Bancada pernambucana e o voto previsível pró-Bolsonaro
Por André Luis
A votação que aprovou, na Câmara dos Deputados, o projeto que reduz as penas dos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro expôs mais uma vez o alinhamento automático de parte da bancada federal de Pernambuco ao bolsonarismo.
Dos 25 parlamentares do estado, dez optaram por aliviar a punição de Jair Bolsonaro e dos demais envolvidos na tentativa de ruptura democrática, um movimento que, longe de causar surpresa, reafirma um histórico de votos sistematicamente contrários aos interesses do cidadão comum.
Votaram a favor da proposta os deputados: André Ferreira (PL), Clarissa Tércio (PP), Coronel Meira (PL), Eduardo da Fonte (PP), Fernando Coelho (União Brasil), Fernando Rodolfo (PL), Mendonça Filho (União Brasil), Ossesio Silva (Republicanos), Pastor Eurico (PL) e Waldemar Oliveira (Avante).
A lista não surpreende. Trata-se de um grupo que, ao longo da legislatura, tem repetidamente se posicionado ao lado de pautas alinhadas ao bolsonarismo, muitas delas marcadas por retrocessos sociais, ataques a políticas públicas e tentativas de deslegitimar instituições democráticas. O voto para reduzir as penas dos envolvidos na trama golpista apenas mantém essa coerência: a de priorizar interesses ideológicos e corporações políticas, deixando em segundo plano o compromisso com a defesa do Estado Democrático de Direito.
A aprovação do projeto, que deve beneficiar diretamente Bolsonaro e figuras centrais da conspiração de 8 de janeiro, coloca parte da representação pernambucana mais uma vez no centro do debate público. A sensação, contudo, é de déjà-vu: o eleitor já conhece o roteiro e sabe exatamente como esses parlamentares tendem a se posicionar quando o assunto envolve responsabilização de aliados ideológicos.
Enquanto isso, setores da sociedade civil e parlamentares comprometidos com a ordem democrática alertam para o risco de enfraquecimento institucional e para a mensagem de impunidade que a medida transmite. A bancada pernambucana, mais uma vez, mostra que há quem esteja disposto a seguir o bolsonarismo até as últimas consequências, ainda que isso signifique caminhar na contramão dos interesses populares e do respeito às regras democráticas.
O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, disse nesta segunda-feira, durante uma mensagem de Ano Novo na emissora estatal, que os Estados Unidos nunca poderão iniciar uma guerra contra a Coreia do Norte. Kim afirmou que o país desenvolveu a capacidade de atacar todo o continente americano com armas nucleares. O líder norte-coreano disse ainda que um “botão nuclear” […]
O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, disse nesta segunda-feira, durante uma mensagem de Ano Novo na emissora estatal, que os Estados Unidos nunca poderão iniciar uma guerra contra a Coreia do Norte.
Kim afirmou que o país desenvolveu a capacidade de atacar todo o continente americano com armas nucleares. O líder norte-coreano disse ainda que um “botão nuclear” está sempre em sua mesa.
“Todos os Estados Unidos estão dentro do alcance de nossas armas nucleares, e um botão nuclear está sempre na minha mesa. Esta é a realidade, não uma ameaça”, disse Kim durante um discurso televisivo do Ano Novo. Segundo Kim Jong-un, a Coreia deverá se concentrar na produção em massa de ogivas nucleares.
“Este ano, devemos nos concentrar na produção em massa de ogivas nucleares e mísseis balísticos para implantação operacional”, disse Kim. “Essas armas serão usadas somente se nossa segurança estiver ameaçada”.
A Coreia do Norte testou mísseis balísticos intercontinentais, desafiando as advertências e sanções internacionais, suscitando receios de um novo conflito na península coreana.
Kim disse que é imperativo baixar as tensões militares na península coreana e melhorar os laços com o Sul, acrescentando que o caminho para o diálogo estava aberto. O líder da Coreia do Norte disse também que vai considerar o envio de uma delegação aos Jogos de Olimpíadas de Inverno em Pyeongchang, Coréia do Sul, em fevereiro.
“A participação da Coreia do Norte nos Jogos de Inverno será uma boa oportunidade para mostrar a unidade das pessoas e desejamos que os Jogos sejam um sucesso. Funcionários das duas Coreias podem se encontrar com urgência para discutir a possibilidade”, disse Kim.
O presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, disse que a participação da Coreia do Norte garantirá a segurança das Olimpíadas de Pyeongchang e propôs no mês passado que Seul e Washington adiassem grandes exercícios militares que o Norte denuncia como um ensaio para a guerra até depois dos Jogos.
