Arcoverde: vereador denuncia não uso de ambulâncias no Regional Rui de Barros
Por André Luis
O vereador de Arcoverde Luciano Pacheco (Patriota) denunciou, na tarde deste domingo (11), o não uso de ambulâncias no Hospital Regional Rui de Barros Correia (HRRBC) para fazer a transferência de pacientes para o Recife.
No vídeo, o parlamentar mostra três ambulâncias estacionadas no hospital enquanto pacientes estariam recebendo negativas de transferência e sendo instruídos a procurarem políticos para ajudá-los a conseguir transporte para levá-los a capital.
Ainda no vídeo gravado pelo vereador e ex-candidato a deputado estadual, ele afirma que irá levar ao plenário da Câmara Municipal, já na sessão desta segunda-feira (12), a situação denunciada no vídeo.
O vereador ainda disse que na próxima terça-feira (13) deverá se reunir com a direção do HRRBC para discutir o caso. As informações são do Arcoverde Online.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que saíram os resultados de dez pacientes que estavam em investigação. Destes, dois casos positivos e oito negativos para covid-19. Os casos positivos são dois pacientes do sexo masculino (26 e 60 anos). Um é profissional da saúde e o outro é contador. Hoje entra em investigação um […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que saíram os resultados de dez pacientes que estavam em investigação. Destes, dois casos positivos e oito negativos para covid-19.
Os casos positivos são dois pacientes do sexo masculino (26 e 60 anos). Um é profissional da saúde e o outro é contador.
Hoje entra em investigação um óbito ocorrido no Hospital Mestre Vitalino, em Caruaru. A paciente tinha 75 anos e apresentava várias comorbidades (Doença Cardíaca, Vascular e Diabetes).
Os casos positivos, além dos seus contatos, estão sendo monitorados pelas equipes de vigilância e atenção básica do nosso município.
Ao analisarmos a Semana Epidemiológica 29 (24 casos), notamos uma diminuição nos casos em comparação com as semanas 27 (32 casos) e 28 (37 casos).
A Secretaria de Saúde de Arcoverde informa que, neste domingo, 19 de julho, até às 17 horas, registrou cinco novos casos de Covid-19. O boletim diário, portanto, fica com 45 suspeitos, 760 descartados, quatrocentos e quarenta (440) confirmados, vinte e cinco (25) óbitos, e duzentos e cinco (205) recuperados.
Vale lembrar, que dentro dos 440 confirmados, estão contabilizados os 25 óbitos e 205 curados. No total, a cidade tem sete (07) pacientes em UTI e sete (07) em enfermaria.
No Hospital Regional Ruy de Barros Correia, há cinco (05) pacientes de Arcoverde na UTI e (02) na enfermaria. No Hospital de Campanha há cinco (05) internados. No Hospital Memorial Arcoverde há dois (02) pacientes na UTI.
Nas barreiras sanitárias das entradas da cidade foram abordados 208 carros de fora. Não confunda flexibilização do comércio com cura do Covid-19.
A Diretoria Integrada do Interior (DINTER II) divulgou os resultados parciais da Operação de Repressão Qualificada Olho da Providência, deflagrada na manhã desta quarta-feira (07) pela Delegacia de Polícia de Floresta, no Sertão de Pernambuco. A operação teve como objetivo apurar as atividades de uma organização criminosa destinada à prática de lavagem de dinheiro proveniente […]
A Diretoria Integrada do Interior (DINTER II) divulgou os resultados parciais da Operação de Repressão Qualificada Olho da Providência, deflagrada na manhã desta quarta-feira (07) pela Delegacia de Polícia de Floresta, no Sertão de Pernambuco.
A operação teve como objetivo apurar as atividades de uma organização criminosa destinada à prática de lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas.
Segundo a Polícia Civil, a investigação nasceu do cruzamento de outras duas investigações anteriores, sendo identificados fornecedores de drogas da cidade de Floresta e de outras cidades que compõem o “polígono da maconha”, os quais são responsáveis por abastecer as capitais do Nordeste, principalmente com maconha. Em Pernambuco a operação aconteceu em Floresta, Serra Talhada, Ibimirim, Arcoverde, Petrolina, Lagoa Grande, Belém do São Francisco, Recife, Olinda, Paulista, João Alfredo e Buíque.
