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Serra Talhada: População protesta contra a Compesa

Por André Luis

Moradores da cidade de Serra Talhada, no sertão pernambucano, se reuniram em um protesto na manhã desta segunda-feira (6), manifestando sua indignação e frustração devido à falta de água que afeta vários bairros há dias. 

A concentração ocorreu no Bairro Alto da Conceição e percorreu diversas ruas até o escritório local da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), situado na Rua Manoel Pereira Lins.

Morena Lima, moradora do Bairro Nossa Senhora de Fátima, expressou a preocupação da comunidade. “O que a gente está pedindo neste momento é água para a população, porque os bairros estão todos sem água.” Ela informou que seu bairro enfrenta a escassez de água há 15 longos dias, causando sérios transtornos para os moradores.

O protesto teve como objetivo chamar a atenção das autoridades e da Compesa para a urgência da situação e pressionar por uma solução imediata para a crise de abastecimento de água que afeta diversos bairros de Serra Talhada. Os manifestantes pedem uma resposta eficaz para resolver o problema e garantir o acesso à água potável, um direito essencial para a comunidade.

A Compesa ainda não emitiu um comunicado oficial em resposta ao protesto, mas a pressão da população demonstra a necessidade de medidas rápidas para enfrentar essa situação crítica de falta de água na cidade. A gerência local, diante do protesto, solicitou a formação de uma comissão que seria recebida para tratar do assunto. As informações são da Vilabela FM.

Outras Notícias

Motorista que matou professora recusou bafômetro e foi liberado após Audiência de Custódia

Com informações do Farol de Notícias  O acidente que tirou a vida da professora serra-talhadense Marali Cavalcanti, de apenas 38 anos (foto), na noite dessa quinta-feira (9), chocou a todos. A docente que trabalhava na Escola Francisco Mendes, no bairro AABB, foi surpreendida por um motorista que guiava um veículo modelo Siena, na BR-232. O […]

Com informações do Farol de Notícias 

O acidente que tirou a vida da professora serra-talhadense Marali Cavalcanti, de apenas 38 anos (foto), na noite dessa quinta-feira (9), chocou a todos.

A docente que trabalhava na Escola Francisco Mendes, no bairro AABB, foi surpreendida por um motorista que guiava um veículo modelo Siena, na BR-232.

O impacto foi tão grande que a professora foi jogada para o acostamento. Ela teve traumatismo craniano, politraumatismo e três paradas cardiorrespiratórias durante o trajeto até o Hospam. Foi sepultada em clima de muita comoção.

A reportagem do Farol identificou o motorista como Aldo Antônio dos Santos, 43 anos. Segundo informações de testemunhas, ele vinha em alta velocidade conduzindo o filho para o hospital, mas aparentava sinais de embriaguez alcoólica. A reportagem também apurou que Aldo Santos recusou fazer o teste de bafômetro.

Ele foi preso em flagrante, mas foi liberado na tarde desse sábado, após audiência de custódia. Leia mais informações clicando aqui e acessando o Farol de Notícias. 

Sertão do Pajeú gera apenas 41 empregos formais em março

Melhor resultado do Sertão é de Inajá, com 114 postos formais. Pior resultado é de Lagoa Grande, que registrou saldo negativo (-164). No Pajeú, o melhor saldo é de Afogados da Ingazeira, com 14 vagas de trabalho.  Por Juliana Lima  O Sertão de Pernambuco registrou saldo de apenas 425 postos de trabalho formais no último […]

Melhor resultado do Sertão é de Inajá, com 114 postos formais. Pior resultado é de Lagoa Grande, que registrou saldo negativo (-164). No Pajeú, o melhor saldo é de Afogados da Ingazeira, com 14 vagas de trabalho. 

Por Juliana Lima 

O Sertão de Pernambuco registrou saldo de apenas 425 postos de trabalho formais no último mês de março, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (29) pelo Cadastro de Empregados e Desempregados (Caged). 

No levantamento por região, os melhores saldos são do Sertão do Araripe, com 182 empregos, e Sertão do Moxotó, com 120. A região do Pajeú teve saldo de apenas 41 postos, o Sertão Central apenas 40, o Sertão do São Francisco apenas 22 e o Sertão de Itaparica apenas 19. 

Entre as maiores cidades sertanejas, apenas Araripina (87) e Salgueiro (37) tiveram saldo positivo. Serra Talhada (-11), Arcoverde (-27) e   Petrolina (-84) apresentaram saldo negativo no período. 

No Pajeú, tiveram saldo positivo apenas Afogados da Ingazeira (14),  Iguaracy (7),  Itapetim (6), Carnaíba (5), Tuparetama (5) e Flores (4). Os resultados mais negativos são de Tabira (-10), Brejinho (-11) e Serra Talhada (-11). 