G1 Cinco dos sete conselheiros do Tribunal de Contas do Estado(TCE) foram presos na Operação Quinto do Ouro, deflagrada nesta quarta-feira (29). A investigação tem como base a delação de um sexto membro do tribunal, Jonas Lopes, que já foi presidente do TCE-RJ e está de licença – tirou dois meses de férias e depois […]
Cinco dos sete conselheiros do Tribunal de Contas do Estado(TCE) foram presos na Operação Quinto do Ouro, deflagrada nesta quarta-feira (29). A investigação tem como base a delação de um sexto membro do tribunal, Jonas Lopes, que já foi presidente do TCE-RJ e está de licença – tirou dois meses de férias e depois entrou em licença especial por mais três meses, desde seis de março.
De acordo com as investigações, existia uma “caixinha” de propinas dentro do TCE durante o governo de Sérgio Cabral (PMDB).
Além da cobrança de propinas, os conselheiros são investigados também por receberem valores indevidos por contratos do estado com a Fetranspor e por permitirem que o governo estadual usasse um fundo do próprio TCE para pagar empresas de alimentação.
Apesar de investigado, Lopes não é alvo de mandado de prisão. Também não foi pedida a prisão da corregedora Marianna Montebello Willeman. O ex-conselheiro Aluísio Gama de Souza foi o sexto preso na operação.
Aloysio Neves é o atual presidente do Tribunal, advogado e jornalista e tem 70 anos. Foi vice-presidente do TCE nos dois últimos anos e, em janeiro, assumiu a função com o afastamento de Jonas Lopes.
Aloysio trabalhou mais de 20 anos nos gabinetes de três governadores e foi secretário geral do Conselho Estadual de Turismo.
Em 1990, foi requisitado pela Alerj como assessor técnico do ex-governador Sérgio Cabral, na época deputado estadual e também ocupou o cargo de chefe de gabinete da presidência da Alerj nas gestões do ex-governador, entre 1995 e 2003, e do deputado Jorge Picciani, entre 2003 e 2010, quando então foi eleito conselheiro do Tribunal.
O vice-presidente do TCE, Domingos Brazão, foi nomeado conselheiro do Tribunal de Contas pelo governador Luiz Fernando Pezão em abril de 2015. Exerceu mandato de vereador por dois anos, entre 1997 e 1999, quando ganhou a eleição de deputado estadual.
Na assembleia, presidiu várias comissões permanentes, como a de constituição e justiça, de obras públicas e saneamento ambiental. Em 2015, foi nomeado para o TCE.
O conselheiro José Gomes Graciosa é outro que teve prisão preventiva decretada. Ele foi presidente do TCE entre 2001 e 2006. Começou a vida pública em 1976, quando foi eleito vereador em Valença, no Sul do Estado. Ficou na Câmara do Município até 1982, ano em que foi eleito prefeito da cidade, que governou até 1988. Dois anos depois foi eleito deputado estadual, reeleito em 1994. E, em 1997, assumiu o cargo de conselheiro do Tribunal.
O conselheiro Marco Antônio Barbosa de Alencar, filho do ex-governador Marcello Alencar, foi eleito para o Tribunal de Contas em outubro de 1997. Assumiu a vice-presidência do Tribunal entre 2001 e 2006. Marco Antônio Alencar ocupou diversos cargos públicos municipais e estaduais, entre eles o de secretário-chefe do gabinete civil quando o pai era governador do estado.Marco Antônio Alencar foi o deputado estadual mais votado em 1990 e foi reeleito em 1994.
O quinto conselheiro que teve a prisão preventiva decretada é José Maurício de Lima Nolasco, eleito para o TCE em 1998. Ele presidiu o Tribunal por dois mandados, de 2007 a 2010. Entre 1995 e 1998, presidiu a Cedae.
No ano passado, José Maurício Nolasco foi citado na Operação Descontrole, um braço da operação Lava Jato no Rio. Executivos da construtora Andrade Gutierrez relataram que o ex-secretário de governo de Sérgio Cabral, Wilson Carlos, exigiu o pagamento de 1% do valor da obra do Maracanã. A propina seria para que o Tribunal de Contas do Estado não criasse problemas. O dinheiro seria para o então presidente do TCE, identificado como Nolasco.
Jonas Lopes fez o acordo de colaboração premiada após ser citado nas delações de executivos das empreiteiras Andrade Gutierrez e Odebrecht, que o apontaram como cobrador de propinas equivalentes a 1% do valor dos contratos de obras e concessões públicas no estado, em troca de não incomodar as empresas.
Ainda segundo os executivos, existia uma “caixinha” de propinas dentro do TCE durante o governo de Sérgio Cabral (PMDB).
Além da cobrança de propinas, os conselheiros são investigados também por receberem valores indevidos por contratos do estado com a Fetranspor e por permitirem que o governo estadual usasse um fundo do próprio TCE para pagar empresas de alimentação.
