Calçada Livre: nova etapa do programa vai cadastrar food trucks e carrinhos de comida em Petrolina
Por Nill Júnior
Ação, realizada pela Prefeitura de Petrolina, visa o ordenamento público da cidade.
O mês de abril vai marcar o início de uma nova fase do programa Calçada Livre, da Prefeitura de Petrolina. A partir desta terça-feira (02), será aberto o período de cadastramento dos interessados em trabalhar com food trucks e carrinhos de comida no município.
O trabalho servirá de base para o ordenamento da atividade na cidade, a exemplo do que foi realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SEDURBH) com a realocação de comerciantes informais de frutas e verduras que estavam espalhados nas ruas do centro da cidade para uma feirinha devidamente estruturada e organizada.
Para fazer o cadastro, os interessados devem comparecer na sede da SEDURBH, de segunda à sexta-feira, das 8h às 12h.
É necessário entregar cópias de documentos que ajudem às equipes da secretaria a identificarem os responsáveis pelos food trucks ou carrinhos de comida, a exemplo de documentos pessoais e comprovante de residência, assim como licenças atuais e certificados de microempreendedor individual, se houver. Também será importante o envio de fotos impressas que mostrem a localização atual da estrutura utilizada por cada comerciante. O cadastramento vai terminar no dia 12 de abril.
Para o titular da SEDURBH, Giovanni Costa, o trabalho junto aos food trucks e carrinhos de comida é mais um passo importante para o ordenamento público de Petrolina.
“Nosso trabalho é tornar Petrolina sempre melhor e isso passa pelo ordenamento da cidade. Por isso, aos poucos, estamos agindo junto à determinados segmentos para que possamos estabelecer regras de forma que todos saiam ganhando, desde o empreendedor, passando pelo município, até chegar à população que vai contar com um serviço melhor e com qualidade garantida em um ramo tão importante como o alimentício, já que vamos contar com a parceria da Agência Municipal de Vigilância Sanitária nesse trabalho junto aos food trucks e carrinhos de comida”, destaca Costa.
Em vez de defender a indústria nacional contra sobretaxas, senador se limitou a pedir um adiamento das sanções para não atrapalhar sua campanha eleitoral Por João Filho – The Intercept A primeira reportagem da Vaza Flávio marcou o início de um longo inferno astral para a candidatura de Flávio Bolsonaro. Já se passaram dois meses […]
Em vez de defender a indústria nacional contra sobretaxas, senador se limitou a pedir um adiamento das sanções para não atrapalhar sua campanha eleitoral
Por João Filho – The Intercept
A primeira reportagem da Vaza Flávio marcou o início de um longo inferno astral para a candidatura de Flávio Bolsonaro. Já se passaram dois meses e tudo indica que estamos apenas no começo. O fio puxado pelo Intercept desencadeou novos desdobramentos que complicaram a vida do candidato do golpismo. Diversos aliados começaram a demonstrar insatisfação, ameaçando largá-lo ferido na estrada. Até Michelle já soltou a mão do enteado. União Brasil e Partido Progressistas, o PP, já dão sinais de que vão pular fora do barco.
Para completar, no seu curral político a coisa vai de mal a pior. Está ficando cada vez mais difícil encontrar um grande aliado de Flávio no Rio de Janeiro que não esteja preso ou na mira de buscas e apreensões. Nesta semana, mais uma leva de políticos bolsonaristas caiu nas garras da Polícia Federal na Operação Unha e Carne, que investiga uma rede de corrupção entre a classe política e o crime organizado no estado. Os elos entre o grupo de Flávio e a bandidagem ficaram ainda mais expostos.
Tudo isso acontece a apenas três meses das eleições com pesquisas apontando o aumento da vantagem de Lula no primeiro turno da corrida presidencial. Operando no modo de desespero, Flávio tem tomado as piores decisões possíveis. Influenciado pela dupla dinâmica do golpismo, Paulinho Figueiredo e Eduardo Bananinha, o candidato decidiu fazer uma nova turnê pelos Estados Unidos. Mas, desta vez, o objetivo seria conter os danos causados por sua última visita à Casa Branca, que lhe rendeu o apelido de Tariflávio.