Confira o ranking por região do Sertão:

Sertão do Moxotó 

  1.   Inajá (114)
  2.   Ibimirim (3)
  3.   Sertânia (3)
  4.   Betânia (-2)
  5.   Manari (-3)
  6.   Arcoverde (-27)
  7.   Custódia (-44)

Sertão do Pajeú

  1.   Afogados da Ingazeira (14)
  2.   Iguaracy (7)
  3.   Itapetim (6)
  4.   Carnaíba (5)
  5.   Tuparetama (5)
  6.   Flores (4)
  7.   Ingazeira (0)
  8.   Quixaba (0)
  9.   São José do Egito (0)
  10.                 Solidão (0)
  11.                 Calumbi (-2)
  12.                 Santa Cruz da Baixa Verde (-2)
  13.                 Triunfo (-2)
  14.                 Santa Terezinha (-4)
  15.                 Tabira (-10)
  16.                 Brejinho (-11)
  17.                 Serra Talhada (-11)

Sertão Central

  1.   Salgueiro (37)
  2.   Cedro (1)
  3.   Parnamirim (1)
  4.   São José do Belmonte (1)
  5.   Mirandiba (0)
  6.   Serrita (-1)
  7.   Verdejante (-1)

Sertão de Itaparica

  1.   Belém do São Francisco (8)
  2.   Floresta (6)
  3.   Tacaratu (5)
  4.   Carnaubeira da Penha (0)
  5.   Itacuruba (0)
  6.   Petrolândia (-15)
  7.   Jatobá (-38)

Sertão do Araripe

  1.   Araripina (87)
  2.   Trindade (39)
  3.   Santa Filomena (25)
  4.   Ipubi (17)
  5.   Exu (10)
  6.   Moreilândia (2)
  7.   Santa Cruz (2)
  8.   Granito (0)
  9.   Bodocó (-5)
  10.                 Ouricuri (-9)

Sertão do São Francisco

  1.   Afrânio (16)
  2.   Santa Maria da Boa Vista (5)
  3.   Cabrobó (1)
  4.   Terra Nova (0)
  5.   Orocó (-6)
  6.   Dormentes (-24)
  7.   Petrolina (-84)
  8.   Lagoa Grande (-164)

 

Confira o ranking geral de empregos no Sertão:

  1. Inajá (114)
  2. Araripina (87)
  3. Trindade (39)
  4. Salgueiro (37)
  5. Santa Filomena (25)
  6. Ipubi (17)
  7. Afrânio (16)
  8. Afogados da Ingazeira (14)
  9. Exu (10)
  10. Belém do São Francisco (8)
  11. Iguaracy (7)
  12. Floresta (6)
  13. Itapetim (6)
  14. Carnaíba (5)
  15. Santa Maria da Boa Vista (5)
  16. Tacaratu (5)
  17. Tuparetama (5)
  18. Flores (4)
  19. Ibimirim (3)
  20. Sertânia (3)
  21. Moreilândia (2)
  22. Santa Cruz (2)
  23. Cabrobó (1)
  24. Cedro (1)
  25. Parnamirim (1)
  26. São José do Belmonte (1)
  27. Carnaubeira da Penha (0)
  28. Granito (0)
  29. Ingazeira (0)
  30. Itacuruba (0)
  31. Mirandiba (0)
  32. São José do Egito (0)
  33. Solidão (0)
  34. Terra Nova (0)
  35. Quixaba (0)
  36. Serrita (-1)
  37. Verdejante (-1)
  38. Betânia (-2)
  39. Calumbi (-2)
  40. Santa Cruz da Baixa Verde (-2)
  41. Triunfo (-2)
  42. Manari (-3)
  43. Santa Terezinha (-4)
  44. Bodocó (-5)
  45. Orocó (-6)
  46. Ouricuri (-9)
  47. Tabira (-10)
  48. Brejinho (-11)
  49. Serra Talhada (-11)
  50. Petrolândia (-15)
  51. Dormentes (-24)
  52. Arcoverde (-27)
  53. Jatobá (-38)
  54. Custódia (-44)
  55. Petrolina (-84)
  56. Lagoa Grande (-164)

 

 

 

 

 

Ciclista afogadense que faz rota pela América Latina é aconselhado e não entrar na Venezuela

O ciclista afogadense Cláudio Kennedy disse ter sido aconselhado a não entrar na Venezuela. Cláudio está desde 26 de setembro no circuito SertAmérica, pedalando por nove países da América Latina.  A rota é tida como cheia de desafios e dura geralmente de oito a dez meses. Está hoje em Porto Velho, como contou ao Rádio Vivo, […]

O ciclista afogadense Cláudio Kennedy disse ter sido aconselhado a não entrar na Venezuela.

Cláudio está desde 26 de setembro no circuito SertAmérica, pedalando por nove países da América Latina.  A rota é tida como cheia de desafios e dura geralmente de oito a dez meses.

