Assessoria de Doido de Zé Vicente diz que decisão do TCE será revertida
Por Nill Júnior
Segundo assessoria, falha nas informações sobre pagamento de servidores da Câmara ao TCE gerou decisão. “Não houve ato de improbidade”
A Assessoria de José Vicente de Souza, o Doido de Zé Vicente, informou ao blog que não houve ato de improbidade no caso aferido por Auditoria do TCE em relação aos pagamentos de servidores da Casa do ano de 2016.
Segundo contato de sua assessoria com o blog, houve um erro de caráter técnico, da falta de informações repassadas da Câmara ao TCE dos pagamentos efetuados no ano. Mas, garante, o objeto de questionamento do Tribunal não deve prosperar por conta das informações repassadas após a decisão.
O TCE através da Segunda Câmara, à unanimidade, julgou irregulares as contas objeto da auditoria definindo um débito de R$ 400.948,45, de forma solidária entre José Vicente de Souza, Marcos Antônio de Souza Costa e Rodrigo Henrique Veras Castelo Branco.
“Houve apenas erro no repasse das informações solicitadas. Já encaminhamos toda a documentação ao TCE e vamos reverter a decisão”, diz a Assessoria. Doido de Zé Vicente não conseguiu sua reeleição.
Contando com o apoio do ex-prefeito de Carnaíba Anchieta Patriota e do deputado federal Danilo Cabral, a oposição política de Quixaba já trabalha firme visando a sucessão do prefeito Zé Pretinho, que está concluindo os últimos dois anos do seu mandato. O prefeito até agora não dá sinais de quem será o candidato que deverá […]
Contando com o apoio do ex-prefeito de Carnaíba Anchieta Patriota e do deputado federal Danilo Cabral, a oposição política de Quixaba já trabalha firme visando a sucessão do prefeito Zé Pretinho, que está concluindo os últimos dois anos do seu mandato. O prefeito até agora não dá sinais de quem será o candidato que deverá apoiar para lhe substituir no comando do município.
Hoje, o nome mais forte para a sucessão do município de Quixaba é o do médico Jaílson Paixão, mineiro que fixou residência no município pernambucano e tomou gosto pela política local.
Com a falta de um nome competitivo até o momento na ala governista, o nome do candidato da oposição cresce na cidade, tirando o sono do prefeito Zé Pretinho. Neste caso, o mineiro não está atacando só pelas beiradas. Avançou com força no pirão da sucessão….
G1 O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou nesta quinta-feira (27), por unanimidade, o registro da candidatura de Anthony Garotinho (PRP) ao governo do Rio de Janeiro. Todos os 7 membros da Corte votaram por negar recurso da defesa contra decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), que já havia barrado a candidatura, […]
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou nesta quinta-feira (27), por unanimidade, o registro da candidatura de Anthony Garotinho (PRP) ao governo do Rio de Janeiro.
Todos os 7 membros da Corte votaram por negar recurso da defesa contra decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), que já havia barrado a candidatura, com base na lei da Ficha Limpa.
Em tese, Garotinho ainda poderá recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF), mas a decisão do TSE terá efeito imediato. Com isso, o ex-governador foi impedido de fazer campanha e veicular propaganda no rádio e na TV.
Na sessão do TSE, a ministra Rosa Weber votou a favor de Garotinho manter a campanha enquanto ainda houver possibilidade de recurso, mas foi vencida pelos outros seis ministros.
A defesa de Garotinho informou que deverá recorrer da decisão do TSE. A estratégia é tentar obter decisões liminares na Justiça que revertam a condenação do ex-governador por improbidade administrativa.
“A defesa vai recorrer, está definindo quais as medidas que vamos tomar. Estamos buscando decisões liminares para reverter a condenação. Tem a possibilidade de embargos de declaração”, disse a advogada Gabriela Rollemberg.
Embargos de declaração são recursos que podem ser apresentados ao próprio TSE, com objetivo de esclarecer alguma omissão, obscuridade ou contradição no julgamento desta quinta.
Os advogados também tentarão reverter outra condenação, criminal, por calúnia, que também pesou no indeferimento de registro de Garotinho.
Os ministros também decidiram que a coligação de Garotinho não precisará devolver os recursos públicos já usados na campanha. No entanto, não poderá mais usar a verba para promover a candidatura.
Votaram contra a candidatura de Garotinho no TSE: o relator do caso, Og Fernandes, e os ministros Admar Gonzaga, Tarcísio Vieira de Carvalho Neto, Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Jorge Mussi e Rosa Weber.
Na mais recente pesquisa Ibope para o governo do Rio, divulgada na terça (25), Garotinho apareceu empatado em 2º lugar com Romário (Podemos). Ambos têm 16%. O candidato do DEM, Eduardo Paes, lidera com 24% das intenções de voto.
