Arrastão marca encerramento da campanha de Zeca Cavalcanti em Arcoverde
Por Nill Júnior
A campanha a reeleição do deputado federal Zeca Cavalcanti (PTB) foi encerrada com arrastão em sua terra natal, Arcoverde. A concentração aconteceu no bairro do São Geraldo, um dos mais populares da cidade.
Puxada por paredões e carros de som, a militância caminhou por toda a avenida Pedro II até a Praça da Bandeira, aonde os deputados Júlio Cavalcanti (estadual) e Zeca Cavalcanti (federal e candidato à reeleição) discursaram para a população ao lado de vereadores (Zirleide Monteiro e Heriberto do Sacolão), suplentes e lideranças comunitárias. Em sua fala, Júlio Cavalcanti destacou o papel importante que o mandato de Zeca representa para toda a região e a necessidade de renovar seu mandato.
No seu discurso, o deputado e candidato à reeleição Zeca Cavalcanti agradeceu o empenho da militância e a participação do povo e de lideranças políticas de Arcoverde e região.
“Sinto-me feliz por terminar nossa campanha mostrando ao povo o nosso trabalho e o nosso desejo de continuar lutando pelo desenvolvimento de Arcoverde, da nossa região e de todo o Pernambuco. Vamos trabalhar até as últimas horas para consagrarmos a vitória do povo e confirmarmos que Pernambuco quer mudança, com Zeca federal de novo e Armando governador”, disse Zeca Cavalcanti.
Pacto pela Democracia pede que candidaturas se manifestem contra agressões Todos os dias a mídia tem relatado casos de eleitores, independente de preferência de candidatura, atacando outras pessoas contrárias a suas ideias. Algo inaceitável para um ambiente democrático. Por isso, o Pacto pela Democracia ressalta em carta aberta que os candidatos e toda a sociedade […]
Pacto pela Democracia pede que candidaturas se manifestem contra agressões
Todos os dias a mídia tem relatado casos de eleitores, independente de preferência de candidatura, atacando outras pessoas contrárias a suas ideias. Algo inaceitável para um ambiente democrático. Por isso, o Pacto pela Democracia ressalta em carta aberta que os candidatos e toda a sociedade deve repudiar e tolher qualquer forma de violência. As instituições organizaram um compartilhaço da carta em suas redes sociais às 11 horas desta terça-feira, dia 16 de outubro.
Segundo levantamento da Agência Pública em parceria com a Open Knowledge Brasil, em apenas dez dias 71 pessoas foram agredidas devido a posicionamentos políticos no país. O Pacto pela Democracia gostaria de ressaltar que liberdade de expressão é diferente de discurso de ódio. As pessoas podem expressar suas opiniões desde que respeitem a integridade física e moral do outro. A liberdade de expressão é um direito fundamental da Constituição Brasileira. Bem como o direito à vida e à segurança. A pluralidade é e deve continuar sendo uma das riquezas do Brasil.
Leia a carta na íntegra:
Repudiamos a discriminação e a violência na política
As candidaturas precisam se manifestar sobre os relatos de agressões e ameaças nestas eleições
A democracia é um compromisso de todos, em especial dos atores políticos. Não há democracia com violência, discurso de ódio e discriminatório.
Processos eleitorais devem ser a expressão de uma democracia saudável, durante os quais propostas, ideias e respectivos posicionamentos sejam vistos, escutados e discutidos de forma livre e fundamentada. É, portanto, inadmissível que seja permeado por tantos atos de violência, ameaças e agressões.
No atual processo eleitoral, a maioria dos relatos já divulgados da intolerância política tem sido direcionada a grupos historicamente discriminados, como mulheres, negros, LGBTs. Além de serem sistematicamente excluídos da representação política, agora essas pessoas têm sua liberdade de expressão e integridade física ameaçadas.
O Pacto pela Democracia repudia os atos de violência que vêm sendo noticiados ao longo da última semana e reafirma a premência da promoção do diálogo e da tolerância, bem como do repúdio a todas as formas de discriminação e violência na ação pública.
