O presidente estadual do PT, Bruno Ribeiro, está se empenhando para que todos os quadros do partido respeitem a decisão que será tomada no próximo dia 10, em torno da possibilidade de uma candidatura própria para governador.
Segundo ele, tanto os que defendem a postulação da vereadora Marília Arraes, quanto os que preferem a aliança com o PSB terão que seguir o resultado da votação entre os delegados, sem chance para novas interpretações posteriores ou intervenção da direção nacional da sigla. Caso contrário, na sua visão, a legenda repetirá a prática que culminou na saída da ex-presidente Dilma, em 2016, e poderá ser chamada de golpista.
“Temos feito um diálogo permanente com o conjunto do partido e com a direção nacional. Temos orgulho dos procedimentos democráticos do PT. Se vencer a candidatura de Marília, ela nos unirá e sua candidatura precisa envolver todo o partido. Não haverá vencidos nem vencedores. Se a decisão que predominar for a aliança, o mesmo efeito produzirá. Todos temos que estar unidos na execução daquilo que foi decidido no encontro”, colocou o petista, em entrevista ao programa Folha Política, hoje.
Na opinião de Bruno, “fazer diferente é repetir o que foi feito no impeachment de 2016”. “É desrespeitar a decisão que foi tomada pelo povo brasileiro, como foi na época, quando tiraram uma presidente eleita para botar um impostor. Então no encontro do dia 10 vamos respeitar a decisão da maioria dos delegados e delegadas do partido. Este é o caminho e não há nenhuma outra opção para nenhum dos defensores das duas teses”, disse.
Questionado sobre o trauma gerado após a disputa interna em 2012, quando a direção nacional interviu em Pernambuco para rifar a postulação do então prefeito João da Costa, Bruno Ribeiro fez questão de destacar que “são momentos diferentes”. “Aquela eleição era municipal e essa é de presidente. É nacional. Então, mais do que nunca, a interação entre estados e direção nacional é muito importante neste ano”, destacou.
Os cem dias de Lula e Raquel Esta segunda marca os cem primeiros dias dos governos Lula e Raquel Lyra. Os dois tem como principal similaridade o fato de terem interrompido ciclos. Lula pôs um freio em quatro anos de bolsonarismo. Raquel derrotou um ciclo de 16 anos do PSB no poder. Os discursos também […]
Esta segunda marca os cem primeiros dias dos governos Lula e Raquel Lyra.
Os dois tem como principal similaridade o fato de terem interrompido ciclos. Lula pôs um freio em quatro anos de bolsonarismo. Raquel derrotou um ciclo de 16 anos do PSB no poder.
Os discursos também são parecidos e falam em “arrumar a casa”. O governo Lula 3.0 começou retomando marcas de seus primeiros dois mandatos. Ampliou valores e retomou o Bolsa Família, relançou o Mais Médicos, o Minha Casa Minha Vida, e tenta retomar o PAC, com outro nome. O anterior ficou marcado por obras inacabadas, principalmente no ciclo Dilma Rousseff.
A maior dificuldade enfrentada por Lula reside na economia. A taxa de juros segue altíssima, sem sinais de que Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central e sua trupe a reduzam. Assim, o país não retoma crescimento ou gera mais empregos. A economia segue estagnada. As mudanças da reforma tributária, liderada por Alckmin e Haddad, que prometem fazer quem tem mais pagar mais, esbarram em Arthur Lira e cia. O presidente da Câmara e o Centrão vão barganhar para, quem sabe, aprovar. A oposição diz que não há nada novo no seu terceiro ciclo.
Lula também falou demais e entrou um polêmicas desnecessárias, como quando disse que pensou em “foder Sérgio Moro” e na fala em que duvidou do plano do PCC para matar o Senador. Ganhou desgaste na pior hora.
Raquel Lyra aparentemente ainda trabalha com diagnósticos da gestão Paulo Câmara. Sempre que cobrada por demandas mais urgentes como estradas, manutenção das escolas, complemento das indicações da máquina, diz que vai colocar Pernambuco nos trilhos e retoma o discurso de que pegou um estado sem dinheiro em caixa para projetos estruturadores.
