Arcoverde: Zeca pede que policlínica e UPA funcionem 24h no enfrentamento ao Coronavírus
Por André Luis
Durante uma live feita ao lado do apresentador da TV Nordeste, Adriano Ferreira, o ex-prefeito e médico de profissão, Zeca Cavalcanti, pré-candidato a prefeito pelo PTB, pediu ao vivo que a prefeitura de Arcoverde abra a Policlínica Dr. Paulo Rabell, na Boa Esperança; e a UPA Dia, no São Cristóvão, em regime de plantão, funcionando 24h nos sete dias da semana. O pedido foi feito durante a live aonde o Dr. Zeca Cavalcanti abordou a questão do Coronavírus.
Na live, Zeca abordou a questão do Covid-19, suas origens, as complicações da pandemia na vida das pessoas, os cuidados que cada um deve ter e as medidas tomadas pelos governos Federal, Estadual e Municipal. Sobre o governo comandado pela socialista Madalena Britto, o Dr. Zeca Cavalcanti disse que poderia estar fazendo algo mais além das medidas que foram tomadas pelo Governo do Estado, como a suspensão das aulas, de eventos e redução dos horários de trabalho.
“Além da abertura da policlínica e da UPA Dia em regime de plantão, para isso elas foram feitas e deveriam assim funcionar, pedimos a prefeitura que aja mais rápido, não espere a epidemia bater à porta dos arcoverdenses; contrate mais médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem para que a população tenha melhor assistência nas unidades de saúde”, disse Zeca Cavalcanti.
Entre as sugestões apresentadas pelo ex-prefeito e médico, estão a ampliação do atendimento nas Unidades Básicas de Saúde, entrando no horário noturno e a abertura de UBS de referência nos sábados e domingos, em cada região administrativa da cidade e zona rural.
Segundo Zeca Cavalcanti, “a hora é de unir forças, esquecer as diferenças e investir pesado na proteção da saúde do povo de Arcoverde. Temos que todos abraçar essa luta, cada um fazer a sua parte, proteger nossos idosos, principais vítimas do Covid-19, e se preparar com a rede municipal de saúde para os problemas que vão surgir com o avanço da pandemia do novo coronavírus”.
A parceria tem a intenção de levar capacitação aos empreendedores, estimular a geração de emprego e renda nos municípios A Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco, junto ao Sebrae e à Associação Municipalista de Pernambuco (AMUPE), discutiram um acordo de cooperação técnica para fortalecer o empreendedorismo nos municípios. A parceria tem a intenção […]
A parceria tem a intenção de levar capacitação aos empreendedores, estimular a geração de emprego e renda nos municípios
A Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco, junto ao Sebrae e à Associação Municipalista de Pernambuco (AMUPE), discutiram um acordo de cooperação técnica para fortalecer o empreendedorismo nos municípios. A parceria tem a intenção de levar capacitação aos empreendedores, estimular a geração de emprego e renda nos municípios.
Segundo dados do Sebrae, o Estado de Pernambuco ocupa o segundo lugar no número de interações junto ao empreendedor. Somente nos meses de janeiro de fevereiro de 2021, foram realizados 4.218 atendimentos.
O acordo junto aos municípios, além de promover a qualificação, irá potencializar este número de orientações através dos Expressos Empreendedores e salas empreendedoras.
Entre as missões acordadas na reunião, estão a ampliação dos canais digitais, a criação de banco de dados com informações sobre o microempreendedor e a implantação de uma sala modelo (referência) em cada região.
O Secretário do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco, Alberes Lopes, ressaltou a importância da parceria para os municípios.
“Esta cooperação entre a Seteq, o Sebrae e a Amupe irá contribuir significativamente para o desenvolvimento do Estado, uma vez que além de mostrar as potencialidades, irá se aproximar dos empreendedores e amparados com orientações. Isso promove a geração de emprego e renda para as cidades”.
O presidente da AMUPE, José Patriota, falou que o diálogo além de renovar a esperança, motiva a não desanimar diante da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. “O cenário econômico é bastante preocupante. Há um aprofundamento de crise e desigualdade social. É preocupante, mas quando a gente olha que cada um de nós tem responsabilidade de implementar ações integradas, nos tornamos mais fortes contra essa guerra na pandemia. Antes de criar dificuldades, vamos buscar soluções e o que nos move são os objetivos”.
