Bolsonaro investigado por relação com milícias digitais
Por André Luis
Provas compartilhadas de outras investigações serão usadas para apurar a responsabilidade do presidente em ataques às instituições democráticas
Agência O Globo
A Polícia Federal passou a investigar a relação do presidente Jair Bolsonaro com milícias digitais responsáveis por ataques às instituições democráticas, após compartilhamentos de provas autorizados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes em outros inquéritos contra o presidente.
Isso significa que o inquérito das milícias digitais passou a ser o sétimo em tramitação contra o presidente.
Outros casos em andamento contra Bolsonaro no STF tratam da suspeita de interferência indevida na Polícia Federal, prevaricação na vacina Covaxin, fake news, incitação ao crime por relacionar vacina contra a Covid-19 com o desenvolvimento de Aids e vazamento de documentos sigilosos, além de um inquérito administrativo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Com quase 5 meses da gestão do Prefeito de Tuparetama Sávio Torres(PTB) ontem foi a vez da oposição representada pelos vereadores Danilo Augusto (Presidente), Vandinha da Saúde (Primeira Secretária) e Orlando da Cacimbinha (líder da oposição), analisar o governo e falar sobre a atuação da Câmara. Foi durante entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade […]
Com quase 5 meses da gestão do Prefeito de Tuparetama Sávio Torres(PTB) ontem foi a vez da oposição representada pelos vereadores Danilo Augusto (Presidente), Vandinha da Saúde (Primeira Secretária) e Orlando da Cacimbinha (líder da oposição), analisar o governo e falar sobre a atuação da Câmara. Foi durante entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.
Inicialmente os parlamentares destacaram o que chamam de bom trabalho do legislativo com reuniões semanais para debater as demandas da população, bom funcionamento do Portal da Transparência, positiva relação na bancada de oposição onde a proposta pode ser individual, mas é sempre subscrita por todos.
Quanto à administração Sávio Torres, apenas a vereadora Vandinha da Saúde elogiou a regularização do plantão médico.
No mais os três vereadores se uniram nas críticas: falta de sensibilidade no trato com o povo, perseguição aos eleitores contrários, erro ao propagar que reabriu o laboratório do hospital, quando foi o próprio gestor que fechou, descumprimento da promessa de que as cirurgias voltariam no dia 1 de abril, não funcionamento do Portal da Transparência que funcionava bem na época de Deva.
E mais: obras públicas maquiadas com inauguração repetida da Casa da Cultura, falta de medicamentos na rede de saúde e parentes de prefeito e vereadores governistas apenas chamados de voluntários para driblar a lei do nepotismo.
Danilo, Vandinha e Orlando são de opinião de que o Prefeito Sávio Torres dificilmente escapará da votação do TSE, onde o relator Desembargador Luiz Fux já externou o seu voto pela cassação do prefeito Sávio Torres.
Segundo a confederação, prefeitas e prefeitos de várias partes do país tem relatado a suspensão da vacinação dos grupos prioritários a partir desta semana Com a interrupção da campanha de vacinação contra a Covid-19 por falta de doses em várias cidades, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) pediu nesta terça-feira (16) a troca de Eduardo […]
Segundo a confederação, prefeitas e prefeitos de várias partes do país tem relatado a suspensão da vacinação dos grupos prioritários a partir desta semana
Com a interrupção da campanha de vacinação contra a Covid-19 por falta de doses em várias cidades, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) pediu nesta terça-feira (16) a troca de Eduardo Pazuello no comando do Ministério da Saúde.
Em nota, a entidade afirmou que os gestores municipais “assistem e vivem desesperadamente a angústia e o sofrimento da população que corre aos postos de saúde na busca de vacinas” e manifestou “indignação com a condução da crise sanitária” pela pasta.
Segundo a confederação, prefeitas e prefeitos de várias partes de país têm relatado a suspensão da vacinação dos grupos prioritários a partir desta semana, em consequência da interrupção da reposição das doses e da falta de previsão de novas remessas pelo Ministério. Não foram listados os municípios que estão com falta do imunizante.
“Foram várias as tentativas de diálogo com a atual gestão do ministério, entre pedidos de agenda e de informação. A pasta tem reiteradamente ignorado os prefeitos do Brasil, com uma total inexistência de diálogo”, escreveu o presidente da CNM, Glademir Aroldi.
“Seu comando não acreditou na vacinação como saída para a crise e não realizou o planejamento necessário para a aquisição de vacinas. Todas as iniciativas adotadas até aqui foram realizadas apenas como reação à pressão política e social, sem qualquer cronograma de distribuição para estados e municípios. Com uma postura passiva, a atual gestão não atende à expectativa da federação brasileira, a qual deveria ter liderado, frustrando assim a população do país”, diz a nota.
