Augusto Valadares apoia Efrain Filho para o Senado
Por Nill Júnior
O prefeito de Ouro Velho, Dr. Augusto Valadares, confirmou o apoio a pré-candidatura de Efraim Filho ao Senado Federal nas eleições de 2022.
De acordo com o gestor, Efraim tem sido um parceiro da gestão na Câmara Federal e merece todo o apoio do povo ourovelhense nas eleições do próximo ano.
“Não tenho dúvidas que caso se concretize sua candidatura ao Senado Federal, caminharemos juntos nessa disputa. Ele tem sido um grande parceiro de nossa gestão na Câmara e merece todo nosso apoio,” afirmou o prefeito.
Efrain é favorito numa disputa interna com o também Deputado Federal Aguinaldo Ribeiro pela vaga ao Senado. Diz contabilizar mais de cem dos 223 prefeitos da Paraíba. Em tese, falta pouco para conquistar a maioria.
Nas últimas eleições, seis deputados federais declararam possuir patrimônio acima de R$ 14 milhões, de acordo com o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O levantamento é do Portal Terra. Liderando o ranking, está Edmar Arruda (PSC-PR), que possui uma conta com um patrimônio total de aproximadamente R$ 21 milhões. Em segundo lugar, está Magda […]
Nas últimas eleições, seis deputados federais declararam possuir patrimônio acima de R$ 14 milhões, de acordo com o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O levantamento é do Portal Terra.
Liderando o ranking, está Edmar Arruda (PSC-PR), que possui uma conta com um patrimônio total de aproximadamente R$ 21 milhões. Em segundo lugar, está Magda Mofatto (PR-GO), que declarou ao TSE o valor de R$ 20 milhões.
Na lista, aparecem quatro deputados pernambucanos: Pela ordem, Jorge Corte Real, Marinaldo Rosendo, Felipe Carreras e Gonzaga Patriota. Saiba o que eles declararam, segundo o Terra:
Águas chegam do Rio Pajeú em Ingazeira com direção à Barragem de Brotas, com as piabas fazendo a festa O multiartista Chico Sá descreveu em sua coluna ao El Paiso sentimento de um sertanejo com a chuva caindo. Nestes dias de fevereiro e março, estamos sendo abençoados com a chuva que não pára de cair, […]
Águas chegam do Rio Pajeú em Ingazeira com direção à Barragem de Brotas, com as piabas fazendo a festa
O multiartista Chico Sá descreveu em sua coluna ao El Paiso sentimento de um sertanejo com a chuva caindo. Nestes dias de fevereiro e março, estamos sendo abençoados com a chuva que não pára de cair, as belas imagens que não param de emoldurar o Sertão. Dessa vez, vamos dar mais vida a seu texto, com as imagens que tem chegado à nossa redação e à NJTV.
Desculpem , amigos, mas quando chove bem no Sertão não conseguimos falar de outro assunto. Coisa de sertanejo, coisa do interior nordestino. Quase uma hora ao telefone com minha mãe esta semana e só tratamos do bom inverno —como chamamos a estação das chuvas.
Os sinais indicavam fartura. João e Joana-de-barro construíram seu ninho com a porta da casa virada para o poente, na direção contrária da chuvarada. Depois de sete anos de vidas secas, o aguaceiro, com direito a imagem mais bonita da existência: alguns açudes sangrando.
Nada mais lindo que um açude sangrando, comentou o camarada Carlão de Souza esta semana. Não cabe na vista. A mesma sangria, sem nada combinado, foi assunto de outro irmão rochedo, Paulo Mota, das bandas de Sucesso, área cearense de Tamboril, pense na geografia, pense!
Bela imagem do Pajeú de “canto a canto”, em Floresta
Não há como não se arrupiar diante de tal fenômeno. Levo essa ideia da chuva para onde for, só a chuva nos importa, mesmo quando estamos nos sítios mais chuvosos do universo. A chuva é meu gol, minha Copa do Mundo, Deus gozando a glória, meu amor.
Mesmo depois de quatro décadas morando longe da nação semiárida, o tema chuvoso encobre qualquer outra história. Nunca perdemos a mania. Mesmo antes de qualquer preâmbulo carinhoso do telefonema, sai inevitavelmente a naturalíssima pergunta: “Tá chovendo?” E como ficamos revoltados quando os moços e moças da meteorologia da tevê dizem “tempo bom” no Nordeste para indicar que será mais um dia de estiagem.
