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Carlos Evandro está de volta ao grupo do deputado Inocêncio Oliveira. E quer emplacar mulher na vice em 2016

Por Nill Júnior

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Por Marcos Oliveira*

Impossibilitado de ser candidato  por estar na lista dos fichas sujas e isolado politicamente depois de romper  com o prefeito Luciano Duque (PT), Carlos Evandro (PSB) não encontrou outro caminho a não ser voltar a fazer parte do grupo que o elegeu prefeito por duas vezes.

Há rumores de que o ex-prefeito já bateu o martelo e agora vai apoiar os candidatos do PR Rogério Leão para estadual e provavelmente, com a desistência de Marinaldo Rozendo, vai de   Sebastião Oliveira para Federal.

Até ai tudo bem. Mas, qual é a contra  partida ?  O que o ex-prefeito quer de volta em troca do seu apoio ? Isso precisa ficar claro, pois já se comenta que ele quer emplacar a sua esposa Socorro Brito  como vice na chapa encabeçada  pelo PR em 2016.

Na boca dos seguidores de Carlão,  a chapa já está montada: Valdemar Oliveira  para prefeito e Socorro para vice. É  aí onde mora o problema: vereadores do grupo não aceitam essa união  e os que estavam com o ex-prefeito irão apoiar os candidatos do prefeito Luciano Duque.

A verdade é que Carlão está de volta ao berço em que se lançou na política. Se conseguirá   emplacar sua esposa na vice, só o tempo vai dizer.

* Marcos Oliveira apresenta seu comentário no programa A Voz da Notícia e o reproduz em nosso blog

Outras Notícias

Afogados: agentes de saúde cobram responsabilidade da população

Por André Luis No Debate das Dez da Rádio Pajeú desta segunda-feira (31), os agentes de saúde, Maria Auxiliadora (coordenadora do Sindacs) de licença, Vera Lúcia (coordenadora substituta), Rogério Jesuíno de Oliveira, o Jota Oliveira e Alisson Tiago, falaram sobre as recentes críticas sofridas pela categoria com relação ao monitoramento dos pacientes positivados para a […]

Por André Luis

No Debate das Dez da Rádio Pajeú desta segunda-feira (31), os agentes de saúde, Maria Auxiliadora (coordenadora do Sindacs) de licença, Vera Lúcia (coordenadora substituta), Rogério Jesuíno de Oliveira, o Jota Oliveira e Alisson Tiago, falaram sobre as recentes críticas sofridas pela categoria com relação ao monitoramento dos pacientes positivados para a covid-19 no município.

Maria Auxiliadora, confirmou a pactuação com Ministério Público, para que os agentes comunitários de saúde, fizessem visitas em horas não marcadas e duas vezes por dia, à esses pacientes, para confirmar se estariam cumprindo com as recomendações sanitárias. Mas ela, informou que a pactuação só foi feita com os ACSs da zona urbana e não com os da zona rural.

Ela também levantou algumas questões como a de agentes que da zona rural que moram a dez quilômetros do paciente a ser monitorado e disse ser “humanamente impossível” esse monitoramento. 

“Imagina um agente sair duas vezes por dia da sua casa para ir visitar um paciente que já está orientado a ficar em casa, se tiver alguma suspeita procurar o hospital de campanha? Nosso trabalho no dia a dia está sendo assim”, explicou. 

Ela disse ainda que o agente tem outras funções: “não estamos monitorando somente as pessoas que estão com covid-19”.

Já o ACS Jota Oliveira, foi mais duro na sua cobrança. Para ele é o monitoramento é desnecessário.

“Eu acho desnecessário que todo dia eu tenho que estar na casa de um cidadão dizendo pra ele ficar em casa porque está com covid-19, será que… pelo amor de Deus, gente! Que sociedade é essa? Que ser humano é esse que precisa, de manhã e de tarde até nos meus domingos, nos meus feriados, eu ter que estar na sua residência, dizendo que precisa ficar em casa, se os meios de comunicação já dizem isso todos os dias. Quando você vai testar é orientado a ficar em casa”, questionou Jota.

