Bolsonaro investigado por relação com milícias digitais
Por André Luis
Provas compartilhadas de outras investigações serão usadas para apurar a responsabilidade do presidente em ataques às instituições democráticas
Agência O Globo
A Polícia Federal passou a investigar a relação do presidente Jair Bolsonaro com milícias digitais responsáveis por ataques às instituições democráticas, após compartilhamentos de provas autorizados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes em outros inquéritos contra o presidente.
Isso significa que o inquérito das milícias digitais passou a ser o sétimo em tramitação contra o presidente.
Outros casos em andamento contra Bolsonaro no STF tratam da suspeita de interferência indevida na Polícia Federal, prevaricação na vacina Covaxin, fake news, incitação ao crime por relacionar vacina contra a Covid-19 com o desenvolvimento de Aids e vazamento de documentos sigilosos, além de um inquérito administrativo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, foi escolhido entre os gestores que alcançaram considerável performance nos últimos dois anos para receber o Prêmio IBVG de Gestão Pública 2021. O prêmio é uma promoção conjunta do Instituto Brasileiro de Verificação de Gestão Desempenho e Opinião Ltda (IBVG), com sede em São Paulo, e do portal de […]
O prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, foi escolhido entre os gestores que alcançaram considerável performance nos últimos dois anos para receber o Prêmio IBVG de Gestão Pública 2021.
O prêmio é uma promoção conjunta do Instituto Brasileiro de Verificação de Gestão Desempenho e Opinião Ltda (IBVG), com sede em São Paulo, e do portal de notícias www.politicosbematuantes.com.br de enfoque 100% político.
O Prêmio IBVG está em sua 17ª realização e já concedeu títulos, certificados e troféus a mais de 500 prefeitos de todos os estados. Também são homenageados governadores, senadores, deputados federais e estaduais. A outorga do prêmio acontecerá em Brasília, dia 8 de dezembro.
Blog do Magno O vereador da cidade de Petrolina, no Sertão do Estado, conhecido como Júnior do Gás (Avante), teve o seu mandato cassado pela Justiça Eleitoral sob acusação de fraude na cota de gênero referente às eleições do ano passado. A sentença cassou, ainda, todos os suplentes que concorreram pela sigla do vereador. Com […]
O vereador da cidade de Petrolina, no Sertão do Estado, conhecido como Júnior do Gás (Avante), teve o seu mandato cassado pela Justiça Eleitoral sob acusação de fraude na cota de gênero referente às eleições do ano passado.
A sentença cassou, ainda, todos os suplentes que concorreram pela sigla do vereador.
Com isso, a ex-candidata Lucinha Mota (PSOL) fica na vaga que está aberta.
Nesta segunda-feira (29), o prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves, esteve acompanhando em Serra Talhada a agenda da governadora Raquel Lyra, que realizou o lançamento oficial do Programa de Distribuição de Sementes da Safra 2025/2026. O evento marca o início de mais um importante ciclo de apoio aos agricultores familiares do Estado, especialmente no Sertão […]
Nesta segunda-feira (29), o prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves, esteve acompanhando em Serra Talhada a agenda da governadora Raquel Lyra, que realizou o lançamento oficial do Programa de Distribuição de Sementes da Safra 2025/2026. O evento marca o início de mais um importante ciclo de apoio aos agricultores familiares do Estado, especialmente no Sertão do Pajeú.
Durante a solenidade, a governadora anunciou um pacote de investimentos complementares em infraestrutura agrícola para o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), visando fortalecer ainda mais a agricultura familiar, motor essencial da economia regional.
Com o prefeito estiveram o secretário municipal de Administração e Desenvolvimento Econômico, Carlinhos Valadares, o secretário de Agricultura e Abastecimento, Rogério Lins e o chefe de Gabinete da Prefeitura, Júlio Veras.
A maior parte dos recursos de compensação ambiental arrecadados pelo governo de Pernambuco a partir da instalação de grandes empreendimentos, como a Refinaria Abreu e Lima, a fábrica da FIAT e a Petroquímica Suape, no início da década, não foi utilizada conforme determinam as legislações federal e estadual, ou seja, não se destinaram à criação […]
A maior parte dos recursos de compensação ambiental arrecadados pelo governo de Pernambuco a partir da instalação de grandes empreendimentos, como a Refinaria Abreu e Lima, a fábrica da FIAT e a Petroquímica Suape, no início da década, não foi utilizada conforme determinam as legislações federal e estadual, ou seja, não se destinaram à criação e manutenção das 84 unidades de conservação da natureza existentes no estado, prejudicando diretamente a proteção dos recursos naturais sob a guarda da administração estadual.
A burla às regras fiscais e ambientais foi revelada pela deputada estadual Priscila Krause (DEM), vice-presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), na reunião plenária desta quarta-feira (6), que também adiantou já ter noticiado os órgãos de controle sobre os fatos, a exemplo do Ministério Público do Estado de Pernambuco (Promotoria de Defesa do Meio Ambiente da Capital) e do Tribunal de Contas do Estado, onde há em aberto uma auditoria operacional sobre o assunto.
Os recursos cuja finalidade foi desviada deveriam atualmente auxiliar o trabalho da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) nas praias atingidas pelo derramamento de petróleo, boa parte delas situadas em Unidades de Conservação, como a APA Guadalupe e a APA MAR Recifes.
De acordo com Priscila Krause, dos R$ 278,14 milhões arrecadados de 2013 a 2018 – entre as indenizações pagas e os rendimentos auferidos a partir do depósito dos recursos em fundos de investimento -, a gestão estadual utilizou R$ 81,37 milhões em ações de proteção ambiental.
Os demais R$ 196,77 milhões foram repassados à conta única do estado e utilizados para diversos fins de custeio. “Trata-se de mais uma forma flagrantemente ilegal do governo socorrer uma desorganização fiscal que ele nega. Dessa vez usaram os recursos que deveriam estar mantendo as nossas unidades de conservação da natureza. É um dinheiro que só pode ser aplicado com autorização da Câmara Técnica de Compensação Ambiental, que foi engolida pelas determinações da Fazenda”, explicou Priscila.
As operações de repasse à conta única ocorreram em dezembro de 2015 e dezembro de 2018, primeiramente sob a justificativa de que os recursos seriam temporariamente utilizados para ações de enfrentamento à seca e às enchentes e depois devolvidos – sem correção monetária.
No final do ano passado, com os R$ 145,0 milhões repassados em 2015 já totalmente devolvidos à Agência Estadual do Meio Ambiente (CPRH) – os valores foram pagos em 36 parcelas mensais -, uma nova operação irregular permitiu mais uma vez o depósito do montante destinado às unidades de conservação na conta única do estado.
Em meio ao pacote de aumento de impostos que aumentaria a arrecadação do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecepe), um artigo “jabuti” incluído indevidamente pelo governador Paulo Câmara (PSB) – tratando de assunto totalmente distinto – permitiu a retrocessão dos valores à conta única.
De acordo com Priscila, o impasse teve início com a sanção da lei 15.626, de outubro de 2015, que permitiu ao estado utilizar recursos de fundos superavitários que não tivessem vinculação orçamentária para financiar obras destinadas à defesa civil, como barragens. Nem a matéria nem a sua justificativa, quando enviada pelo governador, deixaram claro que os recursos utilizados seriam os da compensação.
“A Alepe votou sem ter a menor ideia de que se tratava de compensação, que é um recurso carimbado, que jamais poderia ser alvo de uma legislação assim. Depois, em mais dois projetos, em 2018 e 2019, o Legislativo sequer foi informado que os projetos tratavam de outras matérias, o que é inconstitucional”, acrescentou.
Além de ter solicitado averiguação e tomada das medidas cabíveis aos órgãos de controle, Priscila protocolou projeto de lei revogando os artigos “jabutis” indevidamente incluídos pelo Poder Executivo Estadual em projetos votados na Alepe e sancionados pelo governador em dezembro de 2018 e maio de 2019.
O primeiro permitiu que os recursos “emprestados” à conta única do Estado em 2015 para ações de prevenção aos desastres – já devolvidos integralmente no final de 2018 – fossem transferidos mais uma vez das contas da CPRH à conta única do Estado. O segundo, de maio deste ano, revogou dispositivo que obrigaria a Fazenda a devolver esse novo “empréstimo” em parcelas mensais e iguais desde janeiro de 2019. Com a revogação, o governo teve a permissão de devolver o montante, sem a devida correção monetária, apenas em dezembro de 2022.
O maior valor de compensação ambiental envolvido nessa operação ilegal da gestão Paulo Câmara diz respeito aos R$ 137,4 milhões pagos pela Petrobrás, em 2013, a título de compensação ambiental pela instalação da Refinaria Abreu e Lima.
Desse montante, houve a destinação efetiva de R$ 57,66 milhões para unidades de conversação da natureza pernambucanas.
“A gente resgatou notícias de como a equipe da área ambiental do governo, na época capitaneada pelo ex-secretário Sérgio Xavier, comemorou a entrada desses recursos. A intenção era, cumprindo a lei, realizar uma série de ações, como a efetivação dos planos de manejo das unidades de conservação e a criação de outras unidades e parques, como o parque marinho no nosso litoral sul. Infelizmente uma política equivocada e sem nenhuma transparência fez esses projetos, que tinham recursos garantidos, ficarem apenas no papel. Nossa luta é fazer valer o direito da sociedade aos recursos para a área ambiental, principalmente nesse período onde precisamos atuar especificamente nessas unidades”, finalizou Priscila.
Da Agência Brasil Os ex governadores do Distrito Federal Agnelo Queiroz e José Roberto Arruda estão entre os indiciados pela Polícia Federal por suposto superfaturamento das obras do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. O ex-assessor especial do presidente Michel Temer e ex-vice-governador do DF, Tadeu Fillipelli, também está na lista. As investigações da Polícia […]
Os ex governadores do Distrito Federal Agnelo Queiroz e José Roberto Arruda estão entre os indiciados pela Polícia Federal por suposto superfaturamento das obras do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha.
O ex-assessor especial do presidente Michel Temer e ex-vice-governador do DF, Tadeu Fillipelli, também está na lista.
As investigações da Polícia Federal apontam um superfaturamento de quase R$ 560 milhões. O esquema fraudulento pode ter causado um rombo de R$ 1,5 bilhão de reais aos cofres do GDF.
No total, 21 pessoas entre gestores, servidores públicos e empresários constam no relatório, o documento traz supostas provas dos crimes de peculato, corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Em maio, a Polícia Federal deflagrou a Operação Panatenaico para investigar organização que fraudou e desviou recursos das obras de reforma do estádio com base nas delações da Construtora Andrade Gutierrez, homologadas pelo Supremo Tribunal Federal.
Fillipelli, Agnelo e Arruda foram presos preventivamente e Fillipelli foi exonerado do cargo de assessor da presidência. Eles foram soltos dias depois.
Agora, o relatório será analisado pelo Ministério Publico Federal que deve decidir se vai apresentar denúncia contra os indiciados e, caso isso ocorra, eles responderão a uma ação penal.
Até o fechamento desta edição não conseguimos contato com as defesas dos envolvidos.
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