Flávio participou de uma audiência pública do Representante Comercial dos Estados Unidos, o USTR, para debater o novo tarifaço do governo estadunidense contra produtos brasileiros. A promessa é de que ele criticaria a medida e defenderia os interesses do Brasil. Na prática, a história foi outra. Não se ouviu uma queixa sequer às razões estapafúrdias fabricadas pelo governo de Donald Trump para justificar a sobretaxa. Sem fazer qualquer contestação de mérito, o Zero Um sequer abriu a boca sobre comércio, meio ambiente e outros temas levantados pelos EUA.
Como um bom vira-lata complexado, o senador se limitou a pedir que a decisão fosse adiada, sob o argumento de que esse seria o pior momento para aplicá-la. Na prática, Flávio endossou a sanção, pedindo apenas um tempo para não prejudicar a própria campanha. Trocando em miúdos: ele apoia um tarifaço contra o seu próprio país, a depender das conveniências políticas.
Como se não bastasse tanta gente soltando sua mão, Flávio agora também precisa lidar com a insatisfação de empresários afetados pelas tarifas. Pegou mal entre o empresariado a postura do senador no USTR. A imagem que ficou é a de um candidato incapaz de dialogar tecnicamente sobre comércio ou proteger as companhias brasileiras atingidas pelo tarifaço. Nenhum dos argumentos levados pelos executivos à audiência foi encampado pelo senador, que optou por um discursinho fuleiro e ideologizado – que, suspeito fortemente, tenha sido escrito pelo colérico Paulinho Figueiredo.
Segundo um dos empresários presentes ouvidos pela CNN, a audiência só voltou a prender a atenção da plateia após a saída de Flávio. A participação do senador foi descrita como um “lapso” em meio a um debate que exigia argumentos econômicos mais consistentes. Até a Faria Lima considerou a excursão como inócua e “decepcionante”. No fim das contas, o candidato jogou fora a chance de posar de presidenciável e apenas confirmou ser um político medíocre.
É realmente impressionante a capacidade de Flávio em tomar decisões erradas. Só mesmo o desespero explica tamanha estupidez, que conseguiu extrapolar até os padrões de quem foi criado por Jair Bolsonaro. O candidato foi para os Estados Unidos com uma única missão: reverter as trapalhadas da visita anterior. E o que ele fez? Reforçou o seu endosso às tarifas, ainda que de forma indireta, apostando que o vexame seria escamoteado com pura retórica ideológica. Mas nem o empresariado, sempre tão cheio de boa vontade com o bolsonarismo, caiu na conversa fiada.
A situação da campanha eleitoral de Flávio é crítica. Ele é um pré-candidato desconectado da realidade e refém das estratégias traçadas pela dupla de maluquinhos dos Estados Unidos. Com parte dos aliados debandando e outra senda presa, o futuro do seu projeto político vai se mostrando cada vez mais incerto. Parece loucura cogitar que, a essa altura do campeonato, o senador decida jogar a toalha e desistir do Palácio do Planalto. A desistência ainda é uma possibilidade remota, mas, a depender dos próximos capítulos, pode se tornar o único caminho.
O deputado Waldemar Borges foi à Tribuna da Assembleia Legislativa, nesta quinta-feira (12.02), para saldar e dar as boas-vindas aos 1.100 policiais que se formaram hoje em cerimônia no Centro de Convenções e que passam a integrar os quadros da Policia Militar de Pernambuco . “Hoje vi um espetáculo realmente merecedor de registro. Vi mais […]
O deputado Waldemar Borges foi à Tribuna da Assembleia Legislativa, nesta quinta-feira (12.02), para saldar e dar as boas-vindas aos 1.100 policiais que se formaram hoje em cerimônia no Centro de Convenções e que passam a integrar os quadros da Policia Militar de Pernambuco . “Hoje vi um espetáculo realmente merecedor de registro. Vi mais de mil jovens ingressando na PM e a emoção de suas famílias assistindo eles enveredarem nessa profissão de tanta importância para a sociedade”, disse.
O líder do Governo ressaltou que esses novos profissionais de policia vão ajudar Pernambuco a dar continuidade a “um dos mais completos programas de enfrentamento à violência que o país tem conhecimento: o Pacto Pela Vida”.
