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Câmara de Vereadores discute implantação da Delegacia da Mulher em Serra Talhada

Por Nill Júnior

A Câmara de Vereadores de Serra Talhada promoveu uma importante reunião na manhã da última quarta-feira (13) para discutir sobre a implantação da Delegacia Regional da Mulher, em Serra Talhada, Sertão do Pajeú.

A reunião contou com a presença da coordenadora regional da Secretaria da Mulher do Estado, Marília Correia, e dos vereadores Nailson Gomes, Rosimério de Cuca, Antônio de Antenor, Zé Raimundo e Vera Gama.  Segundo o presidente da Câmara Municipal, Nailson Gomes, haverá mais uma reunião sobre o tema no próximo dia 22 de setembro com a presença da secretária estadual da Mulher, Silvia Cordeiro.

“Essa é uma discussão importante que não pode sair de pauta, e é uma preocupação do Legislativo Municipal, uma vez que representa uma ferramenta de fortalecimento ao enfrentamento a violência contra a mulher em nossa cidade e na região. Estamos discutindo os entraves junto com o Governo do Estado e esperamos que essa delegacia  possa ser implementada o mais breve possível”, afirma Nailson Gomes.

O tema deverá ser discutido ainda durante o XVIII Fórum Estadual de Organismos Governamentais de Políticas Públicas para as Mulheres da Região do Semiárido que será realizado nesta sexta-feira, 22 de setembro, no auditório do Cineteatro Guarany, em Triunfo/PE, a partir das 08:30h.

Outras Notícias

Governo celebra queda do desemprego em Pernambuco

Nos últimos dois anos, foram 151 mil pernambucanos a menos em situação de desemprego, segundo a PNAD Contínua Pernambuco encerrou o ano de 2024 com o seu menor percentual médio de desocupação desde o ano de 2015. O estado teve, em média, 10,8% da sua força de trabalho desocupada no ano passado, uma redução expressiva […]

Nos últimos dois anos, foram 151 mil pernambucanos a menos em situação de desemprego, segundo a PNAD Contínua

Pernambuco encerrou o ano de 2024 com o seu menor percentual médio de desocupação desde o ano de 2015. O estado teve, em média, 10,8% da sua força de trabalho desocupada no ano passado, uma redução expressiva em relação aos anos de 2023 (13,4%) e de 2022 (15,9%). Assim, o resultado aponta uma queda de 5,1 pontos percentuais na média de desemprego desde o início da atual gestão estadual, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com a pesquisa, o número de pessoas desocupadas no estado teve redução de 25% nos últimos dois anos, ou seja, entre o primeiro trimestre de 2023 e o quarto trimestre de 2024. Em números absolutos, o dado representa 151 mil pernambucanos a menos em situação de desemprego do início da gestão até o momento.

“Estamos trabalhando em diversas frentes para mudar o quadro de desemprego em Pernambuco. Buscamos atrair novas empresas e indústrias com a melhoria do ambiente de negócios, além de oferecermos programas de qualificação, como o Qualifica PE, e a expansão da Casa do Trabalhador em parceria com o governo federal. Com isso, já conseguimos alcançar a menor taxa de desocupação dos últimos dez anos. Mas não vamos parar, vamos garantir mais obras, mais indústrias para o Estado, gerando emprego e renda”, destacou a governadora Raquel Lyra.

Ao longo do ano passado, a tendência de melhora se confirmou a cada trimestre. Nos últimos três meses de 2024, Pernambuco teve a sua menor taxa trimestral de desemprego desta década: 10,2%. Foi observada, portanto, uma redução de 2,2 pontos percentuais em relação ao primeiro trimestre do ano, quando a taxa foi de 12,4%.

“É gratificante comprovar, por meio de levantamentos tão relevantes como a PNAD, o reflexo dos esforços do Governo do Estado para promover o emprego e a renda para os pernambucanos. Apesar dos desafios ainda serem grandes, Pernambuco foi o estado que mais reduziu a taxa de desemprego no Nordeste em 2024, ao lado do Piauí, na comparação com 2023. No Brasil, tivemos a segunda maior redução no período. Estamos no caminho certo e vamos continuar desenvolvendo ações para levar, cada vez mais, oportunidades para a população trabalhadora”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo, Amanda Aires.

OCUPAÇÃO – Segundo o IBGE, a quantidade de pessoas ocupadas em Pernambuco passou de 3 milhões e 667 mil no 1º trimestre de 2023 para 3 milhões e 960 mil trabalhadores no 4º trimestre de 2024. Os números representam um aumento de 293 mil pessoas com emprego formal ou informal desde o início da gestão, que significa um crescimento de 8%.

RENDIMENTO – Outro dado positivo é a melhora no rendimento médio habitual dos pernambucanos. No quarto trimestre de 2024, o salário médio no estado foi de R$ 2.511, trazendo um aumento de 16%, ou seja, R$ 347 a mais em relação ao mesmo período do ano anterior. Na comparação com o primeiro trimestre de 2024, o crescimento foi de 7,5%, o que representa R$176 a mais. O cenário sugere que o aumento de atrativos no mercado de trabalho e no ambiente empreendedor reforça o interesse da população na busca por oportunidades. A PNAD revela que o número de desalentados no último trimestre de 2024 caiu 10,7% em relação ao ano anterior, saindo de 258 mil para 230 mil pessoas desalentadas.

