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Assembleia Geral adiada para terça-feira, 29 de setembro

Por Nill Júnior

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Os Policiais Civis que compareceram ao Sinpol nesta quinta-feira (24) decidiram por unanimidade adiar a assembleia geral da categoria que vai decidir sobre a proposta do Governo do Estado. A nova data será a próxima terça-feira (29), também às 18h.

O presidente do Sinpol, Áureo Cisneiros, apresentou a proposta de modificação da data depois de diversas reclamações de policiais civis das cidades mais distantes que não tiveram tempo suficiente para se mobilizar e comparecer ao encontro de hoje.

De torda forma, com o auditório com cerca de 400 policiais, mas acostumados a realizar grandes assembleias de mais de mil companheiros na rua, os policiais ouviram novamente a proposta do Governo, lida por Áureo em sua íntegra. Depois, o presidente do Sinpol conclamou todos a mobilizar os companheiros de trabalho para que estes compareçam na próxima terça-feira (29). “A gente precisa de mais gente, para ter mais transparência e mais legitimidade”, afirmou.

Resumidamente, as propostas do Governo são:

1. Quanto ao Plano de Cargos e Carreiras da Polícia Civil, o governo propôs a criação de um Grupo de Trabalho para a reformulação do PCC e para a construção da Lei Orgânica da Polícia Civil em um prazo de 90 dias. O GT terá a presença de três membros do Governo e cinco membros do Sinpol;
2. Elaboração de um dispositivo para medir o desempenho do policial em sua atividade. A progressão devida será feita já agora em outubro, retroativa a março;
3. Liberar as pendências financeiras de quem tem processos administrativos, na Polícia Civil, como licenças-prêmio e outros;
4. Criação do Auxílio Transporte para todos os policiais civis de Pernambuco no valor de R$ 300;
5. Devolução dos descontos da falta dos plantões, referente ao movimento Polícia Cidadã;
6. A retirada da contribuição do sindicato da margem consignável, liberado esta margem para o uso do policial civil.

Outras Notícias

Relatora diz que é a favor da intervenção no RJ

G1 A Deputada Laura Carneiro (PMDB-RJ), relatora na Câmara do decreto de intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, informou nesta segunda-feira (19) que seu parecer será favorável à intervenção e que vai sugerir outras ações ao governo federal em propostas separadas. A deputada vai sugerir que o governo edite norma para que […]

G1

A Deputada Laura Carneiro (PMDB-RJ), relatora na Câmara do decreto de intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, informou nesta segunda-feira (19) que seu parecer será favorável à intervenção e que vai sugerir outras ações ao governo federal em propostas separadas.

A deputada vai sugerir que o governo edite norma para que as forças militares tenham as mesmas atribuições previstas em lei quando estão em vigor as operações de Garantia da Lei e da Ordem. Pela legislação, nestas operações de GLO, os militares podem, de forma provisória, atuar com poder de polícia.

“Não há como não aprovar [o decreto de intervenção]. Essa é a tentativa final. Eu digo que o Rio está na UTI e que é preciso um remédio amargo. De qualquer jeito o decreto atende a todos os requisitos constitucionais”, declarou a deputada.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse que o decreto da intervenção federal no Rio de Janeiro não poderá ter emendas – ou seja –não pode ser alterado pelos parlamentares durante votação no plenário.

A deputada defende recursos para execução e manutenção de ações que serão implementadas com a intervenção, além de ações de assistência social no estado.

Questionada sobre valores, Laura Carneiro disse que não tem como avaliar no momento. Segundo a deputada, vai depender do plano de ação apresentado pelo interventor, general Walter Souza Braga Netto.

A Câmara dos Deputados deverá analisar o decreto de intervenção federal nesta noite, em sessão extraordinária. Depois de votado na Câmara, o texto seguirá para o Senado.

