Arcoverde: Rodolfo Albuquerque, ex-comunicação de LW, diz apoiar Zeca
Por Nill Júnior
Pré-candidato a prefeito de Abreu e Lima pelo PRD, também responsável pela comunicação em alguns municípios, tendo atuado em Arcoverde, Rodolfo Albuquerque esteve em Arcoverde.
Na cidade, onde atuou na gestão Wellington Maciel, participou do Encontro de Lideranças, promovido pelo vereador Luciano Pacheco. “Líder da bancada governista, e que será, mais uma vez, com fé em Deus e trabalho, campeão de votos em 2024”, disse.
Aproveitou para declarar simpatizante da pré-campanha de Zeca Cavalcanti. “Estive com o futuro Prefeito Zeca Cavalcanti, e o com seu futuro vice-prefeito, Siqueirinha, e pude reencontrar muitos amigos nesse grande ato, que mobilizou mais de 300 lideranças do querido Portal do Sertão, que assistiram a minha palestra sobre mobilização e os pilares de uma campanha de sucesso nas redes sociais, e participaram desse ponta-pé extraordinário e emocionante de Luciano, rumo ao 7º mandato na Casa James Pacheco”.
“Arcoverde tem meu carinho e gratidão, nos 14 meses que pude servir na liderança da comunicação da Prefeitura de Arcoverde . É uma terra extraordinária, de um povo incrivelmente querido e acolhedor. Arcoverde merece o melhor e avançar nas conquistas, construídas por Zeca, lá atrás, e em outras, mais recentes, construídas pelo Prefeito Wellington Maciel, sob a liderança de um gestor experiente e capaz de liderar um bom tempo de novos avanços”.
E concluiu: “Zeca e Siqueirinha estão prontos para isso, assim como Luciano está pronto pra continuar sendo um leão, em defesa do povo arcoverdense na Câmara. Gratidão pela acolhida nesse breve retorno, em meio a correria em Abreu e Lima. Não poderia deixar de levar meu abraço a Luciano e meu apoio nesse momento”.
Para procurador, deve ser mantida a transparência sobre o destino dos recursos em 2020 e 2021 O Congresso Nacional promulgou, nesta quarta-feira (27), a emenda à Constituição Federal que impede a punição a gestores municipais que não aplicaram os percentuais mínimos de gastos com educação em 2020 e 2021. Antes, o mínimo das receitas que […]
Para procurador, deve ser mantida a transparência sobre o destino dos recursos em 2020 e 2021
O Congresso Nacional promulgou, nesta quarta-feira (27), a emenda à Constituição Federal que impede a punição a gestores municipais que não aplicaram os percentuais mínimos de gastos com educação em 2020 e 2021. Antes, o mínimo das receitas que deveriam ser aplicadas em educação era 25% das receitas de cada ano.
Para o procurador do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO), Cristiano Pimentel, a emenda não pode livrar os gestores de prestar contas do destino dos recursos da educação em 2020 e 2021.
“Muitos prefeitos alegam que gastaram os recursos da educação em saúde, com o enfrentamento da pandemia. Acho que esta destinação deve ser demonstrada com transparência, quando os tribunais de contas de todo o país analisarem as respectivas contas. Há risco de recursos da educação terem sido indevidamente aplicados em despesas desnecessárias e adiáveis, como obras eleitoreiras e pagamento de dívidas previdenciárias. Caso não tenha sido gasto o mínimo em educação, deve ser demonstrado para onde foram os recursos”, alerta o procurador Cristiano Pimentel.
A justificativa para a aprovação da emenda é que a pandemia da covid-19, que obrigou a suspensão de aulas presenciais, e, ao mesmo tempo, o redirecionamento de verbas para a área da saúde, impediu prefeitos de investirem em educação a porcentagem mínima prevista em lei.
Por conta da suspensão de aulas presenciais, gastos com transporte escolar e merenda não foram necessários.
“A interrupção ou redução das aulas presenciais acarretaram a redução significativa dos gastos relacionados à logística e aos espaços físicos dos sistemas de ensino, inclusive aqueles relacionados ao transporte escolar dos alunos”, disse o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), durante solenidade de promulgação da emenda.
“A execução dessas despesas se tornou, dessa forma, temporariamente desnecessária ou diminuída, com paulatina recomposição, paralelamente aos movimentos de aquisição de vacinas e mitigação do isolamento social. Ignorar tais circunstâncias e culpabilizar o gestor, que está na ponta, significaria enviar um péssimo sinal para toda comunidade envolvida com a educação pública brasileira”, acrescentou o senador Pacheco.
A Constituição determina que a União aplique em educação pelo menos 18% e estados e municípios pelo menos 25% do total de receitas vindas de impostos.
