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Blog divulga pesquisa Múltipla avaliando gestão Zeca 3.0 nesta segunda-feira

Por André Luis

Em parceria com o Instituto Múltipla, o blog divulga às dez da manhã desta segunda-feira (10), a segunda pesquisa de avaliação da gestão Zeca Cavalcanti em Arcoverde.

Foram 310 entrevistas aplicadas na população que tenha título de eleitor, more e vote no município de Arcoverde. A distribuição respeita a proporção censitária, com 91% aplicados na área urbana e 9% na zona rural.

O intervalo de confiança estimado é de 95% para uma margem de erro para mais ou para menos de 5,6%. Os dados foram coletados dia 28 de fevereiro.

Zeca assumiu sua gestão 3.0, após vencer a ex-prefeita Madalena Britto com 59,1% dos votos válidos.

Na primeira pesquisa houve avaliação positiva de 86%, no primeiro mês da nova gestão.

Em suma, o Múltipla pergunta se a população aprova ou desaprova o governo e classifica a gestão de acordo em boa, ótima, regular, ruim ou péssima.

Outras Notícias

“Datalyra” aponta favoritos para Câmara e ALEPE. Veja quais:

Saiu à meia noite desta quinta o Datalyra, a projeção do blogueiro Edmar Lyra sobre as eleições para Deputado Federal e Estadual. Os prognósticos ganharam relevância e viraram uma espécie de análise herdeira do histórico “Dataliba”, a análise tradicional do ex-vereador do Recife Liberato Costa Júnior,  falecido em 2016. Veja na leitura e texto de […]

Saiu à meia noite desta quinta o Datalyra, a projeção do blogueiro Edmar Lyra sobre as eleições para Deputado Federal e Estadual.

Os prognósticos ganharam relevância e viraram uma espécie de análise herdeira do histórico “Dataliba”, a análise tradicional do ex-vereador do Recife Liberato Costa Júnior,  falecido em 2016.

Veja na leitura e texto de Edmar quem tem chance de ficar com uma cadeira Federal ou na ALEPE:

DATALYRA 2022: Os possíveis eleitos para deputado federal

Com um quociente eleitoral estimado em 180 mil votos, levando em consideração o fim das coligações proporcionais e consequentemente uma maior quantidade de chapas, bem como a possibilidade de os partidos que não atingirem o quociente eleitoral disputarem as sobras, apresentamos a nossa projeção para a Câmara dos Deputados.

Consideramos como “eleitos” aqueles que têm chances reais de vitória, com votações significativas em eleições anteriores. Consideramos como “despontando” aqueles que possuem melhores chances de vitória, e “na briga” são aqueles que não têm garantia de vencer mas podem surpreender. Dito isto, vamos aos nomes:

PSB – 5 a 6 vagas 

Eleitos

Eriberto Medeiros

Felipe Carreras

Guilherme Uchoa Jr.

Pedro Campos

Despontando

Gonzaga Patriota

Lucas Ramos

Na briga 

Milton Coelho

Tadeu Alencar

PP – 4 a 5 vagas 

Eleitos

Clarissa Tércio

Eduardo da Fonte

Fernando Monteiro

Lula da Fonte

Na briga

Michele Collins

PL – 3 a 4 vagas 

Eleitos

André Ferreira

Fernando Rodolfo

Pastor Eurico

Na briga 

Coronel Meira

PT/PV/PCdoB – 3 a 4 vagas

Eleitos

Clodoaldo Magalhães

Carlos Veras

Despontando

Liana Cirne

Renildo Calheiros

Na briga 

Dulcicleide Amorim

União Brasil – 2 a 3 vagas 

Eleito

Fernando Filho

Despontando

Luciano Bivar

Mendonça Filho

Na briga 

Dilson Oliveira

Republicanos – 2 a 3 vagas

Eleito

Silvio Costa Filho

Despontando

Augusto Coutinho

Na briga 

Ossesio Silva

MDB – 1 a 2 vagas 

Despontando

Iza Arruda

Na briga 

Raul Henry

Podemos – 1 a 2 vagas 

Eleito

Ricardo Teobaldo

Na briga 

Andreza Romero

Solidariedade – 2 vagas 

Eleitas

Fabiola Cabral

Maria Arraes

Avante – 1 vaga 

Eleito

Waldemar Oliveira

PSDB/Cidadania – 0 a 1 vaga 

Na briga

Daniel Coelho

PSOL/Rede Sustentabilidade – 0 a 1 vaga 

Na briga

Tulio Gadêlha

Robeyoncé

PDT – 0 a 1 vaga

Na briga  

Wolney Queiroz

DATALYRA 2022: Os possíveis eleitos para deputado estadual

Com um quociente eleitoral estimado em 90 mil votos, levando em consideração o fim das coligações proporcionais e consequentemente uma maior quantidade de chapas, bem como a possibilidade de os partidos que não atingirem o quociente eleitoral disputarem as sobras, apresentamos a nossa projeção para a Assembleia Legislativa de Pernambuco.

