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Barragem de Serrinha: Secretário serra-talhadense quer Audiência Pública para discutir futuro do reservatório

Publicado em Notícias por em 27 de janeiro de 2015

Com menos de 15%, barragem que atende moradores de Serra,  Mirandiba,  Floresta e outras comunidades pode ter comportas fechadas

O Secretário de Agricultura de Serra Talhada, Euclides Ferraz, defendeu em entrevista ao programa Frente a Frente, com Magno Martins, uma Audiência Pública para debater a utilização da água da Barragem de Serrinha, que pode em pouco tempo entrar em colapso.

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O Secretário Euclides Ferraz

“A situação é muito difícil. Estive na Barragem de Serrinha e fiquei muito preocupado, pois a barragem está secando. O gestor do Dnocs informou que diminuíram a vazão da Barragem. Serrinha está com 15% de sua capacidade que é de 311 milhões de metros cúbicos”, alertou. Ele informou que do dia 15 de dezembro até hoje foram derramados 12 milhões de metros  cúbicos de água no curso da Barragem.

“Queremos que o gestor do Dnocs tome providência razoável porque é muito séria a situação. Já temos várias comunidades abastecidas com carros pipa. Queremos evitar um prejuízo como o de Brotas que secou a anos atrás”.

As águas que descem pelas comportas da Barragem de Serrinha dão segurança hídrica a agricultores de Mirandiba e Floresta. Ferraz quer convocar uma Audiência Pública para uma discussão sobre a utilização da água daqui pra frente. “Se secar não tem mais o que discutir”, advertiu.

Euclides quer Audiência Pública para discutir água que resta. Comportas podem ser fechadas

Euclides quer Audiência Pública para discutir água que resta. Comportas podem ser fechadas

A Barragem é administrada pelo Dnosc mas existe um Conselho Gestor. “Já se  diminuiu a vazão na comporta mas está todo ano derramando água não pode ficar como está. Dia 31 a informação é de que será fechada a comporta e haverá um a reunião para discutir o uso do que resta”.

Ele disse que há necessidade de conclamar os políticos sertanejos da área atendida como Caio Maniçoba de Floresta e outros. “Aquele é um patrimônio de Pernambuco e do Brasil”, concluiu.

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