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Arma de Milton Ribeiro dispara acidentalmente no aeroporto de Brasília

Por Nill Júnior

A arma de fogo do ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, disparou, acidentalmente, durante a tarde desta segunda-feira (25), no balcão da companhia aérea Latam, no Aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília.

Uma funcionária da Gol, que estava um um guichê vizinho, foi atingida por estilhaços, mas sem gravidade.

A Gol disse à TV Globo: “Ela está super bem. Não houve qualquer ferimento grave, ela foi atingida por estilhaços. Nós estamos dando todo o suporte para a colaboradora.”

A empresa não informou o nome da funcionária e falou ainda que não iria emitir uma nota oficial. [A funcionária] “não precisou ir ao hospital ou levar pontos. Ela teve atendimento no aeroporto, já que ela estava bem. O que ocorreu foi mais o susto do caso mesmo”, disse a Gol.

O ex-ministro Milton Ribeiro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal, onde prestou depoimento. Ele embarcaria para São Paulo às 19h50.

Ribeiro disse à Polícia Federal que, como havia feito o “despacho de arma de fogo” pela internet, chegou ao balcão da companhia aérea por volta das 17h e, que, ao abrir sua pasta de documentos, pegou a arma para separá-la do carregador “dentro da própria pasta, momento em que ocorreu o disparo acidental”.

Outras Notícias

OAS também pagou guarda-móveis para Lula

Do Estadão Conteúdo A empreiteira OAS pagou durante cinco anos pelo aluguel de oito guarda-móveis usados para armazenar parte da mudança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva quando ele deixou o Palácio do Planalto no segundo mandato. No período, a empreiteira teria desembolsado cerca de R$ 1,2 milhão pelos contêineres, ao custo mensal de R$ 20 […]

162ab13e0a42e5dc3dce0b9b1ada0e24Do Estadão Conteúdo

A empreiteira OAS pagou durante cinco anos pelo aluguel de oito guarda-móveis usados para armazenar parte da mudança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva quando ele deixou o Palácio do Planalto no segundo mandato. No período, a empreiteira teria desembolsado cerca de R$ 1,2 milhão pelos contêineres, ao custo mensal de R$ 20 mil.

Segundo investigadores da Lava Jato, esse é mais um dos motivos que levaram à 24ª fase da operação, deflagrada na manhã desta sexta-feira (4).

O ex-presidente Lula é alvo de condução coercitiva, suspeito de receber vantagens indevidas de empreiteiras acusadas de pagar propina a partidos políticos, entre eles o PT, em troca de contratos na Petrobras.

A mudança ficou armazenada no pátio da empresa Três Poderes, firma ligada ao grupo Granero Transportes, até o início deste ano, conforme informações dos investigadores. Apenas vinhos, que estavam acondicionados em um box climatizado, foram retirados anteriormente e levados para um sítio em Atibaia frequentado pelo ex-presidente quando a reforma de uma adega ficou pronta.

A cozinha do sítio foi reformada pela OAS, que fez pagamento em dinheiro vivo à empresa Kitchens. A propriedade rural também recebeu reformas da Odebrecht e de uma empresa ligada ao pecuarista José Carlos Bumlai.

O sítio está em nome dos empresários Fernando Bittar e Jonas Suassuna, sócios de Fábio Luiz Lula da Silva, filho de Lula.

A Três Poderes foi uma das empresas contratadas pelo governo para transportar a mudança de Lula para São Paulo em 2011. A empresa recebeu R$ 22,7 mil dos cofres públicos para fazer o “transporte rodoviário porta a porta do acervo do ex-presidente” para São Paulo, segundo informa o Portal da Transparência do governo.

Procurada, a Granero disse que informações sobre a mudança de Lula já foram fornecidas às autoridades competentes. A assessoria do ex-presidente Luiz alegou que não comentará “perguntas e suposições, cuja origem” desconhece. A OAS não respondeu aos questionamentos da reportagem. A construtora também pagou a reforma de um tríplex no Guarujá (SP) reservado pela construtora para Lula.

A vida é feita de ciclos

Chega ao fim o ano e com ele alguns momentos que são últimos nesse ciclo. Uma semana atrás, a última reunião de avaliação do ano como Gerente Administrativo da Rádio Pajeú e a última reunião de planejamento das atividades e confraternização da ASSERPE. A gestão da Pajeú devo concluir em agosto do ano que vem. […]

Chega ao fim o ano e com ele alguns momentos que são últimos nesse ciclo.

