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Boletim aponta redução da transmissão do Sars-CoV-2

Por André Luis

O Boletim do Observatório Covid-19 Fiocruz, divulgado na quinta-feira (21), aponta para a continuidade da redução da transmissão do Sars-CoV-2, com queda do número de óbitos e de casos graves da pandemia. 

Os dados são referentes à Semana Epidemiológica (SE) 41, de 10 a 16 de outubro, que apresentou média diária de 10.200 casos confirmados e 330 óbitos por Covid-19. 

As taxas de ocupação de leitos de UTI Covid-19 para adultos no Sistema Único de Saúde (SUS) mantêm-se em relativa estabilidade, com 25 estados e 23 capitais fora da zona de alerta, sendo a maioria com patamares inferiores a 50%. 

As duas únicas Unidades da Federação na zona de alerta são Espírito Santo, na zona de alerta intermediário, onde a taxa voltou a crescer de 65% para 71%; e o Distrito Federal, na zona de alerta crítico, onde a taxa caiu de 89% para 80%.

Na visão dos pesquisadores do Observatório, responsáveis pelo Boletim, o resultado mostra que a campanha de vacinação está atingindo seu principal objetivo – o de minimizar o impacto da doença nos indivíduos e na coletividade, contribuindo para o seu controle. 

No entanto, eles reforçam que a contínua tendência de redução dos principais indicadores, ao mesmo tempo em que ocorrem as oscilações nos registros, ratifica a preocupação com a possibilidade de reveses, ainda que haja melhora consistente da pandemia. 

Os cientistas chamam atenção também para o fato de que a intensidade de circulação de pessoas nas ruas se encontra no mesmo nível da fase pré-pandêmica. 

“A manutenção do atual patamar de transmissão não permite afirmar que a pandemia está definitivamente controlada. A impressão de que já vencemos a pandemia é enganosa, sendo imperioso, nesse momento, continuar vigilante em relação à Covid-19. A flexibilização de medidas que protegem contra a transmissão do vírus deve ser adotada de forma cautelosa, paulatina e acompanhada de medidas de vigilância, conjugadas com a adoção do passaporte vacinal, além de testes para identificar rapidamente novos casos e seus contatos. Essas medidas são estratégicas para a redução do risco de contágios no retorno às atividades laborais, educacionais, sociais, culturais e de lazer em ambientes fechados”, ressaltam. 

A análise observa que a redução dos níveis de isolamento, indicado pelo Índice de Permanência Domiciliar (IPD), e mesmo o aumento da positividade dos testes laboratoriais, sinalizam ainda cenários de transmissão do vírus. 

Além disso, a taxa de letalidade da doença no Brasil (cerca de 3,2%) se mantém em valores considerados altos em relação aos padrões internacionais, “o que reflete a insuficiência de programas de testagem e diagnóstico clínico de casos suspeitos e seus contatos”. 

Outra questão sinalizada pelo Boletim é a queda abrupta do número de casos e, em menor proporção, do número de óbitos. 

De acordo com os pesquisadores do Observatório, esse declínio acentuado pode estar sendo influenciado por falhas no fluxo de dados pelo e-SUS e Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe), que vêm sofrendo oscilações na disponibilização de registros.

“Esse fato pode se refletir na divulgação de um número abaixo do esperado durante algumas semanas, seguido de um número excessivo de notificações, o que pode gerar interpretações equivocadas sobre as tendências locais da pandemia e a tomada de decisões baseadas em dados incompletos. Diante desse quadro, recomendam que a irregularidade do fluxo de notificação deva servir como alerta para a tomada de decisões”.

Outras Notícias

Afogados: anunciada liberação do Garantia Safra

O Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), anunciou em entrevista ao Programa Manhã  Total, da Rádio Pajeú, que está liberado o pagamento do Garantia Safra, referente ao exercício de 2017. Afogados tinha ficado fora da lista e a alegação é de que houve erros na realização do trabalho que embasou o percentual de […]

O Prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), anunciou em entrevista ao Programa Manhã  Total, da Rádio Pajeú, que está liberado o pagamento do Garantia Safra, referente ao exercício de 2017.

Afogados tinha ficado fora da lista e a alegação é de que houve erros na realização do trabalho que embasou o percentual de perda de produção no município.

