Blog indica possível chapa de João Campos ao governo de Pernambuco em 2026
Por André Luis
Articulações políticas para as eleições de 2026 em Pernambuco apontam para a possível formação de uma chapa liderada pelo prefeito do Recife, João Campos, na disputa pelo Governo do Estado. As informações foram divulgadas pelo Blog do Mário Flávio.
Segundo o blog do jornalista Mário Flávio, uma fonte ouvida sob condição de sigilo afirma que a composição da chapa estaria “praticamente fechada”. Pela configuração em discussão, João Campos deixaria a prefeitura para disputar o Palácio do Campo das Princesas.
De acordo com Mário Flávio, as duas vagas ao Senado seriam ocupadas pelo senador Humberto Costa, que buscaria a reeleição, e pelo deputado federal Eduardo da Fonte, presidente estadual do PP.
Ainda segundo o blog, a vaga de vice-governador poderia ser destinada ao deputado estadual Antônio Coelho, do União Brasil. A possível composição também teria impacto na reorganização política do grupo liderado pela família Coelho no estado.
Conforme relatado por Mário Flávio, caso esse arranjo se confirme, o ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, poderia disputar uma vaga na Câmara dos Deputados, deixando de lado a pré-candidatura ao Senado.
O blog também destaca que a movimentação ocorre mesmo após Eduardo da Fonte ter declarado, na semana anterior, apoio à reeleição da governadora Raquel Lyra. Segundo a fonte citada, as conversas continuam nos bastidores e ainda podem ocorrer mudanças antes da definição oficial das chapas.
G1 A Embraer esper conseguir submeter a criação da joint venture em parceria com a Boeing, anunciada nesta quinta-feira (5), à aprovação do atual governo. “Nossa meta é na segunda metade de 2018, em outubro, novembro, ter os documentos definitivos e depois submetê-los ao governo do Brasil para aprovação e depois à assembleia geral (de […]
A Embraer esper conseguir submeter a criação da joint venture em parceria com a Boeing, anunciada nesta quinta-feira (5), à aprovação do atual governo.
“Nossa meta é na segunda metade de 2018, em outubro, novembro, ter os documentos definitivos e depois submetê-los ao governo do Brasil para aprovação e depois à assembleia geral (de acionistas)”, disse o presidente da empresa, Paulo Cesar de Souza e Silva em teleconferência com analistas.
A expectativa é de que o negócio seja concluído ao fim de 2019, depois de obtidas as aprovações regulatórias em todos os países onde as duas empresas operam.
A Embraer já foi uma estatal e hoje o governo possui uma “golden share” na companhia, ação especial que garante poder de veto em decisões estratégicas, entre elas a transferência de controle acionário.
A empresa diz que continuará listada tanto na bolsa brasileira quanto na de Nova York e que o direito de “golden share” do governo brasileiro será mantido após o acordo.
A combinação dos negócios entre Embraer e Boeing era esperada desde o fim do ano passado e já vinha sendo discutida pela administração do presidente Michel Temer, que chegou a declarar que o não aprovaria a transferência do controle da brasileira.
A Embraer e a Boeing vão criar uma joint venture na área de aviação comercial, avaliada em US$ 4,75 bilhões, da qual a norte-americana terá 80% de participação e a brasileira, 20%.
Toda a divisão de aviação comercial da Embraer será transferida para a nova empresa e a brasileira vai receber US$ 3,8 bilhões da Boeing pela fatia majoritária no negócio.
Por 15 votos a cinco, os senadores da comissão que analisa o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff aprovaram nesta sexta-feira (6) o parecer do relator Antonio Anastasia (PSDB-MG), que pede a abertura do processo. Com a aprovação da comissão, o prazo é de 48 horas (sem contar o final de semana) para o […]
Por 15 votos a cinco, os senadores da comissão que analisa o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff aprovaram nesta sexta-feira (6) o parecer do relator Antonio Anastasia (PSDB-MG), que pede a abertura do processo.
Com a aprovação da comissão, o prazo é de 48 horas (sem contar o final de semana) para o parecer ser votado novamente, agora por todos os senadores no plenário do Senado. Assim, a votação deve acontecer na próxima quarta-feira (11). No plenário, é preciso o apoio da maioria simples (41 votos, se os 81 senadores estiverem presentes). O senador Raimundo Lira (PMDB-PB), presidente da comissão, não votou.
