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Breno amplia rede de apoios à pré-candidatura em São José do Egito

Por André Luis

O pré-candidato a deputado estadual Breno Araújo, de Serra Talhada, esteve neste domingo (30) em São José do Egito para uma reunião com lideranças locais que, segundo sua equipe, reforça o projeto rumo à Assembleia Legislativa de Pernambuco.

O encontro reuniu George Borja, a vereadora Nanda Jucá e os vereadores Beto de Marreco e Adeilton de Brás. Também participaram as lideranças Sandro e Liu de Riacho do Meio, além do suplente de vereador Neném Palito e sua esposa.

A articulação contou ainda com a presença do presidente municipal do PT, Ricardo Moura, e de nomes com histórico de participação na política da cidade, como os ex-vereadores Neném de Zé Dudu, Roberto Sampaio, Rogaciano Jorge e Ed Ek de Zé Dudu. O engenheiro Thiago Freitas e as professoras Selma e Delânia também participaram do encontro.

Algumas lideranças que não puderam comparecer, entre elas o vereador Romerinho Dantas, a professora Roseane Borja e o ex-vereador Rona Leite, enviaram justificativas e manifestaram apoio à pré-candidatura. Segundo a coordenação política de Dr. Breno, novos encontros e articulações devem ocorrer nos próximos meses.

Outras Notícias

Paulo Maluf vira réu no Supremo por suposta falsidade ideológica

O Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou nesta terça-feira (15) uma denúncia apresentada no ano passado contra o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) por supostamente omitir despesas durante sua campanha eleitoral em 2010. Com a decisão, o parlamentar passa à condição de réu no tribunal por suspeita de falsidade ideológica, crime cuja condenação pode chegar a […]

maluf-3090O Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou nesta terça-feira (15) uma denúncia apresentada no ano passado contra o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) por supostamente omitir despesas durante sua campanha eleitoral em 2010.

Com a decisão, o parlamentar passa à condição de réu no tribunal por suspeita de falsidade ideológica, crime cuja condenação pode chegar a cinco anos de prisão e multa.

A denúncia sustenta que a campanha de Maluf teve despesas com serviços gráficos no valor de R$ 168,6 mil pagas pela empresa Eucatex, pertencente à sua família. As notas fiscais emitidas pela gráfica e enviadas à Justiça Eleitoral continham a anotação “campanha do Dr. Paulo”, mas as despesas não foram declaradas na prestação de contas da campanha.

Para a Procuradoria Geral da República, Maluf incorreu no crime de falsidade ideológica, por omitir a informação num documento público “com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante”.

Para rebater a denúncia, a defesa do deputado alegou que a prestação de contas feitas para a Justiça Eleitoral não era um documento público, mas sim particular, o que faria prescrever a acusação. Depois, disse que Maluf não assinou o documento, mas sim o tesoureiro do PP.

Por fim, argumentou que a própria empresa retificou posteriormente a informação à Justiça Eleitoral, dizendo que os serviços foram prestados para a Eucatex, não para a campanha de Maluf.

Ao analisar o caso, o relator do inquérito no STF, ministro Luiz Fux, entendeu que se tratava de documento público e que Maluf era o efetivo responsável pela prestação de contas, conforme prevê a legislação eleitoral.

Depois, registrou que as notas descreviam como produto placas e adesivos. “Há justa causa para início da ação penal. A declaração prestada pelos administradores da empresa mostram indícios de que os serviços prestados destinaram-se inequivocamente à campanha de Paulo Maluf”, afirmou durante a sessão da Segunda Turma do Supremo.

Acompanharam o voto do relator os demais ministros do colegiado: Luiz Edson Fachin,Marco Aurélio Mello e Rosa Weber.

Maluf já responde a outras três ações penais no STF por suposto superfaturamento de obras e envio de dinheiro desviado ao exterior referentes ao período em que era prefeito de São Paulo (1993-1996).

Na Itapuama, Zeca Cavalcanti diz que só trata de eleições em 2016

Por Paulo Edson Cinco dias após ser diplomado como o terceiro deputado federal da história de Arcoverde, o ex-prefeito Zeca Cavalcanti (PTB) concedeu entrevista na manhã desta quarta-feira (25), véspera de Natal, ao jornalista João Ferreira, dentro do Programa Notícias Populares da Rádio Itapuama FM. Numa conversa que durou cerca de 30 minutos, o deputado […]

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Por Paulo Edson

Cinco dias após ser diplomado como o terceiro deputado federal da história de Arcoverde, o ex-prefeito Zeca Cavalcanti (PTB) concedeu entrevista na manhã desta quarta-feira (25), véspera de Natal, ao jornalista João Ferreira, dentro do Programa Notícias Populares da Rádio Itapuama FM.