Por: Regina Bochicchio/A Tarde Preso ano passado durante a operação Tesouro Perdido em razão de uma digital sua ter sido encontrada em saco de dinheiro no “bunker” que escondia R$ 51 milhões, e citado pela imprensa e Polícia Federal como amigo próximo do ex-ministro Geddel Vieira Lima, Gustavo Ferraz hoje responde à Justiça em liberdade, após ser […]
Gustavo Ferraz, advogado e ex-diretor da Codesal. Foto: Joá Souza l Ag. A TARDE
Por: Regina Bochicchio/A Tarde
Preso ano passado durante a operação Tesouro Perdido em razão de uma digital sua ter sido encontrada em saco de dinheiro no “bunker” que escondia R$ 51 milhões, e citado pela imprensa e Polícia Federal como amigo próximo do ex-ministro Geddel Vieira Lima, Gustavo Ferraz hoje responde à Justiça em liberdade, após ser solto de recolhimento domiciliar pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), no dia 2 de fevereiro.
Após ser flagrado pela reportagem de A TARDE curtindo a sexta-feira de Carnaval, na Barra, Ferraz aceitou conceder entrevista exclusiva para dar sua versão dos fatos, a exemplo do episódio de 2012, quando foi à São Paulo, a pedido de Geddel, buscar dinheiro que, conta ele, imaginava que seria usado para campanha.
Gustavo afirma que, ao contrário do que dizem, nunca foi braço direito do ex-ministro. Fala em deslealdade e vai além: aposta em provar sua inocência para ser candidato à Prefeitura de Lauro de Freitas em 2020.
Quando abordado no Carnaval, você disse que não era operador e que a figura que estão pintando na imprensa não corresponde à realidade. Mas o que todos dizem é que você era o braço direito de Geddel…
Todos quem?
A imprensa, políticos e até a Polícia Federal…
Não tem laudo da Polícia. Estamos aqui diante de vários documentos [mostra peças jurídicas e laudo da papiloscopia] que remetem a acreditar que muito do que foi dito pela imprensa nacional, infelizmente, é desproporcional à minha pessoa. Quando eu te falei lá [no Carnaval], que achava… que eu entendia que foi criado um personagem nesta história, de fato foi. A história precisava de alguém que tivesse ajudado. E o tempo passou e não sou essa pessoa. Até porque, você há de convir que é incompatível com os meus bens, é incompatível com minha história política, é incompatível com a origem da minha família por exemplo… a minha fiança foi paga pela minha mãe, estou desempregado – fiança de 100 salários mínimos, depois conseguimos reduzir pela metade. Acredito eu que a Justiça não faria essa redução se tivesse encontrado um patrimônio nababesco. Só tenho uma casa financiada pela Caixa Econômica Federal e um carro de um consórcio. Evidente que aquelas imagens chocam [das malas de dinheiro no apartamento da Graça, apelidado ‘bunker’], mas eu não tive nenhum benefício, nem obtenho nenhum benefício político ou financeiro da política. Eu não faço negócio, faço política de forma correta. Quando foi feita a busca e apreensão [na casa dele, em Vilas do Atlântico] só encontraram dois celulares, um computador e um jingle de campanha. As pessoas que me conhecem, tá certo, que convivem comigo, me defendem. Sou pessoa de classe média. Eu nunca me envolvi com coisas que são erradas. Talvez o único erro que eu cometi nessa história toda foi não perguntar a origem do dinheiro [que foi buscar em São Paulo em 2012]. Mas já passou, e eu estou pagando por isso.
O senhor era funcionário do PMDB? (hoje MDB)
Eu era um funcionário do partido… era contratado como assessor de bancada da liderança do PMDB na Assembleia Legislativa da Bahia com uma remuneração de R$ 3 mil…
E também devolvia dinheiro, como o Job Ribeiro?
Não! Claro que não. Era envolvido com as campanhas, dezenas de milhares de pessoas pelo estado inteiro. É um partido, o MDB na Bahia, sabe que tem campanha em quase todos os municípios da Bahia. E a sede do partido, a sede estadual, você deve imaginar como não fica em tempo de campanha. Campanha naquela época demorava três meses, eram filas de pessoas, de candidatos a vereadores, de prefeitos, etc… todos eles pedindo ao partido ajuda para suas campanhas.
Vamos, então, do início: quem pediu para o senhor ir buscar o dinheiro, como foi?
As pessoas do partido…Geddel era o presidente…’você pode pegar uma contribuição de campanha pra mim?’. Porque não? Posso. Talvez meu erro tenha sido não perguntar: ‘vem cá, da onde é esse dinheiro?’. Talvez poucas pessoas pudessem fazer essa pergunta. Talvez o meu erro, talvez, tenha sido não questionar. Mas como funcionário que era, está certo, talvez poucos na minha função perguntassem. Eu com a filha recém-nascida, tendo que pagar minhas contas, você vai se insubordinar à pessoa que está ali… que de uma certa forma te mantém, com a sua vida regular? Com suas contas pagas e etc? Meu emprego dependia disso, não é verdade?