Na segunda, o Ministério da Saúde e o Instituto Butantan assinaram contrato para compra de mais 54 milhões de doses da Coronavac, vacina desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac e produzida no Brasil pelo instituto paulista, após longo impasse.
A confederação considera que a atual gestão da pasta não tem condições de conduzir o processo de vacinação, e, por isso, vê como “necessária, urgente e inevitável” a troca de comando.
No Rio de Janeiro, o prefeito Eduardo Paes (DEM) afirmou na segunda (15) que vai interromper a campanha de imunização contra a Covid-19 na cidade. A ameaça de medida semelhante foi feita por outras capitais.
Enquanto isso, auxiliares de Pazuello tentam frisar que a situação não representa o fim ou uma suspensão da campanha em todo o país, mas o que chamam de “término momentâneo” das doses em algumas cidades.
A vacinação já havia sido interrompida por motivo semelhante em outras três cidades da região metropolitana do Rio na semana passada. Em duas delas, São Gonçalo e Duque de Caxias, o Ministério Público alertou para falhas na organização do atendimento a grupos prioritários.
A entrega do lote é responsabilidade do governo federal, por meio do Programa Nacional de Imunização (PNI).
Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo publicada no sábado (13), a coordenadora do PNI, Francieli Fontana, disse que a expectativa é receber 4,9 milhões de doses até o dia 23 deste mês.
Recentemente, membros do Ministério da Saúde têm falado na possibilidade de receber novos lotes um pouco mais cedo, até o próximo domingo (21) –sem citar, contudo, datas precisas e qual seria o fornecedor.
Até esta terça-feira, o país vacinou 5,5 milhões de pessoas com a primeira dose do imunizante e 308 mil com a segunda dose.
Neste domingo (14), o Brasil registrou a maior média móvel de mortes por Covid-19 de toda a pandemia do novo coronavírus: foram 1.105 mortes por dia na última semana.
Da Assessoria de Imprensa do Simpol Diretores do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol) reuniram-se na tarde desta sexta-feira (23) com o chefe da Polícia Civil, delegado Antônio Barros. O objetivo foi apresentar à chefia de polícia a nova diretoria do sindicato e tratar de demandas urgentes da categoria. Entre os assuntos expostos, os diretores do Sinpol falaram […]
Diretores do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol) reuniram-se na tarde desta sexta-feira (23) com o chefe da Polícia Civil, delegado Antônio Barros. O objetivo foi apresentar à chefia de polícia a nova diretoria do sindicato e tratar de demandas urgentes da categoria. Entre os assuntos expostos, os diretores do Sinpol falaram dos valores pagos pelos plantões de carnaval. O Sinpol vem denunciando que os valores não correspondem ao devido pela hora extra trabalhada do policial civil.
Também na tarde desta sexta-feira, as secretarias de Defesa Social (SDS) e Administração (SAD) reajustaram o valor para R$ 180 vinculando a um plantão de 12 horas (antes o plantão era de 24 horas).
Ainda na reunião com a chefia de polícia, outros temas foram tratados pela diretoria do Sindicato, como a melhoria da estrutura de trabalho e das delegacias, a falta de equipamentos de proteção individual e a falta de efetivo na Polícia Civil. O presidente do Sinpol, Áureo Cisneiros, transmitiu para a chefia de polícia a insatisfação salarial dos policiais.
A divulgação dos valores anteriores dos plantões de carnaval (entre R$ 54,01 e R$ 120) gerou protestos do Sinpol e da categoria, que ameaçam não trabalhar no período festivo diante do não cumprimento do pagamento das horas extras previstas na Constituição Federal. Apesar do aumento do valor da diária paga pelo plantão, a diretoria do Sinpol entende que os valores ainda não correspondem ao devido. Segundo Áureo Cisneiros, “a palavra final será d assembleia”, disse, referindo-se a Assembleia Geral dos policiais civis que ocorrerá na próxima quarta-feira, 28 de janeiro.
Também estiveram presentes na reunião o vice-presidente do Sinpol Rafael Cavalcanti, o diretor financeiro do sindicato Tiago Batista, o assessor jurídico Jesualdo Campos e o sub-chefe de Polícia, delegado Luiz Andrey e outros diretores da Polícia Civil.
JC On Line Pernambuco seguiu a tendência nacional de queda no número de acidentes nas estradas durante o Carnaval. Porém, no Estado, houve uma redução de 24% nas ocorrências nas estradas federais, percentual bem menor que a diminuição de 48% registrada no País. Onze pessoas morreram, um aumento de 83% em relação a 2015. Os […]
Pernambuco seguiu a tendência nacional de queda no número de acidentes nas estradas durante o Carnaval. Porém, no Estado, houve uma redução de 24% nas ocorrências nas estradas federais, percentual bem menor que a diminuição de 48% registrada no País. Onze pessoas morreram, um aumento de 83% em relação a 2015. Os dados foram divulgados na manhã desta quinta-feira (11).