Numa conversa que durou cerca de 30 minutos, o deputado federal eleito Zeca Cavalcanti falou da eleição, campanha, projetos e política. Nem mesmo o cenário de 2016 ficou de fora da pauta da entrevista. O trabalhista aproveitou o espaço para agradecer a votação e disse que sua eleição “preenchia uma lacuna em Arcoverde e região que há anos sonhava em ter um deputado federal para bem representa-los em Brasília”.

Em um dos trechos Zeca destacou que entre suas bandeiras está a luta pela implantação de um campus da Universidade Federal e do Instituto Federal na região, como forma de oferecer novas opções e oportunidades aos jovens que vivem aqui e buscam novos cursos. Destacou também o fortalecimento da UPE, que veio para Arcoverde durante o seu governo e falou sobre o desenvolvimento econômico, lembrando a elevação que Arcoverde teve em seu PIB nos últimos anos.

Questionado pelo jornalista João Ferreira sobre o rompimento com a prefeita Madalena Britto, o deputado federal Zeca Cavalcanti disse que se sentia tranquilo e que ela foi que disse que agora era o grupo dela de um lado, “quanto a nós, eu e o deputado Júlio Cavalcanti, vamos trabalhar para que Arcoverde continue no rumo do desenvolvimento, a prefeita faz o trabalho dela, até porque foi eleita para isso, e nós fazemos o nosso”, disse o parlamentar trabalhista.

Ele disse ainda que Arcoverde vive hoje um momento histórico e feliz por contar agora com um deputado federal e dois estaduais: Júlio e Eduino. Perguntado sobre as eleições para prefeito em 2016 se já tinha candidato, Zeca Cavalcanti foi claro e objetivo dizendo que a hora agora é de trabalho, eleições só em 2016. Ressaltou o valor do deputado eleito Eduíno Brito, mas negou qualquer encontro para tratar de política.

“Somos amigos há anos, desde a época de Werner quando fazíamos política aqui”, disse Zeca. Ele também agradeceu o apoio dos vereadores Paulinho, Sg. Siqueira, Cleriane Medeiros, Luciano Pacheco e Everaldo Lira no pleito que lhe garantiu mais de 97 mil votos em todo o estado.

Zeca finalizou dizendo que o grupo conta com nomes importantes, ressaltou o nome do vereador Luciano Pacheco como apto a representar o grupo em qualquer papel, seja como prefeito, secretário de estado, ou outra função.

“Vamos sentar, conversar e ver o melhor nome para representar o projeto de trabalho, desenvolvimento e progresso que sempre marcaram a forma de governar de nosso grupo político”. A hora agora é de trabalhar, trabalhar e trabalhar por Arcoverde, Região e Pernambuco”, concluiu Zeca Cavalcanti.

Pernambuco registra os menores índices de criminalidade da série histórica, diz SDS

O Governo de Pernambuco alcançou em outubro de 2025 resultados inéditos na segurança pública, com reduções significativas em todos os 12 principais indicadores criminais. Segundo dados da Gerência Geral de Análise Criminal e Estatística da SDS, o Estado registrou o menor número de roubos dos últimos 178 meses e os níveis mais baixos de homicídios […]

O Governo de Pernambuco alcançou em outubro de 2025 resultados inéditos na segurança pública, com reduções significativas em todos os 12 principais indicadores criminais. Segundo dados da Gerência Geral de Análise Criminal e Estatística da SDS, o Estado registrou o menor número de roubos dos últimos 178 meses e os níveis mais baixos de homicídios e estupros em 22 anos.

Os avanços são atribuídos ao programa Juntos Pela Segurança, implantado em 2023 pela governadora Raquel Lyra. “O programa vem garantindo planejamento, integração e presença das forças policiais em todo o Estado, com investimentos em inteligência e tecnologia que estão transformando a segurança pública”, afirmou a gestora.

Em outubro, foram 2.702 Crimes Violentos contra o Patrimônio (CVPs), contra 3.796 no mesmo mês de 2024, uma queda de 28,8%. O número é o menor desde 2010. O Estado também manteve a tendência de redução em roubos de veículos (-7,9%), cargas (-30,8%) e celulares (-34,6%). O roubo a coletivos chegou a seis ocorrências, uma redução de 83,8% em relação ao ano anterior.