Outra reclamação da classe é sobre a demora da informação chegar aos agentes se o paciente está confirmado ou não pra covid-19. 

“Eu fui à casa do cidadão dizer pra ele ficar em casa e não estava e, aí, o que eu faço? Prendo ele? Me dê uma solução. Liguei pra minha enfermeira e informei: ‘a paciente que você me disse que estava com covid-19, não está em casa’. Ela ligou pra vigilância e a resposta que eu tive foi que a mulher já estava de alta”, relatou Jota. 

“Eu tenho 268 casas, 635 pessoas para acompanhar mensalmente, e o trabalho não diminuiu não. Eu tenho que acompanhar se idoso está tomando a medicação, se gestante está fazendo pré-natal, se criança está vacinada, agora, a covid-19 sobrecarrega a gente. Jogam o problema, mas não procuram saber as nossas dificuldades”, desabafou o agente. 

Jota também reclamou da falta de condições para que agentes que tem pacientes longe possam estar fazendo as visitas. “Tem agente que não tem carro, não tem moto. Aí precisa pagar mototáxi pra ir dizer a pessoa que está doente que tem que ficar em casa”, reclamou.

O ACS Alisson, concordou com as colocações do colega Rogério e disse que a classe não pode ser responsabilizada por conta da covid-19.

“A gente não foge da nossa responsabilidade de orientar, e isso já foi dito aqui. Orientamos fazemos o nosso papel, inclusive não queremos nos esquivar da nossa responsabilidade nesse momento de pandemia, mas nos estamos fazendo um trabalho de auxiliar a Vigilância Sanitária do município, não somos os responsáveis, direto, mas orientar as pessoas, dizer que fiquem em casa, que faça o tratamento correto, que procure o centro de reabilitação quando estiver com alguns dos sintomas, isso a gente já faz todo dia”, disse Alisson.

“Sabemos que existem pessoas teimosas, que mesmo diante de um momento como esse são orientadas a ficar em casa, elas ainda vão pra rua, tem contato com outras pessoas, fazem viagens, ou seja, não somos nós que vamos mudar o estilo de vida dessas pessoas, mas a orientação está sendo feita” relatou Alisson.

Nesta terça-feira (01/09), O Ministério Público faz nova reunião com os ACSs, da zona urbana e rural, para tentar fechar a questão da pactuação do monitoramento.

Câmara aprova urgência em projeto que cria transição para queda de coeficiente no FPM

Com articulação da Confederação Nacional de Municípios (CNM), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 139/2022, que cria um período de transição gradual ao longo de 10 anos para quedas de coeficiente no Fundo de Participação dos Municípios (FPM), teve requerimento de urgência aprovada nesta quarta-feira, 19 de abril, pela Câmara dos Deputados.  O texto também […]

Com articulação da Confederação Nacional de Municípios (CNM), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 139/2022, que cria um período de transição gradual ao longo de 10 anos para quedas de coeficiente no Fundo de Participação dos Municípios (FPM), teve requerimento de urgência aprovada nesta quarta-feira, 19 de abril, pela Câmara dos Deputados. 

O texto também prevê que o Censo 2022 tenha impacto imediato no FPM assim que o levantamento for divulgado. Dessa maneira, Municípios com ganho de coeficiente já poderão ser beneficiados.

Relator do projeto no Plenário, o deputado Benes Leocádio (União-RN) defendeu a medida na sessão de hoje. 

“Aprovar esse projeto vai evitar grande prejuízo a cerca de 800 Municípios. Sem isso, eles terão prejuízos incalculáveis com reflexos na saúde, na educação”, alertou. O parlamentar, que é presidente da Frente Mista Municipalista no Congresso, lembrou ainda o compromisso com essa pauta que foi assumido pelo presidente da Câmara, Arthur Lira, durante a XXIV Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios da CNM.

Em seguida, o requerimento foi aprovado. Quando adotado, o regime de urgência para apreciação de uma proposta abre exceções de prazos e formalidades regimentais, tornando a análise do tema mais ágil.