Então foi o ex-ministro Geddel quem pediu?
Sim, o presidente do partido…
E aconteceu como foi noticiado? O senhor chegou lá [em São Paulo], se hospedou em um hotel?
Não me hospedei em hotel nenhum, não tenho nenhuma hospedagem em hotel. Eu fui encontrar uma pessoa [identificada pela PF como Altair Alves] que estava hospedada nesse hotel [Clarion], que eu também não conheço. Eu conheci aquela pessoa daquela vez. É a mesma coisa de você perguntar: qual é a cor da calça que você usava na época? É a mesma coisa você perguntar como era a pessoa que você só viu uma vez na vida, há cinco anos. Eu fui ao hotel e fiquei esperando a pessoa chegar. A pessoa chegou, me levou ao local onde eu ia pegar o recurso. Deveria ser o que: uns R$ 300 mil mais ou menos… um pouco menos, um pouco mais do que isso, não sei. Está certo? Mas nada absurdo. Daí a você saber a origem [do dinheiro]… não tem nenhuma caracterização. Foi tudo muito rápido. Eu estava aqui [no hotel], sentei um pouco, daqui a pouco vem o cara e diz ‘está lá, depois o carro vai te levar no aeroporto’. Claro que você não vai circular isso pelas vias normais né, em um embarque de passageiros com dinheiro de campanha. Embarquei em Congonhas, não foi em avião de carreira, foi em avião particular. Agora, quem é o dono, eu não sei. Cheguei [em Salvador], entreguei o recurso e tal e… fiz a minha parte, está certo?. E está lá a minha digital porque eu talvez eu tenha aberto a mala para mostrar que de fato o dinheiro estava lá, não tinha tirado nada. Não tem digital nenhuma em cédulas. Estava em saco plástico. Era um recurso envolvido no saco com a etiqueta do Banco do Brasil. Nesse pegar para mostrar foi que a digital ficou. A digital do dedo anelar direito, metade do dedo.
E depois?
Voltei para Salvador e continuei a minha vida. Normal, fazendo campanha, fazendo política. Fui candidato a prefeito [de Lauro de Freitas] na eleição de 2016, não recebi nenhuma contribuição, é só olhar a minha conta de campanha. Nenhuma, zero. Minha conta foi 00. Não tive nem a presença deles [dos irmãos Vieira Lima] na minha campanha. Nem do deputado [Lúcio Vieira Lima], nem do ex-ministro [Geddel]. E como é que eu sou o braço direito? Você acha que eu não ia ter nenhum dinheiro para campanha?
Então qual é a sua relação com Geddel e Lúcio?
Eu nunca neguei a vocês [da imprensa] a relação política. Apareço em fotos, em várias fotos no meio da rua. Agora, fotos do aniversário… eles foram em minha casa, sabem onde eu moro? Foram no aniversário da minha filha, da minha mulher, meu? Ou eu fui nas festas de aniversários que não foram em lugares públicos, foram em lugares restritos, na casa…- porque político faz festa em lugar público, mas faz também em lugares restritos…essa relação, vamos dizer assim… além da política, fica difícil de você falar. O que as pessoas estão tentando atribuir, na verdade, é uma mentira. Isso [de ser braço direito] não é verdade, isso é falso.
Mas então de onde o senhor acha que partiu essa ‘mentira’?
Não sei. Dos adversários políticos que eu tenho ao longo desse caminho, evidentemente, e também por pleitear a prefeitura de Lauro de Freitas. Acredito que a prefeita [Moema Gramacho, do PT], quer dizer, deputada né…porque ainda não virou prefeita, até porque não sentou na cadeira ainda, não mostrou para que veio, né, talvez ela tenha o interesse nisso, o grupo político dela. E fica ali os grupos no whatsapp, não sei o que, tal, fazendo essas matérias difamatórias, matérias fake sobre mim…porque tem uma série de documentos aqui que atestam que o que está sendo dito não é. E é tudo via Estadão [as fake news]. Acho que a Polícia Federal deveria estar atenta aos fakes que são lançados muitas vezes e que parte da imprensa … Além dos veículos tradicionais, teve muita fake news. As pessoas fisicamente tem que ser responsáveis pelas informações que elas passam. E os veículos tradicionais replicaram. Teve um caso hoje [em 14/02, quinta-feira] dizendo lá que eu troquei e-mail com Job. Eu não troquei e-mail nenhum! Dizendo que a fonte é o Estadão. Você vai lá buscar a informação no Estadão e não tem nada. Não é verdade. Não troquei e-mail, zero e-mail.
Mas você está querendo dizer que este grupo político tem algum tipo de influência sobre tudo o que aconteceu?
Não tem influência, mas colabora. Com relações de compadrio para confundir a opinião pública. O que eu acho que está acontecendo nesse momento é uma grande confusão do que de fato aconteceu, com o que eles querem passar para a opinião pública.
