Aterros Sanitários do Pajeú serão construídos em Afogados, São José do Egito e Serra Talhada
Por Nill Júnior
Foto ilustrativa
por Anchieta Santos
Dos 17 municípios do Pajeú, 13 estiveram representados na reunião que aconteceu ontem em Afogados da Ingazeira com o MP para tratar da implantação dos aterros sanitários da região.
De Brejinho a Carnaíba, os municípios mandarão o lixo para os aterros que vão ser construídos em Afogados da Ingazeira e São José do Egito. Já os municípios de Flores, Calumbi, Triunfo e Santa Cruz da Baixa Verde concentrarão o seu lixo em Serra Talhada.
O vereador Zé Raimundo (Republicanos) declarou que a disputa pela presidência da Câmara de Vereadores de Serra Talhada é um “assunto encerrado”. Apesar das especulações no meio político de que ele poderia concorrer contra Manoel Enfermeiro (PT) pela liderança da Casa Joaquim de Souza Melo, o parlamentar descartou qualquer possibilidade de confronto. Procurado pela reportagem […]
O vereador Zé Raimundo (Republicanos) declarou que a disputa pela presidência da Câmara de Vereadores de Serra Talhada é um “assunto encerrado”.
Apesar das especulações no meio político de que ele poderia concorrer contra Manoel Enfermeiro (PT) pela liderança da Casa Joaquim de Souza Melo, o parlamentar descartou qualquer possibilidade de confronto.
Procurado pela reportagem da Vilabela FM neste final de semana, Zé Raimundo foi direto ao abordar o tema. “Não, não. Isso aí é assunto encerrado, não tem disputa. O voto é por indicação, deixa pra lá. Vou continuar fazendo o que faço de melhor, que é trabalhar para o povo”, declarou.
Como destacou a Coluna do Domingão, a decisão de Zé Raimundo de romper com a prefeita Márcia Conrado, se dizendo traído na condução da escolha da Mesa Diretora da Câmara em detrimento de Manoel Enfermeiro não terá impacto matemático, dada a maioria folgada da petista.
Mas tem forte impacto político, dada a liderança natural e peso de fala do vereador. Matematicamente, conta como menos um, mas simbolicamente, pesa mais…
Colisão aconteceu próximo a Bom Nome, na BR 232 As estradas sertanejas continuam sendo palco de graves acidentes. Esta tarde, na BR 232 a uma colisão envolvendo três carros causou ao menos uma morte. Oi próximo ao Distrito de Bom Nome, município de São José do Belmonte. No acidente, um caminhão da empresa Nato, um […]
As estradas sertanejas continuam sendo palco de graves acidentes. Esta tarde, na BR 232 a uma colisão envolvendo três carros causou ao menos uma morte. Oi próximo ao Distrito de Bom Nome, município de São José do Belmonte.
No acidente, um caminhão da empresa Nato, um Cobalt branco e um Gol se chocaram. O local é uma reta e há condições de ultrapassagem, mas a manobra de um ou outro veiculo pode ter sido mal executada, casando o acidente. O Gol pegou fogo após o choque.
Três feridos foram levados para Serra Talhada. Nenhum deles é natural do Sertão. O nome da vítima fatal não foi identificado ainda. Ele não estava no carro incinerado e sim no Cobalt e ficou preso às ferragens.
Os motoristas são de Recife, 43 anos, Abreu e Lima, também 43, e o terceiro é de Belo Jardim, 36 anos.
Uma das soluções apresentadas é ida da folha do município para o Sicoob, dizem comerciantes. Prefeitura tentará última cartada junto ao BB O Núcleo de Dirigente Lojistas (NDL) de Carnaíba vem fazendo constante reuniões com comerciantes e autoridades no intuito de fomentar o comércio local. Nas últimas reuniões foi apresentado um estudo de impacto econômico […]
Saída do banco da cidade teve impacto direto na economia da cidade
Uma das soluções apresentadas é ida da folha do município para o Sicoob, dizem comerciantes. Prefeitura tentará última cartada junto ao BB
O Núcleo de Dirigente Lojistas (NDL) de Carnaíba vem fazendo constante reuniões com comerciantes e autoridades no intuito de fomentar o comércio local. Nas últimas reuniões foi apresentado um estudo de impacto econômico no município devido a ausência do Banco do Brasil.
