Bolsonaro tem reprovação de 50% e aprovação de 27% na gestão da crise do coronavírus, diz Datafolha
Por André Luis
Levantamento ouviu, por telefone, 2.069 pessoas maiores de idade na segunda e na terça-feira; margem de erro é de dois pontos percentuais.
G1
Pesquisa do Instituto Datafolha publicada no site do jornal “Folha de S.Paulo” no final da noite desta quinta-feira (28) mostra os seguintes percentuais de avaliação da atuação do presidente Jair Bolsonaro no combate à pandemia do novo coronavírus:
Ótimo ou bom: 27% (a última foi 27%, em 27 de abril); Ruim ou péssimo: 50% (a última foi 45%); Regular: 22% (a última foi 25%); Não sabe: 1% (a última foi 3%).
O levantamento ouviu 2.069 pessoas maiores de idade na segunda e na terça-feira (26). As entrevistas foram feitas por telefone. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais.
Opinião sobre a responsabilidade de Bolsonaro pelo avanço da pandemia:
Muito responsável: 33%; Um pouco responsável: 20%; Não é responsável: 45%; Não sabe: 3%
Saúde
A aprovação do desempenho do Ministério da Saúde na crise sanitária, agora comandada interinamente pelo general Eduardo Pazzuelo, também caiu. Antes era 55%, foi a 76% e agora desabou para 45%.
Avaliação do desempenho do Ministério da Saúde na pandemia
Ótimo ou bom: 45%; Ruim ou péssimo: 21%; Regular: 32%; Não sabe: 2%.
Governadores
Os governadores seguem melhor avaliados do que Bolsonaro. Governadores do Sul têm 68% de ótimo e bom, seguidos por de Nordeste (53%), Norte/Centro-Oeste (52%) e Sudeste (50%) – empate técnico nos quatro últimos casos.
Avaliação do desempenho do governador do estado na pandemia:
Ótimo ou bom: 50% (54% na última pesquisa); Ruim ou péssimo: 25% (20% na última pesquisa); Regular: 24% (24% na última pesquisa); Não sabe: 1% (2% na última pesquisa).
Opinião sobre a responsabilidade do governador do estado pelo avanço da pandemia:
Muito responsável: 19%; Um pouco responsável: 20%; Não é responsável: 58%; Não sabe: 3%.
Imagem Ilustrativa Por Heitor Scalambrini Costa* O setor nuclear brasileiro tem em sua trajetória um passado nebuloso, repleto de episódios controversos. Desde o contrabando e exportação de areias monazíticas do litoral capixaba/baiano/fluminense, a cabulosa venda de urânio para o Iraque, o legado de morte e contaminação provocado pela Nuclemon (antiga estatal) na extração de minerais […]
O setor nuclear brasileiro tem em sua trajetória um passado nebuloso, repleto de episódios controversos. Desde o contrabando e exportação de areias monazíticas do litoral capixaba/baiano/fluminense, a cabulosa venda de urânio para o Iraque, o legado de morte e contaminação provocado pela Nuclemon (antiga estatal) na extração de minerais radioativos e de terras raras, o secretismo do Programa Nuclear Paralelo/Clandestino, a tragédia do Césio-137 em Goiânia, o enorme passivo ambiental no Planalto de Poços de Caldas/MG e em Caetité/BA, a falta de transparência e de controle social, o recebimento de propinas milionárias por gestores do setor, roubos e sumiços de radiofármacos e de fontes radioativas, inclusive a omissão de informações cruciais para a população sobre ocorrências (por exemplo: vazamentos de água radioativa) nas usinas nucleares em Angra dos Reis.
Estes episódios aprofundaram perante a opinião pública crescente desgaste e descrédito sobre a política nuclear brasileira e de seus gestores, mostrando a falta de controle, fiscalização e transparência. Ficando claro o descumprimento das obrigações e deveres perante a população, além dos privilégios com supersalários.
O perigo potencial da contaminação, provocado pela radiação, desde a mineração, as diversas aplicações e usos, é um tema que afeta a saúde pública e o meio ambiente. E como tal é de interesse da população, que infelizmente não é informada devidamente dos reais riscos, e segue propositadamente alijada destas discussões.