Uma semana atrás, a última reunião de avaliação do ano como Gerente Administrativo da Rádio Pajeú e a última reunião de planejamento das atividades e confraternização da ASSERPE.

A gestão da Pajeú devo concluir em agosto do ano que vem. Na ASSERPE, o passar de bastão é antes, em maio.

Nas duas fotos, silenciosamente veio o estalo pelo fato de que eram derradeiras por meus planos. Claro, a ideia é continuar entre todos eles, mas “sem a obrigação de assinar papel”, como costumo explicar a quem me pergunta o motivo.

Nos dois casos, tenho plena consciência de minha doação. E quem esteve comigo, acredito, viu e teve certeza.

Na Rádio Pajeú, buscar ampliar seu protagonismo regional, reforçando a programação, levando o sinal mais longe com um novo parque de transmissões, mantendo seu papel como rádio que faz a diferença na construção de uma região mais justa e próspera socialmente.

Ainda inaugurar e entregar o único Museu do Rádio em funcionamento no estado e, na mesma vibe do que é único, fazer o coração do Cine São José bater novamente, com programação regular de cinema, único assim em Pernambuco como cinema de rua, após a Fundação que gere a Pajeú assumí-lo.

Na ASSERPE, reforçar seu papel institucional, seu protagonismo no país, ampliar o debate sobre o papel do rádio e da TV, promover as mudanças administrativas necessárias para seu caminhar e rodar o estado com grandes encontros regionais, capacitando e fazendo com que quem faz o meio se molde para os novos tempos.

Nesse período, ASSERPE Day, eventos pelo país e, pra fechar, o Fala Norte Nordeste.

Nada disso seria possível na Pajeú e na ASSERPE se não fosse tanta gente boa sonhando e fazendo junto. Fui só um pedaço dessa engrenagem. Por isso, a certeza de que os que virão depois o farão muito bem.

É engraçado que o comum é ouvir muita gente perguntar o que eu vou fazer. Já me colocaram em muitos lugares. E eu, que tento ao menos direcionar meus caminhos, tenho mais dúvidas que certezas. Mas a sensação de que algo de muito bom virá, por tudo que foi semeado, além do que tenho por certo como o blog e o microfone.

A vida é feita de ciclos. Feliz ciclo novo pra você também!

Comissão de Educação aprova moção contra os cortes na educação

A Comissão de Educação (CE) da Câmara Federal aprovou, nesta quarta-feira (8), Moção de Repúdio aos possíveis vetos à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que atingem o orçamento de 2019 para educação. A matéria é de autoria do presidente do colegiado, deputado Danilo Cabral (PSB-PE), e defende a manutenção do atual texto da LDO, aprovado pelo […]

A Comissão de Educação (CE) da Câmara Federal aprovou, nesta quarta-feira (8), Moção de Repúdio aos possíveis vetos à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que atingem o orçamento de 2019 para educação.

A matéria é de autoria do presidente do colegiado, deputado Danilo Cabral (PSB-PE), e defende a manutenção do atual texto da LDO, aprovado pelo Congresso Nacional. A Comissão também convidou o ministro Esteves Colnago, do Planejamento, para esclarecer cortes nos recursos da área. A audiência será realizada na próxima terça-feira (14).

“Na visão do atual governo a manutenção de recursos representa um entrave para nova política fiscal”, argumentou Danilo. O parlamentar destacou que, desde dezembro de 2016, a educação brasileira tem convivido com uma redução drástica de recursos.

“Segundo estudo produzido pela Consultoria dessa Casa, somente de 2016 para 2017 as despesas primárias totais do Governo Federal com educação foram reduzidas em R$ 4,2 bilhões. Em áreas como educação profissional e educação básica vimos os recursos reduzidos em níveis preocupantes,em 10,5% e 11,4% respectivamente”, destacou.

De acordo com Danilo, a moção tem como foco central a retirada dos patamares mínimos de investimentos na saúde e na educação, que, na visão do atual governo, representam um entrave para nova política fiscal.

Segundo o parlamentar, o governo do presidente Michel Temer já reduziu o orçamento de programas importantes, como de assistência estudantil das universidades, do Fies, do Ciência sem Fronteiras. “Os cortes na área de pesquisa do Brasil representam mais um golpe contra a educação pública brasileira. A emenda do Teto dos Gastos já gerou efeitos devastadores para a educação. A nossa proposta busca construir a defesa da preservação do orçamento do setor”, explica.