Falando a imprensa, representantes da Justiça Eleitoral admitem que o número de abstenções, apesar do recadastramento em algumas cidades pode ser significativo. Dentre os motivos, deficiências do transporte em algumas cidades, desinteresse do eleitor em um pleito com essas características, onde não há o clima do processo municipal. Em Afogados da Ingazeira, mesmo com o […]
Falando a imprensa, representantes da Justiça Eleitoral admitem que o número de abstenções, apesar do recadastramento em algumas cidades pode ser significativo.
Dentre os motivos, deficiências do transporte em algumas cidades, desinteresse do eleitor em um pleito com essas características, onde não há o clima do processo municipal.
Em Afogados da Ingazeira, mesmo com o voto descentralizado, a Juíza Eleitoral Maria da Conceição Godoi Bertolini acredita que ainda teremos uma abstenção importante.
Ela admitiu essa possibilidade em contato com o repórter Celso Brandão, da Rádio Pajeú. O mesmo acontece nos demais colégios eleitorais da região.
Diário de Pernambuco Um estudo liderado por acadêmicos dos departamentos de Estatística e Física das Universidades Federais de Pernambuco, Sergipe e do Paraná indicou que Recife e Belém são as únicas capitais que chegaram na fase de saturação da pandemia. Isso significa que a pior fase da epidemia já passou nesses locais e que as […]
Um estudo liderado por acadêmicos dos departamentos de Estatística e Física das Universidades Federais de Pernambuco, Sergipe e do Paraná indicou que Recife e Belém são as únicas capitais que chegaram na fase de saturação da pandemia. Isso significa que a pior fase da epidemia já passou nesses locais e que as duas cidades estão próximas de alcançar a estabilização do número total de casos e óbitos por Covid-19.
Segundo a nota técnica publicada pelos pesquisadores nesta terça-feira (21), oito capitais ainda estão enfrentando a fase inicial com crescimento rápido e outras dezessete estão na fase intermediária, quando a curva epidêmica indica uma estabilização, mas ainda está distante do estágio final da epidemia.
O estudo indica que o Recife já teria passado pela pior fase da pandemia. Se continuar seguindo essa tendência, a capital pernambucana já estará caminhando para o regime final da epidemia. “É preciso que se tenha em mente que, mesmo atingindo a fase de saturação, ainda permanece o risco de recrudescimento da curva de contágio, caso as medidas de controle da transmissão do vírus sejam relaxadas”, esclarecem os pesquisadores no documento.
O grupo de pesquisa Modinterv analisou as curvas acumuladas de mortes atribuídas à Covid-19 nas 26 capitais dos estados brasileiros e do Distrito Federal até o dia 19 de julho. Os pesquisadores utilizaram três modelos matemáticos para analisar as fases em que se encontram as cidades.
O objetivo do estudo é entender a dinâmica da epidemia e indicar em que fase as cidades estão para auxiliar as autoridades públicas na escolha das medidas mais adequadas para o enfrentamento da doença e indicar se é possível haver flexibilização.
As curvas de fatalidade da Covid-19 foram relacionadas com a taxa de crescimento do início do surto e a tendência de controle do vírus, que indica a estabilização de casos e a desaceleração de contágio. De acordo com o professor do Departamento de Estatística da UFPE, Raydonal Ospina, o Recife está próximo do que os cientistas estão chamando de “platô”, ou seja, uma estabilização após o pico de taxas diárias de novos casos e óbitos. De acordo com o estudo, essa curva que indicou a estabilização no Recife ocorreu entre 30 de abril e 6 de maio.
Tanto Recife como Belém conseguiram frear o crescimento exponencial inicial do número de óbitos adotando medidas de isolamento social logo no início da epidemia. O que foi possível concluir que a velocidade da ação das autoridades públicas influencia na eficiência do combate à epidemia.
“O Brasil atrasou na resposta, o número de casos deve continuar em crescimento. As flexibilizações de algumas regiões foram feitas de forma precária e antecipada. Alguns estados tendem a aumentar o número de casos. Existe uma pressão social e econômica para que as coisas voltem, e não tem como parar toda uma sociedade sem preparar antes e garantir uma renda básica, por exemplo, para que as famílias consigam ficar em casa. É um vírus novo que pegou a todos de surpresa e a parte política não deu respostas corretas e na velocidade adequada”, analisa Raydonal Ospina.
