Bares, restaurantes e academias reabrem com restrições segunda no Grande Recife e Zona da Mata
Por Nill Júnior
A partir da próxima segunda-feira (20.07), após avaliação do Gabinete de Enfrentamento à Covid-19, a Macrorregião de Saúde I entra na Etapa 6 do Plano de Convivência.
Será liberado o funcionamento de serviços de alimentação, com horário reduzido, permanecendo fechados das 20h às 6h, e academias de ginástica, com novos protocolos. Os municípios contemplados são os da Região Metropolitana do Recife (RMR) e Matas Norte e Sul.
Foi liberada, ainda, a realização, sem público, de jogos de futebol em todo o estado a partir do próximo dia 19. Em acordo firmado com a Federação Pernambucana de Futebol (FPF), ficou definido que as duas partidas finais do Campeonato Estadual serão realizadas na Arena de Pernambuco.
Já a Macrorregião de Saúde II, que abrange as cidades do Agreste, permanecerá na Etapa 4 – fase em que estão desde o último dia 13 de julho. Esta etapa permite o funcionamento das lojas de varejo de rua, salões de beleza e estética, comércio de veículos, incluindo serviço de aluguel e vistoria, com 50% da carga, construção civil com 100% do efetivo e shoppings centers com atendimento presencial.
As cidades das Macrorregiões III e IV, que compreendem o Sertão pernambucano, também permanecerão na Etapa 4 do Plano de Convivência com a Covid-19. Ou seja, não avançam e permanecem como estão.
A avaliação feita pelo Gabinete de Enfrentamento à Covid-19 de Pernambuco é contínua e leva em consideração indicadores de saúde, como o número de casos registrados, de óbitos, pressão sobre a rede hospitalar, entre outros fatores que contribuem para o planejamento de combate à pandemia.
Essa análise permitirá, caso necessário, a implantação de medidas restritivas específicas e a possibilidade de recuo das regiões na retomada das atividades econômicas.
O Tribunal de Contas de Pernambuco realiza nesta quarta-feira (27) uma grande operação para avaliar as condições de segurança dos veículos que fazem o Transporte Escolar dos alunos das escolas públicas municipais. Cerca de 250 pessoas da equipe de auditoria do TCE, comandadas pela Diretoria de Controle Externo, estão envolvidas na fiscalização que é simultânea, […]
O Tribunal de Contas de Pernambuco realiza nesta quarta-feira (27) uma grande operação para avaliar as condições de segurança dos veículos que fazem o Transporte Escolar dos alunos das escolas públicas municipais. Cerca de 250 pessoas da equipe de auditoria do TCE, comandadas pela Diretoria de Controle Externo, estão envolvidas na fiscalização que é simultânea, abrangendo todos os 183 municípios do Estado. A exceção é Recife, que não dispõe do serviço de transporte escolar.
Durante as visitas, os auditores avaliaram desde a documentação, como a idade e as condições dos veículos (faróis, lanternas, estepe, extintores de incêndio, cintos de segurança, entre outros itens); se o modelo é adequado à finalidade; se o serviço é prestado com autorização do DETRAN/PE e se os condutores são devidamente habilitados para a função.
Uma sala de monitoramento foi montada no prédio do TCE para receber informações, em tempo real, das equipes em campo, sob a supervisão da Diretoria de Controle Externo e do Departamento de Controle Municipal.
Até o final da manhã, 443 veículos tinham sido inspecionados em 135 municípios. Deste total, 99% apresentavam irregularidades, a maior parte ausência de selo de inspeção emitido pelo Detran, falta de cintos de segurança, pneus em péssimo estado de conservação, entre outras.
A partir dos dados coletados, serão gerados relatórios por município que serão enviados às respectivas prefeituras. Caso seja necessário, poderão ser expedidos Alertas de Responsabilização ou medidas cautelares, chamando a atenção para os problemas encontrados e que deverão ser solucionados pelos gestores municipais. Os prefeitos que não atenderem às medidas necessárias estarão sujeitos à responsabilização, aplicação de multa e poderão ter as suas contas julgadas irregulares, dentre outras penalidades.
O transporte escolar é prestado no Estado por cerca de seis mil veículos contratados para atender aproximadamente 355 mil alunos da rede pública de ensino. Estima-se que R$ 275 milhões sejam gastos anualmente pelas prefeituras pernambucanas com essa finalidade.
O serviço atende atualmente cerca de 5,5 milhões de jovens e crianças em todo o país. O transporte escolar é uma das políticas públicas de maior relevância socioeducacional do Brasil, representando, em muitos casos, a única conexão viável entre a residência do aluno da zona rural e o ambiente escolar mais próximo da sua casa. Por conta disso, a temática foi incluída entre os projetos prioritários do Plano de Controle Externo 2021-2022 do TCE.