A CNM propôs o texto – apresentado pelo então deputado federal Efraim Filho (União-PB) – com o objetivo de evitar mudanças bruscas no Fundo em razão da contagem populacional por meio do Censo. Com a medida proposta, sempre que forem atualizados os dados pelo IBGE, os Municípios terão um prazo até, de fato, migrarem para faixa mais baixa de coeficiente. As informações são da Agência CNM de Notícias.

João Campos muda Yane Marques de cargo na Prefeitura

Sem alarde, a pentatleta brasileira Yane Marques foi remanejada de cargo na Prefeitura do Recife. Yane Marques era secretária-executiva na Secretaria de Esportes do Recife. Agora, será secretária-executiva de Esportes Educacionais na Secretaria de Educação do Recife. Segundo os atos assinados pelo prefeito João Campos, a pentatleta manterá a mesma remuneração. Yane ocupa cargo de […]

Sem alarde, a pentatleta brasileira Yane Marques foi remanejada de cargo na Prefeitura do Recife.

Yane Marques era secretária-executiva na Secretaria de Esportes do Recife.

Agora, será secretária-executiva de Esportes Educacionais na Secretaria de Educação do Recife.

Segundo os atos assinados pelo prefeito João Campos, a pentatleta manterá a mesma remuneração.

Yane ocupa cargo de gestão na Prefeitura desde o início do mandato de João Campos.

Yane Márcia Campos da Fonseca Marques é uma pentatleta brasileira, bicampeã em Jogos Pan-Americanos e única detentora de medalha olímpica do pentatlo moderno na América Latina. As informações são do blog de Jamildo.

Armando critica política tributária de Câmara

Em caminhada na cidade de Camaragibe, Região Metropolitana do Recife, na tarde desta quinta-feira (30), o candidato da coligação Pernambuco Vai Mudar, Armando Monteiro (PTB), disse que a prioridade do seu programa de governo será a geração de empregos e a justiça tributária com os pequenos e microempreendedores. “O que dói no coração da gente […]

Em caminhada na cidade de Camaragibe, Região Metropolitana do Recife, na tarde desta quinta-feira (30), o candidato da coligação Pernambuco Vai Mudar, Armando Monteiro (PTB), disse que a prioridade do seu programa de governo será a geração de empregos e a justiça tributária com os pequenos e microempreendedores.

“O que dói no coração da gente é ver o jovem sem oportunidades e sem esperança. Nós vamos atuar em duas frentes. Primeiro, andar o mundo e o país todo para trazer investimentos para Pernambuco, para mostrar que o governo vai tratar com tapete vermelho aqueles que quiserem investir em Pernambuco. E vamos tratar o pequeno e o micro comerciante, o pequeno empresário, o pequeno fabrico de confecções, o homem da padaria, da borracharia como parceiros, porque são eles que geram os empregos”, declarou Armando.

“Não vamos usar a Secretaria da Fazenda para botar o pé no pescoço de ninguém, para arrochar, tirar o sangue dos pequenos. Vamos dar o tratamento adequado para que todos possam pagar o imposto justo. Não adianta pagar o imposto que faz matar a empresa”, completou o candidato.

Acompanhado do candidato a vice-governador da coligação, vereador Fred Ferreira (PSC), do prefeito de Camaragibe, Meira (PTB), e do vereador Tomé (PV), além de outras lideranças, Armando caminhou pelas ruas do Bairro dos Estados. “Estamos andando e vendo que Meira está fazendo um bom mandato em Camaragibe. Tenho certeza de que Armando vai ajudá-lo a potencializar a economia da cidade”, destacou Fred Ferreira.

“Eu creio na vitória de Armando porque ele é um grande estadista. É um homem preparado, capacitado, que vai valorizar o nosso Estado”, afirmou Meira. Já o vereador Tomé disse que Armando representa a mudança. “O nosso Estado está um caos. Falta de segurança, saúde e temos uma educação precária. Então, nós precisamos mudar”, ressaltou.