Anastasia afirmou que nesta fase o Senado discute apenas a admissibilidade do processo, ou seja, se há elementos necessários para a abertura do processo contra a presidente. “Estamos tratando só da admissibilidade, e ela se limita a termos ou não a presença da justa causa. Ontem eu falava a justa causa é a existência plausível de elementos típicos dos fatos narrados”, disse o relator, que ainda afirmou estar com a “consciência tranquila”.
A reunião começou por volta das 10h30 da manhã. Assim que o presidente da comissão, Raimundo Lira (PMDB-PB), deu início aos trabalhos, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) pediu a palavra para reclamar de uma postagem nas redes sociais do senador Lindbergh Farias (PT-RJ), que seria contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e teria informações mentirosas, segundo Lima.
Lindbergh reafirmou a postagem, dizendo que falava sobre a retirada de direitos dos trabalhadores em um eventual governo Michel Temer. A afirmação gerou bate-boca entre os senadores. “O senhor está reiterando a infâmia”, afirmou Aloysio Nunes (PSDB-SP). “Se sua assessoria fez isso, são cúmplices da infâmia”. Nunes disse que Lindbergh iria responder no Conselho de Ética por isso.
Na sequência, após perceber que a campainha utilizada para pedir silêncio na sessão não soava tão alto quanto necessário, Raimundo Lira suspendeu a sessão por alguns minutos para que técnicos do Senado pudessem reparar o equipamento. “Vou suspender por 5 minutos enquanto troco essa campainha, que não está à altura desse momento histórico do Brasil”, disse Lira.
A presidente afastada Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (29), em discurso de 46 minutos em defesa própria no julgamento do impeachment no Senado, que é alvo de um “golpe de estado” e que não cometeu os crimes de responsabilidade pelos quais é acusada. Segundo ela, só os eleitores podem afastar um governo “pelo conjunto da […]
A presidente afastada Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (29), em discurso de 46 minutos em defesa própria no julgamento do impeachment no Senado, que é alvo de um “golpe de estado” e que não cometeu os crimes de responsabilidade pelos quais é acusada. Segundo ela, só os eleitores podem afastar um governo “pelo conjunto da obra”.
Dilma começou a discursar às 9h53, 15 minutos depois da abertura da sessão pelo presidente do julgamento, ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele conclui a fala às 10h39. O pronunciamento da presidente afastada antecede as três últimas etapas do julgamento – o interrogatório de Dilma pelos senadores, o debate entre acusação e defesa e a votação do impeachment pelos parlamentares.
No discurso, Dilma disse que “jamais” renunciaria e que é alvo de um “golpe de estado”: “Estamos a um passo da concretização de um verdadeiro golpe de estado”, declarou.
Segundo ela, o regime presidencialista do Brasil não prevê que, se o presidente perder a maioria dentro do Congresso, o mandato deve ser cassado. Dilma disse que “só o povo” pode afastar o presidente pelo “conjunto da obra”
“No presidencialismo previsto na Constituição, não basta a eventual perda de maioria parlamentar para afastar o presidente. Há que se configurar crime de responsabilidade e está claro que não houve tal crime”, disse Dilma. “Não é legitimo, como querem meus acusadores, afastar o chefe de estado e governo por não concordarem com o conjunto da obra. Quem afasta o presidente por conjunto da obra é o povo, só nas eleições”, afirmou.
Ela relacionou o que chamou de “golpe” ao governo do presidente em exercício Michel Temer, ao qual classificou como “usurpador”.
“Um golpe que, se consumado, resultará na eleição de um governo indireto e usurpador. A eleição indireta de um governo que na sua interinidade não tem mulheres nos ministérios quando o povo nas urnas escolheu uma mulher para comandar o pais. Um governo que dispensa negros na sua composição ministerial e revelou profundo desprezo pelo programa escolhido e aprovado pelo povo em 2014”, disse Dilma.
Dilma iniciou o discurso fazendo referência à tortura que sofreu como presa política durante a ditadura militar. “Não posso deixar de sentir na boca novamente o gosto amargo da injustiça e do arbítrio”, afirmou.
Segundo ela, em seu mandato como presidente, defendeu a Constituição e que jamais agiria contra a democracia. “Sempre acreditei na democracia e no estado de direito. Jamais atentarei contra o que acredito ou praticaria atos contra os interesses daqueles que me elegeram”, afirmou a presidente afastada na parte inicial de sua fala.