Antes da explosão do Banco do Brasil as empresas em Carnaíba tinham uma média de faturamento de R$ 36.567,04 e circulavam mensalmente no município R$ 19.673.069,88. Após a explosão a média de faturamento caiu para R$ 23.161,78 e a circulação também caiu para R$ 12.461.089,80, uma queda de 37%. A cidade perdeu mais de R$ 7 milhões e 200 mil mensais.
Outro número bastante impactado foi o número de pessoas ocupadas por empresa, antes da explosão tinha uma média 2,8 pessoas por empresa, num total de 1.526 contratados. Após a explosão o número médio de pessoas ocupadas por empresa caiu para 2,2 e o número total foi para 1.189 deixando um saldo negativo de 388 pessoas sem ocupação.
A principal solução apresentada pela NDL, aceita praticamente por unanimidade pelos comerciantes locais é a transferência da folha de pagamento do município para o Sicoob, que já se encontra no município há vários anos e se colocou totalmente a disposição através da sua gerente de negócios Maria Luiza da Silva Sousa. A Câmara na pessoa do atual presidente Gleybson Martins, transferiu da folha estimulando o consumo local segundo nota.
A NDL não acredita na volta do Banco do Brasil para o município como antigamente. Após um ano a tragédia o Banco do Brasil não conseguiu dá um simples posicionamento se vai reabrir ou não, mesmo o poder executivo não medindo esforços e apresentando várias das exigências solicitadas pelo Banco, além da pressão do MP.
Quanto ao executivo, através do vice-prefeito Júnior de Mocinha, posicionou-se que ainda fará uma reunião com superintendência do Banco do Brasil através do deputado Danilo Cabral até final do mês. “A NDL por ter uma relação de parceria com o poder executivo resolveu dar um voto de confiança e aguardar até o dia 7 de março, prazo acordado entre as partes, para uma resposta em definitivo se o Banco do Brasil reabre ou não, qual prazo e se voltará no mesmo modelo como funcionava antigamente”.
Quanto à transferência da folha de pagamento do município para o posto de atendimento do Bradesco que funciona no município, a NDL se mostrou totalmente contrária tendo em vista que o posto de atendimento não tem condições de atender a demanda da população. “A NDL também vem apresentando outras soluções para estimular o consumo no comércio local. Uma delas seria a volta da feira livre para as principais ruas do centro. A NDL realizou pesquisa com os feirantes e 80% foi totalmente a favor a mudança de local da feira livre”.
Ficou acordado na última reunião entre o executivo e feirantes que a feira livre retornará para o centro, faltando apenas decidir quais ruas serão ocupadas. “Outras ações estão sendo pensadas pela NDL em parceria com o Executivo, Legislativo e Sicoob, no intuito de promover o consumo no comércio local para que as empresas locais se recuperem e voltem a realizar contratações”, conclui a nota.
A Direção Geral do IFPE Campus Afogados da Ingazeira informa a comunidade que as matrículas para os aprovados no Vestibular 2017.1 ocorrerá entre os dias 9 e 13 de janeiro, das 8h às 11h e das 13h às 16h, na sala da Coordenação de Registro Acadêmico. Os candidatos que não apresentarem os comprovantes exigidos no […]
A Direção Geral do IFPE Campus Afogados da Ingazeira informa a comunidade que as matrículas para os aprovados no Vestibular 2017.1 ocorrerá entre os dias 9 e 13 de janeiro, das 8h às 11h e das 13h às 16h, na sala da Coordenação de Registro Acadêmico. Os candidatos que não apresentarem os comprovantes exigidos no edital poderão perder a vaga.
Possíveis vagas decorrentes da matrícula (em caso de desistência ou falta de documentos comprobatórios exigidos no edital) serão preenchidas através de reclassificações. A primeira delas ocorrerá no 18 de janeiro e a segunda, caso exista, será divulgada no dia 25 do mesmo mês (cronograma na página 28 do Manual do Candidato – Cursos Técnicos).