Justiça bloqueia fundo partidário e autoriza uso para ações contra pandemia

Leonardo Cavalcanti e Nathan Victor/Poder 360 O juiz Itagiba Catta Preta Neto, da 4ª Vara Federal do Distrito Federal, determinou nesta terça-feira (07.04), o bloqueio dos fundos Eleitoral e Partidário. Pela decisão, o Tesouro Nacional fica impedido de repassar os recursos ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ficando o uso da verba autorizado apenas para ações […]

Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Leonardo Cavalcanti e Nathan Victor/Poder 360

O juiz Itagiba Catta Preta Neto, da 4ª Vara Federal do Distrito Federal, determinou nesta terça-feira (07.04), o bloqueio dos fundos Eleitoral e Partidário. Pela decisão, o Tesouro Nacional fica impedido de repassar os recursos ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ficando o uso da verba autorizado apenas para ações do Poder Executivo no combate à covid-19.

O fundão eleitoral aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro para 2020, ano de eleições municipais, é de R$ 2 bilhões. O Fundo Partidário é uma verba repassada pela União aos partidos para custear suas atividades. O valor estimado é de R$ 1 bilhão.

Na decisão, o magistrado destaca que a preservação dos fundos no contexto atual “se afigura contrária à moralidade pública, aos princípios da dignidade da pessoa Humana, ainda que no interesse da cidadania”.

Em seu despacho, Catta Preta cita a dificuldade econômica já vivida por milhões de brasileiros por consequência da disseminação do coronavírus.

“Além da pandemia, e por causa dela, a crise econômica não é mais uma perspectiva. É concreta, palpável. Milhões de trabalhadores informais, autônomos e vários outros, em todo o país, já passam por dificuldades de ordem alimentar inclusive. O fechamento da maioria dos segmentos do comércio, nas maiores cidades brasileiras, tem gerado quebra e desemprego em massa. A economia preocupa tanto ou até mais do que a própria epidemia.”

“Dos sacrifícios que se exigem de toda a Nação não podem ser poupados apenas alguns, justamente os mais poderosos, que controlam, inclusive, o orçamento da União”, destaca.

O juiz que congelou o repasse do Fundo para seus fins originais é conhecido por ter anulado o termo de posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro da Casa Civil no governo de Dilma Rousseff (PT).

Ao Poder360, o deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP), disse que não cabe ao juiz de Instância inferior decidir algo sobre o caso. “Está na hora de cada macaco ficar no seu galho. Legislativo, Executivo e Judiciário não podem querer atropelar 1 ao outro.  Carece ao nobre magistrado competência para decidir sobre a matéria.”

NOVO FOI AO TSE POR VERBA

A determinação do juiz federal se dá um dia depois de o ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Luis Felipe Salomão ter rejeitado pedido feito pelo Partido Novo para autorizar a destinação de R$ 34 milhões ao combate à pandemia. O recurso representa as parcelas do fundo partidário a que a sigla tem direito.

O ministro entendeu a relevância da questão, mas disse que a sigla acionou a Justiça eleitoral pelo meio errado, pois não cabe, segundo ele, pedido de decisão provisória em consultas feitas à Corte. Salomão argumenta que tais consultas são instrumentos jurídicos para tratar questões administrativas. Salomão enviou o processo para julgamento no plenário do TSE.

“De toda sorte, diante da situação de calamidade decorrente da pandemia, registro que, tão logo possível, e com a urgência devida, a Consulta será levada a exame do plenário”, afirmou na decisão.

João tem 13 pontos de vantagem sobre Raquel, diz Opinião

Pesquisa do Instituto Opinião para o Blog do Magno mostra o pré-candidato socialista João Campos, do PSB,  com 48,4% dos votos, 13 pontos a frente da governadora Raquel Lyra (PSD), que aparece com 35,5% das intenções de voto. Ivan Moraes, do PSOL, se situa com apenas 2,3%. Brancos e nulos somam 5,8% e indecisos 8,1%. […]

Pesquisa do Instituto Opinião para o Blog do Magno mostra o pré-candidato socialista João Campos, do PSB,  com 48,4% dos votos, 13 pontos a frente da governadora Raquel Lyra (PSD), que aparece com 35,5% das intenções de voto. Ivan Moraes, do PSOL, se situa com apenas 2,3%. Brancos e nulos somam 5,8% e indecisos 8,1%.