PNAD CONTÍNUA – Como define o IBGE, a PNAD Contínua trimestral visa acompanhar as flutuações trimestrais e a evolução, no curto, médio e longo prazos, da força de trabalho, e outras informações necessárias para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do país. Para atender a tais objetivos, a pesquisa foi planejada para produzir indicadores trimestrais sobre a força de trabalho e indicadores anuais sobre temas suplementares permanentes. Tem como unidade de investigação o domicílio.

Contas públicas têm rombo recorde para setembro e acumulado do ano

G1 As contas do setor público consolidado, que incluem o governo federal, os estados, os municípios e as empresas estatais, registraram rombo recorde para meses de setembro e também para o acumulado dos nove primeiros meses deste ano, informou nesta sexta-feira (31) o Banco Central. Em setembro, foi registrado um déficit (despesas maiores do que […]

G1

economiaAs contas do setor público consolidado, que incluem o governo federal, os estados, os municípios e as empresas estatais, registraram rombo recorde para meses de setembro e também para o acumulado dos nove primeiros meses deste ano, informou nesta sexta-feira (31) o Banco Central.

Em setembro, foi registrado um déficit (despesas maiores do que receitas) de R$ 26,64 bilhões. Essa conta não inclui os gastos com pagamento de juros da dívida pública. Até então, o pior resultado para o mês havia ocorrido em 2014: rombo de R$ 25,49 bilhões.

Já no acumulado dos nove primeiros meses de 2016, o déficit, ainda no conceito que não contabiliza os juros da dívida pública, atingiu expressivos R$ 85,5 bilhões. No ano retrasado, o pior resultado até então, houve um déficit primário de R$ 15,28 bilhões neste período. A série histórica das contas públicas tem início em dezembro de 2001.

Em doze meses até setembro deste ano, informou o Banco Central, as contas do setor público consolidado apresentaram um déficit primário de R$ 188,32 bilhões – o equivalente a 3,08% do Produto Interno Bruto (PIB). Em doze meses até agosto, o rombo havia somado R$ 169 bilhões – o equivalente a 2,78% do Produto Interno Bruto (PIB).

O fraco desempenho das contas públicas acontece em meio à forte recessão da economia brasileira, que tem reduzido as receitas da União com impostos. Entretanto, apesar da menor arrecadação, os números do Tesouro Nacional mostram que as despesas públicas, impulsionadas pelos gastos obrigatórios, continuam crescendo em 2016.

A situação das contas públicas seria pior ainda se não fossem os estados que, de janeiro a setembro, arrecadaram mais do que gastaram. De acordo com o Banco Central, o superávit dos estados, somado, foi de R$ 10 bilhões no período. O governo federal e as estatais, entretanto, registraram déficit de R$ 94,47 bilhões e R$ 1,04 bilhão, respectivamente.

Quando se incorporam os juros da dívida pública na conta, no conceito conhecido no mercado como resultado “nominal”, que é utilizado para comparação internacional, houve déficit nas contas do setor público consolidado de R$ 67,1 bilhões no mês passado e de R$ 380 bilhões nos nove primeiros meses do ano, o equivalente a 8,29% do PIB.

Em doze meses até setembro deste ano, o resultado negativo somou R$ 576,82 bilhões, o equivalente 9,42% do PIB. Esse número é acompanhado com atenção pelas agências de classificação de risco para a definição da nota de crédito dos países, indicador levado em consideração por investidores. Nesta comparação, o patamar do déficit brasileiro é bem mais alto do que outros países emergentes.

GRE Sertão do Alto Pajeú convoca para pesquisa de preços para transporte escolar intracampo

A Gerência Regional de Educação (GRE) Sertão do Alto Pajeú divulgou uma convocação para apresentar proposta de preço visando o levantamento de custo para prestação de serviço de Transporte Escolar de estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA Campo) que estudam em anexo das escolas que atendem as populações do campo, em 12 município […]

A Gerência Regional de Educação (GRE) Sertão do Alto Pajeú divulgou uma convocação para apresentar proposta de preço visando o levantamento de custo para prestação de serviço de Transporte Escolar de estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA Campo) que estudam em anexo das escolas que atendem as populações do campo, em 12 município sob sua jurisdição.  

A GRE destaca que os interessados devem procurar o formulário de cotação de preços nas escolas constantes na descrição abaixo, por município, no horário de 8h às 16h.