Tempo bom uma ova. Sorte que pelo menos a Maju, no JN, tem o cuidado de não cometer essa indelicadeza, ela mudou essa história, juro. Sempre lembro do meu avô Manuel Novais, pernambucaníssimo em modos e blasfêmias, brigando com os locutores do rádio e da televisão: “Tempo bom para quem, filho de uma égua!” Daí saía um rosário de palavrões: febre-do-rato, istampô-calango, besta fubana, peste bubônica etc.
E tem um livro bonito, rapaz, que mostra esse nosso alumbramento com a chuva, um livro de fotos de Fred Jordão, chama Sertão Verde-paisagens. Fuçando nos sebos, você ainda encontra, quem sabe, é do ano de 2012, se o espírito cascudo não me engana. Desculpem, leitores, o país sob nuvens de chumbo, um resquício autoritário da moléstia dos cachorros, e este cronista, qual o cantor Demetrius, no ritmo da chuva.
Pajeú pegando água em Flores
É mais forte, colegas, os olhos do matuto faíscam, a memória rebobina relâmpagos e promessas de promissores horizontes que, na maioria das vezes, deram em nada. Quantas retinas gastas com estes clarões. Sabe lá o que é isso?
do Diário de Pernambuco A presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) rebateu a também candidata Marina Silva (PSB) nesta sexta-feira (29), em Salvador, ao falar sobre o incentivo à produção de petróleo no País. Ontem, em encontro com produtores de açúcar e etanol, no interior de São Paulo, Marina havia tecido críticas à […]
A presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) rebateu a também candidata Marina Silva (PSB) nesta sexta-feira (29), em Salvador, ao falar sobre o incentivo à produção de petróleo no País. Ontem, em encontro com produtores de açúcar e etanol, no interior de São Paulo, Marina havia tecido críticas à atuação do governo federal para o setor, dizendo que era “preciso corrigir políticas equivocadas que incentivaram o uso de combustíveis fósseis em vez dos renováveis no País”.
Dilma classificou as críticas de Marina como “desconhecimento da realidade” e defendeu os investimentos realizados para extração de petróleo da camada pré-sal. “Quem acha que o pré-sal tem de ser reduzido não tem uma visão real do Brasil”, disse a presidente. “Isso é um retrocesso e uma visão obscurantista. É um desconhecimento da realidade supor que haja, hoje, entre várias fontes de energia alternativa, alguma capaz de substituir o petróleo no campo da matriz de combustíveis, a que move o transporte. Nem o etanol, nem o biodiesel são alternativas concretas ao petróleo. Elas complementam, mas não substituem.”
A presidente comparou os dois biocombustíveis às matrizes alternativas de fornecimento de energia elétrica, como a eólica e a solar. “No Brasil, quem não investir em (usinas) hidrelétricas está alienando uma das fontes de competitividade do País, porque a alternativa à hidrelétrica não é a energia solar ou a eólica. Elas são complementares, se a opção do governo, como é o nosso caso, é pela produção de energia limpa. A alternativa à hidrelétrica é a energia de origem do petróleo, as usinas térmicas a gás e a carvão, ou, no pior dos casos, a óleo combustível.”
Dilma também defendeu os prometidos legados da exploração do petróleo da camada pré-sal. “Dependendo da política que você faça, é possível transformar uma riqueza finita em passaporte para o futuro”, afirmou. “Nós aprovamos no Congresso que 75% dos royalties do pré-sal e 50% do fundo social do pré-sal seriam destinados à educação. Isso representa, em 35 anos, em torno de R$ 1,3 trilhão que serão destinados para a educação.”
Dilma esteve em Salvador para uma agenda mista, entre eventos oficiais e gravações para seu programa eleitoral. Como presidente, visitou as instalações da Faculdade de Tecnologia Senai Cimatec. Ela disse ter ficado “extremamente impressionada” com as pesquisas que estão sendo desenvolvidas no lugar – em especial no caso das envolvendo novos materiais, como polímeros mesclados com resíduos orgânicos, como casca de arroz e de coco. “(A unidade) tem um nível de laboratórios capaz de modernizar o padrão da indústria”, disse.
No mesmo local, a presidente gravou imagens com estudantes da instituição. Depois, seguiu para o Pelourinho, onde voltou a produzir materiais para sua campanha política e recebeu uma homenagem do movimento negro, na sede do bloco Olodum, por ter sancionado uma lei em 2011 que reconhece como heróis nacionais os líderes da Revolta dos Búzios, também conhecida como Revolta dos Alfaiates e Conjuração Baiana. Ocorrido em agosto de 1798, o movimento protestava por melhores condições de vida.
