Prefeitura divulga programação da XXVII Feira da Rapadura em Santa Cruz da Baixa Verde
Por André Luis
A Prefeitura de Santa Cruz da Baixa Verde divulgou, nesta quarta-feira (10), a programação da 27ª edição da Feira da Rapadura, que acontecerá entre os dias 1º e 5 de outubro. O evento reúne apresentações culturais, estandes de gastronomia e artesanato, além de shows de artistas nacionais e regionais.
O prefeito Doutor Ismael destacou o caráter cultural e econômico da festa:
“A Feira da Rapadura é um momento de celebração da nossa cultura, de geração de emprego e renda e de fortalecimento da nossa identidade. Estamos preparando um evento seguro e organizado, que vai marcar o retorno dessa festividade à nossa cidade. E podem esperar também para ver a maior rapadura do mundo”, afirmou.
Principais atrações musicais
3 de outubro
Thales Play
Kadu Martins
Priscila Senna
4 de outubro
Márcia Felipe
Felipão Forró Moral
Rafaela Santos
5 de outubro
Jotavê
Henry Freitas
Eduardo Costa
Durante a feira, haverá ainda apresentações de grupos culturais e espaços dedicados a artistas locais e regionais. A rapadura, símbolo do município, será destaque em diferentes formatos, reafirmando o título de Santa Cruz da Baixa Verde como Capital da Rapadura.
Segundo o gestor municipal, a festa também deve impulsionar a economia da cidade, gerando oportunidades para comerciantes, barraqueiros e prestadores de serviços.
“Queremos que o povo de Santa Cruz tenha orgulho da nossa cidade e que os visitantes levem boas memórias e o desejo de voltar todos os anos”, declarou Doutor Ismael.
José Caldas pediu desculpas ao povo de Tabira Depois que o vereador Eraldo Moura (Rede) oficializou a sua passagem para o Bloco Governista, o presidente da legenda, José Caldas (Zezinho), ex-árbitro da CBF, se pronunciou nesta quinta-feira (13), durante entrevista ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. Depois de fazer uma narrativa sobre a […]
Depois que o vereador Eraldo Moura (Rede) oficializou a sua passagem para o Bloco Governista, o presidente da legenda, José Caldas (Zezinho), ex-árbitro da CBF, se pronunciou nesta quinta-feira (13), durante entrevista ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.
Depois de fazer uma narrativa sobre a história da Rede em Tabira, onde garantiu ter abdicado de disputar o mandato de vereador para acomodar os candidatos, José Caldas negou de forma veemente a afirmação do vereador Eraldo Moura que em nota disse que “a REDE, me assiste e me dá apoio por ser o único vereador do partido em Pernambuco”.
Caldas afirmou “pelo contrário, toda direção da legenda em Tabira deseja a expulsão do vereador que quando disputou a eleição sabia de que lado a sigla estava. Minha vontade pessoal também era pela expulsão, mas a Rede tem o seu Conselho de ética que é quem vai decidir”.
Zezinho lembrou que Eraldo recebeu 655 votos e para se eleger foram somados a mais 590 votos dos demais candidatos para ser vencedor, provando que não se elegeu sozinho e deve satisfação ao partido e ao estatuto da sigla.
O Presidente se disse envergonhado pela atitude do vereador Eraldo Moura e pediu desculpas ao povo tabirense.
Da Itapuama FM No comentário desta terça-feira (28/07), o jornalista Nill Júnior analisa as novas pesquisas dos institutos Quaest e Ipespe para a eleição em Pernambuco e destaca a convergência dos dados com o levantamento do Múltipla. A divulgação dos levantamentos da Quaest e do Ipespe confirma o cenário de disputa acirrada no estado, somando-se […]
No comentário desta terça-feira (28/07), o jornalista Nill Júnior analisa as novas pesquisas dos institutos Quaest e Ipespe para a eleição em Pernambuco e destaca a convergência dos dados com o levantamento do Múltipla.
A divulgação dos levantamentos da Quaest e do Ipespe confirma o cenário de disputa acirrada no estado, somando-se à pesquisa Múltipla divulgada anteriormente e na expectativa pelos dados do Real Time Big Data e Datafolha.