Os pesquisadores concluíram que das 27 cidades analisadas, em 19 delas a pior fase da epidemia já passou. O Recife aparece com uma evolução rápida para chegar ao fim da epidemia. Já em Belém, esse avanço ainda está lento. Em outras capitais, como Goiânia, Belo Horizonte, Campo Grande, João Pessoa, Curitiba, Porto Alegre, Florianópolis e Brasília (DF), o estudo indicou que a epidemia ainda se encontra em sua fase inicial. Para as capitais Rio Branco, Maceió, Manaus, Macapá, Salvador, Fortaleza, Vitória, São Luís, Cuiabá, Teresina, Rio de Janeiro, Natal, Porto Velho, Boa Vista, Aracaju, São Paulo e Palmas, o estudo indicou que as curvas acumuladas de óbitos dessas localidades já passaram.
Mesmo que o Recife tenha chegado nessa fase estável, o momento ainda exige cuidado, alerta o pesquisador. “Essa pandemia é uma das maiores crises de saúde que o mundo já enfrentou. O problema é complexo e ainda exige muita cautela. Estamos em um momento otimista porque vimos que provavelmente as medidas de isolamento e prevenção surtem efeito e conseguem frear o aumento. Mas deve ser um trabalho conjunto. A política pública tem que estar sintonizada com a pesquisa científica”, comenta.
Distanciamento social deve permanecer
Apesar de indicar um otimismo com relação ao combate à pandemia, esse resultado não deve representar um relaxamento das medidas de prevenção ao novo coronavírus. O distanciamento social e o uso de máscara devem ser adotados pela população e o poder público deve continuar agindo no controle da doença e no monitorando das normas sanitárias por parte dos estabelecimentos que voltaram a funcionar.
Segundo Raydonal Ospina, o comportamento dos indicadores da epidemia diante do avanço do Plano de Convivência para a retomada gradual das atividades econômicas em Pernambuco será percebido dentro das próximas semanas.
“O efeito da abertura será observado em 15 dias. O Recife teve um tempo adequado de resposta, mas tem importação de casos por estar ao lado de outras cidades, como Jaboatão e Olinda. Existe uma dinâmica de pessoas que trabalham, de produtos que chegam. E os casos vêm sendo importados do interior e podem voltar para o Recife”, diz.
Pesquisadores ao redor do mundo indicam que o novo coronavírus pode ter uma nova onda, ou seja, um novo momento com novos casos e óbitos. Segundo Ospina, se as atuais medidas de contenção do novo coronavírus forem deixadas de lado, curva pode voltar a crescer.
“Se as pessoas relaxarem demais o isolamento, vamos pagar o preço lá na frente. A tendência é que venha uma nova onda, e isso vai depender das medidas de segurança e distanciamento social. A reabertura pode acelerar a chegada dessa segunda onda e para que não seja tão forte tem que haver a colaboração da população e fiscalização poder público”, comenta o professor.
Inaldo Sampaio A barragem Riacho do Pau, localizada na cidade de Pedra e uma das responsáveis pelo abastecimento hídrico de Arcoverde está com 0,9% da sua capacidade de acumulação e não oferece mais condições de captação de água. Em razão disto, o presidente da Compesa, Roberto Tavares, precisou ampliar o calendário de distribuição de água […]
A barragem Riacho do Pau, localizada na cidade de Pedra e uma das responsáveis pelo abastecimento hídrico de Arcoverde está com 0,9% da sua capacidade de acumulação e não oferece mais condições de captação de água.
Em razão disto, o presidente da Compesa, Roberto Tavares, precisou ampliar o calendário de distribuição de água no município. A partir de agora, o abastecimento será feito pelos cinco poços profundos da bacia do Frutuoso, na cidade de Ibimirim.
A água captada nos poços é transportada pela adutora do Jatobá, ao longo de 69 quilômetros, até chegar à Estação de Tratamento de Arcoverde, com a vazão média de 82 litros por segundo.
Com esta vazão, a Compesa irá atender à cidade no seguinte sistema de rodízio: cinco dias com água e 23 dias sem água.
Segundo o gerente de Negócios da Companhia, Augusto César de Andrade, foi elaborado um criterioso planejamento para que a água armazenada na barragem do Riacho do Pau – que tem capacidade para acumular 16,8 milhões de metros cúbicos de água – não secasse tão rápido.
Arcoverde é uma das sete cidades que serão beneficiadas com a conclusão das obras da adutora do Moxotó, que está em execução pela Compesa.
Ela vai captar água no Eixo Leste da transposição do rio São Francisco e será integrada à Adutora do Agreste. A obra será realizada em duas etapas e prevê a implantação de 67 quilômetros de adutora em tubos de ferro fundido (600 mm de diâmetro), três estações elevatórias e a captação na barragem do Moxotó.
A previsão é concluir as obras em 15 meses a partir da data da assinatura da Ordem de Serviço. Quando as duas etapas estiverem concluídas – a segunda já está em fase de licitação – a adutora fará o transporte da água da Estação Elevatória -1, na barragem do Moxotó, até a Estação de Tratamento de Arcoverde, onde o sistema será interligado à Adutora do Agreste.
Você precisa fazer login para comentar.