Este histórico desvirtuoso do setor nuclear é no mínimo preocupante diante da decisão que está prestes a ser tomada pelo governo federal sobre a construção da 3a usina nuclear no país. Relançando assim a possibilidade de novas usinas serem construídas, posicionando o país na direção da nuclearização em seu território, e estimulando outros países da América Latina a fazerem o mesmo. Lembrando que somente o Brasil, Argentina e México dispõe hoje de 7 usinas nucleares (Brasil-2, Argentina-3 e México-2).
Será o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), órgão de assessoramento da presidência da república nas questões energéticas quem decidirá a construção ou não da usina de Angra 3. Esta obra, que teve início em 1985 em plena ditadura militar, no âmbito do Acordo Brasil-Alemanha, sofreu períodos de descontinuidade na sua construção por diferentes motivos. Todavia os equipamentos já estão comprados desde então, e atualmente obsoletos, diante dos novos requisitos de segurança.
O próprio governo federal está dividido quando o assunto é investir mais de 23 bilhões de reais em um elefante branco, sem maiores discussões com a sociedade, que está à margem desta decisão importantíssima para o presente e o futuro do país. A finalização deste empreendimento está sendo defendida pelo ministro de Minas e Energia, um dos principais, senão o principal lobista pró-nuclear, que tem atuado utilizando o cargo para impor esta insanidade sem tamanho, que é a nucleoeletricidade, em um país que conta com mais de 85% de fontes renováveis em sua matriz elétrica. O ministro tem atuado como um “cavalo de troia” dentro do governo, provocando a cizânia entre ministérios.
O que está em jogo, caso seja autorizado o prosseguimento de Angra 3, não é somente mais uma usina nuclear que o país terá, mas sim “abrir a porteira” para que novas usinas sejam construídas, conforme propõe o Plano Nacional de Energia (PNE2050), que prevê mais 10.000 MW de nuclear na matriz elétrica até meados do século. Além da nuclearização do país, os “negócios do nuclear” miram a possibilidade de que outros países do continente se aventurem na eletricidade nuclear. Uma corrida perigosa, que sem dúvida levará ao desenvolvimento de armas de aniquilação em massa, principalmente diante do atual contexto geopolítico mundial.
Não podemos deixar de mencionar a forte resistência da sociedade civil organizada contrária a nuclearização, cuja proposta é de investir os 23 bilhões de reais em fontes renováveis de energia, e assim mostrar concretamente ao mundo que na transição energética sustentável, não há lugar para as usinas nucleares.
Mais usinas nucleares e avanços na mineração do urânio sem dúvida aumentarão a probabilidade de ocorrências de acidentes. Não há como dar garantias de zero acidentes. E caso ocorram, com a liberação de material radioativo, a radiação ionizante contamina o ar, a terra e a água, provocando desastres catastróficos para a vida.
Respondendo as falácias e mentiras propagadas, motivadas principalmente por questões de interesse econômico, alguns esclarecimentos são necessários:
A energia nuclear é inesgotável, ilimitada. As 2 usinas nucleares do país, assim como a indesejada Angra 3, utilizam a tecnologia PWR (sigla em inglês, que quer dizer Reator a Água Pressurizada), cujo combustível é o urânio 235 (isótopo do urânio encontrado na natureza). Este tipo de urânio, que se presta a fissão nuclear, é encontrado na proporção, em média, de 0,7%. Todavia é necessária uma concentração deste isótopo em torno de 4% para ser usado como combustível. Assim é necessário aumentar o teor do elemento físsil (tecnicamente chamado de enriquecimento). Assim pode-se afirmar que haverá urânio 235, suficiente para mais 30-50 anos, para atender as usinas nucleares existentes com esta tecnologia.
A energia nuclear é barata. Grande mentira amplamente divulgada. Esta fonte de energia elétrica é muito mais cara do que querem nos fazer crer. O custo do kWh produzido pela nucleoeletricidade é superior ao das termelétricas a combustíveis fósseis, e 4 a 6 vezes superior à eletricidade gerada com fontes renováveis. Mesmo não levando em conta, como geralmente o fazem, os custos de armazenagem do lixo radioativo produzido, e o custo de descomissionamento (próximo ao de construção) no fim da vida útil da usina. Sem sombra de dúvida, estes custos serão repassados para o consumidor final na conta de energia.