“A iniciativa foi uma das prioridades da gestão do presidente Ranilson Ramos, principalmente após os recentes acidentes ocorridos em Pombos, Pesqueira, Araripina, Chã de Alegria e Vicência, em especial o de Riacho das Almas, que levou quatro crianças a óbito”, destacou o diretor de Controle Municipal do TCE, Eduardo Siqueira.
ATUAÇÃO
Em março (4) deste ano, o TCE publicou a Resolução TC nº 167/2022 com algumas medidas a serem adotadas pelo Estado e municípios para garantir a segurança de alunos de escolas públicas beneficiados por esse tipo de transporte. O
utras medidas adotadas pela instituição para melhorar a qualidade da prestação do serviço foram o projeto “Transportando o Nosso Futuro” e a elaboração do Manual do Transporte Escolar (Resolução TC nº 156/2021) e de um modelo de Contratação e Execução do Serviço de Transporte Escolar na gestão, que deverá levar à redução de custos para os cofres públicos nesta área.
Um Acordo de Cooperação Técnica também foi assinado pelo Tribunal, em novembro do ano passado, com a Escola de Contas, o governo do Estado e o grupo Neoenergia, de forma a buscar soluções e aprimorar o serviço em Pernambuco.
O Transporte Escolar é regulamentado pelo Código de Trânsito de Brasileiro (artigos 136 a 139), que estabelecem os requisitos mínimos para a condução coletiva de escolares; pela Resolução CONTRAN nº 912/22, que define os equipamentos obrigatórios para a frota de veículos em circulação; e pela Portaria DP nº 002 – DETRAN/PE, de 2009, que traz os critérios básicos para a expedição de autorização de circulação destinada aos veículos de transporte de escolar.
Uma parceria com o DETRAN forneceu informações ao TCE sobre os condutores e veículos escolares inspecionados pelo departamento de trânsito. Essas informações estão sendo cruzadas com os dados fornecidos pelas prefeituras. O DETRAN também disponibiliza uma cartilha que orienta sobre como saber se o transporte escolar atende às normas de segurança.
A Companhia Pernambucana de Saneamento, Compesa, divulgou nesta quinta-feira (23), que as fortes chuvas que caíram no Agreste e Sertão de Pernambuco elevaram as barragens localizadas no interior do estado. No Sertão de Pernambuco, a Barragem de Brejinho, na cidade de Triunfo saiu de 14% para 54% de armazenamento, nos últimos dias, levando a Compesa […]
A Companhia Pernambucana de Saneamento, Compesa, divulgou nesta quinta-feira (23), que as fortes chuvas que caíram no Agreste e Sertão de Pernambuco elevaram as barragens localizadas no interior do estado.
No Sertão de Pernambuco, a Barragem de Brejinho, na cidade de Triunfo saiu de 14% para 54% de armazenamento, nos últimos dias, levando a Compesa a iniciar os testes para a redução do rodízio no abastecimento do município.
Já no Agreste, o manancial que teve o aumento mais expressivo foi a Barragem de São Jacques, localizada na cidade de Canhotinho, que aumentou em 22,83% o seu nível de acumulação. Saindo de 44,48% da medição realizada no dia (17), para 67,31% nesta quinta-feira (23).
A Barragem de Poço Fundo, em Santa Cruz do Capibaribe, elevou seu nível em 8,28% ficando com 9,81% da sua capacidade.
Em Caruaru, a Barragem de Tabocas, acumulou 7,42% de água no período, passando para 73,11% de acumulação. Os demais mananciais do Agreste tiveram acumulação abaixo de 2%. As informações são do Sertão Notícias PE.
Município foi informado antes que grupo chegaria 22h30, indicando que bastava comunicar alteração à população com antecedência. Problemas no trio também atrasaram início do show Grupo trouxe posicionamento e agradeceu suporte da gestão e público que aguardou A banda Fulô de Mandacaru entrou em contato com o blog para se posicionar diante do episódio do […]
Município foi informado antes que grupo chegaria 22h30, indicando que bastava comunicar alteração à população com antecedência.
Problemas no trio também atrasaram início do show
Grupo trouxe posicionamento e agradeceu suporte da gestão e público que aguardou
A banda Fulô de Mandacaru entrou em contato com o blog para se posicionar diante do episódio do atraso no show da noite desta terça no carnaval de Afogados da Ingazeira.
Segundo a nota, a banda esclareceu que o evento estava planejado com concentração as 20h e início às 21h, conforme pactuado com a direção do evento.
Entretanto, na terça (21) a Banda Fulô de Mandacaru realizou um primeiro show na cidade de Lagoa dos Gatos as 16h e depois seguiu para Afogados da Ingazeira, a quase 300 quilômetros.