Ainda conforme a Polícia Civil, os mesmos traficantes identificados compram cocaína, crack e haxixe de fornecedores localizados em estados de fronteira. “O esquema de lavagem de dinheiro conta com a participação de pessoas físicas e jurídicas interpostas, as quais possuem a função de dissimular e ocultar a origem e o destino do dinheiro e, desta forma, dar aparência de licitude às transações”, consta no balanço da operação divulgado nesta quarta.
“A Polícia Civil através de um olhar macro dentro de suas investigações realizando algumas atividades no âmbito da AIS 22 em Floresta realizou dois autos de prisão em delito sendo um deles de trinta quilos de maconha e outro de recursos, dinheiro em espécie, localizado em um fundo falso. Então, com o aprofundamento dessas investigações chegou-se a um mesmo fornecedor desses dois investigados, então, a partir dali passamos a contar com o auxílio da nossa diretoria de inteligência através da DINTEL. Fomos aprofundando as investigações e identificamos um grupo criminoso dentro de Pernambuco que fazia o cultivo, a manipulação e a distribuição da maconha para diversos estados do Nordeste, especialmente as capitais, e também identificamos pessoas jurídicas de fachada localizadas em outros dezessete estados da federação, as quais através da lavagem de dinheiro forneciam cocaína e crack para esse grupo de Pernambuco distribuir internamente”, detalhou o delegado João Leonardo Freire, diretor da DINTER II.
Foram autorizadas medidas judiciais de sequestro de bens móveis e imóveis adquiridos a partir do ano de 2020, bloqueio de ativos financeiros de 68 investigados, 53 Mandados de Busca e Apreensão e 16 Mandados de Prisão Temporária. Até o final da manhã desta quarta haviam sido apreendidos R$ 3.353.090,00 em cheques, R$ 30.000,00 em espécie, relógios de marca, jóias em ouro, uma pistola, um revólver calibre 38 e três carregadores, além R$ 354.047.556,40 bloqueados de contas bancárias dos envolvidos.
Foi iniciada na quinta-feira (16) a construção do asfalto da Rodovia José Soares da Silva ligando Placas a Piedade do Ouro, em Itapetim, Sertão do Pajeú. A obra está sendo realizada pelo Governo do Estado em parceria com o Governo Municipal e é executada pela construtora Niemaia Serviços e Equipamentos. A estrada possui quase três […]
Foi iniciada na quinta-feira (16) a construção do asfalto da Rodovia José Soares da Silva ligando Placas a Piedade do Ouro, em Itapetim, Sertão do Pajeú.
A obra está sendo realizada pelo Governo do Estado em parceria com o Governo Municipal e é executada pela construtora Niemaia Serviços e Equipamentos.
A estrada possui quase três quilômetros e já havia sido toda pavimentada com paralelepípedo pela prefeitura, agora está recebendo a pavimentação asfáltica, tornando realidade um grande sonho da população de Piedade do Ouro.
Na quinta (16) e nesta sexta-feira (17), o prefeito do município Adelmo Moura, acompanhado do deputado Gonzaga Patriota, vereadores, secretários e diretores municipais, esteve vistoriando os trabalhos.
“Gostaria de agradecer ao Governo do Estado por esta obra grandiosa, que vai trazer ainda mais desenvolvimento para Piedade e melhoria na qualidade de vida da população. Estou muito feliz por ver este sonho da população de Piedade virando realidade”, ressaltou o prefeito.
A ordem de serviço para a construção do asfalto havia sido assinada na quinta-feira (09/06) durante evento realizado em Piedade. Na oportunidade, também foi autorizada a reforma do dessalinizador, a pavimentação das ruas projetadas 5 e 6, além da reforma da quadra poliesportiva da localidade.
Dados são de relatório da CGU; mesmo com alertas, estatal realizou compra de tubos de PVC A estatal federal Codevasf lançou em 2020 uma licitação para a compra de centenas de milhares de tubos de PVC voltada a desovar emendas parlamentares, sem demonstrar a necessidade das aquisições, sem planejamento e superfaturada, conforme relatório da CGU […]
Dados são de relatório da CGU; mesmo com alertas, estatal realizou compra de tubos de PVC
A estatal federal Codevasf lançou em 2020 uma licitação para a compra de centenas de milhares de tubos de PVC voltada a desovar emendas parlamentares, sem demonstrar a necessidade das aquisições, sem planejamento e superfaturada, conforme relatório da CGU (Controladoria-Geral da União).
