Artistas chegam para a temporada 2023 da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém
Por André Luis
Klebber Toledo, Nelson Freitas e Eriberto Leão chegaram na tarde deste domingo (26)
Klebber Toledo (Jesus), Luiza Tomé (Maria), Eriberto Leão (Pilatos), Nelson Freitas (Herodes) Duda Reis (Herodíades), artistas convidados para a temporada 2023 da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, desembarcaram, neste domingo (26), no Recife.
Do aeroporto, eles seguiram direto para o município do Brejo da Madre de Deus, a 180 km da capital pernambucana, para se integrarem ao elenco de mais de 50 atores e centenas de figurantes que estão se preparando para a estreia do espetáculo no próximo sábado, dia 1º de abril.
Klebber Toledo, Nelson Freitas e Eriberto Leão chegaram à tarde, enquanto que Duda Reis e Luíza Tomé chegaram à noite. Os artistas ficarão hospedados na Pousada da Paixão que funciona dentro da cidade-teatro de Nova Jerusalém.
As entradas para o espetáculo já estão à venda pelo site oficial. Os valores são de R$ 90,00, meia-entrada, e R$ 180,00 inteira para as apresentações na segunda (3), terça (4) e quarta-feira (5). Nos demais dias: R$ 100,00 meia e R$ 200,00 inteira. As compras podem ser feitas em até 12 X nos cartões.
Segue foragido o motorista do padre Airton Freire, Jailson Leonardo. Jailson está foragido desde que sua prisão foi decretada. Ele era muito próximo do padre Airton Freire e participou de estupros alvos de inquéritos da Polícia Civil. Assim como Landelino Rodrigues, sua prisão, quando confirmada, promete dar mais elementos à investigação. Recentemente, foi divulgado que […]
Segue foragido o motorista do padre Airton Freire, Jailson Leonardo.
Jailson está foragido desde que sua prisão foi decretada. Ele era muito próximo do padre Airton Freire e participou de estupros alvos de inquéritos da Polícia Civil.
Assim como Landelino Rodrigues, sua prisão, quando confirmada, promete dar mais elementos à investigação. Recentemente, foi divulgado que no passado, Jailson chegou a ser pastor de uma igreja evangélica em Afogados da Ingazeira.
A crise hídrica no Pajeú tem gerado manifestações cobrando soluções na região e até em outros países. Provocado por entidades como a Diaconia, o site Change.com lançou um manifesto virtual reunindo assinaturas para pressionar o Ministério da Integração Nacional para acelerar as obras da nova etapa da Adutora do Pajeú. O texto é aberto em […]
O change.org quer pressionar as autoridades brasileiras.
A crise hídrica no Pajeú tem gerado manifestações cobrando soluções na região e até em outros países. Provocado por entidades como a Diaconia, o site Change.com lançou um manifesto virtual reunindo assinaturas para pressionar o Ministério da Integração Nacional para acelerar as obras da nova etapa da Adutora do Pajeú.
O texto é aberto em inglês mostrando a Barragem de Rosário, município de Iguaraci. “This is the Rosário reservoir, on which 56 thousand people are dependent. It needs to supply 5 cities, but has reached a crisis point. At 3% capacity, it is due to run out within 1-3 months time”.
Em português: Este é o reservatório de Rosário no município de Iguaracy Semiárido Pernambucano, que abastece uma população de aproximadamente 56 mil pessoas de quatro municípios. O reservatório está chegando a um ponto crítico com 3% (Agência Pernambucana de Água e Clima -APAC) de sua capacidade e colapso previsto para os próximos dois meses (abril/maio).
O texto diz ainda que a região do Pajeú está enfrentando uma das piores secas dos últimos 60 anos e o reservatório de Rosário nunca havia secado.
“A Adutora do Pajeú, que traz água do rio São Francisco é a única alternativa de caráter emergencial capaz de socorrer os municípios de Iguaracy, Ingazeira, Tuparetama e São José do Egito, quando o reservatório de Rosário secar. O problema é que desde 2013 a obra da adutora se arrasta e ainda não chegou ao município de São José do Egito”.