“O Ministério atendeu a solicitação de nova verificação e permitiu que o IPA realizasse esses ajustes”, afirmou o gestor. A liberação começa nesta quinta-feira, dia 18.

Os beneficiários deverão procurar a Secretaria de Agricultura com o Número de Identificação Social – NIS. São 1.062 pessoas com direito ao benefício, em 5 parcelas de R$ 170,00. A liberação total é de R$ 902 mil.

MPPE e SEMAS discutem continuidade do programa Lixão Zero em municípios do interior

Nesta terça-feira (28), o procurador-geral de Justiça, Paulo Augusto de Freitas Oliveira, recebeu no Gabinete do Ministério Público o secretário da Secretaria do Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS), José Antônio Bertotti Júnior, para discutir soluções para os 42 municípios pernambucanos que ainda sofrem sérios problemas com os lixões. O encontro contou também com a participação […]

Nesta terça-feira (28), o procurador-geral de Justiça, Paulo Augusto de Freitas Oliveira, recebeu no Gabinete do Ministério Público o secretário da Secretaria do Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS), José Antônio Bertotti Júnior, para discutir soluções para os 42 municípios pernambucanos que ainda sofrem sérios problemas com os lixões.

O encontro contou também com a participação do subprocurador-geral de Justiça em Assuntos Jurídicos (Sub. Jurídico) Francisco Dirceu Barros; da assessora do Núcleo Judicial Penal (NJP) Érica Lopes; e da coordenadora do Centro Operacional de Apoio às Promotorias de Justiça de Defesa do Meio Ambiente (Caop Meio Ambiente) Christiane Roberta Gomes.

“O que mais queremos é a efetividade do compromisso dos municípios para seguirmos com o projeto Lixão Zero, melhorando a qualidade de vida das pessoas nas suas cidades. Por isso, estamos procurando identificar os caminhos e os prazos para o cumprimento da legislação, num trabalho que está sendo realizado em conjunto com o Semas, a Agência Pernambucana de Meio Ambiente (CPRH) e Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE)”, explica o PGJ.

O secretário da Semas, acompanhado do presidente da CPRH, Djalma Souto Maior Paes Júnior, e do diretor de Controle de Fontes Poluidoras da CPRH, Eduardo Elvino, apresentou uma possibilidade de aperfeiçoamento normativo sobre o tema, visando agilizar o processo de regularização dos aterros sanitários. 

Além disso, apresentou um mapeamento de destinação final dos resíduos sólidos urbanos do interior de Pernambuco, mostrando os aterros com licença prévia em análise pela CPRH.

“Queremos encontrar um caminho para a solução desses 42 municípios que ainda não têm uma destinação adequada de resíduos sólidos. Então, trouxemos aqui no Ministério Público uma análise de propostas normativas a serem discutidas no Conselho Estadual do Meio Ambiente. Em parceria com os municípios, temos certeza que teremos um bom caminho para solução dessa questão, trabalhando com o Lixão Zero”, pontuou Bertotti.

As propostas trazem duas minutas para agilizar o processo de construção de aterros sanitários. 

Uma dispõe sobre os critérios locacionais para o licenciamento de aterros sanitários de resíduos sólidos não perigosos. A outra dispõe sobre a excepcionalidade no processo de emissão de EIA/RIMA, especificamente, para empreendimentos de aterro sanitário de resíduos sólidos urbanos.

Outro ponto importante discutido durante a reunião foi o olhar diferenciado que as instituições precisam ter em relação aos catadores de lixo. 

Dessa forma, haverá ainda o incentivo à coleta seletiva para que essas pessoas que atuam fortemente no recolhimento e seleção do lixo não fiquem desabrigadas.

“O próximo passo agora é conversar com o Governo do Estado de Pernambuco para dar continuidade ao projeto, apresentando as soluções inovadoras de gestão para o meio ambiente”, afirmou a coordenadora do Caop Meio Ambiente, a procuradora de Justiça Christiane Roberta.

Carnaíba: Prefeitura vai melhorar abastecimento de água na zona rural

O prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota (PSB), esteve na tarde desta sexta-feira (13/01), no Sítio Santo Antônio III, acompanhando a realização do levantamento para a execução do sistema simplificado de abastecimento d’água da comunidade, fruto de uma parceria entre a Prefeitura do Município e o Governo do Estado. O levantamento, que incluiu o número de […]

AnchietaPatriota-SantoAntonioIIIO prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota (PSB), esteve na tarde desta sexta-feira (13/01), no Sítio Santo Antônio III, acompanhando a realização do levantamento para a execução do sistema simplificado de abastecimento d’água da comunidade, fruto de uma parceria entre a Prefeitura do Município e o Governo do Estado.