Ainda não lançou um programa de investimentos, um grande projeto estruturador, não mostrou sua marca. Nos últimos meses, dentre os anúncios mais importantes, a entrega de 272 moradias no Conjunto Habitacional Canal do Jordão, o acordo de gestão para Fernando de Noronha, abrir 24 horas Delegacias da Mulher, entregou reforma de UTI e enfermaria no Barão de Lucena, R$ 23 milhões para o Corpo de Bombeiros, homologou aprovação de 500 analistas e 96 assistentes administrativos da Educação, requalificação da PE 145, entre Caruaru e Fazenda Nova.
Raquel sabe que falta mais e tem dito que vai consertar o estado. Recentemente comentou em sua rede social: “Pernambuco está na 23ª posição no ranking nacional de competitividade, mostram dados do CLP. Os indicadores são péssimos para quem já foi líder do Nordeste. Recuperar o protagonismo é fundamental para o estado voltar a crescer e gerar empregos. Temos muito trabalho pela frente.”
Sobre saúde: “A precariedade da Saúde Pública em Pernambuco não vem de 70 dias, mas de anos de descaso”.
Há um indicador popular que tem um limite muito mais imediatista que o da política: chama-se paciômetro. Ele até tem aguentado essa marca inicial de cem dias e compreendido o discurso de “arrumar a casa”. O mesmo não se pode dizer em junho, quando ambos terão chegado aos seis meses de governo. Até lá, o povo espera mais.
Nos dois casos, ainda há os fantasmas que os rondam. Atendem pelos nomes de Jair Bolsonaro e João Campos. É a atitude de Da Silva e Lyra que vai definir o quão assustadores de fato serão em 2026.
Janones em Gravatá
O Deputado mineiro André Janones, personagem da guerra virtual com Jair Bolsonaro na defesa de Lula, se encontrou em Recife com Sebastião Oliveira, Waldemar Oliveira e nomes como Rogério Leão, discutindo estratégias do AVANTE. Marília Arraes (SD) e Luiz Tibé, presidente estadual da legenda, participaram do encontro. Janones é Tibé também assistiram à Paixão de Cristo em Nova Jerusalém.
Vai que…
No embalo, quem também esteve com Janones foi o vereador Léo do Ar, que ainda disputa a presidência da UVP. Vai que tem mesmo nova eleição e Léo solta um “olha quem está conosco”…
Cada um com seu cada um
Falando em UVP, quem apoia a luta de Zé Raimundo contra o atual presidente costuma dizer: “não entendo como vereadores do Pajeú não estão com Zé.” E quem está do lado de Léo diz: “não entendo como Zé e cia tentam tumultuar um processo que sabem, não vencerão”. Quem tem razão?
Brincadeira de mau gosto
Em Afogados da Ingazeira, alguém criou uma conta fake e faz ameaça de ataque à Dom Mota, escola de referência, para depois apagar. Direção e prefeitura buscaram acalmar os pais e dizem não haver motivo para pânico. A brincadeira de mau gosto será investigada pela Polícia.
Concorda ou “disconconrda?”
Um texto do jornalista Adriano Roberto reverberou neste sábado. Ele diz que, ao ver Paulo Câmara recentemente, lembrou da saraivada de ataques que sofreu na imprensa e nos palanques no final do seu mandato. “Refleti: está aí um homem da história de Pernambuco que foi injustiçado. Eu mesmo me arrependi de minha parcela de culpa.” E você? O que diz?
Sinais?
Quem aposta que Luciano Duque vai pra disputa com Márcia Conrado em 2024 usa como argumento até postagem de rede social. Lá, Duque enobreceu seus feitos na área de Saúde. Foi a presença de Márcia na pasta que a projetou para ser gestora. Quando juntam com a fala de Marília torcendo pelo projeto Duque 2024…
Aleluia
O blog cobrou e teve a notícia de que o imóvel cedido ao MP sem função prática a não ser juntar bicho, barata e rato vai abrigar a sede do Corpo de Bombeiros, após cedência do TJPE. Eles vão sair da PE 320 e, na Roberto Nogueira Lima, a promessa é de mais agilidade para atender emergências.