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), aconteceram 86 acidentes nas BRs que cortam Pernambuco, enquanto no mesmo período de 2015 foram 113. Essas ocorrências deixaram 73 feridos e 11 mortos este ano – no ano ano passado foram 80 feridos e seis mortos.
Quatro pessoas morreram em um acidente na noite do Domingo de Carnaval (7), em Flores, no Sertão. O motorista de um carro perdeu o controle do veículo em uma curva e bateu de frente com uma van. Três pessoas morreram no Sábado de Zé Pereira (6) em Arcoverde, também numa colisão frontal entre dois carros.
O excesso de velocidade nas estradas foi a infração mais registrada durante o feriadão. Os radares da PRF flagraram 1.939 motoristas dirigindo acima do limite de velocidade.
Além das notificações por equipamentos de fiscalização eletrônica, foram 982 autuações por diversas irregularidades. Cento e dezenove desses condutores foram autuados por ultrapassar em local proibido. Cento e oito estavam sem o cinto de segurança e 12 não levavam as crianças na cadeirinha. Sete motociclistas pilotavam sem capacete.
Trinta e nove motoristas foram flagrados dirigindo sob efeito de bebidas alcoólicas e dois foram presos – isso acontece quando o índice é maior que 0,33 miligramas de álcool por litro de ar expelido dos pulmões. A multa em todos os casos é de R$ 1915,40.
ESTRADAS ESTADUAIS – Nas rodovias estaduais, o número de acidentes foi 40% menor em relação ao mesmo feriadão do ano passado. Segundo o Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), foram registradas 37 ocorrências este ano, 16 delas com vítimas, enquanto em 2015 foram 62, com pessoas feridas em 18 delas. Três pessoas morreram em acidentes no Carnaval.
Mais motoristas foram abordados – 6.044 em 2016 e 5.680 em 2015. O número de autuações também aumentou, passando de 1.052 no ano passado para 1.613 este ano.
O prefeito eleito de São José do Egito Evandro Valadares ingressou com representação no TCE contra o prefeito Romério Guimarães, a quem acusa de, “após derrota eleitoral iniciar atos administrativos na Prefeitura vedados por lei, com o único intuito de prejudicar o início da sua gestão, engessando a máquina administrativa e prejudicando os cofres públicos”. […]
O prefeito eleito de São José do Egito Evandro Valadares ingressou com representação no TCE contra o prefeito Romério Guimarães, a quem acusa de, “após derrota eleitoral iniciar atos administrativos na Prefeitura vedados por lei, com o único intuito de prejudicar o início da sua gestão, engessando a máquina administrativa e prejudicando os cofres públicos”.
Segundo a denúncia Valadares acusa a gestão Romério de abrir o Processo Administrativo sob nº 10085/2016, sob modalidade Pregão Presencial (Registro de Preços) nº 00042/2016 cujo objeto é Contratação de empresa especializada em Gerenciamento de Eventos Esportivos para a realização do festival Esportivo Egipciense.
“O referido processo licitatório é ao menos duvidoso, tendo em vista que além de ser aberto às escuras, possuiu edital dirigido e com falhas grotescas, com termo de referência que não terá como ser cumprido com os ditames do exigido pelo edital”. A licitação ocorreu esta manhã. O Festival Esportivo Egipciense acontecerá entre os dias 21 até 28 de dezembro de 2016.
“O custo total da licitação, somando todos os itens e lotes especificados conforme o anexo I ultrapassam meio milhão de reais, ou seja, R$ 511.915,00 (quinhentos e onze mil, novecentos e quinze reais). É muito estranha pressa do denunciado em realizar o referido Campeonato entre os dias 21 e 28 de dezembro, tendo em vista que a licitação ocorrerá em 19/12/2016, ou seja, o campeonato ocorrerá nesta próxima quarta-feira, de uma licitação que vai acontecer hoje, ou seja, menos de 48 horas”, diz trecho da denúncia.
Assim, o campeonato ocorreria antes da homologação/adjudicação da licitação. Há questionamentos técnicos sobre prazos, prazo de entrega das mercadorias, dentre outros itens. “ O campeonato terá supostamente 08 (oito) dias de duração, todavia, serão 79 diárias de filmagens na 1ª fase, 79 diárias de filmagens na 2ª fase, 47 diárias de som, 90 dias de locação de backdrop e vários outros itens”. A ação pediu suspenção de todos os atos da licitação e procedência da denúncia.
O Conselheiro Marcos Loreto avaliou e enviou ao prefeito Romério Guimarães um Alerta de responsabilização para avaliar a real necessidade financeira da despesa. Fica Vossa Excelência ciente das consequências da não adoção dessas cautelas, não podendo ser alegado posteriormente desconhecimento, ficando sujeito a eventuais penalidades de rejeição de contas, condenação do ressarcimento ao erário e multa”, alertou.
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