Enfatizamos a importância de que essa mensagem seja ecoada de forma ampla e contundente pelas candidaturas ainda em disputa nesta corrida eleitoral, pelos representantes eleitos ao redor do Brasil, bem como por todas as figuras políticas de relevo comprometidas com o regime democrático que vigora em nosso país. Convocamos também todos os cidadãos e cidadãs a se comprometerem diariamente com o exercício do debate virtuoso de ideias marcado pelo respeito e pela tolerância às divergências quanto ao futuro do país, princípios tão fundamentais para a vitalidade da nossa democracia.
Assinam esta nota todos os movimentos, coletivos e organizações signatários do Pacto pela Democracia.
Sobre o Pacto pela Democracia
O Pacto pela Democracia é uma iniciativa da sociedade civil brasileira voltada à defesa da preservação e do revigoramento da vida política e democrática no país. Formado a partir da ação de um arco amplo e plural de, atualmente, 80 organizações, movimentos e atores comprometidos com esse objetivo fundamental, o Pacto busca afirmar um espaço comum para a expressão desse compromisso por todos identificados com ele. Veja quem assina: https://www.pactopelademocracia.org.br/
Por Murilo Ramos – Época O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad é o segundo lugar em pesquisa de intenção de voto para o Palácio do Planalto quando seu nome aparece como candidato apoiado pelo ex-presidente Lula. Alcança 13%, só atrás de Jair Bolsonaro (PSL), que tem 21%. Marina Silva (Rede) aparece com 10%. Geraldo […]
O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad é o segundo lugar em pesquisa de intenção de voto para o Palácio do Planalto quando seu nome aparece como candidato apoiado pelo ex-presidente Lula.
Alcança 13%, só atrás de Jair Bolsonaro (PSL), que tem 21%. Marina Silva (Rede) aparece com 10%. Geraldo Alckmin (9%), Ciro Gomes (7%), Álvaro Dias (5%) e Henrique Meirelles (2%) surgem na sequência.
Sem ser apresentado como o candidato de Lula, Haddad tem 3%.
A pesquisa é da XP\Ipespe. Foi feita por meio de entrevistas telefônicas entre os dias 6 e 8 de agosto com mil pessoas. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número 08988/2018.
Em meio à pandemia de Covid-19 no mundo, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (29) o rompimento do país com a OMS (Organização Mundial da Saúde). Trump disse que os EUA vão destinar os recursos destinados à entidade — segundo ele, US$ 450 milhões ao ano — para outras fundações de saúde […]
Em meio à pandemia de Covid-19 no mundo, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira (29) o rompimento do país com a OMS (Organização Mundial da Saúde). Trump disse que os EUA vão destinar os recursos destinados à entidade — segundo ele, US$ 450 milhões ao ano — para outras fundações de saúde ao redor do mundo. A informação é da CNN Brasil.
Trump culpou a conduta da OMS diante da pandemia do novo coronavírus na China como parte do motivo para o rompimento. Os EUA são o maior contribuinte de recursos à organização.
“Nós detalhamos as reformas que [a OMS] deve fazer e tratamos com eles diretamente, mas eles se recusaram a agir. Como eles falharam em fazer as necessárias e pedidas reformas, hoje vamos encerrar nosso relacionamento com a Organização Mundial de Saúde, e redirecionar esses fundos para outras necessidades globais urgentes de saúde pública”, afirmou Trump.
Segundo o presidente, “o mundo precisa de respostas da China sobre o vírus” e que transparência é necessária.
Os EUA são o país mais afetado, em números absolutos, pela Covid-19. Segundo a universidade Johns Hopkins, que monitora casos da doença ao redor do mundo, já houve 1,7 milhão de casos do novo coronavírus nos EUA, deixando mais de 100 mil mortos.
Agência Estado O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a cassação do presidente Michel Temer (PMDB) e a inelegibilidade da presidente cassada Dilma Rousseff (PT), segundo fontes que acompanham as investigações. A manifestação da Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE), mantida sob sigilo, foi encaminhada na noite desta terça-feira (28) ao TSE. O julgamento […]
O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a cassação do presidente Michel Temer (PMDB) e a inelegibilidade da presidente cassada Dilma Rousseff (PT), segundo fontes que acompanham as investigações. A manifestação da Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE), mantida sob sigilo, foi encaminhada na noite desta terça-feira (28) ao TSE.