Se a emenda não tivesse sido aprovada no Congresso, os gestores que não aplicaram o mínimo previsto poderiam sofrer penalidades cíveis ou criminais, além de sanções administrativas.
“Em último caso, os gestores que não aplicaram o mínimo em educação poderiam ser enquadrados na Lei de Ficha Suja. Agora, com esta emenda, ficam livres nos anos de 2020 e 2021”, diz o procurador Cristiano Pimentel.
Com a promulgação da emenda, essas penalidades estão afastadas.
A emenda exige que seja feita uma compensação dos recursos que não foram gastos até o exercício financeiro de 2023.
“Os órgãos de controle, como tribunais de contas e Ministério Público irão fiscalizar se a compensação será feita pelos atuais prefeitos”, explica Cristiano.
Os tribunais de contas de todo o país fiscalizam as contas dos prefeitos, emitindo um parecer prévio. O julgamento definitivo das contas cabe às Câmaras de Vereadores.
LEIA O TEXTO DA EMENDA:
“Art. 119. Em decorrência do estado de calamidade pública provocado pela pandemia da Covid-19, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e os agentes públicos desses entes federados não poderão ser responsabilizados administrativa, civil ou criminalmente pelo descumprimento, exclusivamente nos exercícios financeiros de 2020 e 2021, do disposto no caput do art. 212 da Constituição Federal.
Parágrafo único. Para efeitos do disposto no caput deste artigo, o ente deverá complementar na aplicação da manutenção e desenvolvimento do ensino, até o exercício financeiro de 2023, a diferença a menor entre o valor aplicado, conforme informação registrada no sistema integrado de planejamento e orçamento, e o valor mínimo exigível constitucionalmente para os exercícios de 2020 e 2021″.
O deputado estadual Sílvio Costa Filho enviou nota ao blog dizendo que tão logo a Câmara volte do recesso em fevereiro, o mesmo cobrará explicações do prefeito Geraldo Júlio sobre a construção da Arena Pernambuco. Veja abaixo nota na íntegra: Reafirmo que em fevereiro, tão logo a Assembleia Legislativa volte do recesso, convidaremos o prefeito […]
O deputado estadual Sílvio Costa Filho enviou nota ao blog dizendo que tão logo a Câmara volte do recesso em fevereiro, o mesmo cobrará explicações do prefeito Geraldo Júlio sobre a construção da Arena Pernambuco. Veja abaixo nota na íntegra:
Reafirmo que em fevereiro, tão logo a Assembleia Legislativa volte do recesso, convidaremos o prefeito Geraldo Júlio para explicar ao povo de Pernambuco porque autorizou a construção da Arena Pernambuco – uma operação que está sendo investigada pela Polícia Federal e que já obrigou o Estado a desembolsar R$ 438 milhões desde a assinatura do contrato, causando enormes prejuízos aos cofres do nosso estado .
Não se trata de eleitoralizar o debate. Estou apenas cumprindo o meu dever, como parlamentar, de fiscalizar as ações do executivo . Repito que o prefeito Geraldo Júlio tem mais responsabilidade com este empreendimento do que o governador, pois o prefeito era o presidente do Comitê Gestor das PPPs de Pernambuco na época que a Arena foi licitada. Não compreendo qual a dificuldade de Geraldo Júlio dar as devidas explicações sobre esse processo, que foi conduzido por ele. Coube ao atual prefeito a missão de autorizar estudos, avaliar a viabilidade técnica e financeira do empreendimento e, por fim, autorizar a licitação e encaminhar a assinatura do contrato.
Mais uma vez informo que tenho o maior interesse de fazer o debate ético com o PSB . Vamos sim debater nossa gestão à frente da Secretaria de Turismo do Estado, mas também vamos perguntar ao PSB porque colocou Pernambuco no meio do furacão da Operação Lava Jato . Só em 2015 foram três operações da Polícia Federal em nosso Estado, todas elas envolvendo nomes importantes do PSB pernambucano. Estou pronto para o debate.
Vítimas, duas mulheres, eram da sede e de Irajaí. Programação junina foi cancelada Um choque entre dois veículos no município de Iguaracy na PE 292 causou pelo menos duas mortes. Ainda não mais detalhes das causas do acidente, mas informações preliminares indicam que um deles invadiu a mão contrária, atingindo o outro veículo, frontalmente. O […]
Vítimas, duas mulheres, eram da sede e de Irajaí. Programação junina foi cancelada
Um choque entre dois veículos no município de Iguaracy na PE 292 causou pelo menos duas mortes.