Nill Júnior destaca os números e as principais análises desse cenário:
• Os números das pesquisas: Na Quaest, Raquel Lyrá aparece com 43% e João Campos com 37% no primeiro turno (45% a 39% no segundo turno). No Ipespe, o cenário traz 46% para Raquel e 44% para João no primeiro turno (47% a 45% para a governadora no segundo turno).
• Média dos institutos: Ao calcular a média dos três levantamentos (Ipespe, Múltipla e Quaest) no primeiro turno, chega-se exatamente aos 44,3% para Raquel e 40,3% para João, reforçando a tendência de curva ascendente da governadora e leve queda de João. O dado bate matematicamente com a pesquisa Múltipla divulgada ontem.
• Margem de erro e teto: A maioria dos cenários aponta para um empate técnico no limite da margem de erro (como os 6 pontos de diferença na Quaest), indicando que os candidatos estão atingindo um teto (Raquel na casa dos 45% e João entre 40% e 41%).
• Aprovação do governo: A melhoria na intenção de voto de Raquel é impulsionada pela avaliação de sua gestão, que chega a 68% de aprovação no levantamento da Quaest.
Para o jornalista, embora a regra geral indique vantagem para governadores bem avaliados que buscam a reeleição, a disputa em Pernambuco é atípica por enfrentar um adversário forte, herdeiro do espólio de Arraes e Eduardo Campos, ex-prefeito do Recife e com forte presença nas redes. Com uma margem de erro e de falha estratégica muito pequena, a eleição promete ser uma das mais acirradas da história recente do estado.
O levantamento mapeia cerca de 7 mil obras paradas só na esfera federal Da Agência Estado O governo federal precisaria desembolsar, pelo menos, R$ 76 bilhões para concluir as milhares de obras paradas de Norte a Sul do Brasil. Mas, com a grave crise fiscal que derrubou os investimentos ao menor nível em mais de […]
Além dos transtornos para a população, a interrupção de uma obra representa grande prejuízo para o poder público Foto: EBC
O levantamento mapeia cerca de 7 mil obras paradas só na esfera federal
Da Agência Estado
O governo federal precisaria desembolsar, pelo menos, R$ 76 bilhões para concluir as milhares de obras paradas de Norte a Sul do Brasil. Mas, com a grave crise fiscal que derrubou os investimentos ao menor nível em mais de uma década, a preocupação é que parte desses empreendimentos seja de vez abandonada.
O resultado faz parte do estudo Impacto Econômico e Social das Obras Públicas no Brasil, feito pelo presidente da consultoria InterB, Cláudio Frischtak, a pedido da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic). O levantamento mapeia cerca de 7 mil obras paradas só na esfera federal. Além dos projetos tradicionais e bilionários, como as Ferrovias Norte-Sul e Oeste-Leste, o trabalho coloca luz sobre a paralisação de obras menores, como creches e escolas municipais.
Embora seja alarmante, o resultado do estudo pode ser considerado conservador, afirma Frischtak. Isso porque o conjunto de informações disponíveis sobre o assunto é escasso e incompleto nas esferas estaduais e municipais. Pelas estimativas do economista, se incluídas essas obras, o volume de projetos paralisados no País sobe para R$ 144 bilhões. “A situação é muito pior do que a gente consegue mensurar.”
A paralisação de obras, que já era grave nos tempos de bonança da economia, vem se transformando num problema crônico com a incapacidade de o Estado investir, alertam especialistas. Com dificuldade para fechar a conta no azul, a medida mais fácil tem sido cortar investimentos. E isso tem ocorrido num efeito dominó que atinge todas as esferas públicas: governo federal, Estados e municípios.
“Como não dá para mexer nos gastos obrigatórios, a alternativa tem sido limitar investimentos importantes para o País voltar a crescer”, afirma o diretor de macroeconomia do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), José Ronaldo Souza Junior. O resultado é a ausência de novos projetos e a paralisação daqueles já iniciados.