O levantamento, que incluiu o número de famílias que serão beneficiadas e os locais para as instalações das caixas- foi feito pelo engenheiro e gerente regional da Compesa, Sérgio Bruno.

De acordo com o prefeito, Anchieta Patriota, o sistema simplificado vai atender com água da Adutora Zé Dantas 250 famílias do Santo Antônio III e região, que sofrem com a falta do líquido precioso devido à seca.

“Isso é só o começo. Vamos trabalhar para universalizar o acesso à água em toda a zona rural do município”, cravou o prefeito.

Também acompanharam a realização do levantamento, o secretário municipal de agricultura, Zé Ivan, os vereadores Antônio Chico (PSB) e Irmão Adilson (PSB), e representantes da comunidade.

R$ 1 bilhão para desafogar os cofres em Pernambuco

Por: Rosália Rangel / Diario de Pernambuco Foram muitos dias de expectativa até o desfecho sobre a divisão dos recursos do megaleilão do petróleo para estados e municípios. O resultado das negociações no Congresso acabou não agradando os estados do Nordeste, que, com o novo acordo, tiveram redução na cota prevista. Mas a verdade é […]

Dinheiro do pré-sal vai ajudar a pagar déficit da Previdência, mas há prefeito já pensando em fazer obras. Foto: Divulgação.

Por: Rosália Rangel / Diario de Pernambuco

Foram muitos dias de expectativa até o desfecho sobre a divisão dos recursos do megaleilão do petróleo para estados e municípios. O resultado das negociações no Congresso acabou não agradando os estados do Nordeste, que, com o novo acordo, tiveram redução na cota prevista. Mas a verdade é que essa verba extra vai contribuir para desafogar os cofres públicos. Pernambuco, por exemplo, somando os valores que serão repassados para o estado (R$ 508 milhões) e para os municípios (R$ 540 milhões), receberá mais de R$ 1 bilhão da partilha do excedente do pré-sal.

Com o acordo aprovado na Câmara, na última quarta-feira, os estados do Norte e Nordeste perderam parte do dinheiro que teriam direito com as regras aprovadas no Senado. Na primeira versão, os R$ 10,9 bilhões seriam distribuídos conforme os critérios do Fundo de Participação dos Estados (FPE). O acordo atual, que deverá ser apreciado na próxima semana no Senado, vale apenas dois terços (R$ 7,26 bilhões). O texto foi mudado na Câmara para garantir que o outro terço, R$ 3,63 bilhões, seja repartido seguindo critérios da Lei Kandir, o que beneficia os estados do Sul.

Ao avaliar a repartição dos recursos, o prefeito de Triunfo, João Batista (PR), afirmou que em todo acordo que se propõe alguém tem que ceder. “A primeira redação era propícia aos estados do Norte e Nordeste, mas os estados do Sul têm um maior número de deputados na Câmara e nós corríamos o risco de não aprovar o projeto. Então, foi melhor fechar o acordo”. Sobre aplicação dos recursos em  seu município, João Batista definiu que serão usados para diminuir o déficit da Previdência. “A folha de pagamento dos aposentados chega a R$ 600 mil e arrecado R$ 300 mil. Isso significa um déficit mensal de R$ 300 mil, dinheiro que vou buscar no fundo previdenciário e aporte da prefeitura”, destacou.

Diante desse cenário, o prefeito ressaltou que acordo foi positivo para os municípios que poderão aplicar o dinheiro na Previdência ou em investimento. “A nós prefeitos, foram dadas duas alternativas. Ao contrário dos estados que só poderão usar o dinheiro no sistema previdenciário”.

O prefeito de Carnaíba, José Anchieta (PSB), vai optar por utilizar a verba investindo em ações na cidade.  “Vou mandar (para Câmara) um projeto para compra de kits de irrigação dos produtores da agricultura familiar. Esse é um ponto inicial e vamos distribuir proporcionalmente, principalmente na educação, na infraestrutura e pavimentação”, observou.

