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Câmara de ST aprova em primeira votação nova cobrança da taxa do lixo

Por Nill Júnior
Uma funcionária do Hospam fez um protesto diante dos vereadores

Os projetos que geraram as alterações na cobrança da TCR em Serra Talhada foram aprovados em primeira discussão por dez votos a cinco.

Foram aprovados em primeira votação os projetos 036/2017, que trata do desconto de 30% para quem pagar em dia, e o 037/2017, que trata da compensação de quem já pagou o tributo.

Foram a favor André Maio,  Agenor Melo, Pinheiro do São Miguel, Nailson Gomes, Manoel Enfermeiro, Alice Conrado, Zé Raimundo, Ronaldo de Dja, Paulo Melo e  Sinésio Rodrigues.

Contrários Antônio de Antenor, Gilson Pereira, Jaime Inácio, Vera Gama e Dedinha Inácio. Na sessão, uma funcionária do Hospam rosbou a cena gritando contra os vereadores e taxando o aumento de absurdo.

Representantes do Movimento Acorda Serra Talhada pressionaram para que o projeto fosse derrubado. A alegação dos vereadores favoráveis e do executivo é de que se não aprovado até dia 29 valeria a regra anterior, com os valores ainda mais altos. O Movimento já sinalizou a luta jurídica para derrubar o tributo.

A nova votação acontecerá amanhã. Se passar, o novo tributo terá um desconto de 30% no valor da taxa, além dos 20% que já são dados para o pagamento em cota única.

Os carnês atuais foram todos cancelados, e quem já pagou e desejar reembolso pode solicitar junto ao setor de tributos da prefeitura pelo que foi aprovado em primeira votação.

A questão continua gerando polêmica em Serra Talhada. Nas redes sociais, críticas aos vereadores favoráveis e questionamentos aos que votaram de forma diferente antes e depois da questão vir à tona. A tendência é de que o resultado se repita nesta quarta.

Curiosas na sessão as presenças de nomes  e como Victor Oliveira e Marquinhos Dantas. Mais cedo, Oliveira foi questionado na Vilabella FM por não ter se posicionado sobre a questão. “Porque não fui provocado”, disse.

Outras Notícias

Inmet emite alerta de vendaval para cidades do Agreste e Sertão de PE

Por André Luis O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de risco moderado de vendaval para algumas cidades do Agreste e Sertão de Pernambuco. O aviso meteorológico teve início na quinta-feira (20) e se estenderá até o domingo (23). De acordo com a previsão do Inmet, durante esse período, é esperado um aumento […]

Por André Luis

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de risco moderado de vendaval para algumas cidades do Agreste e Sertão de Pernambuco. O aviso meteorológico teve início na quinta-feira (20) e se estenderá até o domingo (23).

De acordo com a previsão do Inmet, durante esse período, é esperado um aumento na intensidade dos ventos, principalmente de quadrante sul-sudeste, com velocidade superior a 36 km/h e rajadas podendo ultrapassar os 60 km/h. Essa condição de ventos mais fortes deve ser mais notável nas primeiras horas da manhã e durante a tarde.

A população dessas regiões deve ficar atenta aos possíveis impactos do vendaval, que podem incluir quedas de árvores, destelhamentos e danos em estruturas mais vulneráveis. É importante tomar medidas preventivas para evitar transtornos e garantir a segurança pessoal e patrimonial.

A Defesa Civil de Afogados da Ingazeira também está alerta para a situação e recomenda que a população acompanhe as atualizações dos órgãos de meteorologia e siga as orientações de segurança em casos de ventos intensos.

Reportagem da Record que vai ao ar hoje reforça versão da inocência de Cleiton Leite

Matéria vai ao ar no Domingo Espetacular segundo repórter e irmão do fisioterapeuta,  condenado em fevereiro desse ano. O irmão do fisioterapeuta Cleiton Leite, o jornalista Joaquim Neto, mais o repórter Mauro Júnior, da Record,  informaram ao blog que vai ao ar hoje a reportagem do Domingo Espetacular da Record sobre o seu caso. O […]

Matéria vai ao ar no Domingo Espetacular segundo repórter e irmão do fisioterapeuta,  condenado em fevereiro desse ano.