“Não luto pelo meu mandato por vaidade ou apelo ao poder como é próprio dos que não têm caráter. Luto pelo povo do meu país, pelo seu bem estar”, declarou.
De janeiro a outubro deste ano, foram registrados 108 crimes contra o patrimônio em Pernambuco, uma modalidade que engloba roubos e furtos a bancos, caixas eletrônicos e carros fortes. No mesmo período foram realizadas 55 tentativas. Os números foram divulgados na manhã desta segunda-feira pela Polícia Civil, durante entrevista coletiva no auditório do Departamento de […]
De janeiro a outubro deste ano, foram registrados 108 crimes contra o patrimônio em Pernambuco, uma modalidade que engloba roubos e furtos a bancos, caixas eletrônicos e carros fortes.
No mesmo período foram realizadas 55 tentativas. Os números foram divulgados na manhã desta segunda-feira pela Polícia Civil, durante entrevista coletiva no auditório do Departamento de Repressão aos Crimes contra o Patrimônio (Depatri), no Recife.
De acordo com os delegados Paulo Berenguer e Vinícius Notari, a quantidade de ocorrências consumadas de roubo a banco foram reduzidas em 37,9%, se comparadas com o mesmo período no ano passado.
Na ocasião, a Força-tarefa de Repressão aos Crimes de Roubo e Furto divulgou ainda um balanço dos trabalhos realizados e apontou a desarticulação de 13 quadrilhas e a prisão de 88 pessoas envolvidas em três ações em que foram utilizados maçaricos, três com explosivos, cinco por roubo a banco, um por assalto a carro forte e um por “pescaria”, modalidade que retira envelopes de dinheiro com um equipamento que imita um anzol. De janeiro a outubro 271 suspeitos foram indiciados e mais 95 inquéritos foram encaminhados à Justiça com autoria definida.
Ainda durante a coletiva foi apresentado o resultado de uma operação que prendeu quatro homens suspeitos de arrombamentos de agências bancárias e caixas eletrônicos no Recife e em outras cidades de Pernambuco. A Operação Chapa Quente cumpriu ainda mandados de prisão contra outros quatro acusados de participação nos crimes que já cumprem pena no regime prisional.
A quadrilha vinha sendo investigada há cinco meses pela Delegacia de Policia de Roubos e Furtos, com apoio do Núcleo Depatri e da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil, a Dintel. De acordo com a polícia, o gupo contava com a participação de integrantes de outros estados. Entre as agências arrombadas pela gangue está o Banco do Brasil de Bezerros, no Agreste de Pernambuco. Trinta policiais, entre delegados, agentes e escrivães participaram do trabalho operacional.
Por André Luis Durante a convenção da Frente Popular que acontece agora, no Clube Internacional do Recife, o senador Humberto Costa (PT), subiu ao palanque do governador e candidato a reeleição, Paulo Câmara (PSB). Ao lado de candidato a senador, Jarbas Vasconcelos (MDB), crítico ferrenho do PT, que foi obrigado a ouvir calado gritos de […]
Durante a convenção da Frente Popular que acontece agora, no Clube Internacional do Recife, o senador Humberto Costa (PT), subiu ao palanque do governador e candidato a reeleição, Paulo Câmara (PSB).
Ao lado de candidato a senador, Jarbas Vasconcelos (MDB), crítico ferrenho do PT, que foi obrigado a ouvir calado gritos de “Lula Livre” na plateia, Humberto Costa criticou Temer, como era esperado, além de dizer que Lula era perseguido, justificou o motivo da aliança entre PT e PSB dizendo que se trata de uma necessidade de união para defender o direito de Lula ser candidato e de salvar o Brasil. “A unidade nacional justificou e justifica essa união aqui hoje”.
Sobre o fato do PT ter rifado a candidatura de Marília Arraes, mesmo tendo boas perspectivas de bom desempenho eleitoral, Humberto disse que foi um gesto do partido, mostrando a união com as esquerdas e com o estado.
O senador ainda elogiou a gestão Eduardo Campos, dizendo que foi durante a sua gestão que Pernambuco mais cresceu junto com a presidência de Lula e disse Paulo Câmara, só não fez mais por Pernambuco por conta da crise que se instaurou no país. “Paulo você enfrentou a crise e gostaria de ter feito muito mais do que fez, porque além da crise sofreu a discriminação”.
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