Afogados da Ingazeira (Escola Cônego João Leite); Carnaíba (Escola João Gomes dos Reis); Brejinho (EREM José Severino); Flores (Escola Pedro Santos Estima); Quixaba (EREM Solidônio Pereira); Santa Cruz (Escola Santa Cruz); São José do Egito (EREF Professor Sebastião Rabelo);  Santa Terezinha (EREM Santa Terezinha); Serra Talhada (EREM Cornélio Soares e Irnero Ignácio); Solidão (EREM Nossa Senhora de Lourdes); Tabira (EREFEM Arnaldo Alves); Triunfo (Escola Monsenhor Luiz Sampaio).

Sinais da primeira trovoada na região do Pajeú

por Anchieta Santos Ontem à noite e madrugada de hoje houve registro de chuvas em Afogados da Ingazeira, Tabira, Iguaracy, Quixaba e em Carnaíba onde foram registrados 52mm. Na zona rural de Carnaíba choveu em Ibitiranga, Riacho Fundo e na Matinha. Na de Afogados choveu na Caiçara, Carnaubinha, Povoado de Carapuça e no Rosário de […]

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por Anchieta Santos

Ontem à noite e madrugada de hoje houve registro de chuvas em Afogados da Ingazeira, Tabira, Iguaracy, Quixaba e em Carnaíba onde foram registrados 52mm.

Na zona rural de Carnaíba choveu em Ibitiranga, Riacho Fundo e na Matinha. Na de Afogados choveu na Caiçara, Carnaubinha, Povoado de Carapuça e no Rosário de Iguaracy. Em Tuparetama choveu no sitio Carnaúba.

No Mocororé de Afogados a chuva deixou a comunidade sem energia. A meteorologia indica que as chuvas poderão continuar na região esta semana.

Polêmica ganha o país: Sertanejo e até música eletrônica invadem festas juninas

Da Folha de São Paulo Enquanto as fogueiras arderem em homenagem ao santo mais importante da tradição nordestina, sanfona, triângulo e zabumba estarão em silêncio. No lugar do trio de forrozeiros, a “banda de um homem só” comandará a festa de Caruaru (PE) em 24 de junho, dia de São João. Atrás das suas pick-ups, […]

Da Folha de São Paulo

Enquanto as fogueiras arderem em homenagem ao santo mais importante da tradição nordestina, sanfona, triângulo e zabumba estarão em silêncio.

No lugar do trio de forrozeiros, a “banda de um homem só” comandará a festa de Caruaru (PE) em 24 de junho, dia de São João. Atrás das suas pick-ups, o DJ Alok, com os seus beats eletrônicos, será a atração principal da capital do forró.

A novidade também chegou em Conceição de Almeida (BA), cidade de 20 mil habitantes do recôncavo baiano. Sob bandeirinhas e balões coloridos, e mediante um cachê de R$ 180 mil, a cantora Anitta transformará o arraial em um baile funk carioca.

A “invasão” de ritmos sem familiaridade com os festejos juninos do Nordeste, incluindo o sertanejo universitário, vem mudando a cara do São João da região. O que por décadas foi uma celebração das tradições da zona rural, aos poucos está se tornando um festival de ritmos variados.

A ameaça ao “São João raiz” provocou a reação de artistas, produtores e admiradores da cultura que ganhou o mundo a partir do trabalho de Luiz Gonzaga (1912-1989). Com a hashtag #DevolvaMeuSãoJoão, eles pedem, nas redes sociais, que xaxado e baião voltem a ser destaque.

“A realidade é que estão silenciando os artistas e aos poucos acabando com a cultura do Nordeste”, diz Chambinho do Acordeon, que em 2016 deu vida a um sanfoneiro em “Velho Chico”, da Globo. O personagem se deparava com a falta de oportunidades nas festas de São João.

O cantor J. Sobrinho sentiu na pele a perda de espaço. Em 2016, depois de 23 anos de carreira, pela primeira vez não tocou sua sanfona na noite de São João de Feira de Santana (BA). “Fiz uma fogueira e fiquei em casa”, conta.

Com mais de 20 discos, o paraibano Flávio José também está vendo a agenda de shows minguar a cada ano. Há pelo menos cinco, contabiliza o cantor, eram 25 apresentações em todo o Nordeste -esse ano não passarão de 15.

Sertanejos chegam perto disso. No período entre 15 de junho e 5 de julho, ponto alto das festas, a goiana Marília Mendonça fará nove shows no Nordeste. O cantor Luan Santana fará dez, mesmo número de Maiara e Maraísa.

“Há um desequilíbrio, a grade não pode ser 18 sertanejos e dois forrozeiros, porque não é festa do peão, é São João”, diz a cantora Elba Ramalho.

Atração principal da noite de São João em Campina Grande (PB), Marília Mendonça rebateu: “Vai ter sertanejo no São João, sim”. A declaração dada durante um evento privado no Recife gerou um embate com os forrozeiros.

A ciranda continuou com o cantor Alcymar Monteiro. Para ele, Marília “canta para cachaceiros e não tem autoridade para falar nada”. Procurada pela reportagem, Marília não retornou.

Alcymar critica as prefeituras, responsáveis por organizar as festas. “Dinheiro de cultura é para cultura. Infelizmente, os prefeitos se venderam a esse modelo econômico perverso que trata o forró como música de segunda.”

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