A taxa de mortalidade de um desastre nuclear é baixa. O contato com seres vivos, em particular de humanos com a radiação, ocasiona alterações genéticas. Os efeitos biológicos são dramáticos, e dependem de uma série de fatores, entre os quais: o tipo de radiação, o tipo de tecido vivo atingido, o tempo de exposição e a intensidade da fonte radioativa. Conforme a dose recebida os danos às células podem levar um tempo para que as consequências apareçam. Podendo ser, desde queimaduras até o câncer em diferentes partes do organismo humano. Portanto, o número de mortes logo após o contato com material radioativo pode não ser grande; mas as mortes posteriores podem ser expressivas. Segundo entidades não governamentais que monitoram os efeitos da radiação em desastres já ocorridos, a real taxa de mortalidade é dificultada pela mobilidade das pessoas, que após as catástrofes se deslocam. Pessoas que moravam próximas ao local destas tragédias, e que foram contaminadas, mudam de local e a evolução da saúde individual fica praticamente impossível de se acompanhar (causa e efeito).
O nuclear é seguro. Embora o risco de acidente nuclear seja pequeno, é preciso considerá-lo, haja visto que já aconteceu em diferentes momentos, com resultados devastadores. Um acidente nuclear severo torna a área em que ocorreu inabitável. Rios, lagos, lençóis freáticos, ar, e solos são contaminados.
O uso da energia nuclear está em pleno crescimento no mundo. Esta é uma falácia recorrente dos que creditam a esta tecnologia um crescimento mundial. Vários países têm criado dificuldades para a expansão de usinas, e mesmo abandonando a nucleoeletricidade. Como exemplos temos a Alemanha, Áustria, Bélgica, Itália, Portugal, …. E em outros países o movimento antinuclear tem crescido, como é o caso na França e no Japão.
A energia nuclear é necessária, é inevitável e resolverá nosso problema energético, evitando os apagões e o desabastecimento. No caso do Brasil, as 2 usinas existentes participam da matriz elétrica com menos de 2% da potência total instalada. E mesmo que as projeções governamentais apontem para mais 10.000 MW até 2050, assim mesmo a contribuição da nucleoeletricidade será inferior aos 4%. A energia nuclear não é necessária no Brasil que conta com fontes renováveis em abundância. Logo, a afirmativa de que a solução para eventuais desabastecimentos de energia pode ser compensada pela energia nuclear é uma mentira das grandes.
A energia nuclear é limpa. A ciência mostra que não existe energia limpa. No caso da energia nuclear ela é responsável por emissões de gases de efeito estufa ao longo do ciclo do combustível nuclear (da mineração a produção das pastilhas combustíveis). Os rejeitos produzidos por tudo que teve contato com a radioatividade, além das substâncias químicas resultantes das reações produzidas pela fissão, entra nessa categoria, Da mineração, as tubulações e equipamentos das usinas, as vestimentas dos funcionários, as ferramentas utilizadas, entre outros, fazem parte deste lixo, que por ser extremamente radioativo, precisa ser isolado do meio ambiente por centenas, e mesmo milhares de anos. Não existe uma solução definitiva de como armazenar de maneira totalmente segura. Um problema não solucionado que será herdado pelas gerações futuras.
O que está ocorrendo no país, caso prossiga a atual política energética nefasta, comandada pelo MME, no sentido econômico, social e ambiental, é um verdadeiro desastre que deve ser evitado. Diversificação e complementaridade de fontes renováveis na matriz é quem garantirá a sustentabilidade energética almejada, desde que sem nuclear e combustíveis fósseis.
Não se pode aceitar que uma decisão de tal importância para o presente e futuro do país seja tomada por meros interesses econômicos, e por grupos minoritários da sociedade brasileira.