“Quero dizer a esses jovens que eles vão entrar em um programa de combate à violência que tem marcado a história das políticas públicas de segurança no país e que, com certeza, vão dar uma contribuição para que a gente vá melhorando sempre, pois sabemos que os problemas não estão resolvidos, mas também temos a consciência de que avançamos muito. Por outro lado também vão encontrar uma PM mais fortalecida, inclusive pelas últimas medidas encaminhadas pelo Governador Paulo Câmara à Assembleia”, completou Waldemar Borges.
O prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti, recebeu nesta quarta-feira (27), em seu gabinete, os desembargadores Paulo Augusto, Paulo Victor e Evanildo Coelho, acompanhados de advogados do município. A visita ocorreu no contexto da primeira sessão itinerante do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), realizada fora das dependências da instituição. O prefeito classificou o momento como […]
O prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti, recebeu nesta quarta-feira (27), em seu gabinete, os desembargadores Paulo Augusto, Paulo Victor e Evanildo Coelho, acompanhados de advogados do município.
A visita ocorreu no contexto da primeira sessão itinerante do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), realizada fora das dependências da instituição. O prefeito classificou o momento como “um marco na história do Poder Judiciário” e agradeceu pela iniciativa.
Durante o encontro, Zeca reafirmou a intenção de manter colaboração com o Judiciário e recordou a instalação das sedes do Poder Judiciário Estadual, Federal e Eleitoral em Arcoverde durante gestões anteriores sob seu comando no Executivo municipal.
A história é real e contada por Anchieta Santos: nem só com carros, nem apenas de jogadores se faz rodízio. Em Tabira tem um político que usa o rodízio de palanque como forma de vida. É o suplente de vereador Dicinha do Calçamento, que está se transformando em personagem folclórico. O rodizio começou em 2009. Um […]
A história é real e contada por Anchieta Santos: nem só com carros, nem apenas de jogadores se faz rodízio. Em Tabira tem um político que usa o rodízio de palanque como forma de vida. É o suplente de vereador Dicinha do Calçamento, que está se transformando em personagem folclórico.
O rodizio começou em 2009. Um ano antes, Dicinha que apoiou a reeleição de Josete, pulou para o palanque do ex-prefeito Dinca. Em 2012 Dicinha disputou o mandato de vereador no palanque de Dinca. Ficou na suplência.
Em 2013 logo depois da posse o prefeito Sebastião Dias já tinha o apoio de Dicinha. Em 2014, ele durante entrevista a Rádio Cidade dizia: “O meu pai me ensinou a ter uma só palavra e a minha palavra é votar em Gonzaga Patriota para Federal”. Dias depois estava pedindo votos ao lado de Sebastião Dias para Ricardo Teobaldo.
E esta semana, mesmo faltando mais de um ano para a eleição, Dicinha pulou de lado outra vez: anunciou apoio a Nicinha Brandino, esposa de Dinca.
O suplente de vereador que está mais para Dicinha Pula Pula, provou o quanto é folclórico: ao assumir o mandato por 30 dias, promoveu carreata, foguetório e disse nas rádios que iria “fazer” em um mês o que ninguém fez em quatro anos. Ao final disse: “eu me enganei”.
As informações são da Coluna do Domingão: o presidente nacional do Solidariedade, Paulinho da Força, não se mete no angu de caroço da sucessão em Serra Talhada. “A decisão é da Marília Arraes”, disse a mais de um interlocutor. Paulinho tem ciência do imbróglio envolvendo a legenda na Capital do Xaxado. O Deputado Estadual Luciano […]
As informações são da Coluna do Domingão: o presidente nacional do Solidariedade, Paulinho da Força, não se mete no angu de caroço da sucessão em Serra Talhada.
“A decisão é da Marília Arraes”, disse a mais de um interlocutor. Paulinho tem ciência do imbróglio envolvendo a legenda na Capital do Xaxado.
O Deputado Estadual Luciano Duque disse em conversa com esse blogueiro que ainda espera a decisão de Marília Arraes, torcendo que ela “pague gratidão com gratidão” e lhe permita disputar a prefeitura. Agora, caso não tenha o que chama de “reciprocidade política”, teria um “plano D”.
Caso não seja ele o candidato, pode surgir um quarto nome, que nem seria Ronaldo de Dja nem Miguel Duque. A única pista é que teria participação no debate empresarial da Capital do Xaxado. “Vou apresentá-lo porta a porta, como fiz com Márcia”.
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