Consideramos como “eleitos” aqueles que têm chances reais de vitória, com votações significativas em eleições anteriores. Consideramos como “despontando” aqueles que possuem melhores chances de vitória, e “na briga” são aqueles que não têm garantia de vencer mas podem surpreender. Dito isto, vamos aos nomes:

PSB – 15 a 17 vagas 

Eleitos

Aglailson Victor

Davi Muniz

Dannilo Godoy

Eriberto Filho

Francismar Pontes

Gleide Angelo

Jarbas Filho

Rodrigo Farias

Rodrigo Novaes

Simone Santana

Despontando

Diogo Moraes

Franz Hacker

Sileno Guedes

Tony Gel

Na briga 

Aderaldo Pinto

Aluisio Lessa

Hélio Guabiraba

Isaltino Nascimento

José Patriota

Junior Matuto

Marco Aurélio

Paulo Dutra

Paulo Jucá

Waldemar Borges

PP – 8 a 10 vagas 

Eleitos

Antonio Moraes

Claudiano Filho

Cleiton Collins

Henrique Queiroz Filho

Pastor Júnior Tércio

Despontando

Antonio Fernando

Adauto Santos

Clovis Paiva

Erick Lessa

Roberta Arraes

Na briga

Chico Kiko

Jefferson Timóteo

Kaio Maniçoba

União Brasil – 5 a 6 vagas 

Eleitos

Antonio Coelho

Chaparral

Romero Albuquerque

Romero Sales Filho

Edson Vieira

Na briga 

Socorro Pimentel

Zeca Cavalcanti

PSDB/Cidadania – 3 a 4 vagas 

Eleitos

Alvaro Porto

Debora Almeida

Despontando

Izaias Regis

Na briga 

Allan Carneiro

Alcides Cardoso

Joaquim Neto

Lucinha Mota

Ramos

PL – 4 a 5 vagas 

Eleitos

Alberto Feitosa

Joel da Harpa

Despontando

Nino de Enoque

Rebeca Lucena

Renato Antunes

Na briga 

Adeildo da Igreja

Dr. Valdi

PT/PV/PCdoB – 5 a 6 vagas 

Eleitos

Doriel Barros

Joaquim Lira

Despontando

Heleno Araújo

João Paulo Costa

João Paulo Lima

Odacy Amorim

Na briga 

Gilmar Junior

João Nadegi

Solidariedade – 4 a 5 vagas

Eleitos

Gustavo Gouveia

Luciano Duque

Lula Cabral

Despontando

Fabrizio Ferraz

Jorge Carreiro

Wanderson Florencio

Na briga 

Julio Lossio Filho

Rossine Blesmany

Republicanos – 2 a 3 vagas 

Eleitos

Tiago Pontes

William Brigido

Despontando

Dido Vieira

Mario Ricardo

Na briga 

Claudia Lupercio

PSOL/Rede Sustentabilidade – 1 a 2 vagas

Eleita

Dani Portela

Despontando

Juntas

Patriota – 1 a 2 vagas 

Despontando

Fabinho Lisandro

Joãozinho Tenório

Na briga 

Beto Accioly

Bruno Pereira

Luciano Pacheco

PDT – 0 a 1 vaga 

Despontando

Zé Queiroz

Mais um no apoio a Felipe Carreras

Tendo o Partido Socialista Brasileiro como única legenda da minha trajetória política, não poderia me esquivar em um momento como este, em que os parlamentares que votaram a favor da Reforma da Previdência estão sob a possibilidade de expulsão. Assim como eu, o deputado federal pernambucano Felipe Carreras, em todo seu histórico político, pertenceu aos […]

Tendo o Partido Socialista Brasileiro como única legenda da minha trajetória política, não poderia me esquivar em um momento como este, em que os parlamentares que votaram a favor da Reforma da Previdência estão sob a possibilidade de expulsão. Assim como eu, o deputado federal pernambucano Felipe Carreras, em todo seu histórico político, pertenceu aos quadros do PSB.