Ainda não mais detalhes das causas do acidente, mas informações preliminares indicam que um deles invadiu a mão contrária, atingindo o outro veículo, frontalmente. O Ford KA vinha no sentido Afogados-Iguaracy e o Strada acabara de deixar Iguaracy.
As vítimas confirmadas são duas mulheres, Maria Eliete Santos e Elenita Resende, idades não informadas. Equipes do SAMU e Bombeiros foram acionadas, mas não havia muito a ser feito. As imagens de quem esteve no local são fortes, com corpos próximos aos veículos. Há grande movimentação no local.
Eliete era professora e lecionava na EREM Professora Ione de Góis Barros, em Afogados da Ingazeira, onde também residia. Ela se dividia entre Afogados e Iguaracy. Era casada e tinha um casal de filhos. Ela voltava de Irajaí onde participou de um culto, curiosamente por um primo que escapou da morte em um acidente de moto. O carro em que ela seguia teria sobrado na curva voltando para Afogados, segundo familiares.
Já Elenita tinha um quiosque onde vendia lanches, espetinhos e bebidas. Era casada e tinha dois filhos, uma menina de de 10 e um garoto de 8 anos. Era de uma conhecida família de doceiros da cidade.
O acidente ocorreu próximo a um motel a poucos quilômetros da sede, em uma curva acentuada.
Em virtude do choque bastante sentido na cidade, o prefeito Zeinha Torres determinou o cancelamento da programação junina em Jabitacá, definida para hoje e Irajaí, programada para este domingo.
Por André Luis Como membro da Comissão Parlamentar Especial de Promoção e Atenção à Assistência Materno Infantil, o deputado estadual Luciano Duque (Solidariedade), iniciou nesta sexta-feira (26), uma agenda de visitas a instituições de saúde da macrorregião de Pernambuco. A primeira parada foi na UPAE Dr. José Alves de Carvalho Nunes, em Serra Talhada. O […]
Como membro da Comissão Parlamentar Especial de Promoção e Atenção à Assistência Materno Infantil, o deputado estadual Luciano Duque (Solidariedade), iniciou nesta sexta-feira (26), uma agenda de visitas a instituições de saúde da macrorregião de Pernambuco.
A primeira parada foi na UPAE Dr. José Alves de Carvalho Nunes, em Serra Talhada. O objetivo das visitas e levantar as demandas de cada instituição para levar à Comissão e cobrar as soluções do Governo do Estado.
“A UPAE de Serra Talhada oferece serviços de ginecologia, cardiologia, infectologia, entre outros, e atende os municípios de Betânia, Calumbi, Carnaubeira da Penha, Flores, Floresta, Itacuruba, Santa Cruz da Baixa Verde, São José do Belmonte, Triunfo e Serra Talhada”, informou o parlamentar.
do JC Online O candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, disse na manhã deste domingo (29 que, apesar das divergências na formação dos palanques regionais, a chapa inicia a campanha no próximo dia 6 de julho “completamente unida e revigorada”. “A marca que ficou é que crescemos todos na compreensão dos valores […]
O candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, disse na manhã deste domingo (29 que, apesar das divergências na formação dos palanques regionais, a chapa inicia a campanha no próximo dia 6 de julho “completamente unida e revigorada”. “A marca que ficou é que crescemos todos na compreensão dos valores democráticos. Saímos unidos. Agora esse debate faz parte do passado. O debate de palanque passou, agora é o debate com o povo sobre o que vamos fazer a partir de 1º de janeiro”, disse o candidato.
Campos participou nesta manhã do Congresso do PSB, em Brasília, que definiu a composição do diretório nacional da sigla. O próprio candidato tocou no assunto sobre as alianças estaduais. “Não tínhamos consenso em todos os cantos não”, lembrou. Os maiores embates entre a Rede Sustentabilidade, da vice de chapa Marina Silva, e o PSB aconteceram em São Paulo, onde o partido de Campos se aliou aos tucanos, e no Rio de Janeiro, onde a sigla integra o palanque petista.
O pessebista, que antes da convenção teve uma conversa com Marina para “sepultar” as divergências, afirmou que muitos torceram para que as diferenças minassem sua candidatura. “Tantos torceram para que isso não desse certo”, comentou. Ele minimizou o alcance das discussões internas. “O povo brasileiro não quer saber se a coligação num Estado é assim ou assado. Ele quer fazer um debate sobre o seu mundo, sobre sua pauta.”
Em seu discurso para a militância do PSB, Campos voltou a criticar o governo Dilma Rousseff. Para o candidato, a petista entregará o País em condições piores do que quando sucedeu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Pela primeira vez vamos ver uma presidente eleita entregar um país pior do que recebeu”, afirmou.
Você precisa fazer login para comentar.