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Câmara entra no STF contra decisão que barrou rito de impeachment

Por Nill Júnior

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A Mesa da Câmara dos Deputados, presidida pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), protocolou nesta segunda-feira (1º) no Supremo Tribunal Federal (STF) um recurso questionando decisão de novembro da Corte que definiu o rito de um processo de impeachment no Legislativo.

A peça, chamada “embargos de declaração”, visa esclarecer pontos do julgamento considerados obscuros, contraditórios, omissos ou duvidosos. O objetivo é levar a questão novamente a plenário para esclarecer dúvidas já anunciadas por Cunha após a decisão.

No final do ano passado, o plenário do Supremo barrou o rito de impeachment definido por Cunha. Os ministros anularam, por exemplo a eleição, em votação secreta, de chapa alternativa, formada por deputados da oposição e dissidentes da base. Além disso, deram ao Senado o poder de não abrir o processo mesmo após autorização de 2/3 da Câmara.

Em entrevistas e declarações concedidas ainda no ano passado, Cunha destacou várias dúvidas. Uma delas é o que acontece se for rejeitada pelo plenário da Câmara a chapa única para a formação da comissão especial, como determinou o STF.

Outra dúvida é se a determinação de votação aberta para a formação da comissão especial também se estende para outras comissões temáticas da Casa. Cunha chegou a dizer que a demora para responder à dúvida poderia “paralisar” a Câmara.

A declaração foi feita em novembro do ano passado, quando Cunha se reuniu com o presidente do STF, Ricardo Lewandowski, para pedir a publicação do acórdão (sentença da decisão). Em regra, só após a publicação do documento (que tem o resumo da decisão e a versão final dos votos dados por cada ministro), as partes podem apresentar recursos.

Na época, Lewandowski alertou o deputado para o risco de os embargos serem recusados de antemão caso sejam apresentados antecipadamente. O regimento do STF dá 60 dias para a publicação, o que ocorrerá no dia 19 de fevereiro, levando em conta a paralisação do prazo por causa do recesso.

No encontro de novembro, o ministro também disse não enxergar espaço para questionamentos da decisão. “A meu ver, não há margem de dúvida pela minudência como foi decidido. Claro que vou fazer o possível para pautar o mais rapidamente possível qualquer eventual embargo interposto”, afirmou Lewandowski à época.

Outras Notícias

Gleisi Hoffman critica Marília por “enfrentar PT” por cargo na Mesa. “Atitude será analisada”

A eleição de Marília Arraes (PT-PE) para um cargo na Mesa Diretora da Câmara dos Deputados desencadeou uma onda de críticas dentro do seu partido. Militantes, dirigentes e parlamentares reagiram à conduta da deputada pernambucana, que agiu à revelia das normas internas. Marília se lançou de maneira independente (sem a indicação do partido) ao comando […]

A eleição de Marília Arraes (PT-PE) para um cargo na Mesa Diretora da Câmara dos Deputados desencadeou uma onda de críticas dentro do seu partido. Militantes, dirigentes e parlamentares reagiram à conduta da deputada pernambucana, que agiu à revelia das normas internas.

Marília se lançou de maneira independente (sem a indicação do partido) ao comando da segunda secretaria. O PT decidiu lançar o nome de José Daniel (PT-SE). Marília contou com o apoio do Centrão, grupo liderado pelo novo presidente da Câmara Arthur Lira  saiu vencedora.

A presidente Gleisi Hoffmann (PT-PR) disse ao Painel da Folha de São Paulo que a conduta afronta a política interna do partido. “A atitude da deputada Marília rompe procedimento estatutário do PT e isso terá de ser analisado nas instâncias partidárias”, afirmou.

Gonzaga Patriota deixa hospital em SP. “Tô capando o gato”

    O Deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) deixou ontem o Hospital Albert Einstein em São Paulo e já está em Brasília. Gonzaga passou 21 dias internado por conta de um quadro de chicungunya, que potencializou vários outros problemas de saúde, obrigando a deixar o Hospital de Brasília e seguir para a unidade de referência […]

 

 

O Deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) deixou ontem o Hospital Albert Einstein em São Paulo e já está em Brasília.

Gonzaga passou 21 dias internado por conta de um quadro de chicungunya, que potencializou vários outros problemas de saúde, obrigando a deixar o Hospital de Brasília e seguir para a unidade de referência em São Paulo.

Ele desenvolveu um quadro de diverticulite. Em seguida foi provocada uma trombose no intestino e complicações no pulmão e fígado.

Um pouco mais magro e com abatimento natural de quem enfrentou os dias de hospital, Gonzaga brincou em vídeo de apenas seis segundos ao deixar a unidade. “Tô capando o gato”, expressão comum de quem quer sair rapidamente de um local. O Deputado está prestes a completar 73 anos.

Finfa comemora sucesso do debate

Por Júnior Finfa O debate que este blog realizou na noite desta quinta-feira (26), no Cine Teatro São José, em Afogados da Ingazeira, com os candidatos a prefeito da cidade de São José do Egito, Fredson Brito (Republicanos) e George Borja (PSB), atingiu 14.808 visualizações.  Foi um sucesso. Quero agradecer primeiramente aos candidatos pelo comportamento, […]

Por Júnior Finfa

O debate que este blog realizou na noite desta quinta-feira (26), no Cine Teatro São José, em Afogados da Ingazeira, com os candidatos a prefeito da cidade de São José do Egito, Fredson Brito (Republicanos) e George Borja (PSB), atingiu 14.808 visualizações. 