A diretora técnica do Sebrae Pernambuco, Adriana Tavares reforçou que a ação irá levar agilidade, conhecimento e qualidade no desafio de amparar os pequenos negócios. “Iremos ter um ganho muito grande. Existem municípios com números expressivos de empreendedores. Este acordo será importante, principalmente para fortalecer a cidade e levar formação e desenvolvimento para Pernambuco”.
O acordo será oficializado também de forma virtual, diante das recomendações de distanciamento para frear a proliferação da Covid-19. A solenidade remota será conduzida pelo Sebrae no próximo dia 28 de abril de 2021, às 15h. Assim que o termo estiver pronto, cada representante assina o documento.
Aconteceu nesta quinta-feira (10), a etapa municipal do concurso “Ler Bem”, promovido pela Associação Pernambucana de Atacadistas e Distribuidores – ASPA, em parceria com a Prefeitura de Afogados da Ingazeira. Por conta da pandemia, o concurso foi transmitido via live no YouTube, com presenças apenas dos envolvidos no projeto. O objetivo é desenvolver atividades que […]
Aconteceu nesta quinta-feira (10), a etapa municipal do concurso “Ler Bem”, promovido pela Associação Pernambucana de Atacadistas e Distribuidores – ASPA, em parceria com a Prefeitura de Afogados da Ingazeira.
Por conta da pandemia, o concurso foi transmitido via live no YouTube, com presenças apenas dos envolvidos no projeto. O objetivo é desenvolver atividades que promovam a formação de jovens leitores. O público-alvo são alunos do 4° ano do Ensino Fundamental, com idade máxima de 10 anos, e que estejam matriculados no corrente ano letivo em escolas municipais.
Os dez participantes dessa etapa Municipal foram selecionados na fase escolar, representando escolas das áreas rural e urbana. Os selecionados para essa etapa leram o livro “Causos de Pedro Malasartes”, reconto de Júlio Emílio Braz e ilustrações de Anelise Zimmermann.
Foram avaliados critérios como espontaneidade, entonação de voz e aplicação das pausas necessárias exigidas pela pontuação. O corpo de jurados contou com as participações de Roberta Venceslau, Coordenadora Pedagógica da Escola Municipal Integral Pe. Carlos Cottart; Ana Makdalva, Chefe da Unidade Infantil e Anos Iniciais da GRE; e Márcia Vasconcelos, Coordenadora Pedagógica da Escola Municipal José Rodrigues.
Os três primeiros colocados foram:
3° Lugar – Júlia Beatriz Barros Goés, do Centro de Excelência Dom Mota; 2° Lugar – Giselle Fernanda dos Santos Adones, da Escola Domingos Teotônio; 1° Lugar – Dayvison Alves dos Santos Araújo, da Escola Geraldo Cipriano.
Dayvison irá participar da etapa Regional, ainda sem data definida para acontecer.
A Secretária de Educação de Afogados, Wivianne Fonseca, agradeceu a participação e elogiou o desempenho dos alunos, e o envolvimento dos pais e dos professores.
“Quero expressar minha gratidão aos alunos, que tanto se empenharam, aos Professores e Professoras que mesmo na Pandemia não medem esforços para exercer seu trabalho, e aos pais, que em casa dão o suporte. Quero também parabenizar cada estudante que participou, são todos campeões e campeãs,” destacou a secretária.
Todos os alunos que participaram da etapa municipal receberam o certificado de campeões e campeãs de leitura da fase escolar.
Farol de Notícias O ex-prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), pré-candidato a deputado estadual, já começou a arregaçar às mangas em torno do retorno do ex-presidente Lula ao Palácio do Planalto. Ao ser provocado pelo tema, na última entrevista do ano na TV Farol, o petista analisou que o presidente Jair Bolsonaro terá um […]
O ex-prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), pré-candidato a deputado estadual, já começou a arregaçar às mangas em torno do retorno do ex-presidente Lula ao Palácio do Planalto.
Ao ser provocado pelo tema, na última entrevista do ano na TV Farol, o petista analisou que o presidente Jair Bolsonaro terá um fim de governo melancólico, e que não haverá qualquer ‘fato novo’ que lhe assegure a vitória nas Eleições 2022.
