Candidatura de Flavinho da Farmácia é indeferida pela Justiça Eleitoral de Sertânia
Por André Luis
Segundo a Justiça, candidato a vereador não se desincompatibilizou no prazo legal
Nesta quinta-feira (5), a Justiça Eleitoral de Sertânia indeferiu a candidatura de Flavinho da Farmácia (PSDB) ao cargo de vereador, uma baixa para a oposição liderada por Pollyanna Abreu. A decisão foi tomada com base na alegação de que o candidato, servidor público, não se afastou de suas funções no prazo determinado pela lei, configurando uma situação de inelegibilidade.
O indeferimento ocorreu após a Frente Popular de Sertânia, encabeçada pelo PSB e outras siglas aliadas, apresentar uma impugnação ao registro de Flavinho.
A principal acusação era de que ele, que atua em um órgão municipal de saúde, registrou presença como plantonista no dia 9 de julho de 2024, dentro do período vedado de três meses antes da eleição, prevista para 6 de outubro.
Em sua defesa, Flavinho afirmou que, na referida data, compareceu ao Hospital Geral Maria Alice Gomes Lafayete apenas para realizar o cadastro de sua digital no sistema de ponto eletrônico, atendendo a uma determinação de seus superiores. Ele argumentou que não prestou serviços naquele dia, mas apenas fez o registro biométrico.
Apesar da justificativa do candidato, o Ministério Público Eleitoral apontou que a documentação apresentada para comprovar sua desincompatibilização foi ilegível, impedindo a verificação clara se houve ou não o afastamento dentro do prazo legal.
Diante dos fatos, o juiz eleitoral da 62ª Zona, Gustavo Silva Hora, decidiu pelo indeferimento da candidatura de Flavinho da Farmácia, conforme prevê a Lei Complementar 64/90, que regula as condições de inelegibilidade. A decisão compromete a contagem de votos para o PSDB na disputa por cadeiras na Câmara Municipal de Sertânia, representando uma baixa significativa para a coligação de Pollyanna Abreu.
Aconteceu na manhã desta terça-feira (16), a 6ª sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, onde vários temas importantes foram debatidos pelos legisladores. Também foram aprovados requerimentos de interesses da população durante a sessão. Na Tribuna Popular os responsáveis por academias (Joselito Santana e Luíz Gustavo) e o Presidente da CDL (Câmara […]
Aconteceu na manhã desta terça-feira (16), a 6ª sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira, onde vários temas importantes foram debatidos pelos legisladores. Também foram aprovados requerimentos de interesses da população durante a sessão.
Na Tribuna Popular os responsáveis por academias (Joselito Santana e Luíz Gustavo) e o Presidente da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) Darlan Quidute, questionaram o fato das academias de ginástica não serem consideradas serviço essencial, visto que os consideram locais de saúde.
Os vereadores Reinaldo Lima e Toinho da Ponte apresentaram requerimento solicitando voto de aplauso para o diretor do Hospital Regional Emília Câmara, Dr. Sebastião Duque Cajueiro reconhecendo o trabalho realizado na unidade de saúde.
Já a vereadora Gal Mariano apresentou moção de pesar aos familiares de Jahielma Nunes, vítima de câncer de mama, deixando esposo, Roberto Freitas e filhos. A vereadora apresentou também requerimento solicitando dados dos números de pessoas portadoras de câncer de mama no município e dados de mamografias realizadas.
O vereador Edson Henrique pediu a instalação de semáforo na rua Senador Paulo Guerra ligando a Diomedes Gomes, evitando possíveis acidentes no local.
Já Raimundo Lima pediu a construção do calçamento na rua Alzira Rosa no bairro Brotas, um antigo sonho dos moradores daquela área e a construção de Academia da Saúde no mesmo bairro.
Durante sua fala o presidente da casa, Rubinho do São João parabenizou e agradeceu a equipe da Celpe pelos serviços prestados no último final de semana na comunidade de São João Novo, onde choveu forte com ventos de grandes proporções derrubando árvores e causando prejuízos.
A Celpe trabalhou desde a madrugada do domingo até a manhã da segunda-feira até que o problema fosse resolvido.
Para Joselito Santana, representante de Academia de ginástica deixou claro que os espaços são alternativas no combate a Covid-19 e não uma ameaça a saúde da população. “Nós não devemos parar, não somos apenas lazer, e sim, saúde para população”, disse.
Joselito falou que ano passado os representantes de Academias não tinham dados científicos mostrando que não deveriam parar, mas hoje eles trabalham com números apontando que quando você pratica uma atividade física está mais protegido contra a Covid.
Quem também usou a Tribuna de Honra da Câmara foi Darlan Quidute, Presidente da CDL. Ele destacou a importância da prática de atividades físicas para o ser humano num momento tão difícil como este e disse que a CDL Afogados apoia e simpatiza com essa luta, juntando-se as Academias pelo seu funcionamento.
Ao final da reunião, o Presidente da Câmara, Rubinho do São João marcou a próxima sessão para terça-feira da semana que vem, dia 23 de março às 09 horas da manhã.
Grazielle Cardoso, supervisora de projetos da IDH, falou sobre a importância do Pacto para a região Por André Luis Nesta quarta-feira (6), Afogados da Ingazeira será o palco da assinatura do Pacto Pajeú Sustentável. A cerimônia, que acontecerá no espaço Wilson Brito, no Hotel Brotas, às 9h, representa um passo significativo em direção ao desenvolvimento […]
Grazielle Cardoso, supervisora de projetos da IDH, falou sobre a importância do Pacto para a região
Por André Luis
Nesta quarta-feira (6), Afogados da Ingazeira será o palco da assinatura do Pacto Pajeú Sustentável. A cerimônia, que acontecerá no espaço Wilson Brito, no Hotel Brotas, às 9h, representa um passo significativo em direção ao desenvolvimento econômico sustentável e à conservação da Caatinga na região do Sertão do Pajeú.
O Pacto Pajeú Sustentável é uma iniciativa liderada pela IDH, uma instituição holandesa financiada pelos governos da Noruega, Holanda, Suíça e Dinamarca. Grazielle Cardoso, supervisora de projetos da IDH, explicou em entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú que a instituição busca estimular pactos em territórios-chave para as cadeias alimentares, com foco especial na agricultura familiar.
“A IDH atua nas cadeias da agricultura e agropecuária, buscando fomentar acordos que promovam práticas sustentáveis, especialmente na agricultura familiar”, destacou Grazielle Cardoso.
O Pacto Pajeú Sustentável é estruturado em três pilares fundamentais: produção sustentável, proteção ambiental e inclusão social. Grazielle ressaltou que o pacto estabelece metas comuns com atores locais, como a agricultura familiar, setor público, setor privado e organizações da sociedade civil. “Buscamos impulsionar a comercialização de produtos da agricultura familiar, implementar programas para mulheres agricultoras, combater a violência contra a mulher, fortalecer a preservação da Caatinga e desenvolver oportunidades de mercado”, disse ela.
A colaboração entre os setores público, privado e a sociedade civil tem sido destacada como fundamental para o sucesso do pacto na região do Pajeú. Grazielle Cardoso enfatizou a participação ativa da Prefeitura de Afogados da Ingazeira e da Assembleia Legislativa de Pernambuco. Além disso, ela mencionou que a articulação com o setor privado está em curso, buscando atrair investimentos alinhados com as metas do pacto.
“A colaboração é surpreendente, e a participação dos atores locais é crucial. Estamos trabalhando para atrair investimentos que estejam alinhados com os objetivos do pacto”, afirmou Grazielle.
A IDH destaca projetos locais como o co-financiamento com a Diaconia, que visa atingir mais de 500 produtores, experiências bem-sucedidas com algodão agroecológico e o projeto Farmácia Viva. Grazielle Cardoso enfatizou ainda a articulação da Rede Agroecológica de Mulheres do Pajeú e a participação de organizações, como os Organismos Participativos de Avaliação da Conformidade Orgânica – OPACs, como fatores notáveis que contribuem para o desenvolvimento sustentável da região.
Sobre a promoção da inclusão social nas comunidades locais, Grazielle explicou que a estratégia é “tornar o campo mais atrativo para os jovens, oferecendo oportunidades e qualidade de vida, combatendo o êxodo rural”. Ela reconheceu o êxodo rural como um desafio global e destacou a busca por criar oportunidades para que os jovens optem por permanecer no campo, tornando o território atrativo e oferecendo uma melhor qualidade de vida por meio da agricultura familiar.
Quanto aos recursos, Grazielle confirmou que o pacto busca atrair investimentos para o território, possibilitando o desenvolvimento sustentável. “A IDH contribuirá com recursos próprios, mas acreditamos que, com uma governança sólida, metas claras e direcionamento, será mais fácil atrair investidores e recursos externos”, afirmou ela.
A avaliação do impacto do pacto ao longo do tempo será guiada pelas metas estabelecidas nos três pilares, com indicadores específicos monitorados anualmente. Grazielle ressaltou que o pacto é de longo prazo, inicialmente até 2027, e destacou o objetivo da IDH de se tornar apenas mais um ator, deixando o controle para o território após o sucesso da implementação.
