Depois de comandar uma carreata em Garanhuns, o governador e candidato à reeleição Paulo Câmara (PSB) participou, na noite deste domingo (30), de um comício com a população de Lajedo, também no Agreste meridional.
Ao lado da candidata a vice-governadora Luciana Santos (PCdoB), do ex-prefeito Antônio João Dourado (PSB), do deputado estadual Marcantônio Dourado (PSB), do federal Wolney Queiroz (PDT) e do candidato Marcantônio Filho (PP), Paulo reafirmou compromisso de trabalhar pelo desenvolvimento de todas as cidades pernambucanas.
“Trouxemos para Lajedo inúmeras obras de pavimentação, o abatedouro, a Companhia Independente da Polícia Militar, para dar mais tranquilidade a população dessa região e vamos continuar trabalhando para desenvolver essa cidade. Meu compromisso é fazer com que todas as cidades pernambucanas possam crescer e gerar desenvolvimento para nosso povo”, destacou o governador.
Ex-prefeito de Lajedo, Antônio João Dourado, elogiou o gestor estadual. “Lajedo tem aqueles que estão ao seu lado, governador, que não falharam com esse conjunto político. Vocês que que estão aqui e que apoiam Antônio João, saibam que meus candidatos são os de Lula: Fernando Haddad e Paulo Câmara”, destacou.
O deputado Marcantônio Dourado lembrou das crises financeiras dos últimos anos em todo país e frisou que, mesmo assim, Paulo Câmara “manteve o estado nos trilhos” pagando seus funcionários, mantendo serviços essenciais e fazendo novos investimentos.
O vereador Carlos Bolsonaro, filho do candidato do PSL à presidência Jair Bolsonaro, publicou na ferramenta stories de seu perfil de Instagram a foto com simulação de tortura que mostra um homem ensanguentado, com os braços amarrados, um saco na cabeça e a hashtag #EleNão, que designa a mobilização capitaneada por mulheres e outras minorias contra Bolsonaro, escrita […]
O vereador Carlos Bolsonaro, filho do candidato do PSL à presidência Jair Bolsonaro, publicou na ferramenta stories de seu perfil de Instagram a foto com simulação de tortura que mostra um homem ensanguentado, com os braços amarrados, um saco na cabeça e a hashtag #EleNão, que designa a mobilização capitaneada por mulheres e outras minorias contra Bolsonaro, escrita no peito. Na publicação, Carlos, além de marcar o perfil @direitapvh, escreveu: “Sobre pais que choram no banheiro”.
A expressão é popularmente usada em alusão a pais desapontados com os filhos e que, em muitos dos casos e memes, teriam vergonha por terem filhos homossexuais. A publicação causou ultraje nas redes sociais e o vereador será acionado pela oposição na Comissão de Ética da Câmara do Rio sob acusação de apologia à tortura.
A mesma imagem perturbadora, replicada potencialmente para os 514.000 seguidores do filho de Bolsonaro, foi publicada há um dia atrás pelo perfil crítico do PT e pró-Donald Trump citado por Bolsonaro, o @direitapvh, conforme publicou o jornal Valor Econômico.Nesta publicação, já estava a frase “sobre pais que choram no banheiro” ao lado de críticas de seguidores e de frases de apoio a Bolsonaro.
Em meio à repercussão nas redes, o vereador Carlos Bolsonaro atribuiu a postagem, na tarde desta quarta-feira, a Ronaldo Creative, um perfil fechado no Instagram que defende a arte como forma de protesto e participa da campanha #EleNão. A versão do vereador é que ele publicou apenas para criticar a manifestação do suposto artista.
Esse perfil, com apenas dezenas de postagens e sem presença sob a mesma identidade em outras redes sociais, teria publicado a imagem em referencia à repressão e censura contra o movimento #EleNão. O vereador do Rio de Janeiro disse que, ao escrever a expressão “sobre pai que chora no chuveiro”, se referia à “vergonha que um pai deve sentir ao ver um filho postar uma m**** de imagem dessas e achar que é arte ou o que é pior, relacionar com a imagem do candidato”.