Pega a senha
Arcoverde tem um dos cenários mais indefinidos para 2024, a se levar em conta a quantidade de pré-candidatos. Além de Wellington Maciel, que busca recuperar popularidade, estão com o nome na rua Siqueirinha, Madalena Britto, Zeca Cavalcanti, Israel Rubis, Cybele Roa. O que rola de enquete nas redes não está no gibi.
O condutor
Quem vai ter o maior desafio para conduzir sua sucessão? Adelmo Moura (Itapetim), Marconi Santana (Flores), Zeinha Torres (Iguaracy), Sávio Torres (Tuparetama), Djalma Alves (Solidão), Anchieta Patriota (Carnaíba) ou Evandro Valadares (São José do Egito)?
Com ou sem emoção?
E quem pode ter uma reeleição mais fácil ou mais complexa entre Márcia Conrado (Serra Talhada), Sandrinho Palmeira (Afogados da Ingazeira), Joelson (Calumbi), Irlando Parabólicas (Santa Cruz da Baixa Verde), Luciano Torres (Ingazeira), Luciano Bonfim (Triunfo), Gilson Bento (Brejinho), Zé Pretinho (Quixaba), Delson Lustosa (Santa Terezinha) e Nicinha Melo (Tabira)?
Frase da semana:
“Minha obsessão será a retomada do crescimento”.
Do presidente Lula, ao avaliar os cem dias de governo com jornalistas.
Por Juliana Lima Um grave acidente automobilístico com vítima fatal foi registrado na manhã deste domingo (27), na PE-365, em Serra Talhada. O acidente aconteceu nas proximidades de um clube de campo, entre Serra Talhada e Santa Cruz da Baixa Verde. O carro capotou várias vezes e o motorista morreu na hora. Ele ficou preso […]
Um grave acidente automobilístico com vítima fatal foi registrado na manhã deste domingo (27), na PE-365, em Serra Talhada.
O acidente aconteceu nas proximidades de um clube de campo, entre Serra Talhada e Santa Cruz da Baixa Verde. O carro capotou várias vezes e o motorista morreu na hora. Ele ficou preso às ferragens e foi retirado pelo Corpo de Bombeiros.
Havia uma segunda vítima no veículo, que seria esposa do motorista. Ela foi socorrida pelo SAMU e encaminhada para o Hospital Agamenon Magalhães (Hospam) em estado crítico, com fraturas na face, clavícula e traumatismo craniano.
Nas imagens é possível identificar a placa do veículo, DEX2500. Segundo informações o casal é de Santa Cruz da Baixa Verde, mas ainda não há confirmação da identidade das vítimas pela polícia, que investigará as causas do acidente.
A obra de requalificação da PE-365 foi entregue no final do último mês de junho pelo governador Paulo Câmara. Antes da recuperação da rodovia foram registrados muitos acidentes com vítimas fatais entre Serra Talhada e Triunfo, em virtude dos buracos, falta de sinalização e acostamento.
Do Blog Alyson Nascimento O bispo diocesano, Dom Limacêdo Antônio da Silva, cumpriu agenda no Fórum de Afogados da Ingazeira, onde se reuniu com os juízes doutores Max Galdino, Rafael Brandão e Viviane Salviano. Durante o encontro, foram discutidos temas institucionais e questões relacionadas à realidade social, fortalecendo o diálogo entre a Igreja e o […]
O bispo diocesano, Dom Limacêdo Antônio da Silva, cumpriu agenda no Fórum de Afogados da Ingazeira, onde se reuniu com os juízes doutores Max Galdino, Rafael Brandão e Viviane Salviano.
Durante o encontro, foram discutidos temas institucionais e questões relacionadas à realidade social, fortalecendo o diálogo entre a Igreja e o Poder Judiciário.
Em entrevista à Rádio Pajeú, Dom Limacêdo avaliou a visita como um momento importante para estreitar laços e reforçar a presença da Igreja também nesses espaços.
“Cada entidade tem a sua função, mas todos nós nos complementamos. Precisamos uns dos outros para contribuir com a humanidade e exercer o nosso papel. Esse contato me possibilitou conversar com eles sobre algumas questões, entre elas a realidade das cadeias”, destacou o bispo.