A gravidade da ameaça nuclear paira sobre toda a humanidade, e não somente devido às armas nucleares, mas também ao fato das usinas nucleares produzirem elementos radioativos que podem ser utilizados para a fabricação da bomba.
Reagir e resistir às usinas nucleares é defender a vida. Investir na exploração de usinas nucleares é um péssimo negócio. Poucos lucram muito, mas a maioria arca com os prejuízos socioambientais e econômicos desta tecnologia obsoleta, arcaica e perigosa que não responde às exigências de um mundo diante do desafio do aquecimento global.
Para saber mais sugiro a leitura: “Por um Brasil livre das usinas nucleares”- Chico Whitaker, “Bomba atômica pra quê?'”-Tania Malheiros. E os artigos de opinião “Energia nuclear é suja, cara e perigosa”- Chico Whitaker, “O Brasil não precisa de mais usinas nucleares” – Ildo Sauer e Joaquim Francisco de Carvalho, “Porque o Brasil não precisa de usinas nucleares” – Heitor Scalambrini Costa e Zoraide Vilasboas, “Pelo radicalismo ambiental”- Aldo Fornazieri; e o estudo sobre a “Insegurança na usina nuclear de Angra 3”- Célio Bermann e Francisco Corrêa.
* Professor associado aposentado da Universidade Federal de Pernambuco, graduado em Física pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP/SP), mestrado em Ciências e Tecnologias Nucleares na Universidade Federal de Pernambuco (DEN/UFPE) e doutorado em Energética, na Universidade de Marselha/Aix, associado ao Centro de Estudos de Cadarache/Comissariado de Energia Atômica (CEA)-França.
Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada a partir da terça-feira 21 reafirma a liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff nos últimos dias da disputa pela sucessão presidencial. Segundo o levantamento que entrevistou 2 mil eleitores de 24 Estados, o tucano soma 54,6% dos votos válidos, contra 45,4% obtidos pela presidenta Dilma Rousseff. Uma diferença […]
Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada a partir da terça-feira 21 reafirma a liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff nos últimos dias da disputa pela sucessão presidencial. Segundo o levantamento que entrevistou 2 mil eleitores de 24 Estados, o tucano soma 54,6% dos votos válidos, contra 45,4% obtidos pela presidenta Dilma Rousseff.
Uma diferença de 9,2 pontos percentuais, o que equivale a aproximadamente 12,8 milhões de votos. A pesquisa também constatou que a dois dias das eleições 11,9% do eleitorado ainda não decidiu em quem votar.
“Como no primeiro turno, deverá haver uma grande movimentação do eleitor no próprio dia da votação”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Se for considerado o número total de votos, a pesquisa indica que Aécio conta com o apoio de 48,1% do eleitorado e a candidata do PT 40%.
De acordo com Guedes, a pesquisa realizada em cinco regiões do País e em 136 municípios revela que o índice de rejeição à candidatura de Dilma Rousseff se mantém bastante elevado para quem disputa. 44,2% dos eleitores afirmaram que não votariam na presidenta de forma alguma. A rejeição contra o tucano Aécio Neves é de 33,7%. Segundo o diretor do Sensus, a taxa de rejeição pode indicar a capacidade de crescimento de cada um dos candidatos.
PESQUISA ISTOÉ/Sensus
Realização – Sensus
Registro na Justiça Eleitoral – BR-01166/2014
Entrevistas – 2.000, em cinco regiões, 24 estados e 136 municípios do País
Metodologia – Cotas para sexo, idade, escolaridade, renda e urbano e rural
Em nota ao blog, o PSB de São José do Egito acaba de informar que, “em respeito à população e as entidades”, requereu judicialmente a Juíza Eleitoral Ana Marques Veras, e ao Promotor Eleitoral, Adriano Camargo, que seja cumprida a Lei Eleitoral em relação aos carros de som não circularem a menos de 200 metros […]
Em nota ao blog, o PSB de São José do Egito acaba de informar que, “em respeito à população e as entidades”, requereu judicialmente a Juíza Eleitoral Ana Marques Veras, e ao Promotor Eleitoral, Adriano Camargo, que seja cumprida a Lei Eleitoral em relação aos carros de som não circularem a menos de 200 metros de órgãos públicos, escolas, estabelecimentos de saúde e outros.