Para o presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota (PSB), o caminho até o acordo foi penoso, mas ao final “saiu tudo dentro do esperado”. “A gente sempre acha que merece mais. Agora, atendeu a expectativa. Conseguimos colocar a Previdência e investimentos. A maioria dos municípios deve à Previdência, mas poder  aplicar em investimento foi importante”.

Na última quinta-feira, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) arrecadou R$ 8,9 bilhões com a concessão de 12 campos de petróleo e gás natural localizados nas bacias de Campos e de Santos.

O valor ficou muito acima dos R$ 3,2 bilhões esperados pelo governo, levando analistas a acreditar que a receita com a venda das áreas da chamada cessão onerosa também pode superar a previsão de R$ 106 bilhões. Uma perspectiva que poderá aumentar as cotas para estados e municípios. O diretor do Centro Brasileiro de Infra Estrutura (Cbie), Adriano Pires, é um dos que apostam no sucesso das próximas licitações. “Esse já foi um leilão forte e imagino que os próximos também serão”.

Incômodo

Receber a notícia que o estado, com o novo acordo da partilha dos recursos do pré-sal, perderia o equivalente a R$ 200 milhões incomodou e muito o Palácio do Campo das Princesas. E os argumentos para explicar a decepção com a redução passam pela lista de investimentos que um volume de dinheiro igual ao retirado da cota de Pernambuco representa em obras.

Para citar um exemplo mais recente, segundo interlocutores do governador Paulo Câmara (PSB), na última quinta-feira, em Caruaru, o socialista lançou o Programa de Crédito Popular, uma iniciativa que vai movimentar cerca de R$ 120 milhões e que tem a expectativa de gerar 80 mil empregos. O Hospital Geral do Sertão, em construção no município de Serra Talhada, é outra ação apontada como exemplo. A unidade de saúde vai custar R$ 60 milhões aos cofres do estado e atender 10 cidades da região. O equipamento terá 140 leitos de internamento e 20 de UTI. Em outro comparativo, conforme lembrou uma fonte, Pernambuco perdeu um montante que corresponde a folha de pagamento da Prefeitura do Recife.

Nos bastidores do governo estadual, comenta-se que a redução na cota dos estados nordestinos se deve a articulação de parlamentares, inclusive da região, em favor dos estados do Sul e, dessa forma, acabaram prejudicando o Nordeste. Na lista dos que atuaram nesse sentido, acreditam aliados do governador, estaria o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), que faz oposição ao governo socialista em Pernambuco.

“Representaram sonhos de uma comunidade”, diz Sidney Cruz com relação a sua votação

Capitão fechou a série de entrevistas com candidatos ao executivo de Afogados da Ingazeira. Por André Luis O Capitão Sidney Cruz (PSC), fechou nesta quarta-feira (18), a série de entrevistas no Debate das Dez da Rádio Pajeú, que ouviu os candidatos à Prefeitura de Afogados da Ingazeira. Sidney, terminou o pleito em terceiro lugar, com […]

Capitão fechou a série de entrevistas com candidatos ao executivo de Afogados da Ingazeira.

Por André Luis

O Capitão Sidney Cruz (PSC), fechou nesta quarta-feira (18), a série de entrevistas no Debate das Dez da Rádio Pajeú, que ouviu os candidatos à Prefeitura de Afogados da Ingazeira.

Sidney, terminou o pleito em terceiro lugar, com 3,08% ou 588 votos, que segundo ele, representam sonhos de uma comunidade que visava a melhoria de todos. “Tudo foi pautado em cima de nossas propostas, que na minha visão transcorreu a nossa candidatura”, afirmou. 

O Capitão reformado do exército, agradeceu aos eleitores que confiaram nas suas propostas, ao seu grupo, que denominou como “guerreiros” e avaliou a candidatura como satisfatória diante do que se propuseram a fazer. Tivemos uma estratégia e sabíamos da questão do poder econômico de nossos adversários e isso foi retratado nas urnas, não cabe aqui a nós nesse momento, falarmos a respeito se é certo ou errado, quem deve julgar é a população, tanto que foi ela que votou e assim transcorreu e as autoridades estavam ali para realizar o seu trabalho”, disse.

