Brejinho: Prefeitura entrega duas novas ambulâncias
Por André Luis
Nesta sexta-feira (15), a Prefeitura de Brejinho realizou a entrega oficial de dois novos veículos destinados exclusivamente ao atendimento médico: uma ambulância básica, equipada para remoções e atendimentos gerais, e outra de suporte avançado, totalmente equipada para atender a base do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
O evento reuniu autoridades, profissionais da saúde, representantes do CIMPAJEÚ e moradores que acompanharam de perto a entrega dos veículos.
“As ambulâncias representam um salto na qualidade e na capacidade de resposta do sistema de saúde local, garantindo mais rapidez e eficiência nos atendimentos, especialmente em situações de emergência”, destacou a assessoria de comunicação.
Em seu pronunciamento, o prefeito Gilson Bento ressaltou que a entrega dos veículos é fruto de muito trabalho e articulação junto a parceiros.
Ele destacou a importância das novas aquisições para a população e reforçou seu agradecimento ao Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, pelo apoio decisivo para que o investimento se concretizasse.
Nos últimos anos, a Prefeitura de Brejinho vem realizando investimentos na área da saúde. Além da ampliação da frota, o município tem investido na construção e modernização de unidades de saúde, aquisição de equipamentos, capacitação de profissionais e ampliação da oferta de serviços, beneficiando diretamente milhares de moradores, tanto da zona urbana quanto da zona rural.
Para a secretária municipal de Saúde, Amanda Araújo, essas conquistas reforçam o compromisso da gestão em colocar a vida e o bem-estar das pessoas em primeiro lugar. “A chegada desses veículos é mais um passo no fortalecimento da rede de urgência e emergência. Nossa população pode ter certeza de que continuaremos buscando recursos e inovações para oferecer o melhor atendimento possível”, destacou.
“Investir em saúde é investir em vidas. Com essas novas ambulâncias, ampliamos nossa estrutura, melhoramos as condições de trabalho das equipes e oferecemos à população um atendimento mais seguro, rápido e humanizado. Agradeço ao Governo Federal e ao Ministério da Saúde pela parceria e por entender a importância dessa demanda para Brejinho”, afirmou Gilson Bento.
A Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Pernambuco (Fetape) vem a público registrar a sua indignação com o posicionamento do deputado federal Mendonça Filho (do DEM/PE), um dos autores do Projeto de Decreto Legislativo (PDC 1.491/20140) que revoga o decreto presidencial 8243/2014, editado pela Presidenta Dilma, constituindo o Sistema Nacional de Participação Social (SNPS), […]
A Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Pernambuco (Fetape) vem a público registrar a sua indignação com o posicionamento do deputado federal Mendonça Filho (do DEM/PE), um dos autores do Projeto de Decreto Legislativo (PDC 1.491/20140) que revoga o decreto presidencial 8243/2014, editado pela Presidenta Dilma, constituindo o Sistema Nacional de Participação Social (SNPS), um instrumento de fundamental importância para o fortalecimento da democracia.
Sabemos que os contrários a SNPS são pessoas que se utilizam da função de “representantes do povo”, infelizmente, para votar contra o próprio povo. Isso porque é inaceitável que, por medo da divisão de poder, sejam realizadas articulações contrárias à ampliação da participação social e popular. Não há como compreender que seja utilizado o argumento de que a competência do Legislativo está sendo usurpada. E de nós, quantos direitos não vêm sendo usurpados, há muito tempo, por esse tipo de posicionamento da elite conservadora que ocupa as cadeiras parlamentares?
Como um político eleito pelo povo pode ser contrário a criação de mecanismos que estabeleçam a escuta dos cidadãos e cidadãs, por parte de ministérios e outros órgãos? Respeitem a nossa voz, pois ela é só nossa. O povo que foi às ruas em junho de 2013, não queria ser ouvido só pela presidenta, como alguns legisladores querem fazer parecer. A população clamou e ainda reivindica ser ouvida por todos os que por ela foram eleitos. Será que para isso, vamos precisar ir às ruas novamente?
Nós, que fazemos o campo de Pernambuco, não podemos aceitar essa postura política de representantes do nosso estado. Indignados, registramos o nosso repúdio.
Oito episódios foram confirmados em ums única comunidade rural Serra Talhada teve aumento de treze casos oficiais de Covid-19 nas últimas 24 horas. A informação foi repassada na live com autoridades municipais no Ceu das Artes, como ocorre toda a noite e complementada essa manhã. O município, que contava com 18 casos saltou para 31. […]
Oito episódios foram confirmados em ums única comunidade rural
Serra Talhada teve aumento de treze casos oficiais de Covid-19 nas últimas 24 horas.
A informação foi repassada na live com autoridades municipais no Ceu das Artes, como ocorre toda a noite e complementada essa manhã.
O município, que contava com 18 casos saltou para 31. Detalhe, oito casos foram identificados em uma única comunidade, Barra do Exú, que fica na zona rural do município. Mais cinco essa manhã.