Você conhece o Job Ribeiro?
Conheço Job de vista , era um funcionário lá da família, assessor, via de vista lá, entrar e sair. Eu afirmo que é mentira essa notícia, não tem e-mail, não é verdade. Isso tem que acabar. Eu não posso fazer uma fofoca sobre você e usar o veículo para te difamar. Eu recebo fake news mas eu não passo pra ninguém, porque tenho respeito pelas pessoas. Prefiro ligar, conversar, tentar entender porque a pessoa fez aquilo e, de uma forma, até perdoar, não guardo raiva de ninguém, nem mágoa. A vida que segue, a roda gira pra todo mundo. Dia você está na alta, outro está na baixa, um dia você precisa de mim, outro eu preciso de você. Se a gente se respeita, vamos ter sempre o elo. Se a gente desequilibra a relação, um dia eu em alta, você em baixa… te dou um chute na canela? Não. Vamos fazer Política com ‘p’ maiúsculo, não é verdade? Enquanto a prefeita teve um problema sério de saúde eu estava orando pela saúde dela. Eu acredito que ela deveria estar fazendo o mesmo por mim.
E o senhor é religioso?
Sou religioso sim. Sou católico apostólico romano. Acredito. Tenho fé no Senhor do Bonfim. Tive as medidas cautelares suspensas na Festa de Iemanjá, dia 2 de fevereiro. Fui lá agradecer, joguei a minha florzinha na praia, eu, minha esposa e minha filha, não é? Fui na Igreja do Bonfim também agradecer ao Senhor do Bonfim com uns amigos que estavam comigo. Então assim…tenho uma vida tranquila. O que eu acho é que a política nesses tempos, ela se reduz a ataques, muitas vezes covardes. E talvez a prefeita tenha que entender um pouco isso e o grupo político do qual ela faz parte. Uma cidade como a nossa [Lauro de Freitas], de 200 mil habitantes, não pode ter uma prefeita que em um ano não faz absolutamente nada pela cidade, que pinta os postos de saúde de vermelho, cor do partido dela. Se utiliza da máquina par ficar promovendo ações do partido, enquanto ela deveria estar se preocupando com a cidade. Viajando pelo país inteiro atrás da defesa do ex-presidente Lula – que eu até entendo, mas a cidade é pobre e precisa da presença física do prefeito. Até porque o salário dela é o mais generoso do Brasil. Inclusive o prefeito João Doria [de São Paulo] recebe menos do que ela.
Voltando para a mala de dinheiro. O senhor voltou a Salvador e este dinheiro foi entregue a quem?
Foi entregue a quem de direito, a quem eu devia repassar. Foi entregue a Geddel. E ele ficou de resolver, de repassar para as campanhas, enfim… do que eu imaginei que fosse ser feito. E que deve ter sido feito, não sei…
Você afirmou, no Carnaval, que não disse que se sentiu traído por Geddel, conforme está no depoimento da Polícia Federal e foi noticiado à larga…
[corta] À larga em matérias, tá. Eu fiz um depoimento, ainda na Polícia Federal em Salvador antes de ir à Brasília. Talvez pela pressa que eles tinham, de repente, de pegar uma confissão além do que eu fiz. E eu fiz isso sem advogado. Chegando à Brasília também fui atendido por um delegado federal. E também fiz um depoimento sem advogado. Eu caminho nessa história com a verdade: em nenhum momento eu fui ouvido, além desses dois depoimentos. Não tive audiência de custódia, por exemplo, para contar o que eu fiz, não tive absolutamente nada. E fiquei 40 dias em Brasília, no 19 Batalhão da Polícia Militar, onde tinha advogados, bombeiros, Polícia Militar, etc..
Mas você disse ou não disse que se sentiu traído?
Vou esclarecer. Vou te dar um exemplo. Você está tomando um depoimento meu, você é a delegada: ‘você se sentiu traído pelo Geddel?’.
E o senhor respondeu o que?
Ele colocou lá: ‘se sentiu traído pelo Geddel’. Porque… eu acho que isso é menor, você está entendendo? Poderia ter dito ‘você está decepcionado?’, ‘vc está…’
Então eu vou perguntar: o senhor se sentiu traído pelo Geddel?
Bicho, não sou eu que tenho que responder isso, quem tem que responder isso é ele próprio [Geddel], se ele usou… Para mim isso é coisa passada e menor.
O senhor não disse então?
Ele [o delegado] me perguntou! Eu não respondi. Ele colocou: ‘ele se sentiu traído por Geddel’.
Então o delegado errou?
Não sei se ele errou, também não quero entrar nessa polêmica. O delegado, eu só estive com ele uma vez na vida, está certo? Isso pra mim, do ponto de vista do que eu tenho que me defender, tecnicamente falando, é irrelevante, né.