“Se pegarmos a questão da Frente Popular, que já vem um bom tempo né? Diria que deu a lógica. A projeção eleitoral de Zé Negão, sinceramente eu gostei em termos de quantitativo, isso é a realidade e pra mim no final deu a lógica”, disse avaliando a eleição de Sandrinho Palmeira e a votação de Zé Negão.

Questionado sobre erros cometidos, ou falta de ações que pudessem contribuir para um número maior de votos, Sidney reconheceu a sua ideologia política pode ter sido um dificultador.

“Todos sabem que eu sou pró-Bolsonaro. Querendo ou não, ainda tem uma resistência. Isso pesou na questão, apesar de termos aqui um grupo considerado de direita, se formos levar em consideração a votação do atual presidente”, destacou.

O Sidney destacou que pela falta de poder econômico, a estratégia usada pelo grupo foi a de apresentá-lo como conhecedor da administração pública, “e assim, levar à população essa experiência, esse conhecimento. Foi assim que procuramos trabalhar”.

O Capitão creditou a sua votação, também ao fato de ser desconhecido pela população. “Se você pegar a questão de pesquisa, a maior rejeição é justamente por não conhecer o Capitão. Desconhecimento do seu trabalho que foi realizado, mas até aí tudo bem, sem problema nenhum, ruim seria se eu tivesse um mandato eletivo e essa rejeição fosse em cima do meu trabalho, coisa que não aconteceu”, destacou.

Questionado, Sidney Cruz respondeu uma de suas abordagens que mais intrigavam a população durante a campanha. O fato de dizer que não era político, mas estava disputando um mandato.

“Político, na questão de que eu sou presidente de um partido e para você se candidatar tem que ser filiado, então, obrigatoriamente, nessa situação. Na questão da identificação com o político, é naquilo que pesa sobre o que representa hoje. É um ser desacreditado. Eu não sou aquela pessoa que fala uma coisa e faz outra, comigo a falsidade não existe, ou é, ou não é, e é justamente nesse parâmetro. Eu sou administrador”, enfatizou.

Completou ele:  a política existe até dentro de casa, com seus filhos, com a sua esposa, com seus vizinhos. Então, tem coisas que lógico, como a questão da governabilidade… eu sou de conversa, eu não sou de tomar decisões sem antes consultar as pessoas, sou de Exército, sou de grupo e dentro desse aspecto, a política impera sim, mas uma política certa, correta, coisas que estando nesse meio, a gente não observa infelizmente”, destacou.

“Acho que ainda é muito cedo pra falar de futuro. Para quem partiu do zero, terminar com 588 votos, eu não sou vereador, não sou vice-prefeito, parti do zero literalmente, com todas as dificuldades, com um partido pequeno, sem recurso é bom que se diga, então nós fomos com a cara e a coragem e volto a dizer o primeiro que se mostrou ao público foi o capitão, de lá para cá muitos caíram pelo caminho e nós fomos até o final dentro de nossas ideias, mas falar sobre futuro nesse momento, eu prefiro pensar no presente, até porque o que vai determinar o futuro aqui do município, será as próximas eleições, tanto pra presidente, como para governador”, avaliou Sidney ao ser questionado sobre se daria continuidade ao projeto.

Capitão Sidney disse que as suas expectativas com relação ao governo de Sandrinho Palmeira, são as melhores possíveis. “Penso que discurso, tem que vir com a prática. Quando nós questionamos algumas situações, é porque na minha visão, poderiam ter sido realizadas de outra forma”, revelou, logo em seguida parabenizando o candidato eleito. “Que Deus o ilumine. Ele e a sua equipe, porque não vai governar sozinho. Que realmente tudo aquilo que está no seu plano de governo, nas suas ideias e nos seus pensamentos, ele consiga passar para a população. Afogados da Ingazeira, na minha visão é uma cidade que tem tudo para crescer aí precisa de gestão”.

“Existem as instituições e elas não seriam irresponsáveis ao ponto de trazer pra cá uma vacina que em nenhum momento tivesse um marco regulatório, passado por um Ministério da Saúde e pela Anvisa. Então, sendo disponibilizado à população… nós temos o velho lema né, “a palavra convence e o exemplo arrasta”, sem nenhuma demagogia, o primeiro braço a ser apresentado na frente da agulha dessa vacina seria o do capitão”, afirmou Sidney ao ser questionado se como gestor municipal tivesse que definir pela aquisição da Coronavac (A vacina chinesa), para a imunização da população.