O irmão do fisioterapeuta Cleiton Leite, o jornalista Joaquim Neto, mais o repórter Mauro Júnior, da Record,  informaram ao blog que vai ao ar hoje a reportagem do Domingo Espetacular da Record sobre o seu caso.

O fisioterapeuta foi condenado a 23 anos de prisão, acusado de estrangular e matar a esposa, Aiane Michele Pereira Gomes Leite, de 26 anos, dia 28 de setembro do de 2020.

A reportagem traz a versão da defesa e família de Cleiton, que questiona a condenação. O material seria levado ao ar dia 7 de maio, mas por questões ligadas a alteração de pauta, foi remanejada para hoje.

Segundo defesa e família,  a luta é  para mostrar que a sequência de erros cometidos pelo delegado Ubiratan Rocha Fernandes, responsável pela investigação na época, e Ministério Público, autor da denúncia, resultou na sua condenação.

Com autorização da Justiça, o fisioterapeuta Cleiton Leite fala com exclusividade, pela primeira vez, com uma equipe da TV. Na entrevista, ele diz que a acusação é “absurda” e afirma ser inocente.

O repórter Mauro Junior conversou com testemunhas que estavam no local naquela manhã do dia 28 de setembro de 2020 na antiga clínica de Cleiton, em Afogados da IIngazeira. Segundo a reportagem,  algumas nunca foram ouvidas pela a Polícia Civil nem pelo Ministério Público.

A equipe do programa ouviu também especialistas para reforçar a versão  de inocência . “Peritos renomados do Brasil afirmaram que a causa da morte de Aiane Michele foi enforcamento, contrariando o laudo apresentado pelo legista do IML na época”, diz o texto compartilhado.

A defesa do fisioterapeuta entrou com um pedido de anulação do júri. O julgamento ocorreu em fevereiro deste ano. O advogado Fernando Muniz, atual representante de Cleiton Leite, diz que “a sentença dos jurados foi totalmente contrária à prova dos autos”.

A reportagem vai ao ar hoje no Domingo Espetacular. O programa começa às 19h45 na Record TV.

Governador do Rio testa positivo para Covid-19

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), anunciou em um vídeo postado em redes sociais nesta terça-feira (14) que está com o novo coronavírus. “Quero comunicar a todos que, desde sexta-feira, não venho me sentindo bem e pedi para que fosse feito o teste de Covid e, hoje [terça], veio o resultado positivo. Tive febre, […]

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), anunciou em um vídeo postado em redes sociais nesta terça-feira (14) que está com o novo coronavírus.

“Quero comunicar a todos que, desde sexta-feira, não venho me sentindo bem e pedi para que fosse feito o teste de Covid e, hoje [terça], veio o resultado positivo. Tive febre, dor de garganta, perda de olfato e, graças a Deus, estou me sentindo bem.”

Witzel disse que continuará trabalhando do Palácio Laranjeiras, a residência oficial do governador, seguindo “restrições” e “recomendações médicas”.

O governador voltou a reforçar a importância do isolamento social.

“Peço mais uma vez para que fiquem em casa porque a doença, como todos podem estar percebendo, não escolhe ninguém, e o contágio é rápido. Muito obrigado”, completou.

Também nesta terça o secretário de Estado de Defesa Civil e comandante-geral do Corpo de Bombeiros, Roberto Robadey, anunciou que está com a Covid-19. Ele também gravou um vídeo e disse estar “tudo bem”, no sétimo dia da infecção.

“A segunda semana, segundo relatos de alguns amigos, é a mais complicada, mas eu tenho confiança que vamos atravessar isso com sucesso e, como disse o governdor, vamos continuar daqui comandando pelo joystick. Força a todos e vocês, bombeiros, estão proibidos de adoecer, já basta eu. Um abraço a todos.”

Por volta de 18h, o secretário de saúde, Edmar Santos, afirmou que fez o teste e deu negativo.