O vereador do Rio de Janeiro, David Miranda (PSOL), anunciou que vai apresentar uma denúncia contra o vereador por quebra de decoro em razão da reprodução da imagem que simula a tortura. Para Miranda, que é ativista LGBTi+, a postagem representa apologia à tortura e à homofobia.
O candidato à Presidência do PDT Ciro Gomes também criticou o vereador e cobrou providências das autoridades. Carlos Bolsonaro é vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos no Rio de Janeiro.
A bancada do PSOL na casa legislativa também assinará a denúncia por quebra de decoro. “Essa postagem não vai intimidar as mulheres e nem os LGBTi+ que se organizam contra essa família. Resistência é a única palavra de ordem”, afirma o vereador David Miranda.
A pedido do grupo liderado pelo deputado federal Inocêncio Oliveira dentro do Partido da República de Pernambuco, respondo ao deputado Anderson Ferreira, que em entrevista concedida ao jornal Folha de Pernambuco, veiculada em matéria desta quinta-feira (06) no caderno Política, mostrou não ter entendido o sentido da reunião realizada na manhã desta quarta-feira (05), em […]
A pedido do grupo liderado pelo deputado federal Inocêncio Oliveira dentro do Partido da República de Pernambuco, respondo ao deputado Anderson Ferreira, que em entrevista concedida ao jornal Folha de Pernambuco, veiculada em matéria desta quinta-feira (06) no caderno Política, mostrou não ter entendido o sentido da reunião realizada na manhã desta quarta-feira (05), em Brasília. Neste encontro, que contou com a presença do presidente nacional do partido, Alfredo Nascimento, e do secretário geral do PR, Antônio Carlos Rodrigues, tínhamos o objetivo de estabelecer o diálogo e de fazer com que as forças políticas do PR em Pernambuco fossem respeitadas.
Para isso, entendemos que deve haver espaço político e segurança nas relações partidárias para lideranças dos diretórios e dos comandos do Partido da República. Ou seja, Anderson não será o dono do partido e nem senhor do poder. Parece que nossa posição incomodou o deputado, que agora já prefere e sugere a nossa saída.
Acho plenamente legítima a alternância de poder, renovação e que ele ou outro membro do partido seja o presidente, mas toda mudança deve acontecer respeitando os direitos regulamentares sem se furtar de preceitos de consideração, respeito e justiça. Nesse caso, refiro-me ao tratamento, na minha opinião, extremamente incorreto, dispensado ao deputado Inocêncio Oliveira, que vem recebendo apoio e solidariedade em todo o estado de Pernambuco e do todos os segmentos da sociedade. Assim como foi com Inocêncio, deverá ser com ele: todos nós teremos vez e voz no partido. Porém, da forma como foi realizada a transição, Anderson demonstrou claramente que as relações partidárias construídas em nosso partido, onde somos ouvidos, votamos e participamos de todos os processos dentro do PR, sob o seu comando, não serão respeitadas.
Não cabe ao presidente de um partido tamanha descortesia ao afirmar para um jornal de grande publicação em Pernambuco que “quem se sentir incomodado, saia”. Por tamanha indignação, sou obrigado a devolver o que foi proposto por Anderson, lembrando, porém, que este não é o tom que devem ser pautadas as negociações. Como ele é minoria, que ele saia. O dano ao partido será menor. Somos um grupo de um deputado federal em exercício e um federal eleito nas últimas eleições, três deputados estaduais, 17 prefeitos, 52 vice-prefeitos, mais de 200 vereadores e importantes lideranças de vários segmentos da sociedade civil organizada de Pernambuco.
