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Belmonte: Presidente da Câmara nega ter sacado arma e diz que, ao contrário, foi ameaçado

Por Nill Júnior
Zé Lucas, Presidente,  negou a acusação
Zé Lucas, Presidente, negou a acusação

O Presidente da Câmara de vereadores de São José do Belmonte, Zé Lucas (PRP), se posicionou sobre a acusação de que teria sacado uma pistola para atirar no vereador Sargento Diniz (PR) , após negar cedência da casa para evento da Geres. Foi no programa Frente a Frente, usado direito de resposta.

“Em resposta ao advogado Rômulo (filho do sargento Diniz), venho até este meio responder a ele. Ele não pode contar o fato porque não estava presente . Primeiramente, o Pedro (funcionário da Geres) não estava inscrito na tribuna e levou o assunto para o vereador tratar comigo sobre ceder o plenário da Câmara. Não cedi porque da última vez que usaram a Câmara deixaram ao casa suja, plenário sujo, imundo, e queimaram os fones do computador da sala que grava”.

Acrescentou o presidente da casa que, pelo regimento, ninguém pode entrar armado na Câmara. “Ele vai armado todo dia, vai até pra Igreja armado. Eles falaram que eu saquei arma para o vereador. Ele se levantou da bancada quando eu neguei, bateu na mesa e pediu aparte. Pelo regimento ele não pode pedir aparte do presidente”.

Segue sua versão: “Ele bateu na mesa, se levantou, pegou no cabo do revólver e veio em direção ao presidente me chamando de merda. Eu disse que merda era ele. Foi a única coisa que respondi. Ele veio se aproximando da mesa, outro vereador pegou ele, e eu me levantei pra sair da frente do plenário que ele estava armado. É de conhecimento que ele anda armado”.

Lucas terminou acusando: “Rômulo, não se preocupe com minha pessoa andar armada não. Se preocupe com seu pai, porque ele de um tiro só matou dois irmãos aqui em Belmonte numa festa com mais de 2 mil pessoas num clube. Zé Lucas não responde a processo nenhum desse tipo na justiça não”, concluiu. Ouça:

Outras Notícias

Divulgada imagem de viatura após acidente que matou PRF

Animal na pista foi causa do acidente. Segunda vítima tem raízes no Pajeú. O policial rodoviário identificado por Clóvis Guerra da Silva morreu em um acidente na BR-316, no quilômetro 103,8, em Bodocó, no Sertão de Pernambuco. A colisão aconteceu entre a viatura da Polícia Rodoviária Federal (PRF), um animal e um caminhão. A fatalidade […]

Animal na pista foi causa do acidente. Segunda vítima tem raízes no Pajeú.

O policial rodoviário identificado por Clóvis Guerra da Silva morreu em um acidente na BR-316, no quilômetro 103,8, em Bodocó, no Sertão de Pernambuco.

A colisão aconteceu entre a viatura da Polícia Rodoviária Federal (PRF), um animal e um caminhão. A fatalidade aconteceu no sábado (17).

Primeiro, a viatura colidiu no animal, em seguida, o motorista perdeu o controle do veículo e bateu de frente com o caminhão e capotou. Segundo a própria PRF, o policial rodoviário que estava como motorista da viatura, Bruno Góis, com raízes na região do Pajeú, foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros para o Hospital Regional de Ouricuri. Já Clóvis Guerra, que estava como passageiro, não resistiu e morreu no local.

O motorista do caminhão não se feriu. Uma equipe da PRF foi ao local e realizou o teste do bafômetro com o motorista do caminhão. O resultado indicou que ele não havia consumido bebida alcoólica. Imagem divulgada da ocorrência mostra a viatura da PRF totalmente destruída. A Polícia Civil vai investigar o caso.

Professor inova e dá aula de matemática na Serra da Matinha

Por Maria Brassan Teorema de Pitágoras, regra de 3, volume e cilindro. Quem disse que não pode existir um jeito novo e muito mais interessante de aprender os conceitos de matemática? O que a Serra da Matinha, a piscina da Escola, e a sala de aula tem em comum? Para o professor Diogo Araújo tudo […]

Por Maria Brassan

Teorema de Pitágoras, regra de 3, volume e cilindro. Quem disse que não pode existir um jeito novo e muito mais interessante de aprender os conceitos de matemática? O que a Serra da Matinha, a piscina da Escola, e a sala de aula tem em comum? Para o professor Diogo Araújo tudo pode ser transformado em experiências que contribuem com o aprendizado dos alunos.  

Nada como aprender sobre distância, tamanho da hipotenusa e variação de temperatura a partir da Serra da Matinha, e foi essa experiência que o professor proporcionou a turma do 9º D da Escola Cônego Luiz Gonzaga Vieira de Melo, no município de Carnaíba. 

“Eu já tinha o costume de ir com minha família para a Serra da Matinha, aí surgiu a oportunidade de levar os alunos e nós fizemos a programação em cima de atividades relacionadas a situações que abordassem o cotidiano dos alunos, aproveitando o cenário natural. Foi uma aula viva e lúdica”, explicou Diogo.

Mesmo na escola, o professor é incansável em descobrir novas formas de transmitir o conhecimento. Para estudar volume, cubo e prisma, os alunos aprenderam sobre transformação de medidas com as piscinas da escola, já para aprimorar área e perímetro, fizeram uma planta baixa do local. 

“Nossa próxima atividade será iniciar um projeto de paisagismo nas dependências da escola”, avisou o criativo professor.

Para a Serra da Matinha, foram convidados os colegas João Paulo, que também leciona matemática e Amanda Karen professora de português.

