milhões de pessoas em 2016 Em 2017, a taxa vai cair de forma marginal, para 7,6%.
Mas, ainda assim, os dois próximos anos terão taxas acima da média registrada entre 2008 e 2013. “Será um ano muito difícil economicamente para o Brasil, com uma recessão e, apesar de tudo o que foi feito no passado para a criação de empregos e dos mecanismos institucionais e políticas sociais, nada será suficiente para conter o aumento do desemprego”, declarou Torres.
Além da crise interna, a exposição do Brasil ao mercado chinês também não ajudará. Com a pior taxa de crescimento em 25 anos em Pequim, as vendas nacionais devem sofrer e, uma vez mais, o impacto na criação de emprego será sentido e o que mais preocupa a entidade é que a consequência será um freio no combate à pobreza.
Em 2015, 24% dos trabalhadores ocupava postos vulneráveis, sem garantias sociais e salários baixos. Essa taxa, porém, vai continuar pelos próximos dois anos. O número de pessoas ganhando apenas US$ 3,00 por dia também vai aumentar, depois de mais de uma década em queda. Em 2015, 5,1% dos trabalhadores recebiam salários miseráveis e, para 2016, a taxa passa a 5,2%.
Fiscal
Para Torres, o Brasil precisa voltar a usar a política fiscal para tirar a economia da recessão. “A política fiscal precisa recuperar o protagonismo que teve nos anos passados, mesmo que o mix seja diferente”, disse. Em sua avaliação, o Brasil deveria “usar melhor o espaço fiscal para investimentos públicos, para o desenvolvimento empresarial e para a mobilização de recursos produtivos, além da ajuda aos trabalhadores”. “Isso precisa ser feito para recuperar a competitividade e evitar que a recessão continue”, defendeu.
O resultado, por enquanto, é que o desemprego no Brasil atingirá um nível bem superior à média mundial, que é de 5,8%. Ao final de 2015, 197,1 milhões de pessoas estavam sem trabalho no planeta e a previsão é de que, em 2016, esse número chegue a 199,4 milhões.
Em comparação a 2007, quando a crise internacional deu seus primeiros sinais, 27 milhões a mais de desempregados existem hoje no mundo. Em 2017, a situação continuará a piorar, com outros 1,1 milhão de desempregados se somando ao número total.
Emergentes
Se nos últimos anos a alta no desemprego foi gerada pelos países ricos e especialmente pela Europa, afetadas pela crise financeira em 2008, desta vez é o mundo emergente o grande responsável pela elevação na taxa mundial. “As perspectivas de emprego se deterioraram nas economias emergentes, em especial no Brasil, China e nos produtores de petróleo”, indicou a OIT.
Em dois anos, os emergentes verão a perda de 4,8 milhões de postos de trabalho. Além dos 700 mil no Brasil, outros 800 mil desaparecerão na China. Oficialmente, porém, a taxa de desemprego de Pequim passará apenas de 4,6% para 4,7% entre 2015 e 2016.
A queda nos preços das commodities ainda custará 2 milhões de postos de trabalho nos mercados emergentes até 2017. Para a OIT, a América Latina deve ser fortemente afetada por essa nova realidade nos preços de matérias-primas e estará contaminada pela recessão no Brasil.
A taxa de desemprego regional passará de 6,4% em 2014 para 6,7% em 2016. A produtividade vai se estagnar e 90 milhões de pessoas estarão em empregos vulneráveis. Os salários também deixaram de subir e o combate contra a pobreza pode sofrer.
Segundo a OIT, a redução da desigualdade social foi estagnada desde 2010 e, dos 15 países avaliados, cinco deles registraram uma alta na disparidade de renda. Para a OIT, portanto, o risco de uma revolta social aumentará em 2016 nos países emergentes, justamente por conta da falta de oportunidades de trabalho.
Emprego informal também deve crescer nos mercados nos emergentes Segundo a OIT, ele atinge já 50% na metade dos países em desenvolvimento e, em um terço deles, a taxa supera a marca de 65%. “A falta de empregos decentes faz as pessoas recorrerem ao emprego informal, com baixa produtividade, baixos salários e sem proteção social”, alertou Guy Ryder, diretor da OIT.
Ricos
Já nos países ricos, a taxa de desemprego caiu de 7,1% para 6,7% entre 2014 e 2015 e, para 2016, ela deve chegar a 6,5%. Na Alemanha, ela será de 4,6%, contra 5,4% no Reino Unido. Mesmo na Itália, com uma das piores taxas da Europa, o desemprego vai cair de 12,7% para 12%.
Nos EUA, a taxa também cai de 5,3% para 4,9% e, pela primeira vez desde 2007, os americanos têm um número absoluto de desempregados abaixo do brasileiro, com 7,9 milhões de pessoas afetadas.
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