Nos votos válidos, quando se excluem os percentuais de brancos e nulos, além de indecisos, João lidera com 56,1% das intenções de voto e Raquel aparece com 41,2%, totalizando uma vantagem de 14,9 pontos para o ex-prefeito.

Na espontânea, modelo pelo qual o eleitor é obrigado a lembrar o nome do seu candidato sem a lista dos concorrentes, João desponta com 29,5% e Raquel com 27,1% das intenções de voto. Brancos e nulos somam 4,5% e indecisos sobem para 38,1%. A pesquisa foi registrada na justiça eleitoral com o protocolo de número PE-02951/2026.

Rejeição

Em rejeição, o campeão é Ivan Moraes. Entre os eleitores entrevistados, 26,2% disseram que não votariam nele de jeito nenhum. Em seguida, aparece a governadora Raquel Lyra, com 23% dos entrevistados que disseram que não votariam nela de jeito nenhum. Em último, João com 16,8% dos entrevistados que afirmaram não votar nele em hipótese alguma.

O levantamento foi a campo entre os dias 14 a 17 de abril, sendo aplicados dois mil questionários em 80 municípios. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro de 2.2 pontos percentuais para mais ou para menos. A modalidade da pesquisa envolveu a técnica de survey, que consiste na aplicação de questionários de forma presencial.

Marconi Santana pleiteia construção de CAPS para Flores durante visita de Humberto Costa

Durante a recente visita do senador Humberto Costa (PT) ao município de Flores, o ex-prefeito e atual secretário de Governo, Marconi Santana, apresentou uma nova demanda considerada prioritária pela gestão municipal: a construção de um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) na cidade. Em publicação nas redes sociais, Marconi destacou a importância da iniciativa para a […]

Durante a recente visita do senador Humberto Costa (PT) ao município de Flores, o ex-prefeito e atual secretário de Governo, Marconi Santana, apresentou uma nova demanda considerada prioritária pela gestão municipal: a construção de um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) na cidade.

Em publicação nas redes sociais, Marconi destacou a importância da iniciativa para a população. “Flores precisa e merece esse equipamento de saúde mental, que será fundamental para oferecer cuidado, dignidade e acolhimento a quem enfrenta sofrimentos psíquicos”, afirmou.

O secretário disse ainda que o pleito foi feito diretamente ao senador, que tem sido parceiro constante do município. “Agradeço ao amigo Humberto por sempre acreditar e ouvir nossas demandas, destinando corriqueiramente recursos para nosso município e creio que estará conosco nesta luta por esse equipamento essencial para nossa gente”, completou.

Caso o pedido seja atendido, o município poderá contar com um equipamento que integra a Rede de Atenção Psicossocial do SUS, responsável por oferecer atendimento a pessoas com transtornos mentais e dependência química, com foco na reinserção social e no atendimento humanizado.

DETRAN-PE realiza ação Volta às Aulas

O Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco – DETRAN-PE, esteve presente durante o período de volta às aulas com viaturas de trânsito circulando próximo aos colégios da Região Metropolitana do Recife – RMR. Com o início das aulas, o Recife terá 250 mil carros a mais rodando nas ruas. O número representa um aumento de […]

Foto: Divulgação

O Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco – DETRAN-PE, esteve presente durante o período de volta às aulas com viaturas de trânsito circulando próximo aos colégios da Região Metropolitana do Recife – RMR.

Com o início das aulas, o Recife terá 250 mil carros a mais rodando nas ruas. O número representa um aumento de 20% na quantidade de automóveis na capital pernambucana. O objetivo da ação foi dar maior segurança e a fluidez no trânsito.

Os pais devem ficar atentos à sinalização e às regras do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Estacionar em fila dupla, sobre faixa de pedestre ou em desacordo com a sinalização da via são infrações graves, com multa de R$ 195,23 e 5 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), além da remoção do veículo para o depósito do Órgão.