Além dos transtornos para a população, a interrupção de uma obra representa grande prejuízo para o poder público, com o inevitável aumento dos custos numa retomada, afirma o presidente da Comissão de Infraestrutura da Cbic, Carlos Eduardo Lima Jorge Isso ocorre por causa da deterioração de serviços já feitos e de reajustes do contrato pelo tempo parado.
Para o executivo, existe ainda outro efeito perverso na paralisação de obras: muitas delas perderam sentido econômico e social e não se justificam mais. “Ou seja, o dinheiro investido no início do projeto vai para o lixo”, completa o presidente do Cbic, José Carlos Martins. Na avaliação dele, mesmo aquelas que têm racionalidade econômica correm o risco de não serem concluídas. Além da falta de dinheiro, diz o executivo, as obras paradas também sofrem com problemas de desapropriação, licenciamento ambiental e má qualidade dos projetos executivos.
Empurrão
Na prática, a interrupção de obras tem impacto direto no Produto Interno Bruto (PIB), cujo desempenho está abaixo do esperado neste ano. Pelos cálculos de Frischtak, apenas a retomada dos projetos federais poderia dar um impulso de 1,8% no PIB, o que significaria R$ 115 bilhões a mais na economia nacional.
Na primeira pesquisa realizada pelo Instituto Múltipla em parceria com o Portal do Ricardo Antunes, a governadora Raquel Lyra (PSD) aparece liderando a corrida pelo Palácio do Campo das Princesas, com 43% das intenções de voto. O ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), obteve 37% no cenário estimulado de primeiro turno. O ex-vereador do Recife, […]
Na primeira pesquisa realizada pelo Instituto Múltipla em parceria com o Portal do Ricardo Antunes, a governadora Raquel Lyra (PSD) aparece liderando a corrida pelo Palácio do Campo das Princesas, com 43% das intenções de voto. O ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), obteve 37% no cenário estimulado de primeiro turno.
O ex-vereador do Recife, Ivan Moraes (PSOL), somou 1%. Os demais candidatos ficaram abaixo de 1%. Os indecisos representam 11%, enquanto 5% declararam voto em branco ou nulo, e outros 2% não opinaram.
Numa simulação de segundo turno, a governadora atinge 47%, enquanto o candidato do PSB soma 41%. Nesse cenário, os indecisos representam 6%, enquanto 5% votariam branco ou nulo, e apenas 1% não responderam.
Com relação ao levantamento anterior, divulgado em 12 de agosto, Raquel Lyra recuou dois pontos (tinha 45%) e João Campos caiu quatro (tinha 41%).
AVALIAÇÃO E APROVAÇÃO
O governo Raquel Lyra é considerado ótimo ou bom para 46%. Outros 33% avaliam a gestão como regular, enquanto 17% veem como ruim ou péssima, e 4% não opinaram. No quesito aprovação, 65% são favoráveis à gestão, enquanto 27% desaprovam e 8% não opinaram.
O Instituto Múltipla ouviu 900 eleitores pernambucanos entre os dias 22 e 24 de agosto. A margem de erro é de 3,3 pontos percentuais, e o grau de confiança da é de 95%. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral com o número de identificação PE-01370/2026.
Neste mês de julho, o prefeito de Betânia, Mário Flor, recebeu das mãos do presidente da Câmara de Vereadores, Durvanil Barbosa (Dinha), documento devolvendo parte do duodécimo repassado para a Casa Legislativa. Segundo Durvanil, trata-se de um reforço para ajudar no combate a disseminação do novo coronavírus. Essa é a terceira vez, desde o início […]
Neste mês de julho, o prefeito de Betânia, Mário Flor, recebeu das mãos do presidente da Câmara de Vereadores, Durvanil Barbosa (Dinha), documento devolvendo parte do duodécimo repassado para a Casa Legislativa.
Segundo Durvanil, trata-se de um reforço para ajudar no combate a disseminação do novo coronavírus.
Essa é a terceira vez, desde o início da emergência sanitária, que o Legislativo faz a devolução de parte do duodécimo para a Prefeitura. Com esse último repasse, que foi no valor de R$20 mil, o total devolvido chega a R$81 mil.
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