“Foi uma experiência diferente pra todo mundo, eu nunca tinha ido e poder associar isso a uma atividade da escola foi muito marcante. Pelo que ouvimos dos alunos, para eles também foi uma experiência única”, afirmou João Paulo.  

A professora Amanda Karen também atesta: “Foi um dia de aprendizado e muita diversão!”.

A aluna Mariana Medeiros, 14, ficou eufórica desde que soube que iam para a Serra da Matinha, mas quando chegou lá, a experiência foi ainda melhor ao se deparar com a vista do local.

“Quando eu cheguei na pedra da janela, vi o quanto a natureza era linda e como a vida é bela! Esse dia ficou marcado na minha memória porquê foi o dia em que, além da gente aprender o conhecimento, visitamos coisas novas e nos divertimos, tudo isso em um só conjunto e em um só dia!”, sintetizou.

Em tempos de comemoração ao centenário de Paulo Freire, os professores de Carnaíba fazem valer os ensinamentos do mestre: “A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria”.

Em Itapetim, Flávio Leandro abriu São Pedro 2015

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Da Ascom

Com a Praça Rogaciano Leite lotada de forrozeiros, foram abertos, ontem (27/06), os shows no palco principal da festa do padroeiro São Pedro 2015, que é promovida pela Prefeitura de Itapetim, através da Secretaria de Cultura.

Gila do Acordeom foi a primeira atração a subir ao palco, seguido da Banda Bonde das Tandinhas, que botou o público para dançar com o seu repertório envolvente e recheado de sucessos.

A atração mais aguardada da noite se apresentou logo depois da Banda Bonde das Tandinhas. O cantor, poeta e compositor Flávio Leandro cantou e encantou os forrozeiros ao som e energia da autêntica e legitima música nordestina.

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Forró da Brucelose e Gilson Neto foi a última atração a subir ao palco e também agradou o público, que tirou o pé do chão com os sucessos que marcaram época.

Os shows seguem neste domingo (28/07), quando se apresentam Forró Novo, Forró Sereno, Xote do Bem, Pinga Fogo, Nordestinos do Forró e Expresso Pau de Arara.

MPF defende cassação do prefeito de Cabrobó por distribuição de combustíveis

Parecer da Procuradoria Regional Eleitoral aponta esquema organizado para compra de votos e abuso de poder econômico nas eleições de 2024 O Ministério Público Federal (MPF), por meio da Procuradoria Regional Eleitoral em Pernambuco, manifestou-se pela manutenção da sentença que cassou os diplomas do prefeito de Cabrobó, Elioenai Dias Santos Filho (conhecido como Galego de […]

Parecer da Procuradoria Regional Eleitoral aponta esquema organizado para compra de votos e abuso de poder econômico nas eleições de 2024

O Ministério Público Federal (MPF), por meio da Procuradoria Regional Eleitoral em Pernambuco, manifestou-se pela manutenção da sentença que cassou os diplomas do prefeito de Cabrobó, Elioenai Dias Santos Filho (conhecido como Galego de Nanai), e da vice-prefeita Georgia Fernanda Torres de Oliveira. O parecer, assinado nesta quarta-feira (25), reforça as acusações de abuso de poder econômico e captação ilícita de sufrágio — a popular “compra de votos”.

O caso teve origem em investigações sobre a distribuição irregular de combustíveis e “vales-abastecimento” a eleitores no dia 28 de setembro de 2024. Além da cassação, a Justiça Eleitoral de primeira instância já havia aplicado multas de R$ 5 mil e declarado a inelegibilidade do prefeito, da vice e de familiares do gestor por um período de oito anos.

O esquema nos postos de combustíveis

De acordo com o documento assinado pelo procurador regional eleitoral auxiliar Roberto Moreira de Almeida, testemunhas relataram filas extensas nos postos “Valdivino” e “Limarques” em datas próximas ao pleito. Veículos adesivados com o número da campanha da chapa majoritária eram abastecidos mediante a entrega de “papéis brancos”, que funcionavam como vales.

A perícia técnica e financeira realizada no Posto Limarques detectou discrepâncias significativas nas contas do estabelecimento, com saídas anormais de combustível vinculadas à campanha eleitoral. O Ministério Público destacou que a prática não foi um incidente isolado, mas um esquema organizado e contínuo.

Participação da família e núcleo operacional

Um dos pontos centrais do parecer é a rejeição dos recursos apresentados pelo pai do prefeito, Elioenai Dias Santos, e pelo irmão, Eliel Augusto de Souza Santos. A defesa alegava que eles não ocupavam cargos oficiais na campanha.

Contudo, relatórios da Polícia Federal e dados extraídos de celulares indicam que ambos atuavam no núcleo operacional do ilícito. Eliel teria negociado volumes e valores diretamente com o gerente do posto, enquanto o pai participava da logística e dos pagamentos, utilizando empresas e intermediários para ocultar a origem dos recursos.

Validade das provas e próximos passos

Os recorrentes tentaram anular o processo questionando a apreensão do celular do gerente do posto, alegando uma busca genérica de provas (prática conhecida juridicamente como fishing expedition). O MPF, entretanto, ressaltou que a legalidade da apreensão já foi confirmada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PE) em julgamento anterior de Habeas Corpus.

Para o Ministério Público, a ampla diferença de votos obtida pelo prefeito nas urnas não apaga a gravidade da conduta. O parecer enfatiza que a punição visa proteger a lisura e a moralidade das eleições, impedindo que o uso excessivo de recursos financeiros desequilibre a disputa democrática.

Com o parecer da Procuradoria, o processo segue para julgamento definitivo pelo colegiado do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco. Caso a sentença seja mantida, os gestores perdem os cargos e novos prazos de inelegibilidade passam a ser aplicados. Veja aqui a íntegra da decisão.