O fato que merece destaque é que a alteração foi comunicada com antecedência à organização da festa, ou seja, à prefeitura de Afogados da Ingazeira. “Nossa produção informou na parte da tarde (13h) à organização do evento que a banda chegaria às 22h30”. A declaração levanta o questionamento sobre o porquê de não ter sido informada a alteração pela prefeitura, o que pouparia o desgaste e queixas de atraso. Registre-se, a banda não criticou a gestão, apenas posicionando seu lado na história.
A Banda Fulô de Mandacaru acrescentou que chegou em Afogados as 22h20, e já estava no trio as 22h35, “sendo surpreendida por problemas técnicos do trio elétrico, em especial, queda de energia, dentre outras questões técnicas”.
A própria equipe da banda buscou resolver o problema. “Nossa equipe empreendeu esforços para solucionar os problemas técnicos do trio e iniciar o show o mais rápido possível”. O blog apurou que foram identificadas quedas de tensão, problemas com cabeamento e até mecânico, o que atrasou o início.
“Reiteramos nossa gratidão à toda diretoria do Bloco Pra Frente que nos deu todas as condições de realizarmos nosso trabalho, ao amigo e prefeito Sandrinho Palmeira, e principalmente ao público presente que deu show de alegria”, acrescenta.
“Por fim, agradecemos ao nosso querido público de Afogados da Ingazeira e região pelo carinho e respeito ao longo de 22 anos de carreira, e pedimos desculpas aos fãs que não puderam esperar. Agradecemos também ao amigo Nill Júnior e toda imprensa pela parceria”, conclui a nota. Veja a nota na íntegra:
Em resposta a matéria publicada pelo amigo e jornalista Nill Júnior, a Banda Fulô de Mandacaru vem esclarecer que o evento estava planejado com concentração as 20h e início às 21h, conforme pactuado com a direção do evento. Entretanto, na terça (21/02) a Banda Fulô de Mandacaru realizou um primeiro show na cidade de Lagoa dos Gatos as 16h e depois seguiram quase 300 quilômetros para Afogados da Ingazeira.
Nossa produção informou na parte da tarde (13h) à organização do evento que a banda chegaria às 22:30.
A Banda Fulô de Mandacaru chegou em Afogados as 22:20, e já estava no trio as 22:35, sendo surpreendida por problemas técnicos do trio elétrico, em especial, queda de energia, dentre outras questões técnicas.
Nossa equipe empreendeu esforços para solucionar os problemas técnicos do trio e iniciar o show o mais rápido possível.
Reiteramos nossa gratidão à toda diretoria do Bloco Pra Frente que nos deu todas as condições de realizarmos nosso trabalho, ao amigo e prefeito Sandrinho Palmeira, e principalmente ao público presente que deu show de alegria.
Por fim, agradecemos ao nosso querido público de Afogados da Ingazeira e região pelo carinho e respeito ao longo de 22 anos de carreira, e pedimos desculpas aos fãs que não puderam esperar. Agradecemos também ao amigo Nill Júnior e toda imprensa pela parceria.
Por André Luis A novela da crise ética, moral protagonizada pela política brasileira nos últimos tempos, têm cada vez ganhado capítulos mais dramáticos e estarrecedores. O último deles, que estourou na semana passada, a delação da JBS, desestabilizou de vez o país e promete culminar com a queda de muitos políticos brasileiros, inclusive o presidente […]
A novela da crise ética, moral protagonizada pela política brasileira nos últimos tempos, têm cada vez ganhado capítulos mais dramáticos e estarrecedores. O último deles, que estourou na semana passada, a delação da JBS, desestabilizou de vez o país e promete culminar com a queda de muitos políticos brasileiros, inclusive o presidente da República Michel Temer.
Segundo reportagem do Estadão publicada hoje, o dinheiro da JBS, principal conglomerado brasileiro do setor de carnes, ajudou a eleger um em cada três dos integrantes da Câmara e do Senado. O grupo foi o principal financiador privado de candidatos na eleição de 2014.
Ao todo, 1.829 políticos de 28 partidos foram citados nas delações dos executivos da JBS e isso sem contar os investigados da lista que foi montada a partir das delações de outro grupo empresarial, a Odebrecht.
No Debate das Dez da Rádio Pajeú desta segunda-feira (22), O coordenador da Ciretran de Afogados da Ingazeira e presidente municipal do PSD, Heleno Mariano e Jair Almeida (Jair do PT), ex-presidente municipal do PT de Afogados, falaram sobre essa crise nacional que vive o país.