O anúncio do reforça uma preocupação, a de que pode haver uma preocupante subnotificação na Capital do Xaxado.
A área dos oito casos em 24 horas é a mesma de onde era a primeira vítima fatal na vida de, anunciada domingo, a senhora Maria de Lurdes dos Santos, que tinha 64 anos. A partir dela e de familiares, houve outros casos de contágio .
Segundo a Secretária de Saúde Márcia Conrado, cinco são menores. Ela, o prefeito Luciano Duque e o vice-prefeito Márcio Oliveira divulgaram um vídeo apelando para que as pessoas fiquem em casa e cumpram as medidas de isolamento social. Veja o vídeo:
Ministro era considerado entrave na relação com importantes parceiros estrangeiros Mais de dois anos depois de ter proferido seu discurso inaugural como chanceler, quando prometeu alinhar o Ministério das Relações Exteriores aos anseios dos eleitores de Jair Bolsonaro, Ernesto Henrique Fraga Araújo deixou o cargo nesta segunda-feira (29) —sob pressão do Congresso. A reportagem é […]
Ministro era considerado entrave na relação com importantes parceiros estrangeiros
Mais de dois anos depois de ter proferido seu discurso inaugural como chanceler, quando prometeu alinhar o Ministério das Relações Exteriores aos anseios dos eleitores de Jair Bolsonaro, Ernesto Henrique Fraga Araújo deixou o cargo nesta segunda-feira (29) —sob pressão do Congresso. A reportagem é de Ricardo Della Coletta e Gustavo Uribe/Folha de S. Paulo.
Ernesto, que à época de sua posse era um desconhecido diplomata recém-promovido a embaixador, deixa o posto após ter amealhado a aversão de diferentes setores da sociedade e do governo. Das cúpulas do Congresso Nacional aos generais que aconselham Bolsonaro, de grandes empresários a lideranças do agronegócio, todos se uniram nos últimos dias para tirá-lo da Esplanada.
A demissão de Ernesto, um admirador declarado do escritor Olavo de Carvalho, é também um duro golpe na ala ideológica do bolsonarismo, que nos últimos anos conviveu com portas abertas no Itamaraty.
Embora sempre tenha enfrentado resistências por ter promovido uma guinada ultraconservadora no ministério, o destino de Ernesto foi selado após os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), terem se unido à coalizão para afastá-lo do governo.
Em 22 de março, Lira e Pacheco tiveram um encontro em São Paulo com grandes empresários, que não pouparam Ernesto. O chanceler foi chamado de omisso e acusado de executar na política externa o negacionismo de Bolsonaro na pandemia, o que teria feito o Brasil perder um tempo precioso nas negociações por vacinas e insumos para o combate à Covid-19.
Na reunião, a suposta omissão de Ernesto foi apontada como um dos fatores para a situação de calamidade pela qual o Brasil passa, com recordes diários de mortes pelo vírus, risco de escassez de medicamentos e ritmo de vacinação insuficiente para fazer frente aos meses mais duros da doença.
O principal flanco de desgaste de Ernesto em seus meses finais no cargo foi a relação com a China, maior parceiro comercial do Brasil e país exportador da matéria-prima utilizada tanto pelo Instituto Butantan quanto pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) na produção de imunizantes contra o coronavírus.
No domingo (28), Ernesto postou em uma rede social que não teria cedido a um pedido de Katia Abreu, presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado, para acenar ao lobby chinês em relação ao tema do 5G no país. A acusação gerou forte reação de deputados e senadores, e Katia Abreu chegou a chamar o agora ex-chanceler de marginal. No dia seguinte, houve movimentações para formular um pedido de impeachment e a ameaça de que indicações para postos diplomáticos seriam bloqueadas.
Desde o início de sua gestão, Ernesto promoveu uma política de antagonismo com a nação asiática. Ainda em março de 2019, numa palestra para jovens diplomatas, afirmou que não queria reduzir a política externa brasileira a uma mera questão comercial.
“Queremos vender soja e minério de ferro, mas não vamos vender nossa alma”, disse na ocasião, numa referência às vendas brasileiras à China. Em linhas gerais, Ernesto abraçou a tese de que era preciso proteger o Brasil da crescente influência dos chineses, um país governado por uma ditadura comunista.
Os objetivos do ex-ministro logo se chocaram com os interesses do agronegócio —grandes vendedores para os asiáticos— e da carência do Brasil por investimentos externos em infraestrutura. A relação com Pequim oscilou em 2019, mas atingiu seu ponto mais baixo com a eclosão da crise do coronavírus.
Com a chegada da pandemia em 2020, Bolsonaro decidiu se alinhar ao discurso do ex-presidente dos EUA Donald Trump, segundo o qual o governo chinês teria disseminado o vírus propositalmente. Num bate-boca nas redes sociais entre o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, Ernesto saiu em defesa do filho do presidente.