Nos crimes contra a vida, o Estado registrou 226 homicídios em outubro, o menor número da série histórica, representando queda de 17,5% em relação a 2024. Os casos de estupro diminuíram 33,6%, passando de 256 para 170 registros.

A violência contra a mulher também apresentou retração: feminicídios caíram 37,5%, homicídios de mulheres, 15,8%, e violência doméstica, 9,2%.

O secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, destacou o trabalho integrado das forças policiais. “Os números refletem o empenho de todos os profissionais de segurança. Mas, enquanto houver um único crime, continuaremos atuando com o mesmo compromisso”, disse.

De janeiro a outubro, Pernambuco mantém queda acumulada nos crimes patrimoniais e nas mortes violentas intencionais, consolidando uma tendência de redução sustentada da criminalidade em todo o Estado.

Após decisão de Moro, BC bloqueia mais de R$ 606 mil das contas Lula

G1 Paraná Depois da determinação do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, o Banco Central (BC) bloqueou R$ 606.727,12 de contas bancárias do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Além disso, houve sequestro e arresto de dois carros, três apartamentos e um terreno, em São Bernardo […]

Foto: Wellington Júnior

G1 Paraná

Depois da determinação do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, o Banco Central (BC) bloqueou R$ 606.727,12 de contas bancárias do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Além disso, houve sequestro e arresto de dois carros, três apartamentos e um terreno, em São Bernardo do Campo (SP). O sequestro e o arresto são medidas cautelares que evitam que o réu se desfaça de bens ou valores que podem ser entregues à Justiça após decisão definitiva. No momento, o ex-presidente pode usufruir dos bens. Quantos aos carros, ele não pode vender ou repassar a outras pessoas.

Lula foi condenado a 9 anos e seis meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo da Lava Jato envolvendo um triplex em Guarujá. A força-tarefa da Lava Jato acusou o ex-presidente de receber o apartamento da construtora OAS como propina por contratos na Petrobras. O ex-presidente nega.

O aviso do BC a Moro sobre o bloqueio foi feito na tarde de terça-feira (18). O processo tramitava em segredo de Justiça. A medida, de acordo com o juiz federal, pretende garantir “a reparação dos danos decorrentes do crime”.

Segundo Moro, ficou reconhecido que contrato entre o Consórcio Conest/Rnest gerou cerca de R$ 16 milhões em vantagem indevida a agentes do PT. Ainda conforme o juiz, dessa quantia, R$ 2.252.472 foram para o ex-presidente por meio do apartamento triplex.

Dos R$ 16 milhões, o juiz descontou o valor do triplex, dos três apartamentos, do terreno e dos dois carros e determinou que a diferença fosse bloqueada de contas bancárias até o limite de R$ 10 milhões.

O pedido de bloqueio foi feito pelo Ministério Público Federal (MPF), em outubro de 2016, antes da sentença que condenou o ex-presidente. O despacho em que Moro autorizou o bloqueio do dinheiro é de 14 de julho deste ano. Os R$ 606.727,12 foram encontrados em quatro contas do ex-presidente.

O MPF chegou a pedir a constrição do veículo Ford F1000, de 1984. Entretanto, Moro negou pela antiguidade do veículo.

Cabrobó: MPPE e Polícia Federal realizam Operação contra ilícitos eleitorais

Imagem meramente ilustrativa Após recebimento de denúncias sobre possíveis abusos de poder político e econômico consistentes na distribuição ilegal de combustíveis visando a compra e venda de votos de eleitores, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e a Polícia Federal (PF) desencadearam uma Operação Conjunta, na tarde da última sexta-feira (4), no Município de Cabrobó, […]

Imagem meramente ilustrativa

Após recebimento de denúncias sobre possíveis abusos de poder político e econômico consistentes na distribuição ilegal de combustíveis visando a compra e venda de votos de eleitores, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e a Polícia Federal (PF) desencadearam uma Operação Conjunta, na tarde da última sexta-feira (4), no Município de Cabrobó, no Sertão pernambucano.

Após investigação iniciada pelo MPPE, por meio da Promotoria de Justiça da 77ª Zona Eleitoral (Cabrobó), a Justiça expediu mandados de busca e apreensão, que foram cumpridos pela Polícia Federal e pelo Ministério Público. Ao todo, quatro locais foram alvo das diligências, sendo três postos de gasolina e uma escola municipal. 

Não serão divulgados outros detalhes sobre a operação, uma vez que as investigações ainda estão em curso, visando garantir a lisura e êxito das diligências, e o respeito aos direitos e garantias fundamentais dos investigados.