Arcoverde tem a terceira parcela do FPM bloqueada pelo Tesouro Nacional
Por André Luis
PE Notícias
O município de Arcoverde, entrada do Sertão pernambucano, não irá receber a terceira parcela do Fundo de Participações dos Municípios (FPM), nesta sexta-feira (28), juntamente com outros 46 municípios brasileiros que estavam irregulares, ou com a Secretaria da Receita Federal (SRF), com a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) ou com Ministério do Planejamento até às 0h05 desta sexta-feira (28), conforme ex trato do Siafi.
O município está bloqueado desde o último dia 10 de maio.
“Os entes relacionados nesta consulta devem encaminhar-se ao órgão responsável da sua região para regularização e desbloqueio”, recomenda a Secretaria da Receita Federal.
O número de municípios que se encontram bloqueados e não poderão ter acesso à parcela do fundo somam 46.
O bloqueio acontece se, porventura, o município ou o ente federado possuir alguma dívida com a União. Neste caso, é permitido pela Constituição Federal reter este recurso.
Sergipe e Minas Gerais estão no topo do ranking de municípios bloqueados, com registro de 12 cada.
Maranhão ocupa a segunda posição com seis e o Rio Grande do Sul aparece em seguida com quatro, nesse caso Pernambuco só aparece com um município que é exatamente Arcoverde.
O bloqueio é realizado até que o município pague ou resolva o problema da dívida. Após a regularização da pendência, em 24 horas o recurso é liberado.
Faltaram gandulas, ambulância, médico e até atletas. Presidente Rômulo Leão foi questionado por manchar nome da Capital do Xaxado e do desporto Um show de horror foi praticado ontem pela direção do Serrano, equipe que representa a importante cidade de Serra Talhada no Campeonato Pernambucano da Série A2, para o jogo com o Afogados FC ontem […]
Jogadores do Serrano fazem movimentação em um Pereirão sem torcida. Vergonha total.
Faltaram gandulas, ambulância, médico e até atletas. Presidente Rômulo Leão foi questionado por manchar nome da Capital do Xaxado e do desporto
Um show de horror foi praticado ontem pela direção do Serrano, equipe que representa a importante cidade de Serra Talhada no Campeonato Pernambucano da Série A2, para o jogo com o Afogados FC ontem a noite no estádio Pereirão.
As falhas começaram no acesso do torcedor ao estádio. Nas bilheterias apenas 25 ingressos a disposição da torcida. Dos mais de 50 torcedores de Afogados que foram a Serra Talhada, alguns entraram no estádio, outros não. Não havia ingressos.
No centro do gramado, árbitro e auxiliares aguardam por ambulância que não veio
Dentro do estádio, o show de horror continuou. Sem 11 jogadores para começar o jogo, o técnico Lourival Silva iniciou o aquecimento com a equipe incompleta.
Sem os dois médicos do clube mandante exigidos pela FPF (apenas um apareceu), sem ambulância e até mesmo sem gandula, o arbitro esperou meia hora, depois mais meia hora, quando deu por encerradas as condições do jogo acontecer.
O Afogados FC ganhou o jogo por WxO, o que equivale ao placar e 3 a 0.
O clube é presidido por Rômulo Leão, que foi bastante criticado por mais uma vez por em xeque o nome de Serra Talhada.
Zé Raimundo disse já saber que isso aconteceria. “Acabaram com imagem que construímos”.
Ex-presidente, hoje a frente do Serra Talhada, Vereador licenciado e Secretário de Transportes, Zé Raimundo aproveitou para desabafar falando à Rádio Pajeú, que acompanhava o jogo.
“Acho lamentável por tudo que fizeram em 2011. Politicamente agiram colocando que tudo seria diferente. Espero pela ação dos homens ao invés das palavras. Tem acontecido tudo que a gente previa. Pra não brigar na justiça abrimos mão. A cidade hoje abraça o Serra Talhada FC e hoje como no ano passado o Serrano passa por esse vexame. Como Secretário e vereador fiz minha obrigação na liberação do estádio. Mas prefiro que os outros julguem e façam uma comparação”.
O time está com base em Carnaubeira da Penha depois de parceria com a prefeitura local e tem projeto de aproveitar jovens de uma comunidade indígena local e é treinado pelo rodado Lourival Silva. “É uma coisa chata né. Estamos fazendo uma trabalho dessa meninada da base, a maioria tudo indígena, mas passamos por essa situação de ter todo dia dez jogadores só”.