Apesar de o órgão ter apontado as irregularidades antes da concorrência pública, por duas vezes, e ter recomendado a sua suspensão, a Codevasf seguiu em frente e já gastou mais de R$ 2 milhões com o contrato.
O processo de licitação ilustra como o descontrole administrativo e a atuação a reboque dos padrinhos das emendas parlamentares no governo Jair Bolsonaro (PL) abre brechas para irregularidades até mesmo nas compras mais básicas da estatal, que tem como vocação histórica a promoção de projetos de irrigação no semiárido.
Foi a própria Codevasf que fez uma radiografia da atual estrutura de uso do dinheiro público, em comunicação à CGU.
“Esses recursos [de emendas] são descentralizados à Codevasf a partir de articulações político-institucionais, as quais não estão vinculadas estritamente a um cronograma preestabelecido, o que de fato dificulta e/ou inviabiliza um planejamento preciso do dimensionamento da demanda a ser adquirida.”
“Os parlamentares, por meio de interações com lideranças e seus assessores, efetuam o levantamento de necessidades para balizar as aquisições e/ou contratações”, admite a empresa pública.
Em nota, afirmou que “atua em permanente cooperação com órgãos de fiscalização e controle”.
A Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) é uma estatal entregue pelo presidente Bolsonaro ao controle do centrão em troca de apoio político. Leia íntegra da reportagem de Artur Rodrigues e Flávio Ferreira na Folha de S. Paulo.
G1 O Deputado federal Paulo Maluf (PP) se entregou à Polícia Federal em São Paulo na manhã desta quarta-feira (20) um dia após o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar o “imediato início” do cumprimento da pena de 7 anos, 9 meses e 10 dias de prisão, imposta pelo tribunal por supostos desvios praticados […]
O Deputado federal Paulo Maluf (PP) se entregou à Polícia Federal em São Paulo na manhã desta quarta-feira (20) um dia após o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar o “imediato início” do cumprimento da pena de 7 anos, 9 meses e 10 dias de prisão, imposta pelo tribunal por supostos desvios praticados por Maluf na Prefeitura de São Paulo.
Na condenação, o STF determinou que a pena começará no regime fechado, sem possibilidade de saída durante o dia para trabalho. A sentença também determinou a perda do mandato de deputado. A assessoria do deputado informou que ele não se manifestará sobre a condeção. O advogado Antonio Carlos de Almeida Castro informou em nota que recorrerá à presidência do Supremo.
O ex-prefeito saiu de casa por volta das 8h20 e chegou à sede da Polícia Federal na Lapa, Zona Oeste de São Paulo, pouco antes das 9h. Ele levou apenas uma mala com roupas e uma bolsa com remédios, segundo informações do Bom Dia Brasil.
O ministro Edson Fachin rejeitou um recurso apresentado pela defesa contra uma condenação que Maluf sofreu em maio deste ano por lavagem de dinheiro. Ainda durante a tarde, Fachin enviou ofício ao diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, determinando o cumprimento da prisão.
Maluf foi acusado pelo Ministério Público Federal de usar contas no exterior para lavar dinheiro desviado da Prefeitura de São Paulo quando foi prefeito, entre 1993 e 1996. De acordo com a denúncia, uma das fontes do dinheiro desviado ao exterior por Maluf seria a obra de construção da Avenida Água Espraiada, atual Avenida Jornalista Roberto Marinho.
Em outubro deste ano, a Primeira Turma do STF já havia rejeitado um recurso do deputado contra a condenação. Ao negar novo recurso da defesa, Fachin entendeu que o pedido era “protelatório”, isto é, visava somente arrastar o processo.
“A manifesta inadmissibilidade dos embargos infringentes ora opostos, na esteira da jurisprudência desta Suprema Corte, revela seu caráter meramente protelatório, razão por que não impede o imediato cumprimento da decisão condenatória”, escreveu o ministro.
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