Dois dispositivos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2019 podem ser alvo de veto do presidente Temer por sugestão de sua equipe econômica. Um deles estabelece a correção inflacionária do orçamento do setor. Ou seja, defende a manutenção do orçamento da educação em 2019 com correção no IPCA, garantindo R$ 5 bilhões mais para o setor. O outro artigo que pode ser vetado, de autoria de Danilo Cabral, assegura às universidades terem receitas próprias sem a obrigação de devolução aoTesouro.

Danilo apresentou também requerimento de convocação do Ministro do Planejamento, Esteves Colnago, para comparecer à Comissão de Educação para explicar a sugestão de vetos a matérias de interesse para educação na LDO. O requerimento foi alterado para convite, visto que o ministro se comprometeu em participar da próxima reunião da Comissão, na terça-feira (14).

PF inicia Operação Libertação para combater garimpo ilegal em terras Yanomami

Policiais federais atuam na inutilização da logística de funcionamento dos garimpos ilegais e no registro das provas e perícias em relação ao crime A Polícia Federal iniciou nesta sexta-feira (10) as ações de erradicação do garimpo ilegal em terras Yanomami, no âmbito da Operação Libertação. Os trabalhos visam à interrupção da logística do crime, com […]

Policiais federais atuam na inutilização da logística de funcionamento dos garimpos ilegais e no registro das provas e perícias em relação ao crime

A Polícia Federal iniciou nesta sexta-feira (10) as ações de erradicação do garimpo ilegal em terras Yanomami, no âmbito da Operação Libertação. Os trabalhos visam à interrupção da logística do crime, com foco na inutilização da infraestrutura utilizada para a prática do garimpo ilegal bem como a materialização das provas sobre a atividade criminosa.

As ações de combate ao crime são realizadas por força-tarefa de entes governamentais, liderada pela Polícia Federal e composta pelo Ibama, Funai, Força Nacional e Ministério da Defesa.

Nesta fase, a PF atuará na interrupção do delito, por meio da destruição de maquinários e meios dedicados ao crime.

O objetivo é proteger a população Yanomami e erradicar o garimpo ilegal por completo ao longo de todas as fases da Operação Libertação.

O foco principal, neste momento, é interromper a prática criminosa e proporcionar a total e efetiva retirada dos não indígenas da Terra Yanomami, preservando os direitos humanos de todos os envolvidos.

Como reforça o chefe da Diretoria de Meio Ambiente e Amazônia da PF, Humberto Freire, “o foco das ações é na logística do crime e no registro da materialidade delitiva, não nas pessoas envolvidas, de modo a evitar que haja dificuldades na saída dos não índios da Terra Yanomami”.

O diretor ressalta também a importância de se evitar uma outra crise humanitária, em relação aos garimpeiros que não consigam sair da área e também acabem sem meios de subsistência mínima. “Não podemos esquecer que o foco principal da operação é a desintrusão total dos não índios da TI Yanomami”, reforça.

A Operação Libertação permanecerá em andamento até o restabelecimento da legalidade na terra indígena Yanomami. As ações de planejamento estão sendo realizadas no Centro de Comando e Controle da Operação Libertação, ambiente de trabalho localizado na Superintendência Regional da PF em Roraima para permitir a atuação, de maneira integrada, dos órgãos envolvidos na ação.

Do hospital, Túlio Gadelha rebate João sobre “palanque bolsonarista”

Internado em um hospital particular do Recife, depois de passar mal após a Festa da Misericórdia em Arcoverde,  o Deputado Federal e pré-candidato ao Senado,  Túlio Gadelha,  respondeu uma fala de João Campos na entrevista à Rádio Pajeú. Campos foi perguntado por esse jornalista sobre a crítica de Túlio,  ao dizer que o socialista precisaria […]

Internado em um hospital particular do Recife, depois de passar mal após a Festa da Misericórdia em Arcoverde,  o Deputado Federal e pré-candidato ao Senado,  Túlio Gadelha,  respondeu uma fala de João Campos na entrevista à Rádio Pajeú.

Campos foi perguntado por esse jornalista sobre a crítica de Túlio,  ao dizer que o socialista precisaria “comer muito cuzcuz” para ganhar de Raquel Lyra.

Campos disse que era uma opção do parlamentar estar se justificando para estar ao lado de bolsonaristas e apoiando nomes como Ronaldo Caiado.

Na resposta, Túlio destacou que a governadora está muito bem avaliada e que não cola jogá-lo para o bolsonarismo. Ele rebateu dizendo que deputados do PSB é que votaram em pautas como a PEC da Blindagem. Veja: