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Campanha para reconstruir Rádio Vale FM

Por Nill Júnior

Num ato criminoso, na calada da noite, a Rádio Vale FM, de Buíque, no Agreste, virou pó, recentemente. Um incêndio, que a polícia ainda não descobriu o autor (ou autores), destruiu todos os equipamentos da emissora.

Por isso, o canal, que presta um grande serviço a Buíque e região, está fora do ar. O crime foi um golpe na liberdade de imprensa e na democracia.

Sem condições materiais de repor em tempo hábil os equipamentos que viraram fuligem, os responsáveis pela emissora começaram uma campanha para arrecadar fundos para a compra dos bens destruídos.

O Blog do Magno encampou este movimento de solidariedade a Ricardo Resende, dirigente da emissora, para que possa voltar a colocá-la no ar.

Aos que desejam ajudar a emissora segue a conta corrente: Bradesco, Agência  2592-5, Conta Corrente 0561419-8 em nome de José Inaldo Ricardo. Telefone para contato: (87) 9.9906-3046

Outras Notícias

Câmara discute parcerias com Dirigentes Lojistas de Pernambuco

O governador Paulo Câmara recebeu, nesta terça-feira (23.05), no Palácio do Campo das Princesas, representantes Federação das Câmaras dos Dirigentes Lojistas de Pernambuco (FCDL-PE) para discutir assuntos de interesse do comércio em Pernambuco. Na ocasião, os gestores conversaram sobre políticas tributárias e possíveis novas parcerias com a Secretaria de Defesa Social, visando o reforço da […]

O governador Paulo Câmara recebeu, nesta terça-feira (23.05), no Palácio do Campo das Princesas, representantes Federação das Câmaras dos Dirigentes Lojistas de Pernambuco (FCDL-PE) para discutir assuntos de interesse do comércio em Pernambuco.

Na ocasião, os gestores conversaram sobre políticas tributárias e possíveis novas parcerias com a Secretaria de Defesa Social, visando o reforço da segurança nos principais centros comerciais do Estado. Outras duas reuniões com a Secretaria da Fazenda e com a SDS serão realizadas, em breve,  para a formalização das ações.

Também participaram do encontro o vice-governador e secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Raul Henry; os secretários estaduais Marcelo Barros (Fazenda) e Angelo Gioia (Defesa Social); o deputado estadual Tony Gel; o presidente da FCDL-PE, Adjair Soares; o presidente da CDL Recife, Eduardo Catão;  o presidente da CDL Caruaru, Márcio Porto; o presidente da CDL Garanhuns, Luiz Carlos Andrade; a presidente da CDL Timbaúba, Maria Edileuza Pedrosa; o coronel da CDL Recife e FCDL-PE, Eduardo Oliveira; e o consultor de projetos da FCDL-PE Wamberto Barbosa.

Aline Mariano lamenta morte vereadora no Rio

Como presidente da Comissão em Defesa dos direitos da Mulher na Câmara Municipal do Recife manifesto minha indignação e meu pesar diante do assassinato da vereadora Marielle Franco e do seu motorista Anderson Pedro Gomes, que também foi vítima deste crime com indícios de execução. Lamento esse ato de extrema covardia contra a vereadora Marielle […]

Como presidente da Comissão em Defesa dos direitos da Mulher na Câmara Municipal do Recife manifesto minha indignação e meu pesar diante do assassinato da vereadora Marielle Franco e do seu motorista Anderson Pedro Gomes, que também foi vítima deste crime com indícios de execução.

Lamento esse ato de extrema covardia contra a vereadora Marielle Franco e convoco a sociedade para debater questões de violência contra a mulher no seio da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, na Câmara do Recife, na próxima terça-feira, com a presença dos parlamentares da Casa José Mariano.

Marielle era presidente da Comissão da Mulher, líder do movimento negro e defensora dos direitos humanos. Mãe, socióloga e a quinta vereadora mais votada no Rio de Janeiro. Mulher admirável, guerreira e atuante, de liderança inequívoca, que tanto lutou contra as desigualdades e violência da qual acabou sendo vítima.

A postura combativa, humana, e partícipe de todas as lutas populares incomodava a muitos, especialmente aqueles que não viam com bons olhos a defesa dos moradores de comunidades e seu enfrentamento à violência.

Solidarizo-me com familiares e amigos, e acompanho a apuração dos fatos para a punição dos autores desse crime hediondo que tanto nos entristece. É preciso dar um basta nesta situação, para que outras mulheres não sejam vítimas de crimes brutais e inaceitáveis como esse.

Aline Mariano

Dilma pedala com seguranças em Porto Alegre

Em Porto Alegre para passar o feriado de Páscoa com a família, a presidente Dilma Rousseff saiu para pedalar, mesmo com o tempo instável, na manhã desta sexta-feira (25). Pouco antes das 6h, a presidente saiu da sua casa, na Zona Sul da capital, acompanhada de seguranças. Vestindo calça, casaco e tênis próprios para atividades […]

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G1

Em Porto Alegre para passar o feriado de Páscoa com a família, a presidente Dilma Rousseff saiu para pedalar, mesmo com o tempo instável, na manhã desta sexta-feira (25). Pouco antes das 6h, a presidente saiu da sua casa, na Zona Sul da capital, acompanhada de seguranças.

Vestindo calça, casaco e tênis próprios para atividades físicas, além de capacete, ela percorreu avenidas como Diário de Notícias e Guaíba, e outras vias do bairro Assunção. Dilma esteve acompanhada de dois seguranças de bicicleta e mais três carros, que seguiam atrás. Ela desejou feliz Páscoa aos jornalistas e voltou para casa, na Avenida Copacabana, por volta das 7h.

Os passeios de bicicleta da presidente começaram no ano passado. Na última visita à capital, no feriado de Carnaval em fevereiro, ela também passeou pela orla.

Dilma chegou pouco depois das 20h de quinta-feira (24) ao Rio Grande do Sul. O desembarque ocorreu na Base Aérea de Canoas, na Região Metropolitana, cidade a cerca de 18 quilômetros de Porto Alegre. De lá, ela se deslocou até a capital, com destino à Zona Sul, onde tem um apartamento.

Dilma irá passar o feriadão da Páscoa com a família. Ela aproveita a viagem para comemorar, no domingo (27), o aniversário de sua filha, Paula Araújo. Dilma deve retornar a Brasília somente no domingo (27). Oficialmente, o Palácio do Planalto não informa detalhes da programação da presidente na capital gaúcha, nem mesmo da data de retorno a Brasília.

Dilma viaja para o Rio Grande do Sul no momento mais conturbado de seu governo. Alvo de um processo de impeachment no Congresso Nacional, ela tenta evitar uma debandada dos partidos que compõem sua base no parlamento. Ao retornar à capital federal, a presidente deverá realizar os últimos esforços para manter o PMDB na base governistas. Na terça-feira (29), a cúpula peemedebista tem reunião marcada para decidir se desembarca do governo do PT.

Marcos Oliveira diz que ganhou carta branca de Inocêncio para seguir melhor caminho

Do ST Mais No Recife, o vereador republicano Marcos Oliveira teve um encontro, nesta terça-feira (15), com o ex-deputado federal, Inocêncio Oliveira. Segundo o parlamentar, na conversa, que teve com o Inocêncio foi confirmado que o PR não abrirá mão da indicação de um nome para disputar a cadeira de prefeito, hoje ocupada pelo prefeito […]

marcos e inocencio

Do ST Mais

No Recife, o vereador republicano Marcos Oliveira teve um encontro, nesta terça-feira (15), com o ex-deputado federal, Inocêncio Oliveira. Segundo o parlamentar, na conversa, que teve com o Inocêncio foi confirmado que o PR não abrirá mão da indicação de um nome para disputar a cadeira de prefeito, hoje ocupada pelo prefeito Luciano Duque (PT). “Segundo o deputado o PR terá mesmo candidato para 16”, disse Marcos.

Marcos Oliveira que vem ensaiando sua saída do PR revelou que recebeu carta branca do ex-deputado para traçar seus próprios planos políticos. Porém, se mantém cauteloso. “Inocêncio me deixou livre para seguir meu caminho político, mas quem tem tempo não tem pressa”.

Com laços políticos estreitados com Luciano, Marcos que declarou ao STMAIS “que não é de ficar em cima do muro”. Sem revelar mais detalhes do encontro com Inocêncio externou:

“Por entender ser importante para Serra Talhada eu defendo a união entre Luciano e Sebastião”, disse Marcos. Fica a pergunta; teria  Marcos Oliveira ouvido, o mesmo do ex-deputado?

Procuradores detalham atuação do MPF no combate ao garimpo ilegal em território Yanomami

Foto: Leonardo Prado/Secom/MPF Também foram apontadas falhas no cumprimento de recomendações e decisões judiciais Em entrevista coletiva realizada nesta terça-feira (24), os procuradores da República Alisson Marugal e Matheus de Andrade Bueno, responsáveis por investigar irregularidades cometidas por garimpeiros e desvios na política de saúde na Terra Indígena Yanomami (TIY) em Roraima, detalharam as diversas […]

Foto: Leonardo Prado/Secom/MPF

Também foram apontadas falhas no cumprimento de recomendações e decisões judiciais

Em entrevista coletiva realizada nesta terça-feira (24), os procuradores da República Alisson Marugal e Matheus de Andrade Bueno, responsáveis por investigar irregularidades cometidas por garimpeiros e desvios na política de saúde na Terra Indígena Yanomami (TIY) em Roraima, detalharam as diversas frentes de atuação do Ministério Público Federal (MPF), tanto no combate aos crimes ambientais, quanto na responsabilização cível e criminal pelos delitos cometidos naquele território. 

Ao traçarem o panorama da situação, ambos foram enfáticos sobre a necessidade de que haja respeito às decisões judiciais que determinam a reativação de bases da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) naquele território e de implementação de planos operacionais eficazes no combate a diversos delitos.

Na última segunda-feira (23), a Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais (6CCR/MPF), vinculada ao procurador-geral da República, Augusto Aras, emitiu nota pública denunciando que a grave situação de saúde e segurança alimentar sofrida pelos povos yanomami. 

A 6CCR atuou por delegação do PGR em ações como a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 709. Especificamente em relação aos Yanomami, Augusto Aras apresentou manifestações acerca das ações governamentais destinadas à retirada de invasores. Ainda no STF, representante do MPF defendeu providências para garantir o atendimento da população.

No dia 20, também deste mês, o Ministério da Saúde atendeu recomendações feitas pelo MPF e criou uma Sala de Situação para acompanhar a questão de saúde na TIY. A Sala fará a coordenação e articulação da resposta à crise sanitária, da reestruturação do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Yanomami, do fortalecimento da rede de serviços para atendimento dessa população e das ações intersetoriais.

Na entrevista, os procuradores criticaram a forma como foram realizadas as fiscalizações até o ano passado, quando os órgãos estatais realizaram operações em ciclos curtos de, no máximo 15 dias, o que favorecia a desarticulação dos pontos de garimpo pelos criminosos. O resultado desse modelo, na avaliação deles, produziu apenas resultados pontuais – não houve, por exemplo, diminuição dos alertas de extração ilegal de minérios.

Conforme explicaram, os criminosos agem predominantemente por via aérea hoje em dia, o que dificulta a fiscalização dos órgãos estatais. Para combater esse modo operacional, uma das frentes de atuação do MPF é o controle da venda do combustível de aviação, buscando notificar tanto fornecedores quanto os grandes adquirentes. Em alguns casos, a pedido do MPF, a Agência Nacional de Petróleo (ANP) suspendeu registros de compradores de combustíveis em situação irregular.

Falta de medicamentos – O ano de 2022 também foi marcado por um esquema de desvio de medicamentos essenciais ao atendimento dos indígenas, tendo atingido sobretudo crianças. A investigação iniciada pelo MPF culminou na Operação Yoasi, em parceria com a Polícia Federal (PF). A falta de fármacos simples, como aqueles para combater verminoses, aceleraram a tragédia yanomami. Estima-se que 10 mil crianças, de um total de cerca de 14 mil, deixaram de receber remédios, agravando o quadro de subnutrição. “Havia políticos que nomeavam agentes de saúde e loteavam cargos chave para direcionar licitações”, detalhou Alisson Marugal.

Subnutrição e mortalidade – Embora haja registro do problema da subnutrição infantil no território yanomami pelo menos desde 2009, o procurador da República Alisson Marugal salientou ter havido agravamento da situação a partir de 2017, atingindo seu ápice no ano passado. Segundo relatou, por causa do garimpo ilegal e da omissão do Estado, entre o fim de 2021 e o fim do ano passado, 300 crianças yanomami com sinais de desnutrição precisaram ser transferidas para tratamento na capital, Boa Vista, registrando aumento de 150% em relação ao total de transferências acumulado nos quatro anos anteriores.

Próximos passos – Ao ser questionado sobre os próximos passos a serem tomados pelo MPF, o procurador da República Matheus de Andrade Bueno afirmou que a proteção aos povos indígenas não deve ser uma questão de governo ou ideológica, mas humanitária e de Estado. E disse que a atuação institucional vai se pautar por medidas de responsabilização, em relação a fatos passados, e de acompanhamento e fiscalização das políticas públicas atuais e futuras a fim de que as determinações judiciais sejam cumpridas e os direitos dos povos yanomami protegidos.

Ofício – Também nesta terça-feira (24), o PGR encaminhou ofícios da coordenadora da Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais do MPF (6CCR), subprocuradora-geral da República Eliana Torelly, ao senador Fabiano Contarato, informando as providências tomadas acerca das denúncias apresentadas por ele, por meio da Sala Virtual de Atendimento ao Cidadão do MPF, de violências na Terra Yanomami.

O documento enviado ao senador informa que os fatos narrados na representação, relativos à saúde, à segurança alimentar e a violências contra os Yanomami já são alvo de apuração na unidade do Ministério Público Federal em Roraima, local dos fatos. Informa, ainda, que há investigações, diversos procedimentos, ações judiciais e inquéritos policiais em curso, além da atuação judicial e extrajudicial do MPF para garantir a extrusão dos garimpeiros invasores.

O senador também recebeu do Gabinete do PGR a nota pública divulgada nessa segunda-feira (23) pela 6CCR com resumo da atuação judicial e extrajudicial do MPF na busca por soluções efetivas para a proteção dos povos indígenas que habitam o território indígena Yanomami.