O governador Paulo Câmara transmitiu o cargo para a vice-governadora Luciana Santos neste sábado (07/09), quando viaja a Singapura, na Ásia, para participar, durante os próximos dez dias, de um evento internacional a convite da Fundação Lemann. O seminário Gestão Pública, Educação e Gestão de Pessoas de Singapura será realizado entre os dias 10 e […]
O governador Paulo Câmara transmitiu o cargo para a vice-governadora Luciana Santos neste sábado (07/09), quando viaja a Singapura, na Ásia, para participar, durante os próximos dez dias, de um evento internacional a convite da Fundação Lemann.
O seminário Gestão Pública, Educação e Gestão de Pessoas de Singapura será realizado entre os dias 10 e 14 de setembro naquele País.
Paulo Câmara integrará um grupo de governadores brasileiros. O grupo conta, também, com representantes do Governo Federal e da Sociedade Civil nesse segmento.
Singapura é considerada referência internacional quando o assunto é gestão pública, sempre com um olhar voltado para a promoção de entregas aos cidadãos, com foco no desempenho e desenvolvimento de lideranças e servidores.
O objetivo dessa imersão é aprender com as experiências da cidade-estado e discutir os avanços no Brasil, além de proporcionar um espaço de aprendizado, troca de experiências e pluralidade de visões.
O presidente Michel Temer participa, hoje, de um jantar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Outros líderes latino-americanos, como os presidentes de Colômbia e Panamá, também foram convidados. Temer não falou à imprensa ao chegar ao hotel onde acontece o jantar. Já Trump, segundo a agência Reuters, disse na reunião que quer que […]
O presidente Michel Temer participa, hoje, de um jantar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Outros líderes latino-americanos, como os presidentes de Colômbia e Panamá, também foram convidados. Temer não falou à imprensa ao chegar ao hotel onde acontece o jantar.
Já Trump, segundo a agência Reuters, disse na reunião que quer que a Venezuela restaure sua democracia. “Queremos que aconteça logo”, disse. O americano afirmou que as pessoas no país estão passando fome e que os EUA estão dispostos a dar passos adicionais se a Venezuela continuar num caminho autoritário.
A Venezuela já era um tema esperado para este jantar. Na presidência temporária do Mercosul (Brasil, Uruguai, Argentina e Paraguai), o presidente brasileiro já afirmou anteriormente que o bloco aguarda a Venezuela de “braços abertos” quando o país governado por Nicolás Maduro retomar a ordem democrática.
Temer chegou na tarde desta segunda a Nova York, onde ocorre a 72ª Assembleia Geral das Nações Unidas. Amanhã, pela manhã, o presidente brasileiro fará o discurso de abertura da assembleia da ONU, que tradicionalmente cabe ao presidente do Brasil.
As Forças Armadas da Venezuela reconheceram, neste domingo (4), a vice-presidente Delcy Rodríguez como presidente interina do país após a prisão de Nicolás Maduro no último sábado. O ministro da Defesa, Vladimir Padrino, realizou um comunicado televisionado que endossou a decisão do Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela que determina que Rodríguez assuma o poder […]
As Forças Armadas da Venezuela reconheceram, neste domingo (4), a vice-presidente Delcy Rodríguez como presidente interina do país após a prisão de Nicolás Maduro no último sábado.
O ministro da Defesa, Vladimir Padrino, realizou um comunicado televisionado que endossou a decisão do Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela que determina que Rodríguez assuma o poder por 90 dias.
Ainda no sábado, o tribunal havia ordenado que a vice assumisse “a fim de garantir a continuidade administrativa e a defesa integral da Nação”.
A decisão acrescentou que o tribunal irá debater a questão para “determinar o quadro jurídico aplicável para garantir a continuidade do Estado, a administração do governo e a defesa da soberania face à ausência forçada do Presidente da República”.
Padrino ainda afirmou neste sábado que a maior parte da equipe de segurança do presidente Maduro foi morta “a sangue frio” durante a ofensiva dos Estados Unidos ao país.
Ele ainda pediu para que a população venezuelana “retome suas atividades de todos os tipos, econômicas, laborais e educacionais, nos próximos dias”.
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