Mas a partir do momento em que se viu que tinha um dinheiro lá no bunker, em um saco que tinha sua digital…
[corta] Eu estou sendo absolutamente sincero com você. No começo eu fiquei muito assustado, está certo? Porque é incomum as pessoas passarem pelo que eu passei. Evidente que quando você tem alguma culpa, você carrega isso dentro da sua alma, em algum momento você espera que isso pode acontecer com você. Eu não esperava que isso fosse acontecer comigo.
Como foi a abordagem?
Fui muito bem tratado, na minha casa. É que, humanamente, quando você tem alguma culpa.. se eu tivesse lá uma série de obras de arte, uma série de recurso, tivesse um cofre com somas, evidente que em algum momento você pode até esperar que isso pudesse acontecer na sua vida. Não tenho…sou um trabalhador como outro qualquer, você está entendendo? Sou um advogado, militante, tudo o que conquistei ao longo da minha vida foi também com produção artística, viajei muito com artistas, vendendo shows, cuidando deste universo que hoje é o Carnaval. Veio daí o meu apartamento que eu comprei. Esse apartamento eu vendi e dei entrada em uma casa. Sempre tive carro financiado, pago meus financiamentos… como qualquer trabalhador de classe média no Brasil.
Então porque o senhor acha que te prenderam? Houve exagero da Polícia Federal?
Eu não sei… Estou me defendendo, evidente, de tudo isso. Se hoje estou aqui é porque a Justiça entendeu de que são desnecessárias nesse momento as medidas impostas a mim, vou poder retomar a minha vida né. Inclusive posso até exercer função pública, o que não quero neste momento. Quero cuidar um pouco da minha família e buscar uma alternativa, talvez, na advocacia. Não tenho emprego, estou vivendo de ajuda do meu pai, da minha família, que está me ajudando a pagar as minhas contas. Eu tenho uma filha de cinco anos para criar e que ela precisa do leite todo dia em casa. Mas vou voltar a trabalhar, evidente, não tenho medo do trabalho. Tenho um sonho de ser prefeito em Lauro de Freitas, não vou abandonar esse sonho, mesmo com tudo o que está acontecendo. Eu acho que o tempo é o senhor da razão e tudo vai ficar muito bem esclarecido. Não acho que houve exagero… eu só acho que você, para chegar numa prisão, é um momento mais extremo, é uma medida extrema. A prisão é você retirar as prerrogativas de cidadão, de alguém e se você não tem tanta certeza – porque se você for ver, diante de tudo o que foi dito, o que é fato – você há de convir, se você analisar, que existe uma desproporção. E infelizmente isso poderia ter sido feito de uma outra forma. E que chegaríamos ao mesmo lugar. Porque me prenderam e não teve, por exemplo, condução coercitiva para prestar depoimento?
Mas tem uma digital…
Tem uma digital, um fragmento de digital que poderia ter sido explicado também. Esse mesmo fragmento está lá…
…Em um dos sacos de dinheiro. Então, um daqueles sacos que o senhor pegou em São Paulo, já que está lá o fragmento [da digital], não foi para campanha, estava lá, no bunker? Para você, fica claro isso?
Sim, fica. E assim, eu lamento que isso tenha acontecido porque a intenção era a que esse recurso fosse usado na campanha. Caixa 2 de campanha faz parte da cultura política brasileira, infelizmente.
Mas então o senhor sabia que era caixa 2?
Não, não sabia. Quando você está num processo desse é como se fosse uma gincana de escola, você tem que ganhar né. Então, você vai e dá o seu sangue ali, a sua alma para aquilo. E eu era funcionário do partido, eu recebia pra aquilo, então eu fui cumprir essa missão. Talvez tivesse errado porque devesse perguntar, tivesse o cuidado de fazer alguns questionamentos. Não fiz, estou respondendo por eles, acredito na minha inocência e tenho certeza que tudo vai passar e ficar esclarecido.
Você chegou a ter contato com o ex-ministro e Lúcio depois da prisão?
Não, nem posso. Nunca recebi nenhum contato de ninguém.. não devo fazer isso, acho, porque a minha linha de defesa é uma linha totalmente diferente, não tem nada a ver com o bunker.
O senhor foi exonerado no mesmo dia da sua prisão pelo prefeito ACM Neto… teve contato com ele depois de tudo?
Se eu fosse um gestor público eu faria a mesma coisa. Qual a saída para um momento desse? Ficar sangrando ou tomar atitude que precisa ser tomada para que as coisas parem de repercutir de forma negativa? Não, não tive contato, não tenho que ter contato com ele, minha relação com o prefeito é uma relação de subordinado, não tenho relação pessoal. Eu estava li para cumprir uma tarefa. Infelizmente não consegui chegar até o final dela.
Algum político lhe prestou solidariedade?