Está hoje em Porto Velho, como contou ao Rádio Vivo, da Rádio Pajeú. “Fui aconselhado a não entrar na Venezuela pois poderia pagar com minha vida. Através do Delegado Mozart Santos Araújo, que atuou em Afogados, entramos em contato com o  Comandante do estado de Bolívar e ele informou melhor não entrar”.

A Venezuela vive clima de incerteza política e conflitos por conta da ditadura estabelecida por Nicolas Maduro. “Assim fui impedido de seguir  a rota Venezuela-Colombia-Equador”. Cláudio pegou uma lancha de Santarém a Manaus, em uma viagem de treze horas. De Manaus foi a Humaitá de barco, numa viagem de três dias e meio. De Humaitá a Porto Velho, foi a Jaci-Paraná.  “Daqui até a divisa do Peru são cerca de 850 quilômetros”.

Cláudio agora vai por água em um barco para o Acre e vai entrar no Peru. “Se Deus quiser nesses oito ou dez dias vou entrar no Peru”, vai seguir para cidade chamada Jaci-Paraná. E a rota segue. Veja imagens exclusivas enviadas ao blog:

Por repertório, Lipe Lucena não cabe na Expoagro

Não é uma crítica pessoal a Lipe Lucena, terceira atração da Expoagro. Mas perfil e repertório do artista cabem em eventos privados, tipo “eu pago e vou”. Usar dinheiro público para essa finalidade, é um escárnio. Que Sandrinho Palmeira reforce esse filtro com Wagner Nascimento. Àquela hora, esse perfil de show só estimula o que […]

Não é uma crítica pessoal a Lipe Lucena, terceira atração da Expoagro.

Mas perfil e repertório do artista cabem em eventos privados, tipo “eu pago e vou”. Usar dinheiro público para essa finalidade, é um escárnio.

Que Sandrinho Palmeira reforce esse filtro com Wagner Nascimento. Àquela hora, esse perfil de show só estimula o que se combate durante todo o resto do período. E não vale o argumento de que “a juventude gosta”. É dinheiro público usado pra deseducar. Dá pra fazer evitando. “Músicas baixas, apologia a sexo, bebidas, drogas, horrível”, disse um leitor do blog. “Gostaria de saber se o prefeito Sandrinho sabia que o repertório do Lipe Lucena seria esse. Uma falta de respeito muito grande com a família. Muitas crianças tanto no evento como assistindo”, disse um ouvinte da Rádio Pajeú.

Um leitor detalhou o repertório. Músicas como “A rapariga agora é meu amor”, “Não sei o que puta”, “Senta na vara”, “puxa o cabelo dela Pitbull enraivado”, “a novinha senta pampam”, “senta porra, vai carai”, “puta mexicana”, e por aí foi. “Tantas crianças no pé do palco”, disse.

Iguinho e Lulinha passaram na média, pois, do que se pede no momento, não se espera mais. Entregaram o que prometeram no estilo forró jovem de vaquejada. Salvo exceções, não pornografaram o repertório. Nota negativa para, numa noite que se prega não usar garrafas de vidro, aceitar de um fã um litro de vodka pra virar no gargalo. Horrível. Isso se minimiza dialogando antes sobre o perfil do evento. Amigos do Samba não correram riscos e entregaram um repertório popular, que agradou. Saíram como melhores da noite na boca do povo.

Outros relatos: Apesar da promessa da PM e MP, houve relatos de cobrança de estacionamento nos arredores do Centro Desportivo. Apesar dos apelos, houve registro de garrafas de vidro no espaço. Muita gente mãos na festa com long neck e whisky. Até entregaram na frente do palco um litro a um dos cantores.

Encontro Motociclistas em Afogados é adiado

O Encontro Nacional de Motociclistas que aconteceu todos os meses de janeiro nos últimos 19 anos, organizado pelo Dragões de Aço Moto Clube de Afogados da Ingazeira não vai acontecer. Este ano, a data prevista  seria de 21 a 24 de janeiro, mas o evento foi adiado pela organização devido à pandemia do coronavírus. O […]

O Encontro Nacional de Motociclistas que aconteceu todos os meses de janeiro nos últimos 19 anos, organizado pelo Dragões de Aço Moto Clube de Afogados da Ingazeira não vai acontecer.

Este ano, a data prevista  seria de 21 a 24 de janeiro, mas o evento foi adiado pela organização devido à pandemia do coronavírus.

O Dragões de Aço Moto Clube emitiu um comunicado esclarecendo os motivos do adiamento como sendo o Decreto nº 48.891 de 7 de dezembro de 2020, do Governo de Pernambuco.

O próximo Encontro Nacional será em uma nova data a ser informada posteriormente pela direção do grupo.