“Eu nem acredito em fato novo, em outra facada, eu não acredito nessas fake news que já caíram em descrédito, no momento da eleição do Bolsonaro é que teve a importância estratégica, ele se escondeu a campanha inteira por conta da facada e fake news permearam, foram instrumentos de defesa da sua candidatura e hoje nós vamos discutir o real, uma inflação de 2 dígitos que nós voltamos a ter, nós vamos discutir a perda do poder aquisitivo do povo trabalhador brasileiro, o custo do combustível, o custo da energia”, disse Luciano Duque.
“Eu faço uma observação histórica. Nenhum presidente da república se elegeu quando a economia não vinha bem, não creio muito na retomada de um cenário positivo para Bolsonaro, ele já beira mais de 60% de rejeição, a terceira via não se consolidou, a aliança Lula Alckmin traz um sentimento que há um equilíbrio, com forças de esquerda e do centro, o que nós precisamos construir nesse país é o consenso, a construção do sentimento do brasileirismo, o sentimento da junção de forças que pensam diferentes, mas que querem o país melhor”, reforçou.
E completou: “há a discordância entre esquerda e centro, mas existe a compreensão que estamos vivendo um dos piores governos da história da república, o que se tem previsto para o investimento para 2022 é uma verdadeira piada”.
Na noite da última quinta-feira (20), a Associação Comercial e Industrial de Garanhuns (Acig) foi palco de um evento para falar sobre o cenário político do município. Com a presença acalorada de diversos militantes, o deputado estadual e pré-candidato a prefeito de Garanhuns pelo PSDB, Izaías Régis, e o presidente do partido em Pernambuco, Fred […]
Na noite da última quinta-feira (20), a Associação Comercial e Industrial de Garanhuns (Acig) foi palco de um evento para falar sobre o cenário político do município.
Com a presença acalorada de diversos militantes, o deputado estadual e pré-candidato a prefeito de Garanhuns pelo PSDB, Izaías Régis, e o presidente do partido em Pernambuco, Fred Loyo, falaram das as ações e entregas que tem sido feitas pelo Governo de Pernambuco em todas as regiões do estado, e dos desafios da eleição que se aproxima.
Izaías aproveitou para destacar a sua relação de longa data com a cidade, e a motivação para entrar na disputa pelo Executivo Municipal pela terceira vez.
“O povo me conhece e sabe que sou apaixonado por Garanhuns. Fui prefeito por oito anos como pude, com pouco recurso consegui fazer muito pela nossa cidade. Agora estou novamente pré-candidato para fazer mais por essa cidade que eu amo”, declarou.
Já Fred Loyo fez questão de relembrar a importância do PSDB para os avanços na sociedade brasileira e dos importantes programas sociais já colocados em prática pela governadora Raquel Lyra. O presidente estadual disse estar muito satisfeito com o grande público presente no evento.
“Estou muito feliz e honrado em estar em um evento como esse. O dia de hoje me faz relembrar de 2022, quando a governadora Raquel Lyra participou de uma carreata durante a campanha em Garanhuns e foi muito bem recebida pela população. Não tenho dúvidas que nas eleições desse ano o sentimento será o mesmo. Não tenham dúvidas de que Izaías terá total apoio do nosso partido e da governadora”, pontuou.
Também estiveram presentes os vereadores de oposição à atual gestão, Bruno da Luz e Fany Bernal, os presidentes do PSD e PSDB e MDB municipal, Tony Neto, Rayssa Godoy e Audálio Filho, respectivamente, o pré-candidato a vice-prefeito, Dr. Ulisses Pereira, e o ex-vice-prefeito Haroldo Vicente.
Acompanhou a comitiva do PSDB o pré-candidato a prefeito em Palmeirina, Josemir Barreto.
Por Marcos Coimbra* Nestes tempos em que a intolerância, o preconceito e o ódio se tornaram parte de nosso cotidiano político, é fácil se assustar. É mesmo tão grande quanto parece a onda autoritária em formação? Quem se expõe aos meios de comunicação corre o risco de nada entender, pois só toma contato com o […]
Nestes tempos em que a intolerância, o preconceito e o ódio se tornaram parte de nosso cotidiano político, é fácil se assustar. É mesmo tão grande quanto parece a onda autoritária em formação?