Em suma os dois se mostraram tristes com a política nacional. Para Jair, a saída seria fazer uma Emenda Constitucional para que fossem convocadas eleições diretas. Para Heleno, essa também seria a saída, mas o mesmo questionou quem seria o nome a assumir, visto que o maior problema está no Congresso, com vários nomes de deputados e senadores envolvidos nos escândalos.
A ouvinte Mônica Mirtes, de Tabira, participando do debate via WhatsApp, se disse perplexa com o que está acontecendo com o país, mas resumiu a saída para a crise: “Eu acho que a saída é a educação, a construção do aprendizado, a politização, mas a gente sabe que isso não faz parte das políticas de governo, muito menos de estado, porque o povo ignorante é manada fácil de ser conduzida, lotar presídios, desmontar escolas, essa é a proposta”, disse Mônica.
Mônica também disse que enquanto as pessoas estiverem sobre a lógica capitalista e segregadora, não se conseguirá formar nunca, pessoas, nem cidadãos conscientes. “Infelizmente só vão mudar os personagens, porque a história tristemente vai se repetir. Eu acho que a saída realmente é o povo tomar consciência e votar certo e não votar em troca de um saco de cimento de uma consulta, votar mesmo consciente e saber em quem está votando”, finalizou Mônica.
O professor Adelmo Santos, participando do debate por telefone, disse que o país vive um momento muito delicado e que no momento não se encontra muito rumo do ponto de vista de saída, mas que saída tem. Para ele, é preciso que se faça uma autoavaliação sobre o comportamento do eleitor. Concordou com o que disse Mônica e disse que a saída está com o povo brasileiro.
“A sociedade brasileira é responsável pelo Congresso que está lá, pelo Senado que está lá, responsável pelas Assembleias Legislativas dos 26 estados e do Distrito Federal, responsável pelas Prefeituras e pelas Câmaras de Vereadores. Então o povo é que é responsável, essas pessoas estão eleitas para nos representar, mas elas foram eleitas pelo povo, por nós. Eu acho que a gente tem que parar com esse discurso né, eu acho um pouco hipócrita de grande maioria da sociedade de que é tudo ladrão, de que é tudo não sei o quê, que não tem mais jeito, isso não leva a nada” disse Adelmo.
Adelmo chamou a atenção para que o povo reflita: “como que está o meu comportamento, como está a minha ética em relação à vida, então isso é que tem que ser avaliado e refletido por cada pessoa, como estou votando?, Estou votando em quem? Então isso é muito sério, esse é o primeiro ponto que tem que ser abordado” disse.
Ele citou o nome do jurista e político Nelson Jobim, que exerceu os cargos de deputado federal, ministro da Justiça durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, ministro do Supremo Tribunal Federal, corte da qual foi presidente, e ministro da Defesa durante o governo Lula, como sendo uma opção no caso de eleições indiretas.
A reflexão que fica após o debate desta segunda é: qual seria a melhor opção para tentar resolver essa crise que se abateu sobre o país? Ficou claro pelos convidados de que a forma mais democrática seria uma Emenda Constitucional para que se realiza-se as eleições diretas, visto que a legitimidade dos congressistas brasileiros esta em cheque.
Eles têm legitimidade, pois foram votados, mas do ponto de vista do trabalho e da responsabilidade não, visto que 80% deles estão envolvidos em casos de corrupção. O Brasil vive um momento muito delicado. Clique aqui e ouça na íntegra o debate no Portal Pajeú Rádioweb.
Após agenda no Vale do São Francisco, o pré-candidato a deputado estadual, Marconi Santana (PSD), reuniu-se na Casa Civil, no Recife, para tratar de investimentos destinados à região do Pajeú. O encontro ocorreu com o chefe de gabinete da pasta, Popó Vaz, e com o gerente regional de articulação, Edson Henrique. A pauta concentrou-se em […]
Após agenda no Vale do São Francisco, o pré-candidato a deputado estadual, Marconi Santana (PSD), reuniu-se na Casa Civil, no Recife, para tratar de investimentos destinados à região do Pajeú. O encontro ocorreu com o chefe de gabinete da pasta, Popó Vaz, e com o gerente regional de articulação, Edson Henrique.
A pauta concentrou-se em um conjunto de ações para viabilizar recursos e agilizar a execução de políticas públicas do Governo do Estado no interior. Marconi destacou a necessidade de projetos que resultem em benefícios diretos para a população local e ressaltou o diálogo com o Poder Executivo.
“Agradeço à governadora Raquel Lyra pela receptividade e pelo compromisso com as demandas regionais”, afirmou Marconi durante a reunião. A articulação busca estreitar o canal de comunicação entre os municípios do Pajeú e o Palácio do Campo das Princesas para acelerar o desenvolvimento regional.
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