Entre os documentos exigidos para matrícula estão carteira de identidade, foto 3×4 recente, original e cópia da certidão de nascimento ou casamento, além de certificado original de conclusão do Ensino Médio e o Histórico Escolar (Ficha 19). Na ausência destes últimos, a declaração de conclusão será aceita provisoriamente por um período de 30 dias. Quem tiver acima de 18 anos deve apresentar também o título de eleitor e o documento comprobatório de regularidade com o Serviço Militar (no caso do sexo masculino).
Já os candidatos que optaram pelo sistema de cotas precisam redobrar a atenção com a documentação. Na matrícula, será necessário atestar que cursou integralmente o Ensino Médio em escola pública. Para quem optou pela cota social, será exigida ainda a comprovação de um rendimento familiar per capta de até um salário mínimo e meio. A lista completa de documentos exigidos pode ser consultada no Edital de Matrícula, disponível no site: cvest.ifpe.edu.br/vestibular2017_1.
As aulas para os 180 matriculados deverão começar no dia 6 de março. Mais informações poderão ser obtidas nas redes sociais do IFPE, pelo telefone: (87) 3211-1207 ou presencialmente no Campus Afogados da Ingazeira.
93% deles são de pequenos produtores, e o valor não passa de R$ 15 mil Quase 1 milhão de contratos de crédito foram contemplados com a decisão do governo federal de prorrogar por um ano a execução das dívidas dos produtores da área da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) por causa da seca. Essa […]
93% deles são de pequenos produtores, e o valor não passa de R$ 15 mil
Quase 1 milhão de contratos de crédito foram contemplados com a decisão do governo federal de prorrogar por um ano a execução das dívidas dos produtores da área da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) por causa da seca. Essa região compreende todos os estados do Nordeste e o norte de Minas Gerais e do Espírito Santo, totalizando 1.989 municípios. O alongamento do prazo para pagamento favorece principalmente os pequenos agricultores com dívidas de até R$ 15 mil.
A medida, oficializada pela Medida Provisória 707, de 30 de dezembro de 2015, foi tomada com base em estudos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que vinha recebendo reivindicações do setor. Milhares de agricultores perderam sua capacidade de pagamento devido a sucessivas quedas de produção provocadas pela forte estiagem que atingiu a Região Nordeste nos últimos quatro anos.
De acordo com a Secretaria de Política Agrícola do Mapa, somente no Banco do Nordeste, 950 mil contratos de crédito – totalizando R$ 12,1 bilhões – estão irregulares, mas não poderão ser executados devido à prorrogação da Lei 12.844. O número total de operações regidas pela lei nesse banco é de 1,07 milhão, com estoque de R$ 14,5 bilhões. O Banco do Nordeste é a principal instituição de tomada de financiamento na região. A quantidade de contratos em outros bancos não é expressiva.
Na linha de crédito de até R$ 100 mil, 93% dos contratos contemplados são de até R$ 15 mil, o que evidencia que os maiores beneficiados com a prorrogação são os pequenos produtores do semiárido. O número representa 56% do estoque total dessa linha.
Segundo o secretário de Política Agrícola, André Nassar, os produtores que não liquidaram suas dívidas até 31 de dezembro de 2015 não poderão ser executados pelo banco ao longo deste ano. Isso, avalia, garantirá fôlego para que possam recuperar sua capacidade de pagamento.
“Nem os bancos nem o governo querem que os produtores sejam executados. Queremos solucionar o problema porque os agricultores estão inadimplentes devido à incapacidade de pagamento causada pela queda da produção”, diz o secretário. “Se o produtor acaba sendo executado, ele é alijado, tem que dar todas as suas garantias para pagar a dívida e acaba deixando de ser produtor.”
Saiba mais
A prorrogação da Lei 12.844 suspende por um ano o encaminhamento das operações de crédito rural para inscrição em dívida ativa e para cobrança judicial dos produtores. A medida provisória não representa perdão de débitos, mas ampliação do prazo para quitação, que venceria em 31 de dezembro de 2015.
Estão contempladas todas as operações de crédito (custeio, investimento e comercialização) de até R$ 100 mil contratadas até 31 de dezembro de 2006 na área da Sudene. Também estão incluídos os contratos de até R$ 200 mil com recursos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Nordeste (FNE e FNO), fechados até 31 de dezembro de 2006.
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