A assinatura do Pacto Pajeú Sustentável representa não apenas um compromisso formal, mas um marco significativo na construção de um futuro mais sustentável e inclusivo para a região do Sertão do Pajeú.
Pesquisa boca de urna feita pelo Ibope aponta a vitória de José Ivo Sartori (PMDB) ao governo do Rio Grande do Sul com 58%. O governador e candidato à reeleição, Tarso Genro (PT), ficou em segundo, com 42%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa, encomendada […]
Pesquisa boca de urna feita pelo Ibope aponta a vitória de José Ivo Sartori (PMDB) ao governo do Rio Grande do Sul com 58%. O governador e candidato à reeleição, Tarso Genro (PT), ficou em segundo, com 42%.
A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa, encomendada pelo Grupo RBS, entrevistou 5.000 pessoas e tem o registro RS-00038/2014.
Os termos do acordo de delação premiada do doleiro Lúcio Funaro com a Procuradoria Geral da República (PGR) preevem o pagamento de uma multa aos cofres públicos de R$ 45 milhões e o cumprimento de prisão em regime fechado em presídio de apenas 2 anos. O restante da pena de 30 anos acertada com os […]
Os termos do acordo de delação premiada do doleiro Lúcio Funaro com a Procuradoria Geral da República (PGR) preevem o pagamento de uma multa aos cofres públicos de R$ 45 milhões e o cumprimento de prisão em regime fechado em presídio de apenas 2 anos.
O restante da pena de 30 anos acertada com os procuradores da República será cumprida pelo doleiro em prisão de regime domiciliar, prestação de serviços à comunidade e estudos definidos em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF). O tempo que ele se dedicar aos estudos e aos serviços ainda reduzirá parte da pena.
Apontado como operador de propinas de políticos do PMDB, Funaro está preso desde junho de 2016. Depois de meses de negociação, ele fechou acordo de colaboração premiada com o Ministério Público em 21 de agosto deste ano, no qual se comprometeu a revelar e detalhar todos os crimes nos quais se envolveu nos últimos anos.
Próximo do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e do dono da J&F Joesley Batista, o doleiro prometeu aos procuradores da República entregar provas que demonstrem o envolvimento de políticos e empresários em esquemas de corrupção que agiam, entre outros lugares, no Congresso Nacional, na Caixa Econômica Federal e no Ministério da Agricultura.
Um dos focos dos depoimentos de Funaro ao MPF foi o grupo que ficou conhecido como PMDB da Câmara, que incluía, além de Cunha, o presidente Michel Temer, os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral) e os ex-ministros Geddel Vieira Lima e Henrique Eduardo Alves.
A delação premiada foi homologada em setembro pelo ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). O caso havia sido remetido à Suprema Corte porque, nos depoimentos à PGR, o doleiro citou nomes de pessoas com foro privilegiado, entre os quais o presidente Michel Temer.
Na última sexta-feira (21), a Câmara de Vereadores de Ingazeira realizou uma Sessão Solene para a entrega do Título de Cidadão Honorário da cidade. O evento ocorreu na sede da Câmara, na Rua Albino Feitosa, no centro de Ingazeira. Entre os homenageados estavam o presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), desembargador Ricardo Paes […]
Na última sexta-feira (21), a Câmara de Vereadores de Ingazeira realizou uma Sessão Solene para a entrega do Título de Cidadão Honorário da cidade. O evento ocorreu na sede da Câmara, na Rua Albino Feitosa, no centro de Ingazeira.
Entre os homenageados estavam o presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), desembargador Ricardo Paes Barreto, e o prefeito de Ingazeira, Luciano Torres Martins. O título também foi concedido ao Padre Luiz Marques Ferreira (Padre Luizinho), ao médico Dr. João Véras Patriota, ao deputado estadual Diogo Moraes e, postumamente, ao ex-governador Eduardo Henrique Accioly Campos, representado pelo seu filho e deputado federal Pedro Campos.
A entrega do Título de Cidadão Honorário reconhece as contribuições significativas dessas personalidades para Ingazeira e o estado de Pernambuco, celebrando o impacto positivo de cada um na comunidade.
Durante a cerimônia, o prefeito Luciano Torres fez um desabafo ao receber o título de cidadão ingazeirense: “Quero ver quem é que vai me chamar mais de forasteiro”. Nascido em Iguaracy, Torres atua em Ingazeira desde os anos 80, quando assumiu um posto na antiga Emater.
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