Foi um sucesso. Quero agradecer primeiramente aos candidatos pelo comportamento, às assessorias, aos militantes que acompanharam Fredson e George, ao advogado Dr. Jonas Cassiano, a equipe de filmagem, ao Pepeu Acioly, a Tiger Segurança, Nill Júnior e a Fundação Senhor Bom Jesus dos Remédios, as Rádios Pajeú e Gazeta FM de São José do Egito, a todos os colaboradores, e a você que interagiu para termos uma grande audiência. Foi um verdadeiro sucesso. Muito obrigado.

Governistas divulgam decisão Federal contra Sávio Torres

Em Tuparetama, a guerra político-jurídica em torno do pode ou não pode ser candidato do ex-prefeito Sávio Torres tem mais um capítulo. Segundo nota de Ítalo Renan para o blog, o ex-prefeito foi alvo de decisão do Juiz da 18 º Vara Federal de Serra Talhada que o condenou na ação penal nº. 0000447-20.2014.4.05.8310.  Trata-se […]

savio 4Em Tuparetama, a guerra político-jurídica em torno do pode ou não pode ser candidato do ex-prefeito Sávio Torres tem mais um capítulo. Segundo nota de Ítalo Renan para o blog, o ex-prefeito foi alvo de decisão do Juiz da 18 º Vara Federal de Serra Talhada que o condenou na ação penal nº. 0000447-20.2014.4.05.8310.

 Trata-se de Ação Penal promovida pelo Ministério Público Federal contra Sávio e Janduí Ferreira de Araújo, por meio da qual requer a condenação dos réus como incursos nas penas do art. 89 da Lei n. 8.666/93 e art. 1º, I, do Decreto-Lei n. 201/67, na forma do art. 69 do CP.

Após provocação de vereadores do Município de Tuparetama/PE, o Ministério Público iniciou a investigação de diversas irregularidades relacionadas a convênios federais, em especial, no caso concreto, o evento Tupã Folia, no ano de 2009 (SIAFI 703215);

O  valor do convênio perfez R$ 210.000,00, sendo R$ 200.000,00 oriundos do Ministério do Turismo e o restante de recursos da própria Prefeitura. A gestão Município deflagrou o processo de inexigibilidade de licitação n. 001/2009, o qual teve por contratante a sociedade Cescape, apontando como vícios a ausência de cartas de exclusividade para os artistas contratados e a contratação da mesma empresa para a realização de serviços de divulgação.

Sávio, na qualidade de então Prefeito municipal, autorizou a abertura do procedimento de inexigibilidade e, posteriormente,  celebrou o contrato, sendo os pagamentos realizados em 13/05/2009. A denúncia é de que não cabia deixar de realizar o processo licitatório. Jandui Ferreira de Araujo foi questionado por ser, ao mesmo tempo,  responsável pela Cescape, bem como suposto empresário exclusivo das bandas e artistas.

A pena é de detenção de três anos, bem como determinou o envio de inteiro teor do decisório para o Tribunal Regional Eleitoral para fins de decretação da inelegibilidade do pretenso candidato a prefeito nas eleições municipais de 2016. A pena de prisão pode ser convertida em prestação de serviços a comunidade ou prestação pecuniária.

O Juíz Bernardo Monteiro Ferraz  da 18ª Vara/PE, Subseção Judiciária de Serra Talhada, assinou a decisão. Opositores de Torres dizem ainda que na 18ª Vara Federal ainda existem mais três ações penais conclusas para julgamento.

ExpoSerra não tem previsão de data e terá formato diferente de anos anteriores

Informação foi passada por Sinducom, CDL e Fecomércio após pergunta do blog Primeira mão Respondendo uma pergunta desse blogueiro no Debate “Enfrentando a Crise”, para as rádios Serra FM e Cultura  FM, o presidente do Sinduscom, Francisco Mourato , afirmou que a ExpoSerra, maior feira de negócios e serviços da região sofrerá mudanças de data […]

Informação foi passada por Sinducom, CDL e Fecomércio após pergunta do blog

Primeira mão

Respondendo uma pergunta desse blogueiro no Debate “Enfrentando a Crise”, para as rádios Serra FM e Cultura  FM, o presidente do Sinduscom, Francisco Mourato , afirmou que a ExpoSerra, maior feira de negócios e serviços da região sofrerá mudanças de data e formato em virtude dos efeitos da pandemia da Covid-19.

“Sobre a Feira de Negócios nos estamos convencidos que, depois de 20 anos, não acontecerá no modelo que aconteceu até o ano passado. O evento de negócios ExpoSerra vai acontecer em outro formato”, afirmou.

Quanto à data, ela está sendo negociada com parceiros como o município de Serra Talhada, Sebrae, Fecomércio, Sistema S, Ad-Diper e outros.

Ele disse que o evento em sua vigésima primeira edição já estava com planejamento adiantado. “Estava previsto acontecer no evento internacionalização de negócios, novidades no formato e movimentos, diante da indicação de que as coisas mudaram e a feira precisava mudar. Já havia empresas com stands fechados, patrocinadores, peças e campanhas prontas com agência de comunicação contratada, muita coisa avançada”.

Ele disse que está no forno a discussão pra que haja um evento de negócios redimensionado. “Essa situação jogou pras empresas a obrigação de aderir ao formato digital”. Segundo ele, o evento de negócios não substituirá a ExpoSerra , mas terá seu DNA. “Não dá pra falar em data agora”.

A entrevista ainda teve as participações de Marcus Godoy (CDL) e Everaldo Melo (Fecomércio/CDL) sendo conduzida pela jornalista Juliana Lima.