Pouquíssimos torcedores, a maioria do Afogados FC, compareceram ao Pereirão. Desconfiança de vexame
Um dirigente que não quis se identificar à imprensa tentou culpar a Secretaria de Saúde de Serra Talhada pela ausência de ambulância no estádio, sem apresentar um ofício sequer. O vereador Nailson Gomes informou à Cultura FM que não havia pedido algum do veículo na Secretaria.
Meio que “atarantado”, um dos dois médicos exigidos, o Doutor Barbosa, que é vereador na cidade, chegou ao estádio sem saber pra quê. “Não sei de nada. Estava em uma reunião e pediram para eu vir ajudar e vim. Não sei nem pra quem”.
São muitos os que tem questionado a iniciativa do clube disputar a competição manchando a imagem do desporto e da Capital do Xaxado. Em 2014, a equipe já havia faltado a um compromisso em Altinho e por pouco não foi excluída dos quadros da Federação.
Ouça o Delegado do jogo, Cristiano Martins, relatando a providência tomada ao fim da espera de uma hora:
Em Serra Talhada, a prefeita Márcia Conrado tem o desafio de gerir um grupo tão grande e heterogêneo. Antes dela, só Eduardo conseguiu… O grupo de Márcia é disparadamente um dos mais plurais da política no interior. Com tantos interesses e diferenças, mantê-lo unido é uma grande tarefa. Ouça as impressões desse jornalista sobre o […]
Em Serra Talhada, a prefeita Márcia Conrado tem o desafio de gerir um grupo tão grande e heterogêneo. Antes dela, só Eduardo conseguiu…
O grupo de Márcia é disparadamente um dos mais plurais da política no interior. Com tantos interesses e diferenças, mantê-lo unido é uma grande tarefa.
Ouça as impressões desse jornalista sobre o tema no Nill Júnior Podcast , analisando os fatos da política pernambucana, regional e do cotidiano. o episódio foi ao ar no Sertão Notícias, da Cultura FM.
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A informação, divulgada pelo presidente da Abert, Daniel Slaviero, foi confirmada pelo ministro das Comunicações, André Figueiredo. O presidente da Abert, Daniel Slaviero (foto) anunciou, nesta quinta-feira (12), que o decreto com os valores da migração das rádios AM para FM será assinado pela presidente Dilma Rousseff no dia 24 de novembro. A informação, segundo […]
A informação, divulgada pelo presidente da Abert, Daniel Slaviero, foi confirmada pelo ministro das Comunicações, André Figueiredo.
O presidente da Abert, Daniel Slaviero (foto) anunciou, nesta quinta-feira (12), que o decreto com os valores da migração das rádios AM para FM será assinado pela presidente Dilma Rousseff no dia 24 de novembro.
A informação, segundo Slaviero, é do ministro das Comunicações, André Figueiredo.
Durante a abertura dos painéis do 23º Congresso Paranaense de Radiodifusão, que acontece em Foz do Iguaçu, Slaviero convocou os radiodifusores para a cerimônia de assinatura que acontecerá no Palácio do Planalto em Brasília.
Na noite anterior (11), durante a abertura do congresso, Slaviero disse que o estudo finalizado pelo Ministério das Comunicações é um avanço significativo, mas que ainda necessita de pequenos ajustes.
“O ministro está pessoalmente empenhado e ciente da importância desse assunto ser resolvido rapidamente. A proposta deve estar condizente com a capacidade econômica do setor e do país”, afirmou.
Ao falar para uma plateia de 250 radiodifusores presentes ao encontro, Slaviero,disse que no Paraná existem 180 rádios AM. 156 pediram para migrar e dessas, 107 já estão aptas para a migração.
Promovido pela AERP (Associação das Emissoras de Radiodifusão do Paraná) e pelo SERT/PR (Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Paraná), o 23º Congresso Paranaense de Radiodifusão discute, até o dia 13, os rumos do setor, as novas tecnologias, oportunidades de negócio, estratégias de liderança, mercado publicitário e tendências mundiais. Também está sendo realizada uma feira de negócios voltadas ao setor.
Envolvimento de líderes evangélicos com políticos desagradam fiéis Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que a igreja evangélica segue crescendo no Brasil — mas em um ritmo mais lento do que o esperado. Isso reflete fatores como a insatisfação de jovens de famílias evangélicas, a reação da Igreja Católica e […]
Envolvimento de líderes evangélicos com políticos desagradam fiéis
Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que a igreja evangélica segue crescendo no Brasil — mas em um ritmo mais lento do que o esperado.
Isso reflete fatores como a insatisfação de jovens de famílias evangélicas, a reação da Igreja Católica e o desencanto de uma parcela dos fiéis com o forte envolvimento político de algumas lideranças religiosas evangélicas nos últimos anos.
Essa é a avaliação da cientista política Ana Carolina Evangelista, diretora-executiva do Instituto de Estudos da Religião (ISER), que falou à BBC News Brasil após a divulgação dos dados pelo IBGE esta semana.
“Os dados mostram que os evangélicos seguem, sim, crescendo e que esse crescimento é muito significativo, mas ele é um pouco — bem pouco — mais lento do que no Censo passado.”
“A forte presença recente e crescente na política, na cultura e o debate público hiper focado nos evangélicos desde 2010, especialmente, levou muitos a supor que esse crescimento na última década seria vertiginoso.”
“Existia essa expectativa. Mas isso não significa que isso seria automaticamente transportado para os números, porque estatisticamente não é assim que acontece.”
Ela acrescenta: “Esse Censo também mostra, assim como já mostravam os dois censos anteriores, que cresce a diversidade religiosa no Brasil.”
“Crescem os sem religião, seguem crescendo outras religiões, cresce significativamente proporcionalmente as religiões de matriz africana. Portanto, analisar a diminuição de ritmo do continuado crescimento evangélico tem que ser feito à luz de tudo isso”, diz.
Ela diz que é facil identificar a partir de indícios em pesquisas qualitativas e observação empírica que começa a existir uma espécie de desgaste de um tipo de cristianismo entre os próprios evangélicos.
“Há um excesso de política nas igrejas e nos púlpitos evangélicos que faz com que algumas pessoas não se reconheçam mais necessariamente em suas lideranças religiosas, seja pelo perfil delas ou pelas pautas que elas têm defendido publicamente, e que acabam excluindo seus próprios membros”.
Faz muito sentido. E isso não tem relação com a fé das pessoas. Pastores evangélicos de denominações não históricas tem feito os fiéis de massa de manobra da política. Nomes como Silas Malafaia, Edir Macedo, RR Soares, Valdomiro Santiago e outros usaram seus templos para um projeto de dominação e poder a partir do direcionamento de fiéis. Aos poucos, parte da comunidade evangélica está percebendo para onde está sendo levada. O pior, ajudam muitas vezes a eleger políticos com zero identificação com o que defendem na pauta ultra conservadora de costumes. A pesquisadora deixa evidente que a comunidade evangélica também pode estar começando a perceber isso.
Atendendo a promotora
A Promotora de Justiça Rita Coelho Colaço Dias emitiu recomendação ao presidente da Câmara de São José do Egito, Romerinho Dantas, solicitando a exoneração da advogada Hérica Nunes da assessoria jurídica da Câmara. A promotora entende que ela deveria ser exonerada por ser irmã do vereador Albérico Tiago (nepotismo) e além ser presidente da OAB, não podendo acumular a função com nenhum outro cargo público. O presidente da Câmara atendeu a recomendação.
Ingratidão
Socialistas do Pajeú tratam como traição e ingratidão a disposição de Flávio Marques em apoiar a governadora Raquel Lyra, mesmo que por hora no debate interno do PT. Alegam o apoio político e até jurídico para ajudar Flávio a recuperar seus direitos políticos, além do apoio de nomes como o ex-deputado José Patriota ao longo de sua trajetória política.
Além da queda, o coice
Advogados independentes que acompanham o desenrolar da ação por fraude à cota de gênero contra o União Brasil dão como certa a queda da chapa do partido e nova formatação da Casa. O depoimento cabal foi da candidata Diolinda Marques, ao declarar que “não gosta, não entende e não se envolve em política, mas aceitou participar, única e exclusivamente, para preencher a vaga feminina do União Brasil a pedido de seu marido, Américo Barros”.
Alavantú
O vice-prefeito Daniel Valadares disse em uma das noites do projeto Arraial do Meu Bairro, que uma pesquisa interna indicou a aprovação do governo Sandrinho “por quase 70% da população”. Levando a matemática pra política, “quase 70%” é o espaço entre 66% e 69%. Daniel defendeu e Sandrinho voltou a destacar a entrega de uma ação por semana.
Anarriê
Um dos personagens da semana, o vereador Zé Negão disse que, na Rádio Pajeú, a aprovação média da gestão Sandrinho foi de 55%. “Eles não tem mais o que prometer e não cumprir à população. O povo já quer uma mudança que o PSB chegou no limite”.
65%
A prefeita Pollyanna Abreu citou no LW Cast uma pesquisa que coloca sua gestão com aprovação de 65%. A forte polarização na campanha entre ela e o grupo de Ângelo Ferreira, que apoiou Rita Rodrigues, é tida como uma das causas para ela ainda não ter rompido a casa dos 70%. Ela diz que, apesar da polarização, tem atuado para mostrar ser prefeita de quem votou e de quem não votou.