Marília Arraes, João Campos e Mendonça Filho aparecem em disputa embolada no Recife

Blog de Jamildo Não há favorito ou favorita para a eleição de 2020 na cidade do Recife. É isso o que revela a última pesquisa ipe realizada entre os dias 30 de novembro e 2 de dezembro de 2019. Os números apontam para uma disputa competitiva entre as principais forças políticas da cidade. “O teste […]

Blog de Jamildo

Não há favorito ou favorita para a eleição de 2020 na cidade do Recife. É isso o que revela a última pesquisa ipe realizada entre os dias 30 de novembro e 2 de dezembro de 2019. Os números apontam para uma disputa competitiva entre as principais forças políticas da cidade.

“O teste de cenários eleitorais deixa clara a competitividade da disputa. Nenhum dos nomes testados conseguiu chegar a 20% da preferência do eleitorado nos cenários de 1º turno. O percentual de eleitores afirmando preferir votar em branco, nulo, ou que estão indecisos é maior que a intenção de voto em qualquer candidata ou candidato”, explica Rodolfo Costa Pinto.

No momento a deputada Marília Arraes (PT) lidera a disputa, com 17% das intenções de voto no primeiro cenário.

Em seguida aparece o deputado João Campos, com 16% e o ex-ministro Mendonça Filho, com 15% das intenções de voto. Daniel Coelho (10%), Túlio Gadelha (9%), Felipe Carreras (3%) e André de Paula (1%) completam a lista de nomes testados.

No segundo cenário testado, com menos nomes, Marília segue na liderança, com 19%, seguida por João Campos, com 18% e Mendonça Filho com 17%. Daniel Coelho aparece na quarta colocação com 11% das intenções de voto. No segundo cenário o percentual de votos brancos e nulos chega a 26% e indecisos somam 10%.

“Esse quadro sugere uma disputa muito mais acirrada pois os nomes testados são relativamente bem conhecidos da população. Isso quer dizer que ao longo dos próximos meses e durante a campanha oficial não surgirão muitas novidades sobre os candidatos e candidatas na disputa”, explica o cientista político.

“É uma situação diferente de 2012 por exemplo, quando Geraldo Júlio saiu de uma das últimas colocações nas pesquisas para vencer a eleição no 1º turno. Ele era virtualmente desconhecido e foi apresentado ao eleitorado ao longo da campanha”.

O cientista político destaca ainda que, em 2020, também não teremos um impacto tão forte de “grandes eleitores” no cenário local, como foi o caso da atuação de Eduardo Campos para eleger Geraldo Júlio.

“A avaliação do trabalho de Geraldo é apenas mediana e a do governador Paulo Câmara é bastante negativa. A eleição será difícil mesmo para um nome como o de João Campos, com histórico familiar e posição central na atuação política do PSB”, arrisca Rodolfo Costa Pinto.

Segundo turno

De acordo com o cientista político, atualmente os números apontam que a eleição de 2020 será decidida no 2º turno. A pesquisa ipe testou quatro cenários de 2º turno na eleição para prefeito do Recife no ano que vem.

Assim como nos testes de 1º turno, Marília Arraes parece ser a candidata mais bem posicionada para um eventual 2º turno. Porém a possível candidata do PT ainda não conseguiu alcançar a marca simbólica dos 50% dos votos totais na segunda etapa.

No primeiro cenário de 2º turno testado Marília lidera com 49% das intenções de voto contra 31% de João Campos.

Já o segundo cenário mostra João Campos ganhando do ex-governador Mendonça Filho. João conseguiu 40% das intenções de voto, contra 36% de Mendonça. Nesse cenário, João aparece especialmente forte entra as pessoas com nível de instrução até o ensino médio, enquanto Mendonça aparece mas forte entre eleitores homens e com educação até o nível fundamental.

O terceiro cenário testado mais uma vez revelou a maior competitividade de Marília Arraes, que apareceu com 45% das intenções de voto, contra 32% de Mendonça Filho.

No quarto e último cenário de 2º turno testado, Marília Arraes aparece vencendo Daniel Coelho com 49% das intenções de voto, contra 28% do deputado federal do Cidadania.