Neste cenário, é preciso que o PSB Nacional faça uma avaliação ponderada sobre o caso. É certo que o partido fechou questão contra a Reforma da Previdência, mas não se deve jogar ignorar uma trajetória de décadas, como é o caso da vida pública de Felipe Carreras, que ainda muito jovem participou de importantes campanhas do PSB em Pernambuco, tendo assumido importantes funções como a de chefe de gabinete do ex-governador Miguel Arraes, secretário de Turismo na Prefeitura do Recife, no Governo do Estado e, ainda, sido eleito duas vezes deputado federal com expressiva votação em Pernambuco.

Vale salientar que o meu posicionamento sobre a Reforma, como tenho falado há meses, é totalmente contra o projeto apresentado pelo atual governo. Assim como o presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, defendo que o caso de Felipe Carreras, com quem tive a responsabilidade de fazer parcerias exitosas na cidade do Recife, seja melhor avaliado. O PSB não pode perder um quadro histórico e importante como Felipe por uma votação. É preciso considerar toda sua história de lealdade e serviços prestados ao partido e, sobretudo, ao povo pernambucano. Neste contexto, vale lembrar que divergências sobre temas importantes como a Reforma da Previdência fazem parte da democracia. Como socialista, acredito que deve-se buscar diálogo e equilíbrio sobre este tema.

Diogo Moraes
Deputado estadual e vice-líder do Governo na Alepe

Ministro diz a Armando que negociará solução para a Hemobrás

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, declarou, nesta quarta-feira (2), ao senador Armando Monteiro (PTB-PE), em audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), que a decisão final de produção no País do fator recombinante de coagulação, essencial no tratamento da hemofilia, será negociada, “de forma transparente”, com a bancada federal de Pernambuco. Barros defende […]

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, declarou, nesta quarta-feira (2), ao senador Armando Monteiro (PTB-PE), em audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), que a decisão final de produção no País do fator recombinante de coagulação, essencial no tratamento da hemofilia, será negociada, “de forma transparente”, com a bancada federal de Pernambuco.

Barros defende a instalação de uma fábrica do fator recombinante em Maringá, no Paraná, sua principal base eleitoral, o que, segundo os deputados federais e senadores pernambucanos, impediria a produção do insumo em Goiana pela empresa de hemoderivados Hemobrás. Sem o fator recombinante, de alta sofisticação tecnológica e elevado valor agregado, a estatal se tornará economicamente inviável, argumentam os parlamentares.

“A bancada federal de Pernambuco quer construir, sem demagogia, sem espírito provinciano, sem caráter regionalista, uma solução que permita também à Hemobrás aprofundar a parceria com a iniciativa privada para fabricar o fator recombinante. Lutarei até o último momento para que o Polo Farmacoquímico e de Biotecnologia de Goiana avance nas novas fronteiras tecnológicas”, enfatizou Armando.

“Não tomarei nenhuma decisão sem consultar a bancada de Pernambuco. Se for necessário, irei ao estado para discutir o assunto”, respondeu o ministro da Saúde. Ricardo Barros informou que o grupo Shire, parceiro da Hemobrás na fabricação do fator recombinante, comunicou ao Ministério da Saúde ter ampliado de US$ 30 milhões para US$ 300 milhões o valor do seu investimento na conclusão da unidade de Goiana de produção do fator recombinante.

Nos debates da audiência pública, Armando Monteiro alertou Ricardo Barros para os riscos na atração de investimentos estrangeiros se o Ministério da Saúde vir a quebrar o contrato da Hemobrás com o grupo Shire, firmado por meio de uma PDP (Parceria para o Desenvolvimento Produtivo).

Debate sobre previdência e gestão foi quente na AMUPE

Quem mais contribui para o déficit da Previdência é a própria União que não realiza o recolhimento da contribuição patronal e contabiliza como déficit.  O endividamento dos municípios ao INSS já supera os 150 bilhões. Assim foram abertos os debates sobre a Reforma da Previdência, e os Regimes Próprios, com os consultores da CNM Sérgio […]

Fotos: Alex Brassan

Quem mais contribui para o déficit da Previdência é a própria União que não realiza o recolhimento da contribuição patronal e contabiliza como déficit.  O endividamento dos municípios ao INSS já supera os 150 bilhões. Assim foram abertos os debates sobre a Reforma da Previdência, e os Regimes Próprios, com os consultores da CNM Sérgio Aureliano e Carlos Esteves da Agenda Assessoria. Os debates aconteceram durante toda esta manhã na sede da Amupe.

Foram tratados também, questões como a Dívida Previdenciária dos Municípios, Encontro de Contas Previdenciária, que é uma das lutas históricas das Associações Municipalistas junto com a CNM. Pernambuco, hoje tem 146 municípios no Regime Próprio de Previdência e 38 no Regime Geral. Esse tema foi motivo de muitos questionamentos , principalmente na questão de gestão dos RPPS.