Ainda é pouco
Com o suporte de Márcia Conrado, Breno Araújo tem buscado apoios para seu projeto estadual. Fechou com George Freitas (Paulista), Zan Lucena (Brejinho), Eliete do Icó e empresários de Santa Cruz da Baixa Verde, Jeferson Pipi e Ubirajara Lima, de Tacaratu. Quem faz conta sobre viabilidade eleitoral diz que ainda falta muito para tratar o projeto como viável. Quem defende pede calma e diz que “é só o começo”, mesmo em um campo minado de nomes na disputa. A conferir…
Cadê juízo
Merecem o troféu “O Juízo é Pouco” os brasileiros que integraram uma comitiva para Israel, sem considerar as tensões internacionais em meio ao país de Benjamin Netanyahu: Marcos Rocha (Governador de Rondônia), Álvaro Damião (União Brasil) – prefeito de Belo Horizonte (MG), Cícero de Lucena Filho (PP) – prefeito de João Pessoa (PB) e cia. São 41 no total.
Frase da semana:
“Queria convidar o senhor pra ser meu vice em 2026”.
De Jair Bolsonaro na arregada frente a frente com Alexandre de Moraes.
Candidato chegou a alardear em redes sociais que haveria “fraude”. Mas juiz acatou alegação da defesa corroborada por parecer do MP. “Pelo contrário, vislumbro a regularidade da pesquisa e o cumprimento integral, pelo Instituto, do que determina a Lei “, diz magistrado. Depois de não ter o pedido de liminar atendido pelo Juiz Eleitoral, Marcus […]
Candidato chegou a alardear em redes sociais que haveria “fraude”. Mas juiz acatou alegação da defesa corroborada por parecer do MP. “Pelo contrário, vislumbro a regularidade da pesquisa e o cumprimento integral, pelo Instituto, do que determina a Lei “, diz magistrado.
Depois de não ter o pedido de liminar atendido pelo Juiz Eleitoral, Marcus César Sarmento Gadelha, a Coligação Viva Serra Talhada, do candidato Victor Oliveira (PR), também não teve sucesso no mérito do julgamento sobre a pesquisa divulgada pelo Instituto Múltipla no programa Revista da Cultura, no dia 24 de outubro.
A coligação tentou impedir a divulgação no programa. Victor chegou a alardear em redes sociais e pautar veículos de imprensa que que “haveria fraude” e até tentou envolver o MP, dizendo que ele havia concordado com a argumentação. Mas preliminarmente, o Promotor Eleitoral Rodrigo Amorim da Silva Santos manifestou sua posição de prudência, pela suspensão da sua divulgação, “até que a parte ré se manifeste nos autos, apresentando contrarrazões, que legitimem a divulgação da pesquisa realizada”, sem fazer juízo prévio. O juiz não atendeu a liminar por argumentar que queria analisar as contrarrazões do Instituto.
A Coligação reclamou de aspectos técnicos da pesquisa: dentre eles o universo de entrevistados e margem de erro que seria expressiva, metodologia subdivide os Distritos em Setores, falta da relação das localidades selecionadas para aplicação da amostra, que deveria ser apresentada até o 7º dia seguinte ao registro da pesquisa e suposta desobediência ao critério de 72,9% na e 27,1% na área rural.
O Múltipla apresentou defesa e no mérito, o MP entendeu que “não houve evidência cabal da existência dos vícios alegados pela representante e pugnou pela improcedência da representação”.
“A margem de erro encontra-se dentro da faixa prevista para o número dos entrevistados; 2. O número de entrevistados encontra-se adequado para a quantidade de eleitores do município; 3. O instituto logrou êxito em demonstrar o método aplicado no segundo estágio da metodologia quanto à subdivisão dos Distritos; 4. A representada observou o período determinado na Res. TSE 23.600/19 para divulgação da relação das localidades, qual seja, dia 24/10/2020; 5. Houve a obediência ao critério de percentual para área urbana e rural, de acordo com dados censitários do IBGE (Censo 2010, último disponibilizado)”, diz o juiz em sua decisão.
E conclui: “Pelo contrário, vislumbro a regularidade da pesquisa e o cumprimento integral, pelo Instituto representado, do que determina Lei nº 9504/97 e Resolução TSE nº 23.600/19. Sendo assim, julgo improcedente a representação”. Veja decisão: Sentença Serra Talhada .
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