Não, normalmente os amigos, mas políticos não. Eu até entendo também que em um momento como esse as pessoas preferem esperar a poeira baixar para se manifestar. E eu entendo. Eu não entendo é deslealdade. Mas o recolhimento, o silêncio, a gente entende.
E houve deslealdade de alguém?
Aí fica para quem foi desleal. Não vou citar, eu não quero causar uma polêmica aqui. Mas que houve deslealdade, houve. E aí fica para os desleais.
Geddel chegou a dizer que amigos de longa data o lançaram no vale dos leprosos…
Não sei nem quem são esses amigos de longas datas, pra lhe ser sincero. Aí é uma coisa que quem tem que responder é ele né… Não posso responder por ele. Mas, enfim.. se lançaram…
O que se investiga é um esquema do Geddel com [Eduardo] Cunha, com suposto dinheiro da Caixa. O senhor sabia em algum momento de algum esquema?
Não, nunca exerci nenhuma função pública em Brasília. Não convivia com esse ambiente. Vamos lá, numa escala de zero a 10, eu estava como se fosse o sexto escalão do PMDB [da Bahia], você está entendendo? Tem pessoas que tem muito mais destaque do que eu, pessoas que já estão há muito mais tempo do que eu … não é questão de ser presa ou estar envolvido em alguma coisa, não é isso não…é importância. Eu estou falando de importância, da proximidade, de tudo, você está entendendo? Eu não tenho como te afirmar uma coisa que eu não vivi, você está entendendo? Eu não vivi, não participo.
A revista Veja publicou certa vez que havia filmagens mostrando o senhor saindo do apartamento [da Graça] pelo menos 12 vezes. O senhor já esteve naquele apartamento, ajudou a levar o dinheiro?
Nunca estive e está comprovado que a Polícia Federal não tem fita nenhuma. Acabei de mostrar um documento para você [inquérito, soltura e laudo papiloscópico]. Então, assim, a revista Veja mentiu, infelizmente, uma revista que tem uma inserção especialmente na classe média alta e que não pode fazer um jornalismo deste naipe, né, se utilizar de informações inverídicas, atribuir responsabilidades a alguém que não teve essas responsabilidades. Ninguém pode pagar pelo que não fez. Se eu tiver que pagar por alguma coisa, que pague pelo que eu fiz. Não pelo que eu não fiz. Estou me defendendo pelo que eu não fiz. E infelizmente no Brasil você primeiro é acusado, depois você mostra sua inocência. O jornalismo, uma parte dele…pode ser até mínima parte, mas assim, primeiro eles acusam para depois você vir aqui e se defender, então, estou me defendendo. Sei que houve confusão muito grande na cabeça das pessoas pelo que aconteceu, um turbilhão de informações e que, por mais que eu me dedique a atender todos os jornalistas que me ligarem daqui pra frente pra que eu diga a verdade, não será um terço do que colocaram sobre mim de forma equivocada, errada.
Como foi lá em Brasília, como era o local da prisão?
Fiquei no 19 Batalhão da Polícia Militar. Era um alojamento, beliches. Fui super bem tratado lá. Os advogados têm prerrogativas né…você tem direito de ficar numa sala de estado maior. Então eu, como advogado, exerci minha prerrogativa de ficar em um ambiente onde tivesse uma sala de estado maior, lá em Brasília. Eram beliches com várias bicamas, super rotativo porque tem as pessoas que estão ali de passagem, na verdade. Devia ter umas 15 pessoas. Tinha advogados, pessoas que são militares, que eventualmente… exemplo: tem um coronel da polícia que teve uma briga no trânsito…e aí desacatou uma autoridade, foi pra lá e ficou 30 dias e saiu. Você fica ali no ambiente. Tem um campinho de futebol que você pode praticar o futebol, você tomava sol. Joguei futebol, com eles lá, com o pessoal que estava comigo lá. E que hoje boa parte dessas pessoas já saíram, não estão mais lá. No dia a dia você acorda, toma café, acorda às 8h. O café da manhã a gente fazia, cada um tinha o seu café da manhã. No alojamento tinha tipo uma cozinha improvisada, uma pia, um fogão elétrico, uma geladeira. Comia comida normal, arroz, feijão, bife…
Você cozinhava?
Cada dia tinha uma pessoa. Então todo mundo tem que aprender a cozinhar. E tem que lavar a cozinha também. Então, o cara que está durante o dia na cozinha lava a cozinha toda depois. Na sexta-feira as famílias iam almoçar lá também, então a gente tinha que lavar tudo, limpava tudo tal, pra receber as famílias. Eu cozinhei o tradicional: feijão, arroz, macarrão à bolonhesa… um feijão mais incrementado com umas coisas mais nordestinas né… Eu cozinhava pouco né, porque não tenho tanta variedade assim, não (risos). O pessoal gostou. Alguns deles eu ainda falo por telefone até hoje, tenho relação , enfim, são amigos que eu fiz, pessoas que eu tenho muito carinho, até porque quando você passa por uma situação tão difícil quanto essa, é difícil você esquecer as pessoas… A família levava um quilo de arroz, um quilo de feijão, para a semana. E a gente cozinhava. Minha família esteve lá, minha mãe, minha esposa. Minha filha eu preferi não participar disso, uma criança né… e que evidentemente, no tempo certo ela vai ter a condição de entender…
Você chegou a chorar, como Geddel chorou?