Quem se expõe aos meios de comunicação corre o risco de nada entender, pois só toma contato com o que pensa um lado. Será majoritária a parcela da opinião pública que se regozija ao ouvir os líderes conservadores e assistir aos comentaristas da televisão despejar seu ódio?
Recente pesquisa do Instituto Vox Populi permite responder a algumas dessas perguntas. E seus resultados ensejam otimismo: o ódio na política atinge um segmento menor do que se poderia imaginar. O Diabo talvez não seja tão feio como se pinta.
Em vez de perguntar a respeito de simpatias ou antipatias partidárias, na pesquisa foi pedido aos entrevistados que dissessem se “detestavam o PT”, “não gostavam do PT, mas sem detestá-lo”, “eram indiferentes ao partido”, “gostavam do PT, sem se sentir petistas” ou “sentiam-se petistas”.
Os resultados indicam: permanecem fundamentalmente inalteradas as proporções de “petistas” (em graus diversos), “antipetistas” (mais ou menos hostis ao partido) e “indiferentes” (os que não são uma coisa ou outra), cada qual com cerca de um terço do eleitorado. Vinte e cinco anos depois de o PT firmar-se nacionalmente e apesar de tudo o que aconteceu de lá para cá, pouca coisa mudou nesse aspecto.
Nessa análise, interessam-nos aqueles que “detestam o PT”. São 12% do total dos entrevistados. Esse contingente tem, claro, tamanho significativo. A existência de cerca de 10% do eleitorado que diz “detestar” um partido político não é pouco, mas é um número bem menor do que seria esperado se levarmos em conta a intensidade e a duração da campanha contra a legenda.
A contraparte dos 12% a detestar o PT são os quase 90% que não o detestam. Passada quase uma década de “denúncias” (o “mensalão” como pontapé inicial) e após três anos de bombardeio antipetista ininterrupto (do “julgamento do mensalão” a este momento), a vasta maioria da população não parece haver sido contagiada pelo ódio ao partido.
A pesquisa não perguntou há quanto tempo quem detesta o PT se sente assim. Mas é razoável supor que muitos são antipetistas de carteirinha. A proporção de entrevistados com aversão ao partido é maior entre indivíduos mais velhos, outro sinal de que é modesto o impacto na sociedade da militância antipetista da mídia.
Como seria de esperar, o ódio ao PT não se distribui de maneira homogênea. Em termos regionais, atinge o ápice no Sul (onde alcança 17%) e o mínimo no Nordeste (onde é de 8%). É maior nas capitais (no patamar de 17%) que no interior (4% em áreas rurais). É ligeiramente mais comum entre homens (14%) que mulheres (10%). Detestam a legenda 20% dos entrevistados com renda familiar maior que cinco salários mínimos, quase três vezes mais que entre quem ganha até dois salários. É a diferença mais dilatada apontada pela pesquisa, o que sugere que esse ódio tem um real componente de classe.
Na pesquisa, o recorte mais antipetista é formado pelo eleitorado de renda elevada das capitais do Sudeste. E o que menos odeia o PT é o dos eleitores de renda baixa de municípios menores do Nordeste. No primeiro, 21% dos entrevistados, em média, detestam o PT. No segundo, a proporção cai para 6%.
Não vamos de 0 a 100% em nenhuma parte. A sociologia, portanto, não explica tudo: não há lugares onde todos detestam o PT ou lugares onde todos são petistas, por mais determinantes que possam ser as condições socioeconômicas. Há um significativo componente propriamente político na explicação desses fenômenos.
O principal: mesmo no ambiente mais propício, o ódio ao PT é minoritário e contamina apenas um quinto da população. Daí se extraem duas consequências. Erra a oposição ao fincar sua bandeira na minoria visceralmente antipetista. Querer representá-la pode até ser legítimo, mas é burro, se o projeto for vencer eleições majoritárias.
Erra o petismo ao se amedrontar e supor ter de enfrentar a imaginária maioria do antipetismo radical. Só um desinformado ignora os problemas atuais da legenda. Mas superestimá-los é um equívoco igualmente grave.
*Marcos Coimbra é sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi. Esta opinião representa expressamente o sentimento do autor
Você precisa fazer login para comentar.