O deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, esteve no Palácio da Alvorada neste sábado (19).
Segundo o jornal “O Globo”, Flávio e Jair Bolsonaro ficaram reunidos durante toda a manhã na residência oficial da Presidência da República, em Brasília.
O encontro aconteceu um dia após o Jornal Nacional informar que, segundo o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), foram encontrados depósitos suspeitos na conta do senador eleito que somam R$ 96 mil.
O jornal “O Estado de S.Paulo” registrou o momento em que o senador eleito deixava a residência oficial de Bolsonaro.
O G1 procurou a assessoria da Presidência, que disse não ter como confirmar o encontro nem o que foi discutido pelos dois.
Nesta sexta (18), o Jornal Nacional mostrou que, de acordo com o Coaf, em um mês, foram quase 50 depósitos suspeitos em dinheiro numa conta de Flávio.
Entre junho e julho de 2017, diz o Coaf, foram registrados 48 depósitos em espécie na conta do senador eleito, concentrados no autoatendimento da agência bancária da Assembleia Legistativa do Rio de Janeiro(Alerj) e sempre no mesmo valor: R$ 2 mil.
O Senador e Ministro Armando Monteiro (PTB), vai ter que tomar uma difícil decisão nos próximos dias: definir quem controlará o Partido Trabalhista no município de Tabira. Ontem no Recife o Prefeito Sebastião Dias, acompanhado do filho Secretário de Saúde, Alan Dias, Presidente da CUT Carlos Veras e o ex-deputado Dilson Peixoto, foi recebido pelo […]
Alan, Carlos Veras, Sebastião, Armando e Dilson Peixoto: prefeito quer garantias. Foto: Divulgação Facebook
O Senador e Ministro Armando Monteiro (PTB), vai ter que tomar uma difícil decisão nos próximos dias: definir quem controlará o Partido Trabalhista no município de Tabira.
Ontem no Recife o Prefeito Sebastião Dias, acompanhado do filho Secretário de Saúde, Alan Dias, Presidente da CUT Carlos Veras e o ex-deputado Dilson Peixoto, foi recebido pelo Ministro.
O Secretario Alan Dias se apressou em divulgar uma foto do encontro dizendo que a reunião objetivou pedir a interferência do Ministro na liberação de emendas para a saúde.
Na verdade, o prefeito tabirense foi pedir o apoio do senador a sua reeleição e o controle da legenda, para ter as garantias que poderá disputar a reeleição.
O senador ficou de pensar, pois a 15 dias o ex-prefeito Josete Amaral que tem o irmão Mário Amaral como Presidente do PTB municipal, foi pedir garantias ao senador de que não apoiando a reeleição do gestor, continuará com o comando do partido.
Agora é esperar para saber quem será abençoado pelo Senador e Ministro Armando Monteiro: se Sebastião Dias ou Josete Amaral.
Por André Luis A deputada estadual Priscila Krause usou as suas redes sociais nesta terça-feira (28) para questionar o porquê do Governo do Estado ainda não ter reduzido o ICMS da gasolina. A deputada deu como exemplos São Paulo e Goiás que já reduziram o ICMS para 18% e 17% respectivamente. “Quando o governo Paulo […]
A deputada estadual Priscila Krause usou as suas redes sociais nesta terça-feira (28) para questionar o porquê do Governo do Estado ainda não ter reduzido o ICMS da gasolina.
A deputada deu como exemplos São Paulo e Goiás que já reduziram o ICMS para 18% e 17% respectivamente. “Quando o governo Paulo Câmara anunciará a redução aqui”, questiona Krause.
“Infelizmente a gente sabe a resposta. Divergindo da lei aprovada no Congresso, Pernambuco entrou com ação no STF – junto a outros estados – para questionar a nova regra”, diz a deputada.
Priscila destacou que Pernambuco é o estado com a maior carga tributária do Nordeste. “O atual governo sabe decorada a cartilha de aumentar impostos, mas quando é pra reduzir, a dificuldade é gigante”, criticou.
A deputada diz ainda que em 2019 representou junto aos órgãos de controle denunciando que a gestão Paulo Câmara estava praticando um truque fiscal que elevava artificialmente o valor do ICMS cobrado.
“O risco agora é que, sendo definitiva a nova regra de 18%, o governo estadual volte a inflar o preço de pauta (preço médio determinado pela Secretaria da Fazenda) para seguir arrecadando a mais”, alerta Priscila Krause.
O reajuste salarial dos defensores públicos estaduais e a criação de 115 cargos comissionados para auxiliar os trabalhos da Defensoria Pública Estadual (DPE) foram aprovados, nesta quarta (29), pela Comissão de Finanças da Alepe. O Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 1476/2023 prevê um reajuste escalonado nos próximos três anos. Neste período, a remuneração inicial […]
O reajuste salarial dos defensores públicos estaduais e a criação de 115 cargos comissionados para auxiliar os trabalhos da Defensoria Pública Estadual (DPE) foram aprovados, nesta quarta (29), pela Comissão de Finanças da Alepe.
O Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 1476/2023 prevê um reajuste escalonado nos próximos três anos. Neste período, a remuneração inicial dos defensores subirá do valor atual de R$ 22.548,59 para R$ 30.505,35. Já o PLC nº 1477/2023 cria 100 cargos de Assessor de Membro da Defensoria Pública, e mais 15 cargos administrativos para a instituição, todos de livre nomeação. Ambas as propostas foram aprovadas por unanimidade.
Na justificativa do projeto de reajuste, assinada pelo defensor público-geral Henrique Costa da Veiga Seixas, é registrado que os defensores estão sem reajuste salarial há seis anos. O aumento previsto irá seguir a majoração dos subsídios dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Já a criação de cargos é, segundo a Defensoria, parte de um plano de expansão e investimento na instituição. “A DPE não possui quadro próprio de servidores, contando, atualmente, apenas com colaboradores extraquadros (cedidos de outros órgãos) e terceirizados”, informa a justificativa.
Um terceiro projeto apresentado pela DPE, o PLC nº 1478/2023, que cria 301 cargos efetivos para o órgão, ainda será apreciado pela Comissão de Justiça. Os PLs nº 1476 e nº 1477 sofreram apenas correções redacionais quando tramitaram na primeira comissão da Casa.
Presidente da Comissão de Finanças, a deputada Débora Almeida (PSDB) ressaltou que “a grande dificuldade dos 312 defensores públicos de Pernambuco é a ausência de cargos administrativos de apoio”. Deputados como Lula Cabral (Solidariedade) e Henrique Queiroz Filho (PP) ressaltaram o apoio recebido pela Defensoria também através de emendas parlamentares.
Já o deputado Joel da Harpa (PL) defendeu que a DPE crie um setor exclusivo para a defesa jurídica de policiais. “Há ocorrências, como essa recente do Bope, em que policiais que atuam nas ruas precisam de defesa, e os policiais, com salário baixíssimo, precisam tirar dinheiro do próprio bolso para pagar advogados. Os policiais estão ali representando o Estado”, considerou. A sugestão de Joel da Harpa recebeu apoio dos demais parlamentares presentes na reunião.
Sepultamento sera nesta segunda pela manhã Será sepultado na manhã desta segunda (02) o corpo do cantor afogadense Eduardo Rodrigues. Ele faleceu na noite deste sábado de infarto fulminante aos 67 anos. Conhecido como o Seresteiro de Afogados da Ingazeira, Eduardo passou mal e, mesmo socorrido ao HR Emília Câmara não resistiu e faleceu. Ele residia em […]
Eduardo, quando esteve na Rádio Pajeú com este blogueiro na última quinta-feira (29)
Sepultamento sera nesta segunda pela manhã
Será sepultado na manhã desta segunda (02) o corpo do cantor afogadense Eduardo Rodrigues. Ele faleceu na noite deste sábado de infarto fulminante aos 67 anos. Conhecido como o Seresteiro de Afogados da Ingazeira, Eduardo passou mal e, mesmo socorrido ao HR Emília Câmara não resistiu e faleceu. Ele residia em São Paulo mas visitava familiares e amigos em Afogados da Ingazeira. Ele já havia passado por cirurgia cardíaca há alguns anos, mas não se sabe se o episódio tem relação com esse histórico.
Familiares se despedem de Eduardo Rodrigues. Foto: Petrônio Pires
Seu corpo está sendo velado na Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira. Na noite deste domingo, familiares que estavam em São Paulo, a exemplo da irmã Lurdinha Rodrigues chegaram para a despedida. Em conversa por telefone com este blogueiro, ela estava bastante emocionada. Dentre os familiares nomes como o irmão Aloísio Rodrigues e a sobrinha, radialista e conselheira tutelar Alane Ramos. Muitos outros familiares, amigos e populares se despedem de Eduardo.
Conhecido como “O Seresteiro de Afogados da Ingazeira”, Eduardo chegou a comentar seu amor pela terra em entrevista na ultima quinta (29) ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú. “As vezes me dizem, você vem no carnaval onde nem há como fazer seus shows, mas venho sempre. Não posso deixar de vir a Afogados da Ingazeira”.
Um dos filhos do casal Severino Rodrigues e Maria da Paz, Eduardo Rodrigues sempre gostou de interpretar canções sertanejas, desde a era de ouro do Rádio, quando se apresentava no programa de Waldecir Menezes, na Rádio Pajeú.
Na carreira, lançou vários CDs independentes. Ultimamente, participava de shows ao lado da dupla Caju e Castanha, em São Paulo. Sua última grande apresentação em Pernambuco foi com a dupla, na Expoagro ano passado.
Faz poucos dias, o carro em que estava com amigo se envolveu em uma colisão com outro carro em uma estrada rural no Sítio São Joaquim, mas sem feridos. Houve apenas danos materiais.
A Rádio Pajeú deve reprisar a última conversa de Eduardo com este blogueiro na última quinta, além de homenagear o artista com reportagens e detalhes da despedida. Eduardo estava descontraído, de bem com a vida. Foi sua última passagem pela emissora que sempre admirou.
do Diário de Pernambuco O coordenador da campanha da presidente Dilma Rousseff (SP) no Estado de São Paulo, o prefeito de São Bernardo Luiz Marinho, disse nesta quarta-feira (17) que a campanha do candidato Alexandre Padilha (PT) ao governo paulista ainda enfrenta dificuldades porque, segundo ele, “demorou para começar”. “A escassez de recurso, como nunca […]
O coordenador da campanha da presidente Dilma Rousseff (SP) no Estado de São Paulo, o prefeito de São Bernardo Luiz Marinho, disse nesta quarta-feira (17) que a campanha do candidato Alexandre Padilha (PT) ao governo paulista ainda enfrenta dificuldades porque, segundo ele, “demorou para começar”. “A escassez de recurso, como nunca visto em campanha eleitoral, fez com que o nível de campanha de Padilha, a intensidade, fosse muito sofrível no começo”, afirmou. “Isso atrasou muito o conhecimento do Padilha no Estado”, disse, após participar de ato político em Campinas, ao lado da presidente Dilma e sem a presença de Padilha.
Marinho disse ainda que todas as campanhas atualmente sofrem com a falta de recursos e disse que o fim da prática do caixa 2 “criou essa escassez”. “Os mecanismos criados, diga-se bem da verdade, pelo governo do PT, do Lula e da Dilma, terminaram com o caixa 2. Quem fizer corre o grande risco de ser pego, é praticamente impossível (ter Caixa 2)”, disse. “Isso criou escassez nas campanhas. Espero que o resultado disso seja uma reforma política decente”.
Segundo Marinho, outro fator que inibe as contribuições às campanhas é o fato de que muitas empresas não querem ser expostas. “A imprensa faz um trabalho, e não estou questionando se é certo ou não, de pegar no pé de quem faz doação oficial”. Para ele, isso leva empresas que gostariam de contribuir a não doar para não aparecer.
O petista declarou que “tinha muito” caixa 2 em outras campanhas e lembrou o fato de ter sido apontado, em 2008, como um dos candidatos com a campanha mais cara do País. “Por que eu aparentemente fiz a campanha mais cara do País? Porque eu fiz tudo de forma oficial”, disse. “Hoje o caixa 2 só quem pode fazer é igreja, empresa de transporte, jogo do bicho, tráfico. Acabou”, disse.
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