“Foi solicitado também proibições de fogos de artifício, fato que constantemente tem perturbado o sossego público de crianças, idosos e pessoas em geral. Por fim, visando evitar brigas nas ruas (fato que já ocorreu nos últimos dias), solicitou ainda que as campanhas eleitorais sejam em dias alternados”, diz.
Segundo a nota, sendo cumprida a Lei, os fogos estariam suspensos e os carros de som estariam proibidos de circular em São José do Egito, “para a alegria da população”. Resta agora a decisão da Justiça Eleitoral de São José do Egito.
Na noite desta quinta-feira (14), a Câmara de Vereadores de Arcoverde realizou sessão solene para a entrega de cinco Títulos de Cidadão a personalidades de diferentes áreas com contribuições reconhecidas ao município. A honraria contemplou profissionais das áreas jurídica, financeira, de saúde e do segmento artístico-cultural. Os homenageados foram: o advogado Argemiro Leite de Souza; […]
Na noite desta quinta-feira (14), a Câmara de Vereadores de Arcoverde realizou sessão solene para a entrega de cinco Títulos de Cidadão a personalidades de diferentes áreas com contribuições reconhecidas ao município. A honraria contemplou profissionais das áreas jurídica, financeira, de saúde e do segmento artístico-cultural.
Os homenageados foram: o advogado Argemiro Leite de Souza; o ex-gerente da agência municipal do Banco do Nordeste, Marcelo de Araújo dos Santos; o dentista Arnoldo Vasconcelos de Alencar; o ex-secretário de saúde Isaac Alisson Salles Ferreira; e a promotora cultural Maria Amélia Carneiro Campelo.
Quatro dos homenageados tiveram suas biografias apresentadas por familiares, enquanto Maria Amélia Carneiro Campelo foi apresentada pelos mestres do coco Assis Calixto e Cícero Gomes, em reconhecimento ao seu trabalho de mais de duas décadas na promoção do Samba de Coco, manifestação artística de Arcoverde.
Segundo o presidente da Câmara, vereador Luciano Pacheco, a entrega dos títulos já concedidos é uma prioridade do Legislativo Municipal nesta gestão. “Nossa meta é zerar os títulos já apresentados, votados e aprovados aqui na Casa James Pacheco. Até o final do nosso mandato, vamos entregar a todas as pessoas já agraciadas pelo Legislativo”, afirmou.
Cansadas de correr atrás de uma resposta da Secretaria de Saúde do município de Tabira, algumas mães agora estão recorrendo à imprensa para fazer apelos à prefeita Nicinha Melo para garantirem o direito legítimo de receberem a medicação controlada para os seus filhos com necessidades especiais. Essa quarta-feira (14) foi o segundo dia consecutivo que […]
Cansadas de correr atrás de uma resposta da Secretaria de Saúde do município de Tabira, algumas mães agora estão recorrendo à imprensa para fazer apelos à prefeita Nicinha Melo para garantirem o direito legítimo de receberem a medicação controlada para os seus filhos com necessidades especiais.
Essa quarta-feira (14) foi o segundo dia consecutivo que o Programa Radar da Cidade, da Rádio Cidade FM, ouviu essas mulheres cobrando o recebimento de Depakene que é um remédio indicado como monoterapia ou tratamento adjuvante no tratamento de ausência simples e complexa, e como adjuvante em pacientes com tipos de convulsões múltiplas que incluem crises de ausência.
Uma dessas mães relatou que já procurou algumas vezes a secretaria de Saúde e a resposta é sempre a mesma: o remédio não tem e tudo depende da licitação. Em outra oportunidade ela chegou a falar pessoalmente com a secretária Genedy, mas esta disse que quem resolvia essa questão era Élis, a filha de Dinca.
“Eu não tenho mais esperança de receber Depakene esse ano. A não ser que se faça uma pressão muito grande. A gente tem direito, nossas crianças têm direito e eles ficam nos enganando. A gente não gosta de ser enganada, só queremos uma resposta”, reclamou uma mãe.
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