Quando você carrega culpa, geralmente você sofre mais. Eu não tinha culpa pra carregar, não derramei nenhuma lágrima sobre isso. A lágrima que eu derramei foi no dia que tudo se resolveu.
Você disse que seu sonho é ser prefeito de Lauro de Freitas. Mas ficaria no MDB? E você acha que a população vai digerir a sua versão da história?
Veja só, essa coisa de partido político hoje em dia no Brasil é uma sigla né, você precisa de uma sigla não é verdade? Então, bola pra frente né… Não preciso sair correndo com isso porque não vou participar de nenhuma eleição gora. Minha eleição é em 2020, ainda tem muito tempo até lá pra que eu defina qual é o caminho que eu vou seguir. Veja bem, muitas pessoas me conhecem, sou uma pessoa pública lá, sabem da forma como eu ajo, tenho muitos amigos em Lauro de Freitas, tenho um grupo político que me defendeu desde o primeiro momento. Evidente que tem outro que fica mais balançado, mas também porque talvez se eu tivesse na mesma situação também ficasse. Vou provar minha inocência.
Uma reunião com representantes do IBGE, MDA, Secretaria de Agricultura, IPA e Prefeituras tenta resolver o imbróglio do não reconhecimento de estado de emergência de algumas cidades para liberação do Garantia Safra. Por conta do cruzamento de dados dos órgãos, não houve reconhecimento de situação que favorecesse a liberação de recursos do programa para as […]
Perdas de agricultores foram confirmadas, mas segundo laudos não houve tecnicamente estiagem em algumas cidades
Uma reunião com representantes do IBGE, MDA, Secretaria de Agricultura, IPA e Prefeituras tenta resolver o imbróglio do não reconhecimento de estado de emergência de algumas cidades para liberação do Garantia Safra.
Por conta do cruzamento de dados dos órgãos, não houve reconhecimento de situação que favorecesse a liberação de recursos do programa para as cidades de Brejinho, Santa Terezinha, Afogados da Ingazeira, Quixaba, Triunfo, Santa Cruz da Baixa Verde e Calumbi.
“Houve reunião com o MDA e a Secretaria de Agricultura com alguns municípios avaliados para não ter acesso ao Garantia Safra, inclusive Afogados. Colocaram culpa no IBGE pelos índices, que cruzados com laudo do IPA e índices de chuva. São vários dados que o MDA junta para definir se entra ou não”, diz o prefeito de Afogados e Presidente da Amupe José Patriota.
A dúvida é saber se se a reunião poderá ou não destravar a liberação. Agricultores, obviamente, estão apreensivos.
A Comissão Organizadora do Concurso Público do Governo Municipal de Sertânia se reuniu na tarde desta quinta-feira (13), com representantes do Ministério Público do Estado de Pernambuco e da Defensoria Pública. A reunião aconteceu no Fórum Dr. Ulisses Lins de Albuquerque. O encontro foi uma solicitação da empresa organizadora do certame, o ADM&TEC, que tinha […]
A Comissão Organizadora do Concurso Público do Governo Municipal de Sertânia se reuniu na tarde desta quinta-feira (13), com representantes do Ministério Público do Estado de Pernambuco e da Defensoria Pública. A reunião aconteceu no Fórum Dr. Ulisses Lins de Albuquerque.
O encontro foi uma solicitação da empresa organizadora do certame, o ADM&TEC, que tinha como objetivo apresentar-se aos órgãos. A instituição foi representada pelo senhor Vinícius Oliveira. O momento contou ainda com a participação da promotora Raíssa de Oliveira Santos Lima; do representante da Defensoria, o advogado Carlos Patriota; e representantes da prefeitura e membros da comissão do concurso, secretário de administração Wilson Zalma e o advogado geral Admilson Ferreira.
Foram discutidos assuntos de logística, mas em especial, foram debatidos tópicos sobre a lisura do processo. O intuito dos envolvidos é que o certame respeite o princípio da isonomia, impessoalidade e moralidade e que ocorra dentro da normalidade e transparência.
O concurso oferta 164 vagas distribuídas em 66 cargos de nível fundamental, médio, técnico e superior. As provas serão aplicadas no dia 14 de julho e o resultado final está previsto para ser divulgado no dia 10 de outubro. O edital completo com mais informações está disponível nos sites do Governo Municipal de Sertânia e da empresa organizadora.
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