Brasil de Fato A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (20) o projeto de lei para socorrer agricultores familiares enquanto perdurar a crise da covid-19. A proposta prevê pagamento de R$ 3 mil, em parcela única, para agricultores que não tenham recebido o auxílio emergencial aprovado pelo Congresso em abril. Para mulheres agriculturas chefes de família, o valor […]
A proposta prevê pagamento de R$ 3 mil, em parcela única, para agricultores que não tenham recebido o auxílio emergencial aprovado pelo Congresso em abril. Para mulheres agriculturas chefes de família, o valor é de R$ 6 mil, também em uma só parcela.
Além do auxílio, o PL garante a criação de um plano de ajuda financeira a agricultores familiares que implantarem projetos elaborados por Serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater).
Assim, permite-se a construção de cisternas ou outras tecnologias de acesso à água para consumo humano e a produção de alimentos por famílias atingidas pela seca.
Também estão contempladas no texto políticas de renegociação de dívidas, como a prorrogação por um ano de parcelas vencidas do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e de operações de crédito rural, tanto em bancos comuns como por meio do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF).
O texto também autoriza o Conselho Monetário Nacional a criar linhas de crédito específicas aos agricultores familiares, permitindo manter os níveis de produção e abastecimento alimentar.
O PL 735/2020 de autoria dos deputados Paulo Pimenta (PT/RS) e Enio Verri (PT/PR) foi aprovado na Câmara após intensa pressão dos movimentos sociais. Por semanas, a votação do PL foi adiada.
Um dos principais obstáculos era a posição da equipe econômica do governo Bolsonaro, relutante em liberar mais verbas. Os agricultores familiares, entretanto, não figuram entre os grupos atendidos pelas políticas de auxílio emergencial do governo Bolsonaro.
Apesar de desprotegidos pelo governo, estes agricultores produzem 70% dos alimentos consumido no país. Por isso, a demora em votar a medida trazia “enorme angústia em virtude do cenário enfrentado pelas populações do campo”, afirmaram movimentos ligados à questão agrária em carta aberta.
Estas organizações – Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Movimento Pela Soberania Popular da Mineração (MAM), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) – promoveram nesta segunda (20) um tuitaço com as hashtags #PL735 #PL735contrafome para dar visibilidade ao tema.
A matéria segue agora para análise no Senado Federal. Se aprovada, vai para sanção presidencial.
O fechamento da Receita Federal em Afogados da Ingazeira foi tema de uma reunião entre o Prefeito do município, José Patriota, o Superintendente Regional da Receita Federal em Pernambuco, Giovanni Christian Nunes Campos, o Presidente do Conselho Federal de Contabilidade, José Gonçalves Campos e o ex-gestor da Agência, Chrystiano Flávio de Moraes, dente outros nomes. Na pauta, a reabertura da unidade […]
O fechamento da Receita Federal em Afogados da Ingazeira foi tema de uma reunião entre o Prefeito do município, José Patriota, o Superintendente Regional da Receita Federal em Pernambuco, Giovanni Christian Nunes Campos, o Presidente do Conselho Federal de Contabilidade, José Gonçalves Campos e o ex-gestor da Agência, Chrystiano Flávio de Moraes, dente outros nomes.
Na pauta, a reabertura da unidade e a adoção de medidas urgentes para que a população dos 12 municípios atendidos anteriormente pela unidade não seja penalizada. Além da população, uma das categorias que mais sofrem com o fechamento são os contadores.
A unidade da Receita Federal em Afogados da Ingazeira foi inaugurada em maio de 2008, e possuía jurisdição sobre 12 (doze) Municípios sertanejos: Iguaraci, Ingazeira, Carnaíba, Quixaba, Tabira, Solidão, São José do Egito, Santa Terezinha, Tuparetama, Itapetim, Brejinho e Afogados da Ingazeira.
“Foi uma reunião muito importante, apresentamos os problemas que o fechamento tem acarretado e cobramos uma posição clara sobre quais medidas serão tomadas pela Receita Federal,” destacou o Prefeito José Patriota.
Ficou agendada uma reunião para o próximo dia seis de setembro, em local e horário a ser divulgado posteriormente, onde a Prefeitura esperar contar com as presenças de empresários, comerciantes, empreendedores e lideranças políticas da região, com o superintendente.
Você precisa fazer login para comentar.