A partir da instituição do RPPS, por lei, os servidores titulares de cargos efetivos são separados do INSS e passam a ter sua vida previdenciária gerida pelas próprias administrações municipais, seguindo obrigatoriamente parâmetros administrativos específicos, aplicados a essa gestão.

O estado de Pernambuco possui uma das maiores quantidades de Redes Previdenciárias Próprias instituídos em relação ao total de municípios, quando comparado a outros estados. A maioria desses RPPS passam, hoje, por algum tipo de percalço administrativo, em grande parte das vezes resultado de gestões que não observaram a importância e seriedade com que devem ser tratados os RPPS, sendo hoje, um dos principais motivos de rejeição de contas dos gestores municipais, apontado pelo TCE/PE.

 “O que queremos é entender a Reforma que está se propondo a fazer e o impacto que ela causa nos Regimes Próprios de Previdência. O Seminário serviu também para mostrar que há histórias de  sucesso nas RPPS e que não é milagre, os gestores precisam entrar nas regras e buscar suporte técnico”, disse o presidente da Amupe, José Patriota.

O exemplo de sucesso veio de Mato Grosso com 55 municípios que fazem bem o seu dever de casa, que são regimes com gestão eficaz e eficiente no gerenciamento do sistema. Quem contou a história de sucesso foi Carlos Esteves, assessor da Associação Matogrossense de Municípios (AMM ).

“PE não terá carro mais caro do País”, diz secretário à Fenabrave

Por: Renata Bezerra de Melo / Folha Política Na terça (20) pela manhã, o secretário executivo da Fazenda, Bernardo D’Almeida, foi à mesa com associados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), acompanhados de seu advogado. Na pauta, a tributação de 2% a mais sobre produtos que o secretário define como “não essenciais”, […]

Foto: Reprodução / YouTube

Por: Renata Bezerra de Melo / Folha Política

Na terça (20) pela manhã, o secretário executivo da Fazenda, Bernardo D’Almeida, foi à mesa com associados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), acompanhados de seu advogado. Na pauta, a tributação de 2% a mais sobre produtos que o secretário define como “não essenciais”, entre eles “carros com valor acima de R$ 50 mil e motocicletas com motor de pistão alternativo de cilindrada superior a 250 cm³”. Nesses casos, a cobrança do ICMS passa de 12% para 14%.

Diante do alerta já feito pela Fenabrave e registrado pela Folha, de que Pernambuco perderia vendas para Estados vizinhos, o secretário tratou de telefonar para o secretário executivo da Paraíba. “Quando disseram que as pessoas iam começar a comprar carros na Paraíba, que, hoje, cobra 15%… Isso a gente fez com advogado da Fenabrave e o secretário executivo da Paraíba para desmistificar, Pernambuco não vai ter o carro mais caro do País”.

À Fenabrave, o secretário argumentou que Pernambuco faz um movimento ao contrário ao nacional. Segundo ele, 60% dos pernambucanos, que adquiriram veículos de janeiro a outubro, não seriam penalizados, caso essa medida já tivesse sido tomada. “São 60% do total de consumidores que compram veículos abaixo de R$ 50 mil e 40% compram acima de R$ 50 mil reais”, relatou Bernardo D’Álmeida em entrevista à coluna digital No Cafezinho.

A Fenabrave alertara para números inversos que davam conta de que a maioria compraria carros acima de R$ 50 mil. Os carros são apenas um dos itens que sofrerão tributação de 2% a mais no ICMS como meio para que o Governo do Estado possa viabilizar a Nota Fiscal Solidária, que equivaleria ao o 13º do Bolsa Família, prometido pelo governador Paulo Câmara na campanha eleitoral.

O que a oposição vem tachando de “aumento de imposto” Bernardo D’Álmeida define como “transferência de renda para pessoas em situação de pobreza ou de extrema pobreza”. Em outras palavras, Bernardo realça: “Estamos devolvendo aos pobres, que são aqueles que pagam mais impostos nos países da América Latina, inclusive o Brasil”.

A metodologia da devolução é através da nota fiscal eletrônica. Leia-se: para conseguir os R$ 150 reais, que seria o 13º do Bolsa Família, a pessoa terá que consumir, segundo as contas da própria Secretaria da Fazenda, R$ 500 ao mês em produtos da cesta básica. “A família pernambucana é trabalhadora, não pega bolsa família e deixa de trabalhar”, aposta o secretário executivo.