A partir desse ano de 2024, o deputado estadual Luciano Duque (Solidariedade), será o representante da Assembleia Legislativa de Pernambuco como membro titular do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CHR). O CHR é o órgão superior deliberativo, consultivo e paritário do Sistema Integrado de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Segundo Duque, é de grande relevância o […]
A partir desse ano de 2024, o deputado estadual Luciano Duque (Solidariedade), será o representante da Assembleia Legislativa de Pernambuco como membro titular do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CHR). O CHR é o órgão superior deliberativo, consultivo e paritário do Sistema Integrado de Gerenciamento de Recursos Hídricos.
Segundo Duque, é de grande relevância o CHR ter um representante que vem da região do Sertão pernambucano, área do estado mais afetada pelos períodos de estiagem e pela má distribuição dos recursos hídricos. “Além da representação na ALEPE, o povo sertanejo agora terá sua representação neste conselho de tamanha importância”.
Entre as funções e atribuições, o Conselho discute e aprova a Política Estadual de Recursos Hídricos, as prestações de contas e o Plano de Aplicação dos Recursos do Fundo Estadual de Recursos Hídricos. Além disso o CRH tem o papel de aprovar os índices e metas dos programas utilizados pela Agência Pernambucana de Águas e Climas (APAC).
Para além do conselho, o parlamentar também estará na coordenação da Frente Parlamentar do Enfrentamento à Seca, proposta por ele no passado, além de ser também vice-presidente da Comissão de Meio Ambiente, Sustentabilidade e Proteção Animal.
“É necessário dialogar e buscar soluções efetivas para o povo pernambucano, principalmente, com relação aos recursos hídricos e ao enfrentamento à seca. Esta questão está totalmente atrelada ao meio ambiente. As mudanças climáticas estão cada vez mais intensas, o fenômeno do El Ninõ será mais intenso em 2024, e nós enquanto representantes do povo estaremos sempre em luta na busca de melhorias para a qualidade de vida do pernambucano.”
A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) garantiu a continuidade da tramitação do projeto de lei que atualiza o piso salarial dos professores da rede estadual. Em votação realizada durante a Reunião Plenária desta quarta-feira (21), um recurso apresentado pelo líder do Governo na Casa, Izaías Régis (PSDB), foi aprovado por 25 votos a 15. Esse […]
A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) garantiu a continuidade da tramitação do projeto de lei que atualiza o piso salarial dos professores da rede estadual.
Em votação realizada durante a Reunião Plenária desta quarta-feira (21), um recurso apresentado pelo líder do Governo na Casa, Izaías Régis (PSDB), foi aprovado por 25 votos a 15. Esse recurso teve o objetivo de derrubar os pareceres das Comissões de Finanças e de Educação, que haviam rejeitado o Projeto de Lei (PL) nº 712/2023 proposto pelo Executivo.
Segundo o Regimento Interno da Alepe, quando duas comissões técnicas rejeitam um projeto, ele é arquivado de forma terminativa. No entanto, esse arquivamento pode ser evitado mediante um recurso assinado por pelo menos 10 deputados, que precisa ser votado em Plenário. Após ter sido obstruída na última segunda-feira (19), a votação do recurso ocorreu hoje, resultando favoravelmente ao Governo.
O presidente da Alepe, Álvaro Porto (PSDB), anunciou durante a reunião que o PL 712 será apreciado em Plenário na próxima terça-feira (27). Confira a lista dos parlamentares favoráveis ao requerimento:
Adalto Santos (PP); Antonio Moraes (PP); Claudiano Martins Filho (PP); Cleber Chaparral (União); Dannilo Godoy (PSB); Débora Almeida (PSDB); France Hacker (PSB); Gustavo Gouveia; (Solidariedade); Henrique Queiroz Filho (PP); Izaías Regis (PSDB); Jarbas Filho (PSB); Jeferson Timóteo (PP); João de Nadegi (PV); Joaquim Lira (PV); Joãozinho Tenório (Patriota); Joel da Harpa (PP); Lula Cabral (Solidariedade); Mário Ricardo (Republicanos); Nino de Enoque (PL); Pastor Cleiton Collins (PP); Pastor Júnior Tércio (PP); Renato Antunes (PL); Romero Sales Filho (União); Simone Santana (PSB); e William Brígido (Republicanos).
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