Além de Witzel, outras autoridades do estado e de municípios do Grande Rio já anunciaram que estão com a Covid-19. Entre elas, estão vários secretários do prefeito Marcelo Crivella, que também foi testado e o resultado deu negativo. (G1)

Nepotismo disfarçado de legalidade

Por Cláudio Soares* A recente decisão do Supremo Tribunal Federal, permitindo que prefeitos, governadores e o presidente da República nomeiem parentes para cargos de natureza política – como secretários, ministros e assessores diretos –, representa um grave retrocesso ético e institucional. Embora a Corte tenha considerado que tais funções não se enquadram na proibição de […]

Bolsonaro anuncia comitê para coordenar ações contra covid-19

Mais de um ano após o início da pandemia do novo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quarta-feira, 24, a criação de um comitê para coordenar ações no País contra a doença. A formação do grupo foi definida em reunião do presidente da República com os presidentes do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, do […]

Mais de um ano após o início da pandemia do novo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta quarta-feira, 24, a criação de um comitê para coordenar ações no País contra a doença. A formação do grupo foi definida em reunião do presidente da República com os presidentes do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), do procurador-geral da República, Augusto Aras, governadores e ministros. A reportagem é de Emilly Behnke, Camila Turtelli, Daniel Weterman e Marcelo de Moraes/Estadão.

No encontro, o presidente foi cobrado a liderar um “pacto nacional” e ouviu ser preciso “despolitizar a pandemia”. Em pronunciamento em seguida, Bolsonaro defendeu a vacinação em massa, mas insistiu também no chamado “tratamento precoce”, composto por medicamentos sem eficácia comprovada contra a covid-19.

Segundo declarou Bolsonaro, a ideia é que o comitê coordene ações em conjunto com os governadores e chefes do Congresso. O grupo deve se reunir semanalmente com as autoridades para, de acordo com o presidente, “redirecionarmos o rumo do combate ao coronavírus”.

“Sem que haja qualquer conflito, sem que haja politização, creio que seja esse o caminho para o Brasil sair dessa situação bastante complicada que se encontra”, afirmou o presidente após o encontro, realizado na manhã de hoje no Palácio da Alvorada.

Os confrontos, no entanto, têm sido a marca da relação de Bolsonaro com governadores e prefeitos desde o início da pandemia. O presidente é crítico a medidas de isolamento social determinadas pelos governos locais e chegou a ingressar com uma ação no Supremo para reverter restrições em três Estados: Bahia, Rio Grande do Sul e Distrito Federal. O pedido foi negado ontem pelo ministro Marco Aurélio Mello.

Participaram da reunião no Alvorada os presidentes do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), o procurador-geral da República, Augusto Aras, governadores e ministros.

Bolsonaro convidou para um “esforço nacional” contra a covid-19 apenas governadores aliados, deixando de fora, por exemplo, o governador de São Paulo, onde vivem 45,5 milhões de pessoas, equivalente a mais de 20% da população brasileira.

Nenhum dos três governadores alvo da ação no STF também estiveram na reunião de hoje em Brasília. Na lista de convidados estavam apenas os mais alinhados ao Palácio do Planalto, como o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), e o do Paraná, Ratinho Junior (PR), que também adotaram restrições de circulação e o fechamento de comércio para conter a propagação da doença.

“(Vamos) pedir a todos que entendam que, em situações delicadas, em situações críticas como a que estamos vivendo, muitas vezes se faz também necessário o isolamento social”, afirmou Caiado. O governador reforçou que a responsabilidade de todos é “salvar vidas” e disse que o novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, terá as credenciais para adotar ações técnicas e habilitar leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

O encontro no Alvorada foi realizado no momento mais agudo da pandemia, no dia em que o País deve atingir a marca de 300 mil mortos pela doença. Após a explosão de casos, cidades passaram a registrar filas para leitos de UTI e a falta de oxigênio e medicamentos usados no processo de intubação, necessários para o atendimento a pacientes.

Ao mesmo tempo, o governo é pressionado por um pedido de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Congresso e um inquérito no Supremo que apura se houve omissão do Ministério da Saúde na crise que levou hospitais de Manaus (AM) ao colapso no início do ano, quando pacientes morreram asfixiados por falta de oxigênio.