O então chanceler chegou a enviar a Pequim um pedido para que o diplomata chinês fosse retirado do Brasil —foi ignorado. Desde então, o ministro interrompeu qualquer interlocução com a missão chinesa em Brasília. O rompimento cobrou seu preço meses depois, quando o fornecimento de insumos para as vacinas Coronavac e AstraZeneca foi ameaçado por atrasos na exportação de lotes vindos da China.
Embora interlocutores tenham ressaltado que não é possível afirmar se houve retaliação dos chineses, a falta de canais de comunicação do Itamaraty com a embaixada num momento de crise ficou evidente. Não por acaso, numa sessão no Senado em 24 de março, diversos senadores pediram publicamente a demissão do chanceler, e as rixas com a China foram uma das principais queixas ouvidas pelo ministro.
A revolução conservadora promovida por Ernesto no Itamaraty, no entanto, foi muito além da pauta anti-China. Ele costurou uma aliança com o governo Trump e deu o aval a uma série de concessões aos americanos que, segundo críticos, não vieram acompanhadas de contrapartidas ao Brasil.
Na ONU, rompeu com votos históricos do Brasil em relação ao conflito no Oriente Médio e passou a apoiar Israel em manifestações sobre disputa com palestinos. Apesar dos apelos de diplomatas, ordenou que o Brasil votasse a favor do embargo americano a Cuba, rompendo outro posicionamento tradicional do país.
Em fóruns multilaterais, posicionou o Brasil contra a defesa de direitos sexuais e reprodutivos, numa agenda abertamente anti-aborto e alinhada a governos de viés nacionalista e autoritário, como Hungria e Polônia, e passou a trabalhar em negociações para que menções ao Foro de São Paulo, grupo de partidos de esquerda na América Latina, fossem incluídas em declarações.
Assim, não foi só a pandemia que fez os ventos virarem contra Ernesto.
A eleição no ano passado de Joe Biden como novo presidente dos EUA levantou dúvidas sobre a capacidade de o ministro estabelecer um bom diálogo com a principal economia do mundo. Ernesto ficou marcado entre diplomatas americanos como um entusiasta de Trump, retratado por ele como um defensor de valores ocidentais. Além do mais, publicou uma sequência de mensagens mostrando simpatia pelos invasores do Capitólio nos EUA, o que provocou reações de altos representantes do Partido Democrata.
Na mais contundente resposta, o presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado americano, o democrata Robert Menendez, enviou uma carta a Bolsonaro cobrando que ele e Ernesto condenassem de forma veemente os ataques ao Capitólio.
do Estadão Conteúdo A presidente Dilma Rousseff comentou nesta quinta-feira (20) as investigações da Operação Lava Jato, envolvendo desvios de recursos da Petrobras. “Falamos a verdade quando destacamos que o combate à corrupção nunca foi tão firme e severo como no meu governo”, disse. Segundo ela, esse momento é inédito porque a Polícia Federal, o […]
A presidente Dilma Rousseff comentou nesta quinta-feira (20) as investigações da Operação Lava Jato, envolvendo desvios de recursos da Petrobras. “Falamos a verdade quando destacamos que o combate à corrupção nunca foi tão firme e severo como no meu governo”, disse. Segundo ela, esse momento é inédito porque a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e instituições do Estado brasileiro investigam corruptos e corruptores e não há nenhuma pessoa do governo para obstruir a investigação. “Não tenho e nunca tive tolerância com corruptos e corruptores”, disse. Segundo a presidente, o Brasil sairá mais forte ainda desse processo.
Ao lembrar que recebeu um novo mandato do povo brasileiro, Dilma pediu aos conferencistas que deem sugestões e participem para construir um Brasil mais desenvolvido. “Vou continuar coerente com o que penso para o Brasil e para os brasileiros nos últimos 12 anos. O voto que recebi é pela inclusão social, pelo emprego, pela estabilidade política e econômica, mais investimento em infraestrutura e modernização do País e, sobretudo, votos para mais investimento em educação”, detalhou. Dilma participou hoje da Conferência Nacional de Educação (Conae).
Afogados da Ingazeira chegou a 5.289 (97,78%) de pacientes recuperados da Covid-19. A informação foi confirmada no boletim epidemiológico divulgado neste sábado (17). Segundo o boletim, um agricultor de 35 anos, vacinado com vacina de dose única, foi o único caso registrado ontem. Ainda segundo o boletim, ontem, a cidade não teve registro de novos […]
Afogados da Ingazeira chegou a 5.289 (97,78%) de pacientes recuperados da Covid-19. A informação foi confirmada no boletim epidemiológico divulgado neste sábado (17).
Segundo o boletim, um agricultor de 35 anos, vacinado com vacina de dose única, foi o único caso registrado ontem.
Ainda segundo o boletim, ontem, a cidade não teve registro de novos casos em investigação e sete pacientes testaram negativo para a doença.
Afogados atingiu a marca de 22.590 pessoas testadas para covid-19, o que representa 60,62% da população.
Portanto, o município conta com 5.410 casos confirmados, sendo 5.242 (96,89%) leves e 168 (3,11%) graves. Tem 72 óbitos e 49 casos ativos da doença.
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