Ao final pede que internautas em toodo o mundo assinem a petição e ajude a fazer pressão nas autoridades brasileiras para apressar a conclusão das obras da Adutora do Pajeú e garantir suprimento seguro de água potável para a população de mais de 400 mil pessoas dos Estados de Pernambuco e da Paraíba.
Por Juliana Lima – Comunicadora do CECOR Agricultores e agricultoras familiares do município de Flores/PE participaram nos dias 17 e 18 de novembro de um intercâmbio intermunicipal de troca de experiências do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2 | FBB), promovido pelo Centro de Educação Comunitária Rural (CECOR), no Sítio Cachoeira, em Santa Cruz […]
Agricultores e agricultoras familiares do município de Flores/PE participaram nos dias 17 e 18 de novembro de um intercâmbio intermunicipal de troca de experiências do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2 | FBB), promovido pelo Centro de Educação Comunitária Rural (CECOR), no Sítio Cachoeira, em Santa Cruz da Baixa Verde, Sertão do Pajeú.
O grupo visitou a área produtiva agroecológica do casal de agricultores Ivanildo Barbosa da Silva, de 46 anos, e Maria Evaneide de Melo, de 43 anos, que cultivam uma diversidade de hortaliças e frutíferas em frente de casa, e comercializam na Feira Agroecológica de Santa Cruz da Baixa Verde.
“É uma oportunidade de conhecermos realidades diferentes, como a prática dos canteiros, o jeito de produzir e plantar as mudas, o gotejamento, o defensivo feito com cebola que nunca tinha visto. Tudo isso me encantou”, disse Maria Aparecida Ferreira da Silva, de 27 anos, agricultora do Sítio Cabeça Dantas.
O agricultor Edmílson José da Silva, de 41 anos, morador do Sítio Carvalhada, aproveitou o intercâmbio para aprender a fazer canteiros. “Achei muito interessante o jeito de produzir e plantar as mudas de alface separadas em pedaços de cano de PVC, porque não se perdem, fica fácil de manusear. E, agora que aprendi como fazer bem um canteiro, vou aproveitar que choveu e pegou água no açude e na cisterna-calçadão para plantar coentro, alface, rúcula e outras verduras para o consumo de casa”, disse.
Jovem educando do Projeto Escola das Águas, Marcelo Laedson Ferreira, de 18 anos, que cursa atualmente Controle Ambiental, destaca o sistema de cultivo e uso da terra adotado pela família. “É muito importante o manejo da plantação devido ao não uso do veneno, que é substituído por defensivos naturais, o que gera maior produtividade do solo e valorização da produção, promovendo melhor qualidade de vida para a família”, afirmou.
O secretário estadual de Transportes em exercício, Antônio Júnior, retirou-se de uma audiência pública na Assembleia Legislativa que debateria, nesta terça (13), ações para a recuperação de estradas que dão acesso a municípios onde há produção rural. O gestor afirmou que se sentiu “desrespeitado” por alguns deputados da Comissão de Agricultura, promotora do encontro, que […]
O secretário estadual de Transportes em exercício, Antônio Júnior, retirou-se de uma audiência pública na Assembleia Legislativa que debateria, nesta terça (13), ações para a recuperação de estradas que dão acesso a municípios onde há produção rural.
O gestor afirmou que se sentiu “desrespeitado” por alguns deputados da Comissão de Agricultura, promotora do encontro, que reclamaram da ausência do titular da pasta, Sebastião Oliveira.
Antes de iniciar a reunião, os parlamentares discutiam a possibilidade de cancelar o evento, quando Antônio Júnior pediu a palavra. “Senti que os deputados não querem respostas da secretaria, mas do secretário. Eu me senti desrespeitado, como também a minha equipe, e por isso vamos nos retirar”, anunciou ele, na ocasião, deixando o auditório em seguida.
O presidente da Comissão, Claudiano Martins Filho (PP), decidiu suspender a reunião, lembrando que irá reiterar a convocação ao secretário Sebastião Oliveira para a próxima terça (20). “As estradas estão numa situação de calamidade. Eu, pessoalmente, tento marcar uma audiência há mais de ano com o secretário e não sou recebido. Sequer minhas ligações são atendidas”, reclamou.
Vice-líder do Governo na Assembleia, Rodrigo Novaes (PSD) afirmou que a postura do substituto de Oliveira reflete “a arrogância do chefe”. O deputado havia declarado, antes da saída do secretário em exercício, que as ações da secretaria estão sendo conduzidas por parâmetros políticos. “É uma vergonha. Só está havendo investimentos onde Sebastião Oliveira tem votos”, pontuou.
Já Henrique Queiroz (PR) observou que os representantes da pasta não foram convidados para uma sabatina. “Acho que Rodrigo Novaes se precipitou em falar sobre o comportamento do secretário, quando, na verdade, o objetivo da reunião era tratar de esclarecimentos técnicos”, ponderou.
Rogério Leão(PR) lembrou que outros secretários de Estado também não encontram espaço na agenda para os deputados. “Se usarmos esse critério, devemos convocar outras secretarias, como a de Agricultura, a de Governo e a de Educação”, salientou.
Augusto César (PTB), que já havia reclamado da qualidade do material usado nas reformas de estradas no Sertão, considerou que a retirada foi “uma demonstração de fraqueza, de falta de respeito com esta Casa e de inexistência de argumentos para discutir”. Socorro Pimentel (PSL), que registrou estar há anos tentando uma reunião com Sebastião Oliveira, lamentou “a prepotência do secretário em exercício”.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu neste sábado (1º) manter a prisão preventiva de dois homens suspeitos de ameaçar a integridade física de sua família, mas em seguida se declarou impedido de julgá-los em relação a essas mesmas ameaças. Moraes manteve o sigilo das investigações sobre as ameaças a sua […]
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu neste sábado (1º) manter a prisão preventiva de dois homens suspeitos de ameaçar a integridade física de sua família, mas em seguida se declarou impedido de julgá-los em relação a essas mesmas ameaças.
Moraes manteve o sigilo das investigações sobre as ameaças a sua família. Ele justificou a manutenção das prisões afirmando que os autos apontam a prática de atos para “restringir o exercício livre da função judiciária”, em especial no que diz respeito à apuração dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.
Para o ministro, “a manutenção das prisões preventivas é a medida razoável, adequada e proporcional para garantia da ordem pública, com a cessação da prática criminosa reiterada”, escreveu.
Moraes manteve a relatoria sobre a parte do inquérito que aponta a prática do crime de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais” (Art. 359-L do Código Penal). Foi em função desse crime que Raul Fonseca de Oliveira e Oliveirino de Oliveira Júnior foram presos pela Polícia Federal (PF) nessa sexta-feira (31).
Já em relação aos crimes de ameaça e perseguição (Art. 147 e 147-A do Código Penal), que teriam sua família como alvo, Moraes se declarou impedido, sob a justificativa e que, apenas nesse ponto, ele é interessado direto no caso, não podendo, portanto, ser também o julgador. É a primeira vez que o ministro reconhece o impedimento em um caso sobre tentativa de golpe.
Ao manter a prisão dos suspeitos, Moraes transcreveu parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), segundo o qual o conteúdo de mensagens trocadas pelos dois fazia referência a “comunismo” e “antipatriotismo”.
Para a PGR, a comunicação entre os suspeitos “evidencia com clareza o intuito de, por meio das graves ameaças a familiares do Ministro Alexandre de Moraes, restringir o livre exercício da função judiciária pelo magistrado do Supremo Tribunal Federal à frente das investigações relativas aos atos que culminaram na tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito em 8.1.2023”.
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