O julgamento da ação que apura se a chapa Dilma-Temer cometeu abuso de poder político e econômico para se reeleger em 2014 foi marcado para começar na manhã da próxima terça-feira.
O TSE dedicará quatro sessões da semana que vem – duas extraordinárias e duas ordinárias – para se debruçar sobre o caso, que poderá levar à cassação de Temer e à convocação de eleições indiretas.
Se os ministros do TSE seguirem o entendimento da PGE – ou seja, cassarem Temer, mas o deixarem elegível -, ele poderia concorrer numa eleição indireta. Procurada pela reportagem, a defesa de Temer informou que só se manifestará sobre o parecer no julgamento. A defesa de Dilma não se manifestou.
O parecer foi assinado pelo vice-procurador-geral eleitoral, Nicolao Dino, que atua na Corte Eleitoral por delegação do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Dino é um dos pré-candidatos à sucessão de Janot, que tem mandato previsto para acabar em setembro.
Para assumir o posto, no entanto, ele precisará ser escolhido pela categoria em lista tríplice e depois indicado por Temer para a vaga. Dino já sofre resistências no Congresso à sua indicação por ser irmão do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), opositor do núcleo do PMDB no Estado.
No ano passado, um parecer do Ministério Público Eleitoral recomendou que fosse rejeitado o pedido da defesa de Temer para separar sua responsabilidade em relação à da ex-presidente Dilma Rousseff no processo. Na época, Dino afirmou que “o abuso de poder aproveita a chapa em sua totalidade, beneficiando a um só tempo o titular e o vice”.
Em outro parecer, o MPE indicou a existência de “fortes traços de fraude e desvio de recursos” ao analisar as informações colhidas com a quebra do sigilo bancário das gráficas Red Seg Gráfica, Focal e Gráfica VTPB, contratadas pela chapa Dilma-Temer.
A ação que investiga última disputa presidencial foi proposta em 2014 pelo PSDB, partido derrotado nas urnas pela chapa encabeçada pelo PT. Nas alegações finais entregues ao TSE nos últimos dias, o PSDB isentou o presidente Michel Temer de responsabilidade.
Moradores da cidade de Serra Talhada, no sertão pernambucano, se reuniram em um protesto na manhã desta segunda-feira (6), manifestando sua indignação e frustração devido à falta de água que afeta vários bairros há dias. A concentração ocorreu no Bairro Alto da Conceição e percorreu diversas ruas até o escritório local da Companhia Pernambucana de […]
Moradores da cidade de Serra Talhada, no sertão pernambucano, se reuniram em um protesto na manhã desta segunda-feira (6), manifestando sua indignação e frustração devido à falta de água que afeta vários bairros há dias.
A concentração ocorreu no Bairro Alto da Conceição e percorreu diversas ruas até o escritório local da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), situado na Rua Manoel Pereira Lins.
Morena Lima, moradora do Bairro Nossa Senhora de Fátima, expressou a preocupação da comunidade. “O que a gente está pedindo neste momento é água para a população, porque os bairros estão todos sem água.” Ela informou que seu bairro enfrenta a escassez de água há 15 longos dias, causando sérios transtornos para os moradores.
O protesto teve como objetivo chamar a atenção das autoridades e da Compesa para a urgência da situação e pressionar por uma solução imediata para a crise de abastecimento de água que afeta diversos bairros de Serra Talhada. Os manifestantes pedem uma resposta eficaz para resolver o problema e garantir o acesso à água potável, um direito essencial para a comunidade.
A Compesa ainda não emitiu um comunicado oficial em resposta ao protesto, mas a pressão da população demonstra a necessidade de medidas rápidas para enfrentar essa situação crítica de falta de água na cidade. A gerência local, diante do protesto, solicitou a formação de uma comissão